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Posts tagged Jogo

Stephen King é o rei da adaptação para o cinema e a TV

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Jogo Perigoso está disponível na Netflix. Foto: Netflix/Divulgação

Jogo Perigoso está disponível na Netflix. Foto: Netflix/Divulgação

Fernanda Guerra, no Diário de Pernambuco

Nos primeiros anos da década de 1970, Stephen King lançou o livro Carrie, a estranha, o primeiro a ser adaptado para os cinemas. Após a versão do filme, outros remakes foram lançados. De lá para cá, as obras do escritor norte-americano, hoje com 70 anos, ganharam projeção expressiva no cinema e na TV, tornando-o um dos autores mais adaptado no segmento audiovisual. Só em 2017, uma longa lista de produções surgiram a partir das obras de King: os filmes A torre negra e It: A coisa estrearam nos cinemas, os longas Jogo perigoso e 1922 foram lançados pela Netflix, que também exibiu a série O nevoeiro, extinta na primeira temporada. Nos Estados Unidos, também foi lançada a série Mr. Mercedes, ainda inédita no Brasil.

Para quem é fã do gênero terror e suspense, o longa-metragem Jogo perigoso, baseado no livro homônimo publicado em 1992, traz objetos clássicos do terror psicológico, como psicopata e alucinações, elementos recorrentes na obra do autor. Dirigido por Mike Flanagan, o título abrange para questões como machismo, pedofilia e abuso sexual. A produção acompanha Jessie (Carla Gurgino) presa à cama – mote que fez o público associar ao filme Louca obsessão (1992).

Com repercussão menor que Jogo perigoso, 1922 é estrelado por Thomas Jane, na pele de um fazendeiro que mata a esposa, Arlete (Molly Paker), auxiliado pelo filho, Henry (Dylan Schmid). Ele planeja cometer o crime quando ela decide se divorciar, vender a fazenda e se mudar para a cidade acompanhada do filho. O catálogo da Netflix também contempla outros títulos assustadores da obra do autor: Pacto maligno, Conexão mortal e Cemitério maldito, além de três temporadas do seriado Under the dome.

Conheça o ‘Pottopoly’, a melhor versão do Monopoly inspirado em Harry Potter

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Guilherme Cepeda, no Burn Book

Se você é fã de Harry Potter vai se apaixonar por essa versão de Monopoly inspirada na saga de J.K Rowling.

A vendedora da Etsy Kristen Roedel é a responsável por criar o Pottopoly, a versão MAIS LEGAL dos famosos “fan-made games” de HP que já vimos.

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O jogo segue a tradicional mecânica do Monopoly (banco imobiliário para os Brasileiros), mas inclui vários elementos do universo de Harry Potter, como os galeões, a prisão de Azkaban e você pode jogar com as minifigs de Rony, Hermione, Voldemort, Snape, Draco.

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O jogo vem com 24 cartas “Charms” (Encantamentos, que no tradicional seria “Sorte”/”Chance”) e 24 Poções (Caixas da Comunidade), e você pode comprar locais como o escritório de Dumbledore e o armário sob a escada.

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Clássico da literatura A Revolução dos Bichos vai virar game

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Todos games são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros

Matt Davidson, no IGN

Uma equipe de desenvolvedores independentes se juntou para criar uma adaptação em game do clássico livro A Revolução dos Bichos (Animal Farm), escrito e lançado pelo autor norte-americano George Orwell em 1945.

Descrito no site oficial como um game do gênero “adventure-tycoon”, o game Animal Farm irá colocar os jogadores no papel de um dos animais vivendo na fazenda antes e durante da chamada “revolução dos bichos, mostrando assim os “altos e baixos do Animalismo”.

O lado “adventure” do game vai focar em escolhas, permitindo ao jogador decidir seu caminho nessa revolução animal. Já o aspecto “tycoon” vai focar no gerenciamento da fazenda, de modo que ambos estilos combinados vão criar uma “narrativa consistente”, permitindo que os jogadores experimentem as consequências de suas decisões de gerenciamento ao longo da trama.

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Publicado originalmente em 1945, A Revolução dos Bichos é considerado uma das grandes obras da ficção moderna e é constantemente citado em listas de “melhores livros de todos os tempos”. Escrito sob o ponto de vista de animais vivendo em uma fazenda, Orwell quis refletir a ascensão do stalinismo na Rússia e fazer uma alegoria sobre os perigos do poder absoluto e de regimes totalitaristas. Foram exatamente esses os temas que conduziram a equipe criativa a desenvolver o game.

Imre Jele (fundador do Bossa Studios), disse ao site Polygon: “É a hora certa para a sociedade, uma vez que estamos nos encaminhado para uma era desconfortavelmente parecida com o universo descrito por George Orwell”, ressaltando ainda que o time quer que o jogador seja capaz de se identificar da mesma forma com o “opressor e os oprimidos”. Além de Jele, a equipe de desenvolvimento inclui Andy Payne (fundador da Just Flight e da AppyNation), Georg Backer (Fable), Jessica Curry (Everybody’s Gone to the Rapture, Dear Esther), Kate Saxon (Mafia III, Alien: Isolation, Witcher 3), entre outros.

É importante ressaltar que o projeto foi totalmente autorizado pelos herdeiros de George Orwell, os quais, de acordo com Jele, “discutiram nossos objetivos e ideias incansavelmente durante o processo, da forma que deveriam”.

Ainda não há informações sobre a data de lançamento, mas a equipe de desenvolvimento confirmou que o game será lançado para PC e “outras plataformas”.

Caraval: Jogo literário chega ao Brasil e conquista fãs

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Professora universitária, Stephanie sempre criou jogos para ajudar os alunos na escrita criativa

Professora universitária, Stephanie sempre criou jogos para ajudar os alunos na escrita criativa

 

Escritora americana Stephanie Garber conta própria história e como criou universo misterioso lançado em 30 países

Natália Caplan, no A Crítica

Para ajudar a pagar as contas durante a faculdade, ela trabalhou como barista, foi garçonete, barwoman e vendedora de produtos de banho. Hoje, Stephanie Garber está na lista de livros mais vendidos e indicados pelo New York Times, com “Caraval”. O best-seller já chegou a 30 países, inclusive, no Brasil; e teve os direitos comprados pela Twentieth Century Fox, mas ainda sem previsão de estreia nos cinemas.

“Quando não estou escrevendo, eu ensino escrita criativa em uma faculdade privada no Norte da Califórnia, onde fiquei conhecida por transformar tarefas em jogos e levar estudantes em viagens de campo, que envolvem inscrições de livros”, afirma a norte-americana, que também foi voluntária em projetos sociais no México e em Amsterdã. “Mas, de tudo o que fiz, escrever jovens novelas para adultos tem sido meu trabalho favorito”, enfatiza.

O romance de fantasia incentiva que o leitor mergulhe em um jogo saudável na literatura com “uma pitada de Alice no País das Maravilhas”, segundo a crítica do jornal. Na obra, a heroína Scarlett precisa ganhar um jogo de ilusões para salvar a irmã,Donatella, raptada pelo mestre do espetáculo “Caraval”. Misturando magia, encantos e desafios, a protagonista ultrapassa as dificuldades para mostrar que a luta pela vida e pelo amor é a única que vale a pena.

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“Os personagens, a toda hora, ouvem ‘tenha cuidado para não se deixar levar para muito longe’; e esse alerta tem um duplo significado, pois escrevi com a esperança de levar os leitores para um passeio longínquo no livro. Pode-se dizer que esse é o objetivo da obra. Eu leio para me entreter e ser transportada para outros mundos e lugares. É sempre um desejo que meus leitores também tenham esse entretenimento e viagem que eu”, ressalta.

Mistério

A ideia da trama surgiu há pouco mais de um ano, quando Stephanie estava “do outro lado” das páginas. Enquanto lia “Codename Verity”, de Elizabeth Wein, a professora universitária pensou em escrever algo tão intrigante quanto o que estava lendo. Na ficção histórica, uma personagem é piloto durante a Segunda Guerra Mundial e leva um jovem escoltado por dois guardas, sem ter ideia se ele era um perigoso criminoso, ou uma pessoa importante.

“É uma pequena parte do livro, mas essa dúvida da personagem ficou em minha mente. Amei como ambas as respostas poderiam ser verdade, o que me fez pensar que seria muito divertido escrever um livro que centralizasse em grandes e misteriosas questões como esta. Isso se transformou em uma ideia para um jogo que forçava todos os participantes a sempre questionar o que era real e o que era apenas parte do jogo”, afirma.

‘O que é real?’

Atualmente, a escritora trabalha na sequência de “Caraval”, que terá mais um livro. A norte-americana diz que, assim como os leitores, também é rodeada pelos segredos da história. Ela “esconde” o desenrolar da aventura de si mesma, em uma jornada pessoal que compartilha com quem aceitar o “convite para o espetáculo”. E, logo na capa, já deixa um aviso: “Lembre-se é apenas um jogo”.

“A primeira vez que sentei para escrever ‘Caraval’, tentei manter um segredo de mim mesma. Eu não sabia quem estava falando a verdade, ou quem estava mentindo, o que tornou tudo muito eletrizante para escrever”, revela. “Então, minha esperança é que os leitores vão interagir com a história do mesmo modo que eu e constantemente se perguntar: O que é real? O que faz parte do jogo? Quem está mentindo? Quem pode ser confiável?”, enfatiza.

SINOPSE

Scarlett nunca saiu da pequena ilha onde ela e a irmã, Donatella, vivem com o cruel e poderoso pai, o Governador Dragna. Desde criança, Scarlett sonha em conhecer o Mestre Lenda do Caraval e, por isso, chegou a escrever cartas a ele, mas sem resposta. Agora, já crescida e temerosa do pai, ela está de casamento marcado com um misterioso conde. Ela escreve uma carta de despedida a Lenda. Dessa vez o convite para participar do Caraval finalmente chega à Scarlett. No entanto, aceitá-los está fora de cogitação, pois não pretende desobedecer ao pai. Sendo assim, Donattela, com a ajuda de um misterioso marinheiro, sequestra e leva Scarlett para o espetáculo. Mas, assim que chegam, Donattela desaparece, e Scarlett precisa encontrá-la o mais rápido possível. Ela tem apenas cinco dias para encontrar a irmã e vencer essa jornada.

“Minecraft” terá série de livros do mesmo autor de “Guerra Mundial Z”

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O mundo de "Minecraft" inspirará obra retratando um herói que precisa sobreviver em uma ilha

O mundo de “Minecraft” inspirará obra retratando um herói que precisa sobreviver em uma ilha

Publicado no UOL

Max Brooks, autor de “Guerra Mundial Z”, será o responsável pela primeira série de livros oficial de “Minecraft”. A obra se chamará “Minecraft: The Island”.

A história girará em torno de um herói perdido em uma ilha, onde precisa aprender a sobreviver contra diversos tipos de ameaças, incluindo zumbis.

“Finalmente eu posso justificar todas as horas gastas jogando ‘Minecraft'”, brincou Brooks.

A obra será publicada nos Estados Unidos pela Del Rey Books, mas ainda não tem data definida para o início das vendas.

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