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“Minecraft” terá série de livros do mesmo autor de “Guerra Mundial Z”

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O mundo de "Minecraft" inspirará obra retratando um herói que precisa sobreviver em uma ilha

O mundo de “Minecraft” inspirará obra retratando um herói que precisa sobreviver em uma ilha

Publicado no UOL

Max Brooks, autor de “Guerra Mundial Z”, será o responsável pela primeira série de livros oficial de “Minecraft”. A obra se chamará “Minecraft: The Island”.

A história girará em torno de um herói perdido em uma ilha, onde precisa aprender a sobreviver contra diversos tipos de ameaças, incluindo zumbis.

“Finalmente eu posso justificar todas as horas gastas jogando ‘Minecraft'”, brincou Brooks.

A obra será publicada nos Estados Unidos pela Del Rey Books, mas ainda não tem data definida para o início das vendas.

Harry Potter ganha game em LEGO para o PlayStation 4

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LEGO Harry Potter Collection

LEGO Harry Potter Collection

 

Caio Delcolli, no Observatório do Cinema

Harry Potter ganhou um novo game no estilo LEGO, o primeiro para PlayStation 4. Confira imagens mais abaixo.

A caixa completa LEGO Harry Potter Collection reúne os dois games da série: LEGO Harry Potter Years 1-4 e LEGO Harry Potter Years 5-7. Como o nome sugere, cada um dos games adapta determinados livros/filmes da franquia.

LEGO Harry Potter Collection chegará nas lojas no dia 18 de outubro nos EUA.

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O novo livro de arte de League of Legends é incrível

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Publicado no Critical Hits

A Riot Games fez algo muito legal e bastante raro dentro do mundo dos games: lançou para os fãs um livro de arte de League of Legends de forma totalmente gratuita.

Geralmente, esses livros de arte são pagos e não é incomum eles fazerem parte de itens de pré-venda, mesmo que o jogos sejam distribuídos de forma digital, então essa ação é ainda mais impressionante.

Por falar em impressionante, as ilustrações inclusas nesse livro são sensacionais. Intitulado The Art of League of Legends, o livro pode ser navegado usando as setas do teclado, e cada imagem desse livro de arte pode ser salva, dando assim belos wallpapers para você usar.

Abaixo, eu trago algumas dessas imagens, as outras podem ser conferidas no livro na íntegra.

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Em vez de pokémon, biblioteca portuguesa fomenta leitura com caça aos livros

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Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

María Cester | EFE
via UOL

Caçar livros ao invés de pokémon tem sido o método utilizado pela biblioteca mais antiga de Lisboa, que organiza uma captura de 2.500 livros por toda a cidade, para reativar o interesse pela leitura.

Este pioneiro projeto, que acontece até o próximo dia 15, é organizado pela Biblioteca Municipal de São Lázaro e espalha de 50 a 60 livros por dia em parques, jardins, bancos de praça e espaços públicos de Lisboa, que ficam ali à espera de serem achados por pedestres curiosos.

Bibliotecária e coordenadora do projeto, Joaquina Pereira explicou à Agência Efe que a iniciativa foi testada antes dentro da própria biblioteca, mas só alguns associados participaram, por isso eles decidiram colocar os livros nas ruas e à disposição de todo o mundo.

Joaquina defende que o principal objetivo da ideia é “fazer um contraponto” à sociedade atual, marcada pela tecnologia e pela internet, e conseguir fazer com que as pessoas voltem a desfrutar do prazer de ler um livro.

“Queremos que todo mundo tenha acesso aos livros, que os levem pra casa, aproveitem e retomem ou iniciem o gosto pela leitura”, afirmou.

Os 2.500 livros incluídos na atividade são de gêneros variados, de romances a livros infantis, todos eles de autores reconhecidos das literaturas portuguesa e internacional e de diversas gerações.

Os volumes são organizados logo no início do expediente, divididos em sacolas com 20 exemplares de gêneros variados e, ao longo da manhã, os funcionários os distribuem pelas áreas mais movimentadas do entorno da São Lázaro.

A seleção dos livros para o projeto foi feita com base em critérios de catalogação. Segundo Joaquina, as obras que entram no projeto “são edições antigas que já não preenchem os requisitos para estar nas bibliotecas de hoje em dia”.

Assim, com a entrega gratuita, a iniciativa fomenta, por um lado, o interesse pela leitura e, por outro, permite que se reciclem livros que já não têm espaço nas bibliotecas municipais da cidade.

Todos os exemplares distribuídos vão acompanhados de um folheto na primeira página com a mensagem “Leve-me contigo” e que convida os que o recolhem a saborear o livro e a visitar a biblioteca depois para possíveis novos empréstimos.

Até o momento, a proposta teve boa aceitação no bairro e desde que começou mais da metade dos exemplares separados pela organização já foram distribuídos.

Erguida em 1883, no bairro de Arroios, a São Lázaro é considerada a biblioteca municipal mais antiga de Lisboa e possui mais de 5.200 volumes em suas prateleiras publicados entre o século XVII e o século XX em português, francês e espanhol.

A principal sala ainda mantém a mobília original, mas todo o restante do edifício foi reformado em uma obra que levou seis anos (2000 e 2006).

Esta é a primeira vez que Portugal promove um projeto que incentiva o interesse pela leitura aproximando público e obras em espaços públicos.

De acordo com dados da consultoria GfK Entertainment, em Portugal – um país com 10,5 milhões de habitantes – aproximadamente 12,5 milhões de livros foram comprados em 2015, o que representa uma despesa de 147 milhões de euros, 3% a menos do que em 2014.

França quer banir Pokémon Go das escolas

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As invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança

As invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança

 

Aplicativo atrai pessoas estranhas às escolas, o que, segundo ministra, traz riscos à segurança. Na Bélgica, diretor cria alternativa chamada “caçadores de livros”, atraindo dezenas de milhares de jogadores

Publicado no Correio do Brasil

A ministra francesa da Educação, Najat Vallaud-Belkacem, afirmou nesta terça-feira que vai pedir aos idealizadores do aplicativo para celulares Pokémon Go que não façam das escolas francesas locais de busca para caçadores dos personagens virtuais do desenho animado japonês.

Vallaud-Belkacem disse que deverá se reunir com representantes da empresa californiana Niantic, parceira da Nintendo e da Pokémon Company na criação do jogo, para explicar que o aplicativo leva pessoas alheias a vagar pelas escolas.

Em sua opinião, as invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança. Ela disse que os diretores já podem requerer à Niantic, através da Internet, que suas escolas sejam removidas do mapa global do jogo.

“Caçadores de livros”

Na Bélgica, um diretor de uma escola primária na cidade de Farciennes encontrou uma alternativa criativa ao Pokémon Go. Ele criou um jogo onde os “caçadores”, em vez de tentar capturar as criaturas virtuais, saem em busca de livros, numa versão que pode ser jogada através de um grupo do Facebook chamado Chasseurs de livres (Caçadores de livros).

Os jogadores adicionam ao grupo fotos dos livros com dicas de onde estariam escondidos, para que os demais possam procurá-los. Após os “caçadores” terminarem a leitura dos mesmos, eles devem novamente escondê-los para que outros possam buscá-los. Mais de 55 mil pessoas já aderiram ao grupo na rede social.

Whatsapp

A manobra do Facebook para afrouxar a política de privacidade do Whatsapp, aplicativo de mensagens mais popular do mundo, vai ser minuciosamente avaliado, disse o presidente do principal grupo europeu de reguladores de privacidade nesta segunda-feira.

O Whatsapp, que tem mais de um bilhão de usuários no planeta, disse na quinta-feira que vai começar a compartilhar o número de celular dos usuários com o Facebook, ajudando a rede social a colocar anúncios e recomendações de amizade.

A empresa disse o usuários do Whatsapp poderiam optar por não compartilhar as informações de sua conta com o Facebook.

– Cada autoridade europeia vai acompanhar as mudanças feitas na política de privacidade do Whatsapp com muita vigilância – disseram o CNIL, comissão francesa de proteção de dados, e atual presidência do G29, de reguladores de privacidade europeus, em comunicado em nome do grupo que abrange a região.

– O que está em jogo é o controle de usuários individuais sobre seus próprios dados quando eles são combinados por grandes figuras da Internet.

O Facebook pagou mais de US$ 19 bilhões para comprar o Whatsapp, um serviço livre de anúncios para enviar mensagens, fotos e vídeos com contatos. No momento do acordo em 2014, o fundador do Whatsapp Jan Koum se comprometeu em proteger os dados de seus usuários e disse que o acordo não afetaria a política de privacidade.

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