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Bienal do Livro da Bahia contará com mais de cem autores

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Publicado em Bahia Notícias

Bienal do Livro da Bahia contará com mais de cem autores

Poeta José Inácio é um dos curadores do evento

Prevista para acontecer entre os dias 8 e 17 de novembro, A 11ª Bienal do Livro da Bahia terá 385 expositores e mais de cem autores nacionais e internacionais. Já estão confirmados nomes como o romancista João Paulo Cuenca; o jornalista, poeta e produtor cultural José Inácio Vieira de Melo; e a poeta, ensaísta e professora de literatura Suzana Vargas. Um dos espaços mais valorizados do evento é o Café Literário, que promete conversas descontraídas entre escritores e público. Em outro espaço, no Território Jovem, vão ocorrer debates em torno do tema tecnologia e cultura digital. Na Praça Cordel e Poesia, voltada para a cultura popular, irão acontecer oficinas, exposições e declamação de poesias. Já no Mundo dos Livros, as crianças vão ser apresentadas à literatura de maneira interativa, além de ouvir contos e fábulas. A Bienal oferece ainda o Fórum de Debates, espaço reservado para realização de encontros de profissionais e palestras voltadas a temas literários, como livros eletrônicos, didáticos e design do livro. O evento ocorrerá mais uma vez no Centro de Convenções da Bahia.

Escritores e tradutores estão entre os que mais tentam se manter off-line

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Software bloqueia o acesso à rede
Freedom é utilizado por mais de meio milhão de pessoas no mundo

A americana Meg Cabot tem um computador apenas para trabalhar (FOTO: André Coelho)

A americana Meg Cabot tem um computador apenas para trabalhar (FOTO: André Coelho)

Título original: Profissionais buscam forma de não cair na tentação da internet

Clarice Spitz e Sérgio Matsuura. em O Globo

Rio — Retornar ao modo off-line pode ser mais difícil do que se imagina. Para gente que trabalha com a palavra então, como escritores e tradutores, a busca por um uso mais produtivo do computador tem levado a soluções inusitadas. Se por um lado, a internet é uma aliada para quem escreve e precisa checar nomes e informações, por outro, não há dúvidas de que pode ser um grande “desprogramador” de tarefas. As redes sociais e o e-mail estão entre os principais vilões.

Regras não existem, mas cada um procura sua maneira de sobreviver ao vício de ficar horas conectado. A escritora americana de literatura infantojuvenil Meg Cabot, que lança em setembro o “The Bride Wore Size 12”, partiu para uma decisão radical: usa um computador apenas para escrever e outro exclusivamente para acessar as redes sociais.

Programa que tem feito a cabeça de escritores como Nick Hornby, de “Alta Fidelidade”, e da iraniana Lila Azam Zanganeh, que foi um dos sucessos da 11ª edição da Flip, o Freedom, software que bloqueia a internet, já está conquistando adeptos entre os brasileiros. O programa, que custa US$ 10, funciona de maneira bem simples: o usuário decide quantos minutos de liberdade quer ter. Ou seja, quanto tempo está disposto a ficar sem internet, com o acesso à rede bloqueado.

O escritor João Paulo Cuenca é um fã de carteirinha. Durante as seis semanas que passou num castelo na Umbria, no centro da Itália, escrevendo o seu próximo livro, mesmo isolado, tinha internet e problemas para se concentrar. Cuenca adotou o método: a cada 45 minutos free, tinha 15 de acesso irrestrito.

— É a coisa mais idiota e simples, mas se faço quatro picos assim por dia, rendo muito.

Ele diz que os benefícios não significam que nunca trapaceou. Cancelou o programa apenas para checar um e-mail de trabalho, que nem era tão importante. Para destravar o programa, basta religar o computador.

— Somos muito viciados mesmo. Às vezes, deixo o telefone sem bateria perto do computador para não ter jeito de olhar os e-mails. É ridículo pagar quando é só desligar o cabo — admite.

Ferramenta simples

O Freedom foi lançado em 2008 pelo pesquisador Fred Stutzman, que viu a necessidade de desenvolver uma ferramenta simples que pudesse ajudar as pessoas a focar em atividades produtivas. Desde então, o software já foi baixado por mais de meio milhão de pessoas, entre elas o próprio desenvolvedor.

— Eu mesmo usei o Freedom quando estava escrevendo a minha dissertação — conta Stutzman. — O programa ajuda as pessoas a reconquistar o controle sobre o computador, para que ele sirva para trabalhar, em vez de distrair.

A ferramenta é útil até para os que se consideram disciplinados. A escritora Carol Bensimon, autora de “Pó de parede” e “Sinuca embaixo d’água”, diz não ser “procrastinadora”, mas admite que a internet atrapalha a concentração no trabalho. Sempre que possível, vai para uma área comum no prédio onde vive para se desconectar, mas quando está em casa o Freedom está acionado.

— O Freedom me salvou — brinca, com um misto de seriedade, a tradutora Melissa Lyra, brasileira de 36 anos que mora em Lisboa. — Já tinha tentado bloqueadores sociais, mas acabava sempre por me distrair.

Ela usa junto do Freedom o Pomodoro Technique, técnica de gestão de concentração. Assim, conseguiu dobrar a produção.

— Hoje em quatro horas sem internet produzo o mesmo que em oito com ela — diz.

(Colaborou Michele Miranda)

30 livros de autores brasileiros para morrer antes de ler

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Carlos Willian Leite, na Revista Bula

Dando sequência a série de listas polêmicas, pedi aos leitores, amigos do Facebook e seguidores do Twitter — escritores, jornalistas, professores —, que apontassem, entre livros conhecidos de autores brasileiros, quais eram os piores que haviam lido. Cada participante poderia indicar até cinco livros, sem repetir autores, tendo como critério principal o gosto pessoal. 312 pessoas responderam a enquete. Como nas listas anteriores, o objetivo não é zombar ou ofender o gosto alheio, é, sobretudo, uma diversão e reflete apenas a opinião dos participantes consultados. Se podemos ter a lista de nossas preferências, por que não podemos ter a lista daquilo que não gostamos? Na lista, aparecem livros de escritores consagrados como José de Alencar, Ruy Castro, Clarice Lispector e Jorge Amado. O resultado, embora subjetivo, pois se baseia meramente no gosto pessoal e não avaliação crítica dos livros citados, não deixa de ressaltar a validade da célebre frase de Mark Twain: “Aquele que lê maus livros não leva vantagem sobre aquele que não lê livro nenhum”. Eis o resultado baseado na quantidade de citações.

Iracema
José de Alencar

O Guarani
José de Alencar

Marimbondos de Fogo
José Sarney

Saraminda
José Sarney

Animais em Extinção
Marcelo Mirisola

Como Desaparecer Completamente
André de Leones

O Diário de um Mago
Paulo Coelho

Brida
Paulo Coelho

O Alquimista
Paulo Coelho

No Buraco
Tony Bellotto

Mentes Perigosas
Ana Beatriz Barbosa Silva

O Tigre Na Sombra
Lya Luft

O Lado Fatal
Lya Luft

O Crepúsculo do Macho
Fernando Gabeira

O Xangô de Baker Street
Jô Soares

As Esganadas
Jô Soares

Mar Morto
Jorge Amado

Memórias de um Sargento de Milícias
Manuel Antônio de Almeida

Estorvo
Chico Buarque

O Mundo Não é Chato
Caetano Veloso

Triângulo no Ponto
Eros Grau

A Paixão Segundo G.H.
Clarice Lispector

O Inverno das Fadas
Carolina Munhóz

O Dia Mastroianni
João Paulo Cuenca

A Vida Sabe o Que Faz
Zibia Gasparetto

A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães

Farewell
Carlos Drummond de Andrade

Rosinha, Minha Canoa
José Mauro de Vasconcelos

Obra Completa
J. G. de Araújo Jorge

Guia-Mapa de Gabriel Arcanjo
Nélida Piñon

Bolsas renderam 35 lançamentos de livros em dois anos

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Raquel Cozer, na Folha de S.Paulo

Uma recente aprovação de 47 bolsas para tradução de obras brasileiras no exterior, a ser divulgada no “Diário Oficial da União”, fez o programa de apoio à expansão da literatura da Fundação Biblioteca Nacional chegar a 400 bolsas concedidas desde 1991.

Na época, três anos antes da primeira homenagem ao Brasil na Feira de Frankfurt (1994), a FBN começou a oferecer quantias em dinheiro a editoras estrangeiras interessadas em publicar nossos autores.

As bolsas hoje podem chegar a US$ 8.000 e incluem apoio para edição em países lusófonos.

O efeito Frankfurt foi forte. Das 400 bolsas, 290 foram pedidas e aprovadas a partir de 2010, quando o Brasil foi anunciado como convidado de honra deste ano. A média passou de seis a 72,5 bolsas por ano.

Não significa que outros países estejam tomados por obras brasileiras como nós temos sido por romances policiais nórdicos.

Primeiro, porque traduções demoram. As 224 bolsas concedidas pela atual gestão da FBN, desde meados de 2011, renderam, por ora, 35 títulos lançados –o número deve se multiplicar até outubro, mês da feira.

Além disso, são editoras pequenas, de alcance restrito, que costumam pedir apoio. É raro um caso como o de Marcelo Ferroni, que teve “Método Prático da Guerrilha” lançado por uma casa poderosa como a Suhrkamp (Alemanha).

E os lançamentos, de nomes como João Paulo Cuenca, João Almino e Clarice Lispector, se pulverizam por países. A maior concentração é na Romênia, com seis livros lançados, sendo cinco pela mesma editora. Depois vem a Alemanha, com cinco obras.

30 livros de autores brasileiros para morrer antes de ler

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cultural

Car­los Wil­li­an Lei­te, no Jornal Opção

Dando sequência a série de listas polêmicas, pedi aos leitores, amigos do Facebook e seguidores do Twitter — escritores, jornalistas, professores —, que apontassem, entre livros conhecidos de autores brasileiros, quais eram os piores que haviam lido. Cada participante poderia indicar até cinco livros, sem repetir autores, tendo como critério principal o gosto pessoal.

Como nas listas anteriores, o objetivo não é zombar ou ofender o gosto alheio, é, sobretudo, uma diversão e reflete apenas a opinião dos participantes consultados. Se podemos ter a lista de nossas preferências, por que não podemos ter a lista daquilo que não gostamos?

Na lista, aparecem livros de escritores consagrados como José de Alencar, Ruy Castro, Clarice Lispector e Jorge Amado. O resultado,  embora subjetivo, pois se baseia meramente no gosto pessoal e não avaliação crítica dos livros citados, não deixa de ressaltar a validade da célebre frase de Mark Twain: “Aquele que lê maus livros não leva vantagem sobre aquele que não lê livro nenhum”. Eis o resultado baseado na quantidade de citações.

Iracema
José de Alencar

O Guarani
José de Alencar

Marimbondos de Fogo
José Sarney

Saraminda
José Sarney

Animais em Extinção
Marcelo Mirisola

Como Desaparecer Completamente
André de Leones

O Diário de um Mago
Paulo Coelho

Brida
Paulo Coelho

O Alquimista
Paulo Coelho

No Buraco 
Tony Bellotto

Mentes Perigosas
Ana Beatriz Barbosa Silva

O Tigre Na Sombra
Lya Luft

O Lado Fatal
Lya Luft

O Crepúsculo do Macho
Fernando Gabeira

O Xangô de Baker Street
Jô Soares

As Esganadas
Jô Soares

Mar Morto
Jorge Amado

Memórias de um Sargento de Milícias
Manuel Antônio de Almeida

Estorvo
Chico Buarque

O Mundo Não é Chato
Caetano Veloso

Triângulo no Ponto  
Eros Grau

A Paixão Segundo G.H.
Clarice Lispector

O Inverno das Fadas
Carolina Munhóz

O Dia Mastroianni
João Paulo Cuenca

A Vida Sabe o Que Faz
Zibia Gasparetto

A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães

Farewell
Carlos Drummond de Andrade

Rosinha, Minha Canoa
José Mauro de Vasconcelos

Obra Completa
J. G. de Araújo Jorge

Guia-Mapa de Gabriel Arcanjo
Nélida Piñon

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