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Evaldo Cabral de Mello assume lugar de João Ubaldo na ABL nesta sexta

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O escritor Evaldo Cabral de Mello é um dos mais destacados historiadores do Brasil (Foto: Tomás Rangel/Folhapress)

O escritor Evaldo Cabral de Mello é um dos mais destacados historiadores do Brasil (Foto: Tomás Rangel/Folhapress)

Diplomata e historiador irá suceder João Ubaldo Ribeiro na cadeira 34.
Cerimônia acontece nesta sexta-feira (27) na sede da ABL, no Rio.

Publicado no G1

O diplomata e historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello toma posse nesta sexta-feira (27) na Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele assumirá a cadeira 34, antes ocupada por João Ubaldo Ribeiro, que morreu em julho do ano passado.

Evaldo Cabral de Mello nasceu no Recife em 1936 e atualmente mora no Rio de Janeiro. Estudou Filosofia da História em Madri e Londres e é considerado um dos historiadores brasileiros mais destacados. Ele se especializou em História regional e no período de domínio holandês em Pernambuco no século XVII, tema que permeou muitos de seus livros.

Diplomata, Evaldo serviu nas embaixadas do Brasil em Washington, Madri, Paris, Lima e Barbados, e também nas missões do Brasil em Nova York e Genebra, e nos consulados gerais do Brasil em Lisboa e Marselha.

Sua primeira obra, Olinda restaurada foi publicada em 1975. Em seguida publicou O norte agrário e o Império (1984), Rubro veio (1986), O nome e o sangue (1989), A fronda dos mazombos (1995), O negócio do Brasil (1998), A ferida de Narciso (2001) e Nassau: governador do Brasil Holandês (2006), este para a Coleção Perfis Brasileiros, da Companhia das Letras. É organizador do volume Essencial Joaquim Nabuco, da Penguin-Companhia das Letras.

Evaldo foi eleito membro da ABL em 23 de outubro do ano passado, com 36 votos, na sucessão do acadêmico, romancista, cronista, jornalista e tradutor João Ubaldo Ribeiro. A cadeira 34 havia sido ocupada antes por João Manuel Pereira da Silva, fundador – que escolheu como patrono o sacerdote, poeta e autor de diversas obras líricas de caráter filosófico Sousa Caldas –, Barão do Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos Júnior), Lauro Severiano Müller, Dom Aquino Correia, R. Magalhães Jr. e Carlos Castelo Branco.

Na cerimônia de posse nesta sexta-feira, o acadêmico, professor e escritor Eduardo Portella fará o discurso de recepção. Antes, Evaldo Cabral de Mello discursará. Logo depois, o Presidente da ABL, o acadêmico Geraldo Holanda Cavalcanti, convidará o decano para entregar a espada, o Acadêmico Alberto da Costa e Silva, para fazer aposição do colar, e o Acadêmico Alberto Venancio Filho, para entregar o diploma ao novo imortal.

Luto nas letras e grandes transformações no mercado: veja o que marcou o ano

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Luto nas letras e grandes transformações no mercado - Arte

Luto nas letras e grandes transformações no mercado – Arte

O Brasil perdeu grandes autores como João Ubaldo Ribeiro, Ariano Suassuna, Ivan Junqueira e Manoel de Barros

Publicado em O Globo

RIO – Este foi um ano de notícias tristes para a literatura brasileira, com as mortes de grandes autores como João Ubaldo Ribeiro, Ariano Suassuna, Ivan Junqueira e Manoel de Barros. Foi também um ano de transformações radicais no mercado editorial. Em março, a aquisição do selo de interesse geral do grupo espanhol Santillana pelo conglomerado Penguin Random House levou à união entre duas das maiores editoras do país, Companhia das Letras e Objetiva, que juntas detêm 6% das vendas em livrarias brasileiras.

Além disso, em agosto, a Amazon começou a vender edições físicas no Brasil. O mercado reagiu mal aos preços praticados pela gigante norte-americana, considerados muito baratos. A iniciativa resgatou a discussão sobre a lei do preço fixo para livros no país, que limitaria os descontos oferecidos ao leitor. Dessa forma, tanto grandes redes quanto livreiros independentes praticariam os mesmos preços.

Enquanto pequenos livreiros e a Câmara Brasileira do Livro apoiam há uma década a medida, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), entidade de grande peso político na indústria, se opõe historicamente à iniciativa. O Snel organizou um seminário sobre o tema, com convidados de Alemanha e França (países com leis do tipo), mas não chegou a um consenso sobre o assunto.

Enquanto esse debate não avança, o mercado digital se expande. Entre os lançamentos nacionais em e-book, o grande destaque foi para os quatro livros do jornalista Elio Gaspari sobre os anos de chumbo, “A ditadura envergonhada”, “A ditadura escancarada”, “A ditadura derrotada” e “A ditadura encurralada”, publicados pela Intrínseca. Além de nova versões impressas, as obras ganharam edições digitais enriquecidas por centenas de documentos, áudios e vídeos, oferecendo uma experiência de leitura inédita no Brasil.

Mas o ano ficará definitivamente marcado pela comoção causada pela morte de grandes nomes do meio literário nacional — como Ivan Junqueira, João Ubaldo Ribeiro, Ariano Suassuna e Rubem Alves (todos em julho), Leandro Konder e Manoel de Barros (ambos em novembro) — e de dois ganhadores do Nobel, o colombiano Gabriel García Márquez (em abril) e a sul-africana Nadine Gordimer (em julho).

Nos últimos meses, os leitores tiveram acesso a obras póstumas de Ubaldo (“Noites lebloninas”, pela Alfaguara), Suassuna (que teve um poema inédito incluído no novo livro de Raimundo Carrero, “Romance do bordado e da pantera negra”, pela Iluminuras) e Junqueira (“Essa música” e “Reflexos do sol-posto”, ambos pela Rocco).

Os leitores também puderam reencontrar autores que tiveram obras reeditadas depois de muito tempo longe das livrarias. A Cosac Naify trouxe de volta livros de Murilo Mendes (“Poemas”, “A idade do serrote”, “Convergência” e uma nova “Antologia poética”) e Jorge de Lima (“Invenção de Orfeu”, “Poemas negros” e “Calunga”). A Companhia das Letras começou a republicar a obra de Millôr Fernandes, homenageado da Flip 2014.

O MICO DE 2014

Literatura brasileira de biquíni: País homenageado no próximo Salão do Livro de Paris, que acontece entre 20 e 23 de março de 2015, o Brasil será representado no evento por 48 autores. Mas, por alguma razão, a revista francesa “Le nouvel observateur” resolveu noticiar a presença brasileira em seu site com uma foto de modelos seminuas, segurando uma bandeira do país. Uma imagem que pouco diz sobre literatura — e que ainda reforça clichês sobre a imagem do Brasil. A escolha editorial causou indignação entre escritores e editores.

— É justamente contra esse tipo de preconceito que eu batalho aqui na França, com minha editora especializada no Brasil — disse a editora francesa Paula Anacaona.

Como resposta, a revista disse que o fato não merecia “uma crise diplomática” e alegou um erro técnico no corte da foto — originalmente, deveria aparecer apenas a bandeira do Brasil, sem as modelos. Na primeira versão do post, contudo, a legenda não indicava uma bandeira e sim “Torcedoras brasileiras na última Copa do Mundo”. Horas depois, o corte e a legenda da foto foram modificados.

AS APOSTAS PARA 2015

O filão editorial dos 450 anos do Rio: Em 2015 o Rio de Janeiro completará 450 anos de fundação. O aniversário oficial da cidade é dia 1º de março, mas durante todo o ano o mercado editorial estará aquecido com dezenas de publicações que vão apresentar recortes diversos da História e da cultura do Rio. O Comitê Rio450, criado para planejar e organizar as comemorações do aniversário, vai apoiar a publicação de mais de 80 títulos de diversas editoras, entre reedições de raridades e novidades. A Casa da Palavra, por exemplo, tem em sua programação, entre outros títulos, “Roteiro da escravidão”, livro organizado pelo antropólogo Milton Guran sobre a herança africana no Rio, mais centrada na região portuária, e “Rio em prosa e verso”, antologia para crianças organizada pelo livreiro Rodrigo Ferrari. A Edições de Janeiro publicará, entre variados títulos, “A formação da Guanabara”, organizado por Paulo Knauss (com imagens do Arquivo Público do Rio de Janeiro) e “Mata Atlântica — Uma história do futuro”, livro de fotografia, com textos de Fabio Rubio Scarano.

Em um ano, escritora lê um livro de cada país do mundo

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Ann Morgan sentia que só conhecia autores que escrevem em inglês

Ann Morgan sentia que só conhecia autores que escrevem em inglês

Publicado na BBC Brasil
A escritora britânica Ann Morgan se impôs o desafio de, em um ano, ler um livro escrito em cada país do mundo. Ao todo foram 196 livros – de 195 países reconhecidos pela ONU e de Taiwan, que hoje é considerada província rebelde chinesa.

Em muitos casos, o desafio foi encontrar edições em inglês, língua da escritora-leitora. Em relação a outros países, a dificuldade foi encontrar algo publicado. Ela recorreu diretamente a alguns autores para ajudá-la.

No Brasil, Morgan optou por ler A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro, que ela considerou “um desempenho envolvente e persuasivo de um escritor de ponta na cena literária mundial.” A forma como o escritor retrata o pensamento feminino é “impressionante”, para ela.

As impressões foram transformadas em um livro a ser lançado em fevereiro de 2015: Reading the World: Confessions of a Literary Explorer (“Lendo o Mundo: Confissões de uma Exploradora Literária”, em tradução literal).

Mas para os curiosos, Ann Morgan divulga, em seu blog em inglês, a lista completa junto com cada avaliação. No artigo abaixo, escrito para a BBC, ela descreve como foi essa curiosa experiência de ler um livro de cada país do globo.

Eu sempre pensei que fosse uma pessoa razoavelmente cosmopolita, mas minha biblioteca pessoal conta uma história diferente. Com exceção de alguns romances da Índia e um ou outro livro da Austrália ou África do Sul, minha coleção literária só tem autores britânicos e americanos. Para piorar, eu quase nunca havia lido livros traduzidos. Meu universo está todo restrito a autores que escrevem em inglês. No Reino Unido, 62% dos britânicos conseguem ler apenas em inglês.

Eu queria descobrir o que estava perdendo. Então no começo de 2012, me propus o desafio de ler um livro de cada país do mundo – em um ano, foram 195 países reconhecidos pela ONU e Taiwan, que já não é mais reconhecido como tal.

Imaginei que não encontraria livros de quase 200 países na livraria perto da minha casa, então montei o blog A Year of Reading the World, pedindo recomendações de leitores de todas as partes do mundo.

A resposta foi incrível. Em pouco tempo, recebi uma avalanche de recomendações. Alguns leitores chegaram a me mandar livros de seus países pelo correio. Outros passaram horas pesquisando autores para mim.

Alguns escritores chegaram a me enviar manuscritos traduzidos para o inglês e que ainda não haviam sido publicados, como Ak Welsapar, do Turcomenistão, e Juan David Morgan, do Panamá.

Mas mesmo com toda essa “equipe de apoio”, a tarefa foi dura. De todos os livros publicados no Reino Unido, apenas 4,5% são traduções. Ou seja, conseguir obras estrangeiras em inglês ainda é um desafio.
Países lusófonos

A dificuldade maior foi conseguir obras de países africanos francófonos ou lusófonos. Há poucas obras em inglês de lugares como Comoros, Madagascar, Guiné Bissau e Moçambique. Em vários desses países, precisei recorrer a manuscritos que não foram publicados.

Em São Tomé e Príncipe, eu teria perdido minha batalha, não fosse pelo esforço de leitores europeus e americanos que traduziram contos de Olinda Beja – só para que eu tivesse algo para ler do país.

Há países onde sequer existe uma tradição escrita. Para conseguir uma boa história das Ilhas Marshall, por exemplo, é melhor pedir permissão ao “iroji” (um líder tribal local) para ouvir algum caso narrado por um dos contadores de histórias. A literatura local não tem a mesma riqueza.

No Níger, as melhores lendas são contadas pelos “griots”, poetas populares treinados desde os sete anos de idade para misturar música e ficção. Há poucos registros escritos de suas performances incríveis – e mesmo essa experiência é pobre comparada com a apresentação ao vivo.

Como se não bastassem esses obstáculos, há sempre a política para complicar tudo. A criação de um novo país, o Sudão do Sul, em 9 de julho de 2011, também colocou um desafio. O país possui vários problemas de infraestrutura, com deficiências em estradas, hospitais e escolas. Com tantas necessidades mais urgentes, quem teria escrito um livro em apenas seis meses?

Se não fosse por um contato local, que me apresentou à escritora Julia Duany, minha única solução seria tomar um avião até Juba para ouvir um contador de história. Mas Julia se dispôs a escrever uma história só para mim.

Pesquisar autores e livros me tomou tanto tempo quanto ler e escrever meu blog. O processo foi muito cansativo, pois tive de conciliá-lo com meu próprio trabalho de escritora. Passei muitas madrugadas em claro para manter de pé minha meta de ler um livro a cada 1,87 dias.
Dentro da cabeça

Mas o esforço valeu a pena. Muito mais do que só “viajar sem sair do lugar”, me senti como se estivesse habitando a cabeça de várias pessoas pelo mundo. Na “companhia” do escritor Kunzang Choden, do Butão, eu não apenas “visitei” os templos exóticos locais – fi-lo como fazem os budistas nativos.

O mesmo aconteceu com as montanhas de Altai, na Mongólia, que tive a chance de conhecer pela imaginação de Galsan Tschinag. Em Mianmar, um festival religioso me foi narrado por um médium transgênero – criação de Nu Nu Yi.

Essa experiência é mais poderosa que mil notícias de jornais e revistas, e me fez perceber melhor como vivem as pessoas longe de mim. Isso e o contato com leitores de todas as partes do mundo me fizeram sentir mais parte do nosso planeta.

Evaldo Cabral de Mello é eleito para vaga de João Ubaldo na ABL

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historiador Evaldo Cabral de Mello é eleito para a ABL

(Foto: Divulgação)

Vinte acadêmicos votaram pessoalmente e 16 enviaram sua escolha por carta

Publicado no Correio da Bahia

O historiador e diplomata Evaldo Cabral de Mello, de 78 anos, foi eleito nesta quinta-feira, 23, para ocupar a cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras (ABL), vaga desde a morte de João Ubaldo Ribeiro, em 18 de julho passado. Evaldo recebeu 36 dos 37 votos possíveis (houve uma obtenção), em primeiro escrutínio.

Vinte acadêmicos votaram pessoalmente e 16 enviaram sua escolha por carta. Um dos mais destacados historiadores brasileiros, Evaldo é irmão do poeta João Cabral de Melo Neto (1920-1999), que também foi acadêmico, eleito em 15 de agosto de 1968. O novo integrante da ABL nasceu em Recife em 1936 e atualmente mora no Rio de Janeiro. Estudou Filosofia da História em Madri e Londres.

Em 1960 ingressou no Instituto Rio Branco, que tem sede no Rio e forma diplomatas, e dois anos depois iniciou a carreira diplomática. Serviu nas embaixadas do Brasil em Washington, Madri, Paris, Lima e Barbados, em missões do Brasil em Nova York e Genebra e nos consulados gerais do Brasil em Lisboa e Marselha.

Evaldo é especialista em história regional e no período de domínio holandês em Pernambuco no século XVII, tema de vários de seus livros, como “Olinda restaurada” (1975), sua primeira obra, “Rubro veio” (1986), sobre o imaginário da guerra entre Portugal e Holanda, e “O negócio do Brasil” (1998), sobre os aspectos econômicos e diplomáticos do conflito entre portugueses e holandeses. Sobre a Guerra dos Mascates e a rivalidade entre brasileiros e portugueses em seu Estado natal, publicou “A fronda dos mazombos” (1995).

Fique de olho: eles podem virar imortais

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Nathália Bottino, no Brasil Post

No mês de julho, a ABL perdeu três grandes nomes da literatura nacional: Ivan Junqueira, João Ubaldo Ribeiro e Ariano Suassuna. Essas cadeiras passam agora para Ferreira Gullar, Evaldo Cabral de Mello e Zuenir Ventura. E assim a vida na Academia segue. Mas a questão é: quem são os jovens de hoje que vão se sentar nas cadeiras nos próximos anos? Com base numa lista divulgada pela renomada revista literária Granta dos melhores jovens autores do Brasil e finalistas e vencedores de prêmios como o Jabuti e o Prêmio São Paulo de Literatura, fiz uma seleção com os autores promissores que podem virar imortais nos próximos anos. Vale a pena ficar de olho neles! 😉

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Daniel Galera
Nasceu em 1979, em São Paulo, mas passou a maior parte da vida em Porto Alegre. É um dos criadores da editora Livros do Mal, pela qual publicou o volume de contos Dentes guardados. É autor dos romances Até o dia em que o cão morreu, adaptado para o cinema, Mãos de cavalo, publicado também na Itália, na França, em Portugal e na Argentina, Cordilheira e Barba ensopada de sangue.

Por que ficar de olho?
O garoto venceu o Prêmio Machado de Assis de Romance, da Fundação Biblioteca Nacional, com o romance Cordilheira. Ele está na lista da revista Granta dos melhores escritores brasileiros jovens, é finalista do Prêmio Jabuti de Melhor Romance com Barba ensopada de sangue e venceu, com a mesma obra, o melhor livro do ano pelo Prêmio São Paulo de Literatura 2013.

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Ricardo Lísias
Nasceu em 1975, em São Paulo. É autor de Anna O. e outras novelas, Cobertor de estrelas, traduzido para o espanhol e o galego, Duas praças, O livro dos mandarins, atualmente sendo traduzido para o italiano. Em 2012, publicou o romance O céu dos suicidas, depois Divórcio e recentemente lançou Intervenções: álbum de crítica, obra exclusiva no formato digital.

Por que ficar de olho?
Reconhecimento não falta para ele: foi o terceiro colocado no Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira de 2006 com Duas praças, finalista do Prêmio Jabuti de 2008 com Anna O. e outras novelas, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010 e 2013 (com O céu dos suicidas) e finalista do Jabuti 2013 de melhor romance com a mesma obra. Seus textos já foram publicados na Piauí e nas edições 2 e 6 da revista Granta em português, que, aliás, indicou Lísias como um dos melhores autores jovens do Brasil.

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Tatiana Salem Levy
Tatiana é escritora, tradutora e doutora em estudos de literatura pela PUC-Rio. A autora, que nasceu em Lisboa, mas se naturalizou brasileira e vive no Rio, escreveu o ensaio A experiência do fora: Blanchot, Foucault e Deleuze e os romances A chave de casa, Dois rios, e o infantojuvenil Tanto mar.

Por que ficar de olho?
Seu romance A chave de casa foi finalista do prêmio Jabuti 2008 e deu à autora o Prêmio São Paulo de Literatura na categoria autor estreante, além de ter sido publicado em Portugal, França, Espanha, Itália, Turquia e Romênia. Tanto mar venceu o Prêmio ABL de Literatura Infantojuvenil. Além disso, a autora também integra a lista Granta dos melhores escritores jovens do Brasil.

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Antonio Prata
Nasceu em 1977, em São Paulo, e, além de roteirista, Antonio tem nove livros publicados, entre eles Douglas, Meio intelectual, meio de esquerda, Felizes quase sempre e Nu, de botas. Ele já foi colunista da revista Capricho, do jornal O Estado de S. Paulo e atualmente é colaborador da Folha de S. Paulo.

Por que ficar de olho?
Antonio Prata está entre os melhores escritores jovens do Brasil, de acordo com a revista Granta, seu livro Felizes quase sempre foi finalista do Jabuti 2013 como melhor romance infantil e, com Nu, de botas, venceu o 2º Prêmio Brasília de Literatura na categoria crônicas. (mais…)

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