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Posts tagged John Lennon

Paul McCartney acha “ridículo” ver os Beatles em livros de História

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Laiza Kertscher, no CifraClubNews

Paul ficou surpreso ao ver Beatles em livros de História

Paul ficou surpreso ao ver Beatles em livros de História

Mesmo ciente da influência dos Beatles na história da música, Paul McCartney ainda se surpreende ao saber que a carreira do grupo integra livros de História usados em escolas.

“Saber – como eu soube há alguns anos – que os Beatles estavam nos livros de História dos meus filhos? Eu fiquei tipo ‘O quê? Inacreditável, cara”, respondeu em um programa de perguntas e respostas em seu site oficial, quando questionado se, durante sua juventude, já imaginou que estaria algum dia em um livro de escola.

Macca acrescentou e disse que acha que alguém estudar Beatles na escola é “ridículo”, já que os próprios “nunca estudaram nada” de música. “Nós apenas amávamos nossa música popular. Elvis, Chuck Berry, Little Richard, Fats Domino, etc.”, explicou. “Não era caso de estudar, acho que teríamos estragado tudo se fôssemos estudar alguma coisa. Nós queríamos ter nossas ideias apenas ouvindo. Então nosso estudo era ouvir”.

O músico acredita que o estudo de música popular para ensinar outras pessoas sobre a história é valioso, mas que não tem relação com talento musical. “Não pense que você pode entrar numa escola e sair de lá um Bob Dylan, alguém como ele ninguém pode fazer”, garantiu. “Ninguém pode dizer como ser um Bob Dylan ou um John Lennon, isso ninguém sabe como acontece”.

40 trocas de insultos entre escritores e cantores famosos

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Carlos Willian Leite, na Revista Bula

A literatura e a música são um terreno fértil para intrigas. Não foram poucas as vezes que nomes consagrados da literatura e da música mundial deixaram a elegância de lado e alfinetaram colegas de ofício. Pequenas declarações se transformaram em polêmicas gigantes e inimizades eternas. Nesta edição, publico uma seleção de insultos literários e musicais. A lista compila “grosserias” de escritores e músicos de díspares perfis, nacionalidades e épocas. Na seleção aparecem escritores canonizados como William Faulkner, Ernest Hemingway, Virginia Woolf, Gore Vidal, Oscar Wilde, Truman Capote, Nietzsche e Henry James. E músicos ilustres como Mick Jagger, Elvis Costello, George Harrison, John Lennon, Jerry Lee Lewis, Elton John e Caetano Veloso. Em comum entre eles, o fato de um dia, por mera provocação, impulso, raiva, terem externado suas opiniões pouco elegantes sobre seus companheiros de ofício.

— William Faulkner sobre Mark Twain
Um escritor mercenário que não conseguia nem ser considerado da quarta divisão na Europa.

— William Faulkner sobre Ernest Hemingway
Ele nunca sequer pensou em usar uma palavra que pudesse mandar o leitor para um dicionário.

— Ernest Hemingway sobre William Faulkner
Pobre Faulkner. Ele realmente acha que grandes emoções vêm de longas palavras.

— Gore Vidal sobre Truman Capote
Truman Capote fez da mentira uma arte. Uma arte menor.

— Truman Capote sobre Gore Vidal
Sempre fico triste quando penso em Gore. Triste por ele respirar todo dia.

— Truman Capote sobre Jack Kerouac
Isso não é escrever, é datilografar.

— Harold Bloom sobre J. K. Rowling
Sempre houve, na história da literatura ocidental, livros que são muito populares, entre adultos e crianças, mas 30 ou 40 anos depois ninguém se lembra quais são. Viram pó. Eu não estarei por aqui em 30 anos para ver, mas Harry Potter já terá desaparecido.

— Stephen King sobre Stephenie Meyer
Tanto Rowling quanto Meyer estão falando diretamente para os jovens. A diferença é que Rowling é uma escritora magnífica e Stephenie Meyer não consegue escrever nada de valor.

— Nietzsche sobre Dante
Uma hiena que escreveu sua poesia em tumbas.

— Joseph Conrad sobre D. H. Lawrence
Sujeira. Nada além de obscenidades.

— Martin Amis sobre J. M. Coetzee
Ele não tem qualquer talento.

— Alice B. Toklas sobre Gertrude Stein
Quando se aprontava, Gertrude ficava igualzinha a um general da Guerra de Secessão.

— Oscar Wilde sobre Bernard Shaw
Bernard Shaw não tem um inimigo no mundo. Em compensação, nenhum de seus amigos gosta dele.

— D.H. Lawrence sobre James Joyce
Nada além de cigarros velhos e citações furtadas da Bíblia; e o resto, cozido no caldo da deliberada sujeira jornalística. Falta de originalidade, mascarada como se fosse tudo novo!

— Virginia Woolf sobre James Joyce
James Joyce escrevendo me lembra um colegial repugnante espremendo espinhas.

— Paulo Francis sobre José Sarney
Dizem que escrever é um processo torturante para Sarney. Sem dúvida, mas quem grita de dor é a língua portuguesa.

— Henry James sobre Edgar Allan Poe
Se entusiasmar com o Poe é a marca de um estágio decididamente primitivo da reflexão.

— Evelyn Waugh sobre Marcel Proust
Estou lendo Proust pela primeira vez. É uma coisa muito pobre. Eu acho que ele tinha algum problema mental.

— Charles Darwin sobre Shakespeare
Ultimamente tenho tentado ler Shakespeare; achei-o tão intoleravelmente monótono que chegou a causar-me náuseas.

— Caetano Veloso sobre Paulo Francis
É uma bicha amarga. Essas bonecas travadas são danadinhas.

— Zeca Baleiro sobre Caetano Veloso
O cara é uma comadre linguaruda.

— Keith Richards sobre Elton John
Não trabalho com animais. Já trabalhei com Elton John e isso chega.

— Elton John sobre Keith Richards
É como um macaco com artrite, tentando subir ao palco e parecer jovem.

— Elton John sobre Rod Stewart
Rod Stewart devia ter continuado coveiro. O lugar dele é sete palmos abaixo da terra.

— Elton John sobre Madonna
Ela é um pesadelo. Desculpa, a carreira dela acabou.

— David Bowie sobre Elton John
Elton John se tornou o viado-padrão. Como Liberace, antigamente.

— Mick Jagger sobre B.B. King
Jimi Hendrix foi o maior guitarrista que já existiu. De cabeça para baixo tocava mais do que B.B. King.

— Dave Grohl sobre Courtney Love
Ela é uma puta feia.

— Mark Everett sobre Os Beatles
John Lennon canta sobre a paz porque ele é um espancador de mulher. Hippies são tão cheios de merda.

— Jerry Lee Lewis sobre Os Beatles
Sempre achei os Beatles um lixo.

— Nick Cave sobre Red Hot Chili Peppers
Eu sempre estou perto de um aparelho de som dizendo: que porra é esse lixo? E a resposta é sempre Red Hot Chili Peppers.

— John Lennon sobre Os Rolling Stones
Tudo o que fazíamos, os Stones tentavam fazer igual — três meses depois.

— George Harrison sobre Paul McCartney
Paul faz música para menores mentais de 14 anos.

— Elvis Costello sobre Ray Charles
Ray Charles não passa de um crioulo cego e ignorante.

— Elvis Costello sobre Morrissey
Morrissey cria títulos maravilhosos para as músicas, mas infelizmente, muitas vezes ele se esquece de escrever a canção.

— Paul Anka sobre Buddy Holly
Sempre achei que Buddy Holly ficaria melhor servindo hambúrgueres numa lanchonete.

— Oscar Levant sobre Leonard Bernstein
Leonard Bernstein vem nos revelando grandes segredos musicais que são do conhecimento geral há mais de quatrocentos anos.

— Nietzsche sobre Richard Wagner
Wagner é mesmo um homem? Ele não é mais que uma doença. Tudo que ele toca cai doente. Ele fez a música ficar doente.

— Tchaikovsky sobre Brahms
Que bastardo sem talento.

Poemas e desenhos de dois livros de John Lennon vão a leilão

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Venda será promovida pela casa de leilões Sotheby’s, em Nova York

Publicado por Divirta-se

1Dezenas de manuscritos e desenhos originais de John Lennon publicados em dois livros do ex-Beatle serão leiloados no dia 4 de junho em Nova York, anunciou nesta segunda-feira a tradicional casa de leilões Sotheby’s. “Incluindo 89 lotes que vão de 500 dólares a 70.000, esta é a maior coleção particular de trabalhos de John Lennon que sai ao mercado”, afirmou a Sotheby’s em um comunicado.

Estes desenhos e manuscritos foram criados para duas publicações assinadas por Lennon, ‘In his Own Write’, de 1964, primeiro projeto solo realizado por um membro dos Beatles, e ‘A Spaniard in the Works’ de 1965. Os objetos são propriedade do editor Tom Maschler, que havia levado adiante o projeto destas duas obras para a editora Jonathan Cape.

Entre os lotes mais importantes encontram-se um manuscrito de nove páginas intitulado ‘The Singularge Experience of Miss Anne Duffield’, paródia de Sherlock Holmes e que está avaliado entre 50.000 e 70.000 dólares. O original do poema ‘The Fat Budgie’, onde John Lennon apresenta sua arte do absurdo, foi estimado pela Sotheby’s entre 25.000 e 35.000 dólares.

Outros objetos de destaque são um guia satírico de Liverpool (entre 12 e 15 mil dólares) e o desenho de um jovem e seis pássaros que serviu de capa ao single ‘Free as a bird’ dos Beatles (também entre 12.000 e 15.000 dólares). O leilão coincide com o 50º aniversário da publicação de ‘In his Own Write’ e com a primeira apresentação dos Beatles nos Estados Unidos.

Almanaque Beatles

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Livro de um fã brasileiro conta a vida da popular banda de rock por meio de verbetes curiosos e hilários

Antonio Gonçalves Filho, no Estadão

O publicitário e músico carioca João Resende, de 27 anos, descobriu os Beatles aos 14 anos, incentivado por amiguinhos que moravam no mesmo prédio. Há seis anos ele mantém o site The Beatles College, nascido no Orkut, que tem, segundo ele, 2 mil acessos diários – a maioria de adolescentes. É curioso que garotas de 17 anos tenham mais curiosidade sobre um grupo musical dissolvido em 1970 do que a respeito de bandas contemporâneas como o britânica Oasis, igualmente extinta (em 2009) e influenciada pelos Beatles. “Isso prova que a música deles é atemporal”, diz Resende, que, animado com o sucesso do site, acaba de lançar o livro Beatles em Tudo, espécie de almanaque sobre (quase) tudo o que a nova geração gostaria de saber sobre a banda de rock mais popular do século 20.

Divulgação 'Beatles em Tudo' quer revelar curiosidades sobre a banda para os fãs mais novos

Divulgação
‘Beatles em Tudo’ quer revelar curiosidades sobre a banda para os fãs mais novos

Hobbit. Os pais e até avós da turma que segue o Beatles College provavelmente não vão encontrar nele algo que não saibam sobre a banda, nascida em Liverpool em 1960. Há histórias conhecidas como a suposta morte de Paul McCartney – boato sobre um acidente fatal de carro que teria matado o cantor e guitarrista em 1966, sendo McCartney substituído por um sósia. Há outras menos lembradas, como a tradução de seis músicas dos Beatles pelo poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade (do álbum branco, para a extinta revista Realidade, em março de 1969). Há ainda histórias de cinéfilos, que garantem ter o cineasta norte-americano Stanley Kubrick (1928-1999) projetado, em 1967, um filme sobre O Senhor dos Anéis, tendo os Beatles como protagonistas: Lennon seria Gollum, Paul ganharia o papel de Frodo, George encarnaria o mago Gandalf e Ringo teria de se contentar com os pés peludos do hobbit Sam, amigo de Frodo.

Pode ser que Kubrick tenha desistido na última hora, mas ele gostava mesmo dos Beatles. Exigente ouvinte, que usou composições eruditas em seus filmes (de Haendel a Shostakovich, passando por Ligetti), teria pensando no quarteto para compor a trilha de um de seus filmes mais polêmicos. O produtor de Laranja Mecânica foi quem sugeriu a ideia – e Resende observa que, ao entrar numa loja de discos, o psicótico adolescente Alex fica em segundo plano para que a câmera focalize a capa do LP Magical Mistery Tour na prateleira.

Eruditos. Assim como Alex inventou uma língua (Nadsat) para se comunicar com seus parceiros antissociais, os Beatles trataram igualmente de criar uma linguagem cifrada em discos experimentais como o White Album. Resende, em seu almanaque, cita as influências literárias e musicais eruditas que ajudaram a formatar a linguagem da banda, mostrando que, por trás da popular canção Eleanor Rigby, existe uma peça de Vivaldi. A lista é infinita: Because deve muito a uma sonata de piano de Beethoven e as invenções contrapontísticas de Bach foram usadas e abusadas em Blackbird e All You Need Is Love.

“Acredito mesmo que a melodia dos Beatles seduz mais que as letras “, diz Resende, descartando que o lado erudito dos integrantes da banda tenha algum peso na popularidade do grupo entre os novos fãs. Não dá para afirmar que os Beatles sejam clássicos por sua erudição, embora o autor observe a falta que fariam os instrumentos sinfônicos dos arranjos de George Martin em músicas como A Day in the Life.

Mas o fato é que os Beatles amavam a música clássica, a pintura (a maçã verde do logo da gravadora Apple foi tirada de uma tela de Magritte), o teatro (fizeram Shakespeare na TV e usaram diálogos do Rei Lear em I am the Walrus) e a literatura (Edgar Allan Poe é citado na mesma I am the Walrus). Sintonizado com a arte de vanguarda produzida nos anos 1960, Lennon pode ser visto no livro ao lado de Andy Warhol numa rara foto em que os dois aparecem com as mãos apalpando as partes íntimas um do outro. Resende lembra que Warhol, o maior nome da arte pop norte-americana, assinou as capas de um livro sobre os Beatles em 1980 e de uma coletânea de Lennon (Menlove Avenue).

Fotos raras. O almanaque de Resende tem outras fotos que ficaram famosas, entre elas a do boxeador Muhammad Ali (na época, Cassius Clay) nocauteando os quatro Beatles na primeira turnê da banda nos EUA, em fevereiro de 1964. No auge da onda beatlemaníaca, os Fab Four, como ficaram conhecidos os Beatles, ganharam um desenho animado, The Beatles Cartoon, que chegou a ser exibido em preto e branco no Brasil na extinta TV Tupi, entre 1965 e 1967. Os Beatles voltariam à animação em Yellow Submarine (1968), que Robert Zemeckis queria refazer em 3D (o projeto foi engavetado).

A ressonância dos Beatles no Brasil, garante o autor, pode ser medida não só por xarás no futebol (os jogadores John Lennon Silva Santos e Lennon Fernandes) como pela voz de uma brasileira na discografia da banda (Lizzie Bravo faz backing vocal em Across the Universe). Mas o que comprova mesmo a popularidade dos Beatles é o número de vezes que suas canções foram usadas nas trilhas de telenovelas brasileiras: Resende relaciona três dezenas delas, de Beto Rockefeller (1969) a Avenida Brasil (2102). Eles só não foram populares junto a religiosos. Resende lembra que a mais conhecida canção de John Lennon, Imagine, foi banida dos crematórios ingleses (por conter o verso “Imagine que não há céu”) e Lennon, amaldiçoado pelo deputado e pastor Marcos Feliciano (“Deus matou John Lennon por causa de suas declarações sobre Jesus”). Pior que ele só James Bond, o 007. Resende cita uma frase de Goldfinger em que o agente compara beber champanhe quente a “ouvir os Beatles sem protetor de ouvidos”. Bond pagou a língua com Live and Let Die, que teve a canção tema composta por um deles, Paul McCartney.

Registro de punições escolares de John Lennon vai a leilão

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Publicado na BBC Brasil

Estima-se que as folhas alcancem até R$ 11,1 mil no leilão

Duas folhas de registro escolar descrevendo as infrações cometidas na escola por John Lennon quando adolescente serão vendidas em um leilão.

Os professores da escola Quarry Bank High School for Boys, em Liverpool, escreveram nos registros que Lennon, aos 15 anos, foi punido por “brigar em sala de aula” e por “sabotagem”.

As duas folhas, de 1955, foram resgatadas nos anos 1970 por um professor encarregado de destruir os registros antigos guardados em um depósito na escola.

Estima-se que as duas folhas alcancem até 3 mil libras (cerca de R$ 11,1 mil) no leilão.

Os documentos revelam que por duas vezes o ex-Beatle chegou a receber três castigos em um só dia.

Outras razões dadas pelos professores para as punições incluem “perturbação”, “empurrar” e “não mostrar nenhum interesse”.

Folhas arrancadas

 

Folhas de registro cobrem dois períodos distintos entre 1955 e 1956

Folhas de registro cobrem dois períodos distintos entre 1955 e 1956

As duas folhas cobrem os períodos de 19 de maio a 23 de junho de 1955, quando ele estava na classe 3B, e de 25 de fevereiro de 1955 a 13 de fevereiro de 1956, quando estava na classe 4C.

Lennon conheceu Paul McCartney em 1957 e juntos eles formariam mais tarde os Beatles, que estouraram em 1962 com a música Love Me Do.

O professor que descobriu os registros de punições, no fim dos anos 1970, havia sido instruído pela escola a queimar os documentos encontrados em um depósito na escola previsto para ser ocupado por um novo professor contratado.

Mas ao ver o nome “Lennon” escrito acima de uma das páginas ele percebeu que elas se referiam ao estudante famoso e arrancou as folhas do livro para guardar como lembrança.

Algumas outras páginas que ele havia tirado do livro para guardar foram depois destruídas em um acidente envolvendo substâncias químicas.

Outras páginas foram dadas por ele a outras pessoas. As duas que serão leiloadas são parte das poucas que sobraram.

A autenticidade das páginas foi comprovada por Pete Shotton, amigo próximo de Lennon na escola, que escreveu o livro In My Life, sobre sua convivência com o futuro músico.

“Essa lista é típica de John Lennon, ele era um garoto extremamente abusado”, comentou Peter Beech, que era professor de ciências na época.

“Mas ele tinha limites. Dentro da classe, se você conseguisse acalmar John, você normalmente acalmava a classe inteira”, disse.

John Lennon foi assassinado em 8 de dezembro de 1980, aos 40 anos, em frente ao seu apartamento em Nova York.

O leilão online das folhas de registro escolares, feito pelo site TracksAuction.com, começará no dia 22 de novembro.

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