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Posts tagged John Kennedy

10 Escritores famosos, mas que escreveram poucos livros…

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

Lendo a biografia de Salinger publicada pela Intrínseca me atentei ao fato de alguns autores por uma razão ou outra se tornaram famosos e influenciaram de forma drástica a literatura, mesmo que sem uma produção prolífica. Por isso na lista de hoje, 10 Escritores famosos que escreveram poucos livros:

11 – J. D. Salinger: Começando a lista por quem inspirou-a. O polêmico e recluso autor de um único mas arrebatador romance “O Apanhador no Campo de Centeio” além deste livro publicou outros 3 livros com seus contos. Há a possibilidade de que em 2015 obras inéditas de Salinger ganhem as livrarias, o que certamente seria um grande alvoroço no mercado editorial;

2 – Emily Brontë: Das irmãs Brontë é a que se tem menos informações, no entanto seu único livro publicado, O Morro dos Ventos Uivantes resiste ao tempo estando sempre entre os principais long-sellers com saída certa nas estantes de livrarias;

3 – Manuel Antônio de Almeida: Médico e professor, outro nome a publicar tão somente um livro, mas que porém marcou a literatura nacional, inclusive com adaptações para outras mídias. Memória de Um Sargento de Milícias é um dos principais clássicos nacionais, e leitura obrigatória nas escolas;

14 – Stieg Larsson: O jornalista e escritor sueco é um desses casos que não sobreviveram para ver o próprio sucesso. Morto em 2004 ele não pode acompanhar o sucesso de público e crítica de sua trilogia policial Millennium, uma das mais aclamadas do gênero;

5 – Oscar Wilde: O polêmico escritor reconhecido por seu trabalho no teatro, novelas e contos, tem ao longo da carreira algumas obras que selecionam estes trabalhos, e um único romance, O Retrato de Dorian Gray, um clássico da literatura mundial;

6 – Margareth Mitchell: Uma síndrome parece afetar escritores de obras marcantes. É o caso de Margareth que depois do sucesso de E o Vento Levou, não teve tempo de pensar em escrever novos livros pois acabou morrendo atropelada com 49 anos de idade;

7 – Alexandre Dumas, o Filho: A família Dumas contribuiu com relevância para a literatura literatura. O pai escreveu clássicos como O Conde Monte Cristo, e O s Três Mosqueteiros. Já o filho, teve atuação mais destacada no teatro, publicando dois livros, o mais famoso e relevante o clássico A Dama das Camélias;

18 – Anna Sewell: Beleza Negra, um dos grandes best-sellers da literatura mundial foi escrito de certa forma tardia, levando 6 anos para ser escrito. Após a publicação o livro foi um sucesso imediato, no entanto Anna morreu por causa de uma hepatite 5 meses após a publicação do livro;

9 – Boris Pasternak: Conhecido como um dos maiores poetas do Século XX, no que se diz a romances o autor se limitou a tão somente um, o épico Dr. Jivago, que adaptado tornou-se um dos grandes sucessos do cinema;

10 – John Kennedy Toole: O autor escreveu o cômico A Confederação dos burros, porém não conseguiu lidar com seus problemas, e acabou se suicidando em 1969. Seu reconhecimento veio tardiamente nos anos 1980 com um Pulitzer póstumo;

Na cama com Kennedy

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Aos 69 anos, Mimi Alford, que na juventude foi estagiária na Casa Branca, conta nos moldes de literatura erótica a sua relação com o ex-presidente dos EUA

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Antonio Carlos Prado e Ivan Claudio, na Isto É

SEM ROMANTISMO
Kennedy e sua amante Mimi: quando ela foi embora, uma semana antes
do assassinato do presidente, ele a presenteou com broches e colares

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Mimi Alford é uma senhora americana de 69 anos e sete netos. Acaba de lançar o seu primeiro livro no qual se lê em um de seus trechos: “Notei que ele se aproximava cada vez mais. Podia sentir a sua respiração no meu pescoço (…)
Ele estava bem na minha frente (…) colocou suas mãos nos meus ombros e me guiou em direção à beira da cama. Lentamente, desabotoou a parte de cima de meu vestido (…) ele pressentiu que era a minha primeira vez (…).” A escrita segue por esse caminho, e dá para o leitor imaginar por onde vai e para onde vai. Há, no entanto, uma dobra no lençol da história que põe a nu o motivo do sucesso que o livro vem fazendo junto ao público e à crítica de todos os EUA. Mimi não é uma autora que descobriu, somente agora, septuagenária, o seu talento para a ficção erótica, nem se trata de uma velhinha assanhada. Ela é o arquivo, em primeira pessoa, daquilo que até recentemente era o mais enterrado segredo de alcova do ex-presidente americano John Kennedy, assassinado em 1963 aos 46 anos. Durante 18 meses ela foi amante do presidente, e na maioria das vezes ele se relacionou sexualmente com ela, durante o dia, sob os lençóis que na noite anterior dividira com a então primeira-dama Jackie Kennedy. Detalhe da obra: “o presidente nunca beijou na boca”.

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NA CASA BRANCA
Kennedy despacha com sua equipe de imprensa, da qual Mimi (à dir.) fazia parte:
estresse curado com natação e amantes na piscina da sede do governo

O livro se chama “Era uma Vez um Segredo – Meu Caso com o Presidente John F. Kennedy” (no Brasil, editora Objetiva).
Mimi conta que tinha 19 anos e era virgem quando se relacionou pela primeira vez com o chefe de Estado que publicamente apontava mísseis para a Baía dos Porcos e secretamente disparava seus hormônios pela Casa Branca – e dizia a seus assessores “ela dorme feito um bebê”, enquanto traçava planos bélicos ou de paz. Nessa época Mimi acabara de ser contratada como estagiária do Departamento de Assessoria de Imprensa da sede do governo, era inexperiente profissional e sexualmente e, no quesito beleza, não chegava aos pés de outra famosa amante do presidente, a atriz Marilyn Monroe. Mas a Casa Branca tem lá os seus mistérios, vai saber, tem sua química própria, e o certo é que Kennedy olhou para ela e daí por diante, quase todos os dias, caiu na piscina da ala residencial para relaxar. Era ele cair, e a assessora “foca” caía também. O primeiro mergulho começou assim: o “assessor especial para assuntos de alcova”, que, segundo a autora, se chamava Dave Powers, disse-lhe uma tarde ao pé do ouvido: “O presidente vai à piscina. Aceita lhe fazer companhia?” Sim, Mimi aceitou, era o seu quarto dia de trabalho. Nos vestiários, um detalhe chamou-lhe a atenção: a coleção de maiôs dos mais diversos tamanhos, o que a fez concluir que, não só na política mas também nas dimensões das mulheres, o presidente era sim democrata.

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ESTADO E ALCOVA
Mimi revela no livro que o presidente apontava mísseis para a Baía dos Porcos
e disparava hormônios na Casa Branca ao mesmo tempo

A água da piscina era mantida a 32 graus (prescrição médica para as dores nas costas de Kennedy), e quando eles emergiram desse mergulho de estreia ele a convidou para uma “visita guiada” pelo segundo andar da Casa Branca.
Dois daiquiris, e então veio o mergulho sem água, no quarto de Jacqueline “decorado em azul-claro”.

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LIVRO BOMBA
Mimi conta em seu livro todo o envolvimento que teve com Kennedy:
“Foi tudo sexual”

Kennedy gostava da água, e Mimi lembra que foi numa sessão de hidromassagem que veio à tona a porção voyeur do presidente com quem se relacionou até uma semana antes de ele ser assassinado: Kennedy ordenou-lhe que fizesse sexo oral em Powers (o alcoviteiro da piscina, lembra?) porque “ele estava um pouco tenso”. Detalhe: o presidente fez questão de ficar olhando a felação. Mimi decidiu contar agora toda a sua história porque fora citada em uma biografia de Kennedy publicada há dez anos. Não conta quanto recebeu para pôr na tela do computador e imprimir as suas memórias, mas dá para se ter uma ideia, já que um produtor de filmes lhe ofereceu US$ 1 milhão pelos direitos. “Não me arrependo de nada que fiz”, escreve Mimi. “Nosso relacionamento foi sexual.” Quando a coisa esfriou, ela decidiu se casar com um amigo do interior americano e disse adeus ao presidente, que a presenteou com dois broches de ouro e diamante, colares e um bilhete no qual dizia: “Calorosa consideração e profunda gratidão.” Tudo protocolar. Como já foi dito, o presidente não beijava na boca.

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