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Posts tagged John Green

Serie baseada em Quem é você, Alasca? tem data de estréia definida

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Helder Gatti, no Mundo Hype

A serie baseada no livro Quem é Você, Alasca? de John Green já tem data de estreia definida para os Estados Unidos.

A série está sendo produzida pela plataforma de streaming Hulu e deve estrear em 18 de outubro de 2019.

A serie será estrelada por Kristine Froseth (de Sierra Burgess é uma Loser) e Charlie Plummer (Todo o Dinheiro do Mundo).

Charlie Plummer será Miles Halter, um adolescente que leva uma vida sem graça e sem muitas emoções na Flórida. Seu passatempo é memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história, e uma dessas personalidades, François Rabelais, um escritor do século XV, disse no leito de morte que ia em “busca de um Grande Talvez”.

E assim ele resolve ir atrás deste Grande Talvez, saindo da barra da saia dos pais e se matriculando em uma escola no Alabama, onde conhece Alasca Young (Kristine Froseth), uma menina descolada. Inteligente, engraçada, porém louca e enigmática.

Alasca vai tirar Miles de sua zona de conforto e juntos vão buscar o Grande Talvez.

A minissérie terá 8 episódios e ainda não temos informação de qual rede no Brasil irá exibi-la.

A certeza é que no Brasil existirá muito publico para a série, pois John Green é um dos autores mais lidos por aqui, desde o publico adolescente até o adulto. E com certeza, Quem é Você, Alasca? é um dos livros mais queridos de John Green por aqui, onde já teve diversas edições , inclusive uma em quadrinhos e a ultima em comemoração aos 10 anos de lançamento.

Atrizes de Sabrina e Transformers vão estrelar adaptação de Deixe a Neve Cair na Netflix

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Marcel Plasse, no Pipoca Moderna

A Netflix definiu o elenco da adaptação de “Deixe a Neve Cair”. O livro de John Green (“A Culpa é das Estrelas”) vai ganhar vida com Kiernan Shipka (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Isabela Moner (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Shameik Moore (“Homem-Aranha no Aranhaverso”) e Odeia Rush (“Dumplin’”).

Além deles, o elenco coadjuvante ainda destaca Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Miles Robbins (“Halloween”), Mitchell Hope (“Descendentes”), Liv Hewson (“Santa Clarita Diet”), Anna Akana (“You Get Me”) e Joan Cusack (“Shameless”).

A história se passa na noite de Natal, quando uma tempestade de neve transforma uma pequena cidade americana no cenário de três encontros românticos. No livro, cada um desses encontros é narrado em um conto separado, assinado por autores diferentes – além de Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle.

As filmagens estão marcadas para as próximas semanas com direção de Luke Snellin, que fará sua estreia em longas após dirigir episódios de séries britânicas como “Wanderlust” e “The A Word”. A produção é de Dylan Clark, que recentemente ajudou a levar “Bird Box” à Netflix.

Anteriormente, Green teve dois livros adaptados por Hollywood, “A Culpa é das Estrelas”, que virou filme bem-sucedido em 2014, e “Cidades de Papel”, em 2015. A Fox ainda planeja filmar “Tartarugas Até Lá Embaixo”, sem previsão de estreia.

“Deixe a Neve Cair” deve ser lançado no próximo Natal.

Livro “Quem é Você, Alasca?” não vai virar filme, mas será transformado em série!

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E os co-criadores de “Gossip Girl” estão envolvidos!

Guilherme Assumpção, no Purebreak

Lembra quando todo mundo queria que “Quem É Você, Alasca?” virasse filme, assim como rolou com “A Culpa é das Estrelas” e “Cidades de Papel”? Pois é, as expectativas eram altas… até John Green jogar um balde de água fria nos fãs e garantir que isso não iria acontecer. Porém, agora, o jogo virou e a história será SIM adaptada, mas no formato de série limitada! É ou não é motivo pra comemorar?

Segundo o site Deadline, Josh Schwartz (criador de “Gossip Girl” e “The OC”) e Stephanie Savage (co-criadora de “Gossip Girl” e “Dynasty”) serão os responsáveis por transformar “Quem É Você, Alasca?” numa série de oito episódios. A novidade será transmitida pelo Hulu, mesmo serviço de streaming que exibe os sucessos “The Handmaid’s Tale”, “Casual” e “Runaways”.

Vale lembrar que John Green já compartilhou a sua vontade de ver Taylor Swift como a grande protagonista de “Quem É Você, Alasca?”. Será que a dona do álbum “Reputation” ainda está cotada para o papel?

Os livros e escritores mais lidos no mundo

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O americano John Green, do best-seller "A Culpa é das Estrelas". Foto: Justin Tallis/AFP

O americano John Green, do best-seller “A Culpa é das Estrelas”. Foto: Justin Tallis/AFP

 

Nunca se imprimiu tantos livros como nos últimos anos. Os best-sellers mundiais vendem milhões de exemplares e muitos autores são grandes estrelas do mundo da cultura. Mas a popularização da internet, que já abalou jornais, revistas e outros veículos de comunicação, coloca em dúvida o futuro do livro físico

Célio Martins, no Certas Palavras

De cima para baixo: Dan Brown, J.K. Rowling, John Green, Nicholas Sparks e o brasileiro Paulo Coelho.

De cima para baixo: Dan Brown, J.K. Rowling, John Green, Nicholas Sparks e o brasileiro Paulo Coelho.

Quando Miguel de Cervantes conseguiu autorização do rei Felipe II para publicar Dom Quixote de la Mancha, em 1604, a primeira edição teve apenas 300 exemplares. No ano passado, a tiragem inicial do livro A Espiã, do escritor brasileiro Paulo Coelho, foi de 150 mil exemplares só nos Estados Unidos. E a última obra do americano John Green – autor do best-seller A Culpa é das Estrelas – que leva o título nada sugestivo Tartarugas Até Lá Embaixo, será lançado agora em outubro no Brasil com 200 mil exemplares apenas para o público tupiniquim.

A simples comparação evidencia como o livro impresso conquistou leitores e atravessou com firmeza as grandes revoluções na comunicação. Em quase seis séculos desde aquele acontecimento histórico protagonizado por Cervantes, jornais e revistas se popularizaram, veio o telefone, o rádio, a televisão e, mais recentemente, a internet, invento que abalou todas os outros meios de comunicação. Mas o livro impresso seguiu sua jornada (quase) inabalável.

A cada ano surgem grandes “estrelas” do mundo dos chamados best-sellers. Nomes como J.K. Rowling (Harry Potter), J. R. R. Tolkien (O Senhor dos Anéis), Dan Brown (O Código Da Vinci) e Paulo Coelho (O Alquimista) compõem um universo de autores que já venderam mais de 100 milhões de exemplares de suas obras e movimentam centenas de bilhões dólares todos os anos.

Nos dias atuais, no entanto, em que jornais, revistas e outros meios de comunicação buscam novos modelos para se manterem vivos na aldeia digital (termo que deve substituir o famoso conceito de “aldeia global”, criado pelo teórico da comunicação Marshall McLuhan), surge o questionamento inevitável se o livro impresso vai superar essa nova revolução tecnológica. Como não poderia ser diferente em se tratando do futuro de um formato de distribuição de conhecimento, cultura e entretenimento, as previsões são divergentes: de um lado os que acreditam que o livro se perpetuar, independentemente do que vier pela frente; de outro, os que veem o mesmo fim destinado aos outros impressos.

“Muito já se disse sobre o fim do livro impresso, frente à evolução do digital, mas o que aparentemente se desenha não é a extinção de um em função do outro, mas a coexistência das duas plataformas como diferentes experiências de leitura”, diz Danielle Machado, editora executiva da Intrínseca, que tem no seu catálogo campeões de venda como John Green e Walter Isaacson.

Opinião parecida tem o diretor de marketing da Record, Bruno Zolotar, e a diretora de comunicação da Editora Rocco, Cintia Borges. “Você vai numa Bienal do livro e vê uma multidão de jovens comprando livros físicos. O Umberto Eco dizia que o livro físico jamais seria substituído como aconteceu com o cd, por exemplo, porque o livro de papel é uma plataforma perfeita para a leitura”, argumenta Zolotar. “Enquanto a principal característica do mundo digital é a transitoriedade, a sobreposição de informações e conteúdo, o livro é um objeto tangível e de vida longa”, complementa Cintia.

Mas esse otimismo não é compartilhado por gente como o jornalista e escritor paranaense Laurentino Gomes, autor de obras campeãs de venda no país como 1808 e 1822. “No longo prazo, todos os formatos de distribuição que utilizam a plataforma papel vão desaparecer. É uma questão de lógica econômica e ambiental. O livro, mais denso e menos perecível, ainda resistirá um pouco mais de tempo no papel. Mas é só questão de tempo até que livro digital se imponha definitivamente sobre o formato papel”, prevê.

Agatha Christie, um ícone dos best-sellers

Agatha2Na chamada biblioteca de best-sellers, com infindáveis títulos e autores em suas prateleiras, é interessante observar que a onda de escritores dos milhões de exemplares, chamados de comerciais – ou literatura de entretenimento, como preferem classificar muitos literatos para diferenciá-los da ‘alta literatura’ – não começou recentemente.

A campeã e uma das precursoras dessa história é Agatha Christie. O Guiness Book descreve a escritora britânica como a romancista mais bem-sucedida da história da literatura popular mundial em número total de livros vendidos, uma vez que suas obras, juntas, venderam cerca de três bilhões de cópias. Seu maior sucesso, O Caso dos Dez Negrinhos, é de 1939 e bateu os 100 milhões de exemplares.

Outra estrela de maior grandeza desse universo é o norte-americano Sidney Sheldon – o autor de O Outro Lado da Meia-Noite é o escritor mais traduzido do planeta, segundo o Guinness.

Não é só ficção

Além dos autores os quais se pode classificar como de ficção, há escritores de milhões de exemplares em vários outros setores, como religião, ciência, autoajuda, jornalismo, biografias, literatura infantil e até livros para colorir.

Entre os livros mais vendidos no Brasil neste ano, por exemplo, o primeiro colocado – de acordo com levantamento do site publishnews – o primeiro colocado é um livro religioso e o segundo, de autoajuda: Batalha Espiritual – Entre Anjos e Demônios (Editora Petra), do Padre Reginaldo Manzotti, e O Homem mais Inteligente da História (Editora Sextante), de Augusto Cury. Ambos com mais de 100 mil exemplares só neste ano.

Os livros escritos por religiosos, aliás, transformaram-se numa mina de ouro para as editoras. O Padre Marcelo Rossi, por exemplo, fez milagre ao vender mais de 8 milhões de exemplares de Ágape e obter tiragem inicial de 500 mil de Kairós.

No campo da chamada autoajuda, o médico psiquiatra e professor Augusto Jorge Cury superou as fronteiras do Brasil há muito tempo e virou um astro internacional. Seus livros já foram publicados em quase 80 países. Só no Brasil ele vendeu mais de 20 milhões de exemplares, segundo números divulgados pelo site do Grupo Educacional Augusto Cury. Felicidade roubada – um romance psicológico sobre os fantasmas da emoção, é uma de suas obras de grande sucesso.

Alta literatura

O fenômeno das grandes tiragens de livros físicos não se resume aos títulos considerados comerciais ou populares. Obras da chamada alta literatura também exibem números impressionantes.

Além de Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes, citado no início desta reportagem, estão no topo das vendas ainda nos dias atuais obras como Um Conto de Duas Cidades (200 milhões de exemplares), de Charles Dickens, O Pequeno Príncipe (140 milhões), de Antoine de Saint-Exupéry,

Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, Lolita, de Vladimir Nabokov, e O Nome da Rosa, de Umberto Eco, esses com mais de 50 milhões de livros vendidos.

A galáxia juvenil

Paula-PimentaNão é de hoje que livros destinados ao público juvenil fazem sucesso. Os autores mais “curtidos” por adolescentes e jovens formam uma galáxia que ajuda a movimentar o grande universo da indústria do livro. Mundialmente, além de J.K. Rowling (Harry Potter), outro dos grandes nomes atuais desse nicho é a norte-americana Meg Cabot. Autora de mais de 70 livros, bateu recordes com a série de onze volumes de O Diário da Princesa.

No Brasil também existem grandes estrelas desse universo. Só para citar um exemplo, uma escritora de grande sucesso no momento é a mineira Paula Pimenta, que esteve em Curitiba na sexta-feira (21) para o lançamento de sua nova obra Minha Vida Fora de Série – 4ª Temporada. Paula ficou conhecida com a série Fazendo Meu Filme e já vendeu mais de 1,5 milhão de exemplares. Seus livros são lidos em Portugal, Espanha, Itália e toda a América Latina.

“Ainda fico surpresa quando vou ao salão de beleza ou à padaria e as pessoas pedem pra tirar foto comigo! Eu achava que essas coisas aconteciam só com os popstars e atores de televisão, e não com escritores”, relata a escritora ao comentar seu sucesso.

John Green lerá 1º capítulo de “Tartarugas até lá embaixo” em seu canal

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Graziele Fontes, no Cabana do Leitor

O autor de A Culpa é das Estrelas, John Green, anunciou que vai ler em seu canal no Youtube, vlogbrothers, o primeiro capítulo de “Tartarugas Até Lá Embaixo”, seu novo livro. O anúncio foi feito em seu último vídeo postado em seu canal, que você assiste logo abaixo, onde ele fala que assinou 200 mil autógrafos que serão incluídos em cópias lançadas nos EUA. Aqui no Brasil, o livro será distribuído pela Editora Intrínseca.

Essa não é a primeira vez que o autor faz isso. Em 2008 e em 2011, ele também leu o primeiro capítulo de Cidades de Papel e A Culpa é das Estrelas.

John Green tem quatro best-sellers publicados no Brasil e, juntos, os livros venderam no país mais de 4,5 milhões de exemplares.

Tartarugas até lá embaixo chega as livrarias dia 10 de outubro.

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