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Jornal japonês contém sementes e se transforma em planta após leitura

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Você já imaginou quantas toneladas de papel de jornais são descartadas no mundo todo?

Você já imaginou quantas toneladas de papel de jornais são descartadas no mundo todo?

 

Publicado no VivaGreen

Isso gera um impacto ambiental gigantesco se ele não tiver o destino correto.

Pensando neste impacto que o jornal ‘The Mainichi’, do Japão, fez com que seus periódicos se transformassem em uma planta.

O material é totalmente reciclado e impresso com uma tinta 100% vegetal.

Durante a fabricação, sementes de plantas são compactadas no papel e, depois da leitura, basta colocar as páginas em vasos e regar com frequência.

Após algum tempo uma nova planta crescerá e todo o processo poderá recomeçar. Legal, né?

Mas isso não é novidade exclusiva do Japão.

No Brasil também já se utiliza esta técnica, como se vê no site da Papel Semente.

É possível transformar convites, cartões, tags, folders, faixas e embalagens em papel semente.

Ou seja, nem tudo precisa virar lixo.

Aproveite esta ideia você tambem!

IPC Digital

Anúncio no RS: Parecia declaração de amor, mas era trabalho da faculdade

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Anúncio de venda de anel que viralizou no Facebook era um trabalho de faculdade

Anúncio de venda de anel que viralizou no Facebook era um trabalho de faculdade

Lucas Azevedo, no UOL

“Ela disse não” — e´esse o título de um classificado curioso que foi publicado na edição impressa do jornal gaúcho Zero Hora na manhã da última quinta-feira (17). Com um “textão”, o anunciante de Porto Alegre (RS) colocava à venda um anel de ouro 18K.

Segundo o autor do anúncio, a anel era o que havia restado do pedido de casamento que ele descreve com riqueza de detalhes.

O próprio jornal compartilhou uma foto do anúncio em suas redes sociais e a história viralizou no Facebook. Ao final da quinta-feira, os jornalistas do Zero Hora publicaram a “real história”: não era o triste relato de uma desilusão amorosa, mas um trabalho de faculdade.

O autor é o mestrando em Letras da PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) Samir Arrage. E a publicação, um experimento para a disciplina de literatura comparada, do mestrado em escrita criativa.

Até a manhã desta sexta (17), mais de 800 e-mails enchiam a caixa do e-mail divulgado para entrar em contato com o dono do anel.

ela disse não

Bem casado e com filho a caminho

“Tive a ideia de veicular esse miniconto de ficção, que nada tem a ver com minha história pessoal, como forma de experimentar a literatura invadindo outros espaços [o da publicidade em jornal]”, conta Arrage.

Samir é “bem casado”, e sua mulher está grávida do primeiro filho do casal.

“Desenvolvi um trabalho em que escrevi pequenos contos e, um deles, fiz tragicômico, parodiando a linguagem de um anúncio de classificados”, explica o publicitário, que não esperava tamanha repercussão com a iniciativa.

Das correspondências recebidas, muitas pessoas se interessaram pelo negócio e solicitam mais informações sobre o anel à venda, outros se compadecem pelo sofrimento do personagem.
‘Tu merece coisa melhor’

“A maioria dos e-mails é em um tom de ‘ah, tu merece coisa melhor, bola pra frente’. Muita gente consolando”, conta o publicitário. Ele conta que algumas mensagens pareciam paquera, elas sugeriam: “vamos conversar mais…”

“Não foi pensado nem proposital. Esperava receber meia dúzia de e-mails e anexar no final do trabalho da faculdade”, diz.”Até brinquei que nunca mais algo que eu escrever vai ter tanta gente lendo.”

Veja o texto na íntegra:

ELA DISSE NÃO

VENDE-SE anel de ouro 18k c/ brilhante, s/ uso, única (possível) dona declinou. Acendi velas, forrei o piso c/ pétalas (vermelho metálico) preparei talharim à carbonara (receita copiada da internet). Operei o saca-rolhas, servi 2 taças com malbec (argentino). Jazz (instrumental/americano) ao fundo. Antes da sobremesa: encostei joelho (direito) no piso soterrado por flores. Destampei o casulo aveludado. Proposta feita. Ao que parece, oportunidade única, p/ ela, nunca foi. Lacrimejou/berrou/culpou a rotina (1 clichê). C/ apenas 8 meses de uso, fui substituído por 1 rapazote 0km. 1 estagiário de Direito, 23 anos (revisado em rede social). Colega de trabalho, mais potência, 6 gomos no abdômen. Em péssimo estado, busco, ao menos, recompensa financeira. Voltei a fumar (clichê, 2). Bem que mamãe (falecida, 3 anos) sempre avisava: as coisas do coração não têm pisca-pisca. Enfim, negocia-se. Aceitamos ofertas/trocas/ombro amigo e histórias a combinar c/ essa. Envie p/: [email protected]

Como aprender um idioma 24 horas por dia… sem perceber!

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publicado no Babbel

Da próxima vez que alguém disser isso desconfie um pouco. Na maioria dos casos, isso não condiz com a verdade. Certamente, quase todos temos afazeres e muitas horas de trabalho por dia. Mas apesar disso, a frase não deveria ser: “No fim, eu acabo sempre desperdiçando muito tempo?” Muitas vezes, nós realmente precisamos de organização e um pouco de iniciativa. É necessário se dedicar um pouco e ter perseverança para aprender um idioma novo. Quando trata-se de exercitar uma língua, em muitos casos, basta usar o tempo de maneira útil e aproveitar todas as oportunidades para estudar. Nós reunimos algumas dicas simples para ajudar você a encontrar oportunidades de se aventurar no aprendizado de um idioma durante o seu dia.

1) Leia um jornal na língua estrangeira

Compre um jornal estrangeiro (muitas bancas vendem jornais internacionais. Como alternativa, você pode assinar um jornal semanal ou uma revista, por exemplo, o New Yorker) e aproveite para lê-lo durante o caminho ao trabalho, no metrô ou no ônibus etc. Não desanime se você não entender todos os vocábulos. Tente compreender as palavras através do contexto, ou sublinhe-as, procure seu significado no dicionário e faça uma lista com vocábulos que você aprendeu.

2) Malhação para o corpo e a mente!

Essa dica tem dupla utilidade. Se você malhar regularmente, certamente, você vai se sentir bem disposto. E se você seguir nossos conselhos, você também vai fazer grandes progressos. Como isso funciona? Muito simples: escolha um material de áudio, por exemplo um audiolivro, um cd – tudo no idioma que você quer aprender – ou simplesmente, ouça e repita as palavras que você aprendeu na última aula de inglês. Assim, você faz uma “malhação” dupla e o tempo na academia vai passar voando!3) Coma etnicamente

Essa é mais uma desculpa típica de pessoas que trabalham muito: “Eu não tenho tempo para absolutamente nada, nem mesmo para cozinhar. Imagine você, que toda noite, eu vou comer no quiosque dos italianos!” Ótimo! Assim, você mata dois coelhos com uma cajadada só: da próxima vez, tente fazer o pedido em italiano e enquanto você espera pela comida, você pode trocar umas palavras com o dono do quiosque e com os atendentes. Você não precisa se aprofundar nos assuntos – o importante é superar a timidez, começar a falar e se acostumar com o som da outra língua.

4) Faça amizade com seus colegas de trabalho franceses ou com sua vizinha espanhola

Existe maneira melhor de aperfeiçoar os conhecimentos de um idioma? Faça a pausa do almoço com seu colega estrangeiro, procure um tema específico para conversar e peça a ele que corrija seus erros gramaticais e de pronúncia. Se você tem um vizinho de outro país, faça o mesmo com ele: organize jantares e teste suas habilidades linguísticas. Pode até mesmo ser o início de uma nova amizade!

5) O tão merecido descanso

Não há nada melhor do que relaxar no sofá com o gato no colo e assistir a um bom filme ou ler um bom livro. Por que não unir o útil ao agradável? Assista ao filme em som original com legenda (também sempre no idioma original), de modo que você possa ler e fixar imediatamente as palavras que acabou de ouvir. Preste atenção à maneira de falar e a expressões de linguagem típicas do idioma e ponha-os em prática na primeira oportunidade. Se você preferir tentar a sorte com literatura, evite livros muito profundos e complicados, pelo menos, no início. Supostamente, alguns dos melhores poliglotas começaram a aprender idiomas estrangeiros através desenhos animados e livros infantis. Tentar não custa nada!

Professor da UFSCar encontra poema esquecido do autor Machado de Assis

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poema machado

Obra foi encontrada em uma edição do jornal Correio Mercantil na internet.
Escrita possui quase 160 anos e passou despercebida por pesquisadores.

Publicado no G1

Um professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) encontrou um poema desconhecido do escritor Machado de Assis publicado no jornal Correio Mercantil quando o autor tinha 17 anos. A obra passou quase 160 anos despercebida pelos pesquisadores e surgiu por meio de uma pesquisa feita pela internet sobre as influências de Machado de Assis.

A assinatura revela o nome que o autor usava na época: Joaquim Maria Machado de Assis. ‘O Grito do Ipiranga’ foi publicado na edição de 9 de setembro de 1956, mas ficou esquecido. Este é o primeiro texto publicado pelo autor em um grande jornal. O achado é do professor de literatura brasileira da UFSCar Wilton Marques que teve uma surpresa enquanto acessava o acervo da biblioteca nacional na internet.

“Fui conferir os poemas associados ao Correio Mercantil, que segundo a crítica Machado só teria publicado algo a partir de 1858. Na pesquisa com o jornal eu ampliei a abrangência para os anos 50 e apareceu”, explicou o professor.

O texto não chama atenção pela qualidade literária, mas por mostrar um Machado adolescente e em fase de amadurecimento intelectual. Os 76 versos são uma forma de homenagem ao dia da independência, uma forma nacionalista que o escritor logo abandonou.

Texto foi encontrado por professor da UFSCar em jornal antigo (Foto: Reprodução/EPTV)

Texto foi encontrado por professor da UFSCar em
jornal antigo (Foto: Reprodução/EPTV)

O texto se espalhou e trouxe agitação para os bastidores literários. O professor de teorias literárias da Universidade Estadual Paulista (Unesp) explica a importância da descoberta. “Tem que ser comemorado o seu achado, porque acima de tudo temos que conhecer todo o texto do Machado de Assis, assim como qualquer escritor que queiramos ter uma ideia acerca do trabalho”, comentou.

A nova descoberta, ao invés de trazer explicações, levanta ainda mais dúvidas sobre uma época pouco conhecida: a adolescência de Machado de Assis. “A grande questão para os machadianos é que não se sabe bem como um jovem intelectual negro, em uma sociedade escravocrata como a brasileira, conseguiu se inserir na intelectualidade brasileira”, apontou Wilton Marques.

Outra questão levantada pelo poema é de se haveriam, no arquivo digital com mais de cinco milhões de textos, outras obras perdidas do autor. “É possível que apareça outras coisas, como dizem os futebolistas, o Machado é uma caixinha de surpresas, ele sempre acaba surpreendendo. Como ele produziu grande parte da obra dele para jornal, então é muito provável que algum outro texto tenha escapado”, explicou Marques.

E se você fosse o escritor no Big Brother Brasil 15?

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Gustavo Magnani, no Literatortura

Uma das notícias que correu a terça-feira era a de que um escritor fará parte do BBB15.

Adrilles, escritor (pelo pouco que li sobre, ele escreve mais versos e não exclusivamente prosa. escreveu poemas pra uma modelo plus size, segundo algum site de fofocas – que, inclusive, mostrou prints duma conversa de whatsapp e, por ali, ficou um pouco claro que adrilles, ao menos ali, soa como um escritor motivacional ou algo do tipo [isso não é um juízo de valor, apenas uma observação]. Ele ainda não publicou nenhum livro – panorama que deverá mudar em pouco tempo. É leitor dum filósofo que faz sucesso na internet falando um monte de groselhas e deverá ser o “oráculo intelectual” da casa, como acontece sempre quando alguém tem uma profissão que, supostamente, lhe dá vantagem intelectual. Uma besteira de senso comum.

Não consegui nada escrito dele, a não ser essa foto:

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Mas, o artigo não foi pensado para falar de Adrilles, necessariamente. Se você fosse (se voccê é) um escritor, aceitaria o convite para o BBB?

De pontos positivos, temos a óbvia publicação.

Se jogasse o jogo direito, sairia por qualquer uma das grandes editoras.

Você teria visibilidade, seria notícia em basicamente qualquer jornal pelos próximos 12 meses, ao lançar seu livro.

Conseguiria várias entrevistas, matérias – desde sites especializados a revistas destinadas ao dia-a-dia de famosos.

Poderia, inclusive, escrever um livro sobre o ponto de vista de DENTRO do Big Brother, coisa que ninguém ainda fez no Brasil (ou no mundo, não sei)

Possivelmente, sua tiragem inicial passaria da casa dos 10 mil exemplares. Em termos de Brasil, algo ótimo. A média é 2~3 mil.

Isso tudo sendo um dos candidatos medianos, que não possuem tanto destaque.

Imagina sendo um dos queridinhos do público – ou da globo.

E aí vem o problema: saber jogar o jogo das aparências. Alguns escritores não têm saco pra isso. Você teria? A nova geração de escritores está acostumada com exposição, redes sociais e esse é um fator menos preocupante.

Ainda assim, são 24 horas do dia e não uma foto no instagram por dia.

O fator negativo, obviamente, é a exposição gigantesca e inimaginável.

Existe, também, o risco de você ficar marcado como “o escritor do BBB”, caso sua obra não seja de muita relevância.

Dito isso, fator que varia entre positivo e negativo: a qualidade da obra. Tudo vai depender do quão bom você (ou seu editor) é.

Se o indivíduo é um ótimo escritor e uma pessoa que consegue se relacionar e se expor bem, não vejo motivos para não participar.

Se o indivíduo é um péssimo escritor e uma pessoa que consegue se relacionar e se expor bem, vejo ainda mais motivos para participar – afinal, se ele escreve mal, é a melhor chance de fazer sucesso.

Agora, se ele é um escritor recluso etc etc, obviamente, não valeria a pena.

Pesando prós e contras e não apenas em termos de carreira, mas também de experiência pessoal – ao qual eu acho bastante interessante -, eu toparia. Pensaria bem, hesitaria – pra criar um conflito básico, como em qualquer boa história – mas, ao final, acabaria aceitando. E vocês?

p.s: entendo completamente quem diria não.

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