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Editoras expandem mundo dos games em livros e HQs que dominam a Bienal

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Cresce o número de editoras que investem em conteúdos baseados em universos de games consagrados

Diego Borges, no Tech Tudo

A Bienal do Livro começou na última quinta-feira (31), no Rio de Janeiro. O que se vê em 70% dos estandes da feira é que o mundo dos games não é algo limitado apenas aos jogos. Não faltam editoras que exploram o universo dos videogames em versões autorizadas, ou não, dos principais nomes do mercado.

Faz alguns anos que os livros baseados em games começaram a ganham destaques nas prateleiras das livrarias. Séries como World of Warcraft e Assassin’s Creed possuem verdadeiras coleções. Alguns se baseiam em histórias dentro do próprio jogo, já outros ajudam a estender o assunto que começou lá. Outros títulos como Diablo, StarCraft, God of War, Battlefield e Mass Effect bebem da mesma fonte, entretanto, com bem menos volumes.

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Como grande parte desse catálogo não chegou recentemente às lojas, é fácil encontrar muitos desses títulos por preços bem abaixo do normal. O TechTudo encontrou volumes da saga Assassin’s Creed e World of Warcraft sendo vendidos por R$ 10.

Quadrinhos também são alternativas de expandir os universos

Se há livros baseados em games, também há um leque extenso de quadrinhos para explorar esses mundos. Na Bienal do Livro é possível encontrar dezenas de versões em HQ de jogos como Resident Evil, Call of Duty, God of War e Gears of War, por exemplo.

Muitos desses nomes encontram-se traduzidos para o português. Porém, vasculhando estandes especializados em quadrinhos, pode-se encontrar versões originais em inglês. Já o preço varia bastante. As versões importadas, obviamente, estão mais caras do que as nacionais. Assim como os livros, também há lugares onde é possível encontrar HQs por R$ 10, como a baseada em Mirror’s Edge.

Guias oficiais ainda resistem

Nos anos 90, as revistas peritas em jogos dominavam as bancas. Tão mais famosas quanto elas, os guias especializados ajudavam os jogadores a resolver puzzles, eliminar um determinado chefe ou até mesmo detonar um game, ensinando o passo-a-passo do início ao fim. Grande parte deles era imprimida em edições especiais encadernadas para diferencia-las facilmente.

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Hoje em dia, com o avanço da internet, as versões impressas desses tutoriais são cada vez mais raras. Entetanto, ainda há aqueles que prefiram colecioná-los. A Bienal do Livro pode ser o melhor local para encontrar alguns desses volumes raros, como um Guia Oficial de Pokémon com os detalhes de todos os monstrinhos lançados até hoje nos jogos franquia.

Explorando o sucesso Minecraft

O que não falta na Bienal do Livro são títulos que exploram o mundo de Minecraft. Muitos são obras de YouTubers que já produzem conteúdo dentro do game, como novelas e séries. Já outros aproveitam a febre do tema e trazem novos personagens e enredos sobre o incrível mundo de montar.

Enquanto alguns fazem questão de levar o nome do game em seus títulos, muitos simplesmente ignoram a menção. Eles usam apenas a imagem de personagens ou cenários para que sirvam como plano de fundo de suas histórias. O que deixa no ar uma questão: será que há um licenciamento para o uso e exploração do jogo nessas obras?

Aprender matemática com games educativos aumenta em 34% desempenho dos alunos, revela pesquisa

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Mais de 100 colégios públicos de São Paulo e 33 mil alunos utilizam plataforma de gameficação desenvolvida pela startup israelense Matific e já colhem excelentes resultados

Ray Santos, no Jornal dia a dia

São Paulo, 17 de dezembro de 2016 – O medo da matemática pode se tornar coisa do passado no dia a dia das escolas brasileiras. Um estudo recente da Universidade de Sydney (Austrália), realizado com alunos e professores que utilizam o sistema de games educativos em seus métodos de ensino, revelou que o uso da gameficação aumenta em 34% o desempenho e o engajamento dos alunos no ensino da disciplina.

No Brasil, uma parceria entre a Diretoria de Ensino Centro Oeste (em São Paulo), a ONG Parceiros da Educação e a startup israelense Matific, especializada em gameficação para o estudo matemático desde a educação infantil até o sexto ano, viabilizou a implantação do sistema de gameficação para o ensino da matemática em 105 escolas estaduais paulistas. A plataforma é utilizada atualmente por cerca de 33 mil alunos, com mais de 320 mil jogos realizados, além de estar presente na grade curricular dos principais colégios particulares da capital paulista.

Recentemente, três escolas de São Paulo que utilizam a plataforma foram classificadas entre as dez melhores no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb 2016), que avalia a qualidade da educação em fluxo escolar e médias de desempenho.

“Ensinar matemática por meio da gameficação substitui a visão negativa de que a disciplina é chata e difícil. A tecnologia educacional, quando bem aplicada e alinhada ao pedagógico, é uma grande ferramenta para os educadores e, ao mesmo tempo, se aproxima da realidade de uma geração que está acostumada com os sistema digitais”, comenta Dennis Szyller, Gerente Nacional da Matific no Brasil.

Como funciona
O sistema da Matific tem uma abordagem única para o ensino de matemática desde a educação infantil até o sexto ano, por meio de 1600 minijogos interativos e atividades práticas, chamados de episódios. Os episódios têm duração entre 5 e 15 minutos e buscam abordar conceitos matemáticos, habilidades ou ideias simples, bem definidas e de acordo com o currículo escolar.

A Matific é a única plataforma no mercado capaz de alinhar seus jogos com os conteúdos de cada livro/sistema de ensino. Os jogos e atividades foram desenvolvidos para facilitar o mapeamento de livros didáticos populares e o currículo padrão da matemática. Isso significa que o professor encontra os jogos na Matific organizados na sequência dos livros da Educação Matemática dos Anos Iniciais (EMAI), ou ainda dos principais livros didáticos. Além disso, todos os jogos e atividades estão organizados de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

A Matific é uma empresa startup Israelense que desenvolveu um premiado sistema educacional de matemática, projetado por uma equipe de especialistas e professores de matemática, engenheiros de software e desenvolvedores de jogos. A pedagogia é baseada no trabalho do professor Raz Kupferman da Universidade Hebraica (Hebrew University) em Jerusalém, e do professor Shimon Schocken do Centro Interdisciplinar de Herzelia. O sistema Matific é adotado em mais de 40 países, com um milhão de alunos, três milhões de jogos executados por mês, e diversos prêmios internacionais por sua pedagogia e tecnologia.

Sobre a Matific (https://www.matific.com/bra/pt-br)
Fonte: Agência Health

Mente ativa: Dicas para ter uma boa memória e um pensamento criativo

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publicado na Zupi

Nossa mente anda cheio de informações, não é mesmo? Seja pelo excesso de preocupações ou pelo ritmo de vida alucinante, todos já devem ter parado um instante e esquecido o que estava procurando, o que ia fazer ou que ia falar. A memória é inexplicavelmente enorme, que precisa ser treinada para ter rápido acesso às informações escondidas no nosso cérebro. Louis Pasteur dizia “A sorte favorece apenas a mente treinada”, que ser criativo não é questão de inspiração instantânea e sim de treino prolongado.

Com esta necessidade crescente para não perder tempo no dia a dia (lembrando onde deixamos as chaves de casa ou o celular, por exemplo). Sabemos que para fugir dessas lacunas, não há receita mágica, mas algumas dicas fazem diferença para manter a memória e a criatividade aguçada mesmo com o passar dos anos.

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Segue algumas dicas:

Jogar: existem alguns jogos que estimulam nosso cognitivo, como apostilas com exercícios de lógica, palavras cruzadas, sudoku, quebra cabeça, e mais de 60 jogos de tabuleiro que trabalham a memória e a criatividade. Use essa função de jogos como se fosse uma tempestade de ideias.

Realizar atividade física: a atividade física além de ser saudável também ajuda a combater várias doenças ela deixa o corpo e a memoria mais ativa. Quanto mais ativa uma pessoa é, menor a probabilidade de ter distúrbios de memória.

Ler: assim como qualquer órgão do corpo, o cérebro precisa se manter ativo para continuar saudável. Uma das melhores maneiras de melhorar o dinamismo, raciocínio e o despertar da criatividade também está na leitura.

Dormir: enquanto dormimos o conhecimento é armazenado no cérebro, por isso a fase de sono profundo é essencial para lembrar aquilo que lemos, ouvimos ou sentimos durante o dia.

E para finalizar, mantenha sua mente sempre ativa, liberte o pensamento criativo, não tenha medo das ideias que nascem. A criatividade pode ser estimulada através do seu meio, da educação e da cultura. Quem se dedica à criatividade todo dia deixa a mente sempre pronta para aproveitar oportunidades assim que elas aparecem.

Professor cria aplicativo para dar aula de educação ambiental em São José

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Aplicativo tem jogos que estimulam o conhecimento dos estudantes.
Professor teve a ideia de criar o app para propagar um projeto da escola.

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Publicado em G1

Um professor criou um aplicativo para estimular o aprendiizado e atrair atenção dos alunos para as aulas de educação ambiental em uma escola da rede municipal no Campo dos Alemães, na zona sul de São José dos Campos (SP). O aplicativo tem jogos cujo o objetivo é ampliar o conhecimento dos estudantes.

Batizado de ‘Game Garden’, o jogo pode ser baixado gratuitamente por aparelhos IOS e Android. A iniciativa surgiu durante um projeto de educação ambiental do professor Ronaldo Lopes. Para colocar o projeto em prática, ele teve o apoio dos alunos dos 4º anos da Escola Municipal Professor Moacyr Benedicto de Souza.

“Temos no colégio um projeto que utilizava a estratégia de jogos tendo como ambiente a jardinagem, nele abordávamos o tema da sustentabilidade. Todas as vezes que os alunos ganhavam o jogo [em plataforma física], eles ganhavam uma medalha e penduravam no mural. Como todos os alunos têm tablets, surgiu a ideia de transformar os jogos em aplicativos para que eles pudessem levar para casa e mostrar as medalhas virtuais para família”, esclarece.

Após ter a ideia, ele demorou cerca de dois meses para desenvolver o aplicativo. “Eu e os alunos fizemos vários testes para ver se ia funcionar no tablets deles, no wifi da escola, no wifi da casa deles. Todos ajudaram de alguma forma”, afirmou o professor, que trabalha na rede municipal de ensino há seis anos.

Ronaldo explica que os jogos são relacionados a jardins, com situações em que o aluno tem que identificar as formas adequadas de se cultivar uma horta. O professor disse também desde que lançou a ferramenta, há cerca de um mês, que já sentiu uma diferença no desempenho e dedicação dos alunos à faculdade.

“É legal porque no aplicativo os alunos podem ver o nome deles como participantes do projeto. Então eles acabam se dedicando mais às aulas e não faltam”. Cerca de 60 alunos entre nove e 11 anos utilizam o aplicativo. ​A aluna Sara Cristina, de nove anos, concorda com o professor. “Eu estou aprendendo bastante coisas com ele. Uso sempre no meu tablet, ele é muito importante”, afirmou.

Jovem supera dificuldade e cria jogos para facilitar o ensino de matemática

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Wilk Oliveira fez games para ‘ajudar aqueles que passam pelo mesmo problema’.
Projeto rendeu prêmio nacional; aplicativos estão disponíveis para download.

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Publicado em G1

Um jovem de 23 anos – que tinha dificuldade em matemática na escola – criou em Pernambuco dois aplicativos para facilitar o ensino da disciplina a estudantes do ensino básico. Wilk Oliveira desenvolveu versões digitais para dois jogos, um de tabuleiro e outro com palitos. O projeto ganhou o prêmio do melhor Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no Congresso Brasileiro de Informática na Educação.

Ele contou ao G1 que a ideia da virtualização dos jogos partiu do professor Clovis Gomes, da Universidade de Pernambuco (UPE). Dois jogos tradicionais ganharam versões digitais. O primeiro foi “Conquistando com o Resto”.

Um jogo de tabuleiro onde estão dispostos alguns números. Para avançar é necessário jogar o dado – a partir daí, o número da casa é dividido pelo valor em destaque no dado. O resto da divisão é a quantidade de casas que o jogador vai avançar. O segundo jogo digitalizado é o “Desafios com Palitos”. Nele, estão dispostos alguns palitos de fósforos, o jogador precisa fazer equações, desenhos, além de formar algarismos romanos alterando apenas alguns palitos de lugar.

Os jogos foram aplicados em escolas públicas do Agreste. Após a apresentação do projeto pelo curso de Licenciatura em Computação pela UPE em Garanhuns, os aplicativos estão disponíveis para download de forma gratuita no site de Wilk Oliveira.

Wilk Oliveira disse que os jogos estimulam o aprendizado dos conceitos da conversão de valores, dos algarismos romanos e das quatro operações básicas – soma, subtração, divisão e multiplicação. “No início [do projeto] tive dificuldade porque no Ensino Médio eu não sabia muito de matemática. Isso fez com que gerasse em mim o desejo de ajudar aqueles que passam pelo mesmo problema”, afirmou.

Para ele, além do estímulo do ensino da matemática, os jogos são importantes em sala de aula porque trazem a integração do professor com o estudante.

Segundo Oliveira, a brincadeira leva docentes e alunos a momentos de conversação e, consequentemente, à melhoria do diálogo em classe. “É uma avaliação de multiperspectiva, tanto pedagógica quanto computacional, o que gera aprendizado em todos os sentidos”, disse.

O prêmio
Wilk Oliveira ganhou o prêmio de melhor TCC dos cursos de graduação em Informática na Educação do IV Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE), promovido pela  Universidade Federal de Alagoas (Ufal), na última semana de outubro. Após seletiva, foram escolhidos seis estudantes para a final e Oliveira saiu vencedor. Ele ganhou um quantia em dinheiro que deve ser revertida na compra de livros, viagens para congressos acadêmicos e cursos.

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