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Como fracasso e persistência levaram JK Rowling ao sucesso

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J.K. Rowling: ela chegou a depender de benefícios sociais para viver (.foto/Getty Images)

J.K. Rowling: ela chegou a depender de benefícios sociais para viver (.foto/Getty Images)

Autora de Harry Potter superou rejeições e contou como o fracasso foi importante para o sucesso

Publicado na Exame

Há quem goste de comparar a história de JK Rowling, a autora de Harry Potter, a um conto de fadas. É fácil entender o motivo: Rowling era muito pobre e dependia de benefícios sociais para sustentar sua família quando o primeiro livro foi publicado, em 1997. Quase instantaneamente, ela se tornou milionária e, depois, bilionária.

Mas essa é uma visão simplista. A trajetória de JK Rowling é muito mais calcada em persistência, resiliência e propósito que num final feliz repentino – traços que, não por acaso, também aparecem no protagonista da série.

Elimine o que não é essencial

No começo dos anos 1990, Rowling fez as malas e voltou para a Escócia após um casamento infeliz com um marido abusivo em Portugal. Sem emprego e com um bebê para criar sozinha, começou a receber ajuda do governo e tentar sobreviver.

É uma época dura e que ela não esconde de sua biografia. Em seu bem humorado discurso para formandos da Harvard University, em 2008, ela disse que foi o mais perto que chegou da miséria em seu país sem morar na rua. “Eu era a maior fracassada que conhecia”, falou.

A depressão não tardou e, às voltas com pensamentos suicidas – que mais tarde inspiraram os dementadores da série –, ela decidiu buscar ajuda psicológica e continuar escrevendo uma história que tinha surgido na sua cabeça anos antes, numa viagem de trem: a vida de um bruxo chamado Harry Potter.

Ainda sem emprego, se sentindo um grande fracasso, JK Rowling não desistiu de seu sonho de infância – ser uma escritora – e terminou os dois primeiros livros, que foram escritos à mão num café barato perto de sua casa.

A autora fez o melhor que pode com as circunstâncias difíceis que tinha: vendo um lado positivo em seu tempo livre, simplificou sua rotina e focou em avançar como podia enquanto fazia o que amava, tornando-se mais produtiva e criativa.

“O fracasso eliminou o que não era essencial. Parei de fingir para mim mesma que era qualquer outra coisa que não eu e dirigi minha energia para o único trabalho que me importava”, disse ela em Harvard. “Meu maior medo tinha se tornado realidade e eu ainda estava viva, tinha uma filha que eu amava, uma máquina de datilografia velha e uma grande ideia.”

Foi assim que ela mudou sua perspectiva. “O fundo do poço se tornou a base sólida sobre a qual reconstrui minha vida.”

Rejeição e persistência

Quando se deu por satisfeita com o resultado, Rowling começou a tentar emplacar Harry Potterem alguma editora.

Foi mais um baque. As mais de dez editoras que rejeitaram o manuscrito até hoje não devem se perdoar, visto que foram mais de 400 milhões de livros vendidos e uma bilionária adaptação cinematográfica, mas para Rowling o impacto foi pior.

Ainda muito pobre, ela colocou tudo que tinha em seu trabalho. Vê-lo rejeitado, de novo e de novo – afinal, era um livro infantil ou adulto? Quem leria algo sobre bruxaria?, questionavam os editores –, deixava-a ainda mais fragilizada.

Sabendo que não tinha nada a perder e apaixonada pelo trabalho, Rowling persistiu. Finalmente, encontrou uma pequena editora britânica, a Bloomsbury Publishing, disposta a arriscar. Hoje, a mesma companhia vale 110 milhões de libras, muitas delas graças a Harry Potter.

Conhecedora de fracassos e da desesperança que os fracassos trazem, Rowling também é uma defensora da persistência, da resiliência e da busca pelo seu propósito, mesmo que outros queiram que você tome um caminho diferente.

“Saber que você ressurgiu mais sábio e mais forte de adversidades significa que você garantiu, para sempre, sua habilidade de sobreviver”, continuou em seu discurso. “Esse conhecimento é um verdadeiro presente, mesmo que dolorosamente adquirido, e vale muito mais que qualquer qualificação que recebi.”

Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal da Fundação Estudar

J.K. Rowling revela o verdadeiro nome de personagem fantasma

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Murta Que Geme se chama Myrtle Elizabeth Warren na franquia “Harry Potter”

Publicado no Almanaque

A autora da franquia de livros “Harry Potter”, a britânica J.K. Rowling, revelou nesta segunda-feira (11) o nome verdadeiro da personagem Murta Que Geme.

A fantasma, de acordo com a escritora, se chama Myrtle Elizabeth Warren. O nome gerou controvérsia e ela teve de se explicar nas redes sociais.

O nome é idêntico a de uma ex-senadora dos Estados Unidos – Elizabeth Warren. Contudo, J.K. afirmou que a semelhança é mera coincidência.

“Elizabeth é apenas um daqueles clássicos nomes do meio no Reino Unido”, afirmou a autora dos livros.

J.K. Rowling pede desculpa pela morte de Fred Weasley em ‘Harry Potter’

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Fred Weasley, no cinema, foi vivido pelo ator James Phelps

Fred Weasley, no cinema, foi vivido pelo ator James Phelps

Na internet, nem todo mundo aceitou o pedido de desculpas da autora

Luiz Prisco, no Divirta-se

J.K Rowling lançou outros livros, criou um pseudônimo, mas… ‘Harry Potter’ ainda parece ser o assunto predileto da autora. A escritora pediu desculpas por ter matado o personagem Fred Weasley.

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“Hoje, eu apenas gostaria de dizer: Estou muito arrependida sobre Fred. *Balançando a cabeça de aceitação pela razoável ira de vocês*”, escreveu J.K. Rowling.

O post foi publicado no sábado, dia em que a fatídica Batalha de Hogwarts, completou 17 anos – no cinema, a sequência foi registrada no longa ‘Harry Potter e as relíquias da morte (Parte 2)’, de 2011.

Fred Weasley morre depois de uma explosão durante a batalha épica contra os comandados de Voldemort.

Na internet, mesmo tanto tempo depois, teve gente que ainda não se recuperou (e nem perdoou) o fato:

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J.K. Rowling, autora de Harry Potter, irá lançar terceiro livro sob pseudônimo

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J.K. Rowling irá publicar terceiro livro de série sobre veterano de guerra e investigador particular

Publicado na Caras

Robert Galbraith está pronto para lançar seu terceiro livro. Não sabe quem é ele? Este é o pseudônimo utilizado por J.K. Rowling, a autora de Harry Potter, para assinar sua atual série de livros que conta a história de Cormoran Strike, um veterano da guerra do Afeganistão que se torna um investigador particular.

O terceiro livro, que deve chegar as lojas depois de setembro, se chamará Career of Evil, dando sequência a The Cuckoo’s Calling e The Slikworm, que vão ser adaptados para televisão pela BBC One.

Quando lançou o primeiro livro deste série, J.K. fez de tudo para esconder seu nome, mas uma amiga acabou vazando a informação para imprensa. J.K. disse que ficou surpresa e afirmou que não queria que as pessoas soubessem que ela era a autora daquela série policial.

Porém, mesmo sem saber quem era o verdadeiro Robert Galbraith, a imprensa deu ótimas críticas ao livro na época e as ofertas para adaptá-lo para a televisão surgiram em pouco tempo. J.K. optou por continuar assinando com o nome do pseudônimo, mas agora está participando da divulgação dos novos livros.

De pobre e deprimida a multimilionária. J.K. Rowling vê no fracasso a maior dádiva

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Mãe solteira, recém-divorciada de um português e a viver às custas de subsídios. Na autobiografia “Very Good Lives”, a britânica conta que precisou ” bater no fundo” para se restabelecer.

Nuno Cardoso, no Diário de Notícias

É uma espécie de livro de autoajuda, sem a pretensão de o ser. Em Very Good Lives, a autobiografia que J.K. Rowling prepara para lançar no Reino Unido em 14 de abril, – neste que é o seu primeiro livro de não ficção -, a autora da saga Harry Potter faz um balanço da sua vida. Ao longo de 70 páginas, a escritora conta como passou de uma mãe solteira com problemas de depressão e dinheiro, e a viver às custas de subsídios estatais, a multimilionária e atualmente a 13.ª mulher britânica mais rica, com uma fortuna de 740 milhões de euros, segundo divulgou o Sunday Times.

Em Very Good Lives, a mulher que criou o mundo de fantasia e feitiçaria de Hogwarts, cujos sete livros venderam 450 milhões de cópias pelo mundo e inspiraram o segundo fran- chise de maior sucesso da história do cinema (com receitas de 3,3 mil milhões), explica que o fracasso pode ser a maior dádiva de uma vida.

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