Contando e Cantando (Volume 2)

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10 livros que todo empreendedor deve ler em 2017

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10 livros que todo empreendedor deve ler em 2017  |  Fonte: Shutterstock

10 livros que todo empreendedor deve ler em 2017 | Fonte: Shutterstock

 

Confira a lista dos livros que todo empreendedor deve ler em 2017

Publicado no Universia Brasil

Como diz Bill Gates, não existe jeito melhor de aprender sobre um novo tópico do que lendo. O bilionário recentemente publicou os seus livros favoritos, e alguns deles constam nessa lista. Se você está começando um empreendimento agora, experimente ler esses 10 livros para ser um empreendedor melhor:

1. A MARCA DA VITÓRIA – PHIL KNIGHT

Um favorito de Bill Gates, “A Marca da Vitória” oferece um olhar interno para a jornada do empreendedor Phil Knight e como ele transformou a Nike na marca mundial que é hoje.

2. AS FERRAMENTAS DOS TITÃS – TIM FERRISS

No seu último livro o empreendedor e estrategista Tim Ferris compartilha os segredos de produtividade de mais de 200 das “pessoas com performances mais efetivas do mundo”, que ele entrevistou.

3. THE POWER OF BROKE – DAYMOND JOHN

A estrela do Shark Tank e fundador do Fubu, Daymond John explica que começar um negócio com recursos limitados é uma vantagem competitiva, não uma desvantagem.

4. OS SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA – VISHEN LAKHIANI

E se tudo o que você pensa sobre o amor, o trabalho e a vida estivesse errado? Vishen Lakhiani, fundador da MindValley, desafia as suas mais arraigadas crenças num esforço para redefinir a sua definição de sucesso.

5. DISRUPTED – DAN LYONS

Esse é um relato bagunçado do que acontece quando um jornalista estabelecido de uma das maiores revistas de notícias toma um emprego numa startup que faz marketing de software. Ele conta sobre o seu tempo na Hubspot, onde encontrou “investidores anjos diabólicos, capitalistas de risco em decadência, empreendedores e aspiradores a empreendedores.”

6. ORIGINALS – ADAM GRANT

O autor e professor Adam Grant examina como pessoas podem rejeitar a conformidade e melhorar o status quo através de ideias criativas e originais.

7. HUSTLE – NEIL PATEL, PATRICK VLASKOVITS E JONAS KOFFLER

Esse best seller do New York Times guia leitores pelo processo de “escapar da escravidão” nas suas vidas e transformar o seu potencial em oportunidade.

8. GARRA – ANGELA DUCKWORTH

A psicóloga Angela Duckworth defende que o sucesso e resultado de paixão e persistência, não talento e sorte.

9. CONSTRUINDO A INTERNET DAS COISAS – MACIEJ KRANZ

Esse é um guia prático para empreendedores que são focados nas implicações para os negócios da Internet das Coisas.

10. RÁPIDO E DEVAGAR – DUAS FORMAS DE PENSAR – DANIEL KAHNEMAN

Mesmo que tenha sido publicado originalmente em 2011, esse livro continua sendo um best-seller em 2016. O renomado psicólogo Daniel Kahneman faz uma análise profunda sobre os dois sistemas cognitivos que moldam o julgamento e as decisões que fazemos no nosso dia-a-dia.

5 livros para entender a Turquia de hoje

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Mesquita Azul e do Bósforo, em Isambul, Turquia.

Mesquita Azul e do Bósforo, em Isambul, Turquia.

 

Guga Chacra, jornalista e comentarista da Globonews em Nova York, indica 5 obras para entender a Turquia de hoje

Guga Chacra, no Nexo

Sou neto de libaneses e sempre considerei o Líbano meu segundo país. Todos os antepassados do meu pai, sem exceção, são desta região no Levante há gerações. Por séculos, eles viveram no Império Otomano. Eram, portanto, cidadãos otomanos do mundo árabe, de religião cristã grego-ortodoxa e melquita (grego-católica). Por este motivo, depois de passar muitos anos apenas focado em Líbano, Síria e Israel-Palestina, passei a querer estudar mais o Império Otomano e comecei a ler estes livros abaixo. Acho que podem ser interessantes para quem quiser entender a Turquia de hoje, um dos países mais importantes geopoliticamente do planeta. Além destes, recomendo todos os romances do escritor turco Orhan Pamuk, Nobel de Literatura.

Midnight at the pera palace: the birth of modern istambul

Charles King

Fala sobre uma Istambul a partir do fim do Império Otomano, com a derrota na Primeira Guerra. Usa, como símbolo, o Pera Palace, localizado em uma área cosmopolita da cidade. É uma viagem para a época do Expresso do Oriente, quando nasceu a Turquia laica e moderna.

The fall of the Ottomans – the great war in the middle east

Eugene L. Rogan

É um livro bem histórico, que relata a Primeira Guerra Mundial pelo ângulo dos otomanos. Trata-se de uma visão complementar à que estamos acostumados, com a narrativa dos EUA e da Europa Ocidental.

Constantinople – city of world’s desire, 1453-1924

Philip Mansel

O título usa o nome antigo de Istambul para contar a história desta cidade a partir da queda de Constantinopla e por todo o período otomano. É uma viagem por um império que durou séculos e teve Istambul como capital por quase meio milênio.

Levant – splendour and catastrophe on the Mediterranean

Philip Mansel

Do mesmo autor de Constantinople, se foca em três cidades levantinas (Beirute, Alexandria e Smyrna). Era uma época em que muçulmanos, judeus, cristãos (gregos e armênios) conviviam em relativa paz no Mediterrâneo oriental.

The history of Turkey

Douglas Howard

Este livro é didático para pessoas interessadas em conhecer toda a história da Turquia. Fala do Império Otomano, mas o foco é na Turquia moderna.

Guga Chacra, mestre em relações internacionais pela Universidade Columbia, é comentarista da Globonews em Nova York e blogueiro do “Estadão”. Foi correspondente do jornal “O Estado de S.Paulo” nos Estados Unidos (2009-2013) e, anteriormente, no Oriente Médio (2008-2009). Também trabalhou como correspondente da “Folha de S.Paulo” em Buenos Aires (2000).

Evaristo Costa envia livros e gravatas para internautas e cria clube de leitura

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Evaristo Costa mandou livros para internautas. Credito: Reprodução/Twitter

Publicado no Boa Informação

Apresentador do Jornal Hoje (Globo), Evaristo Costa tem estreitado cada vez mais os laços com os seguidores nas redes sociais. Alvo de frequentes memes e piadas, o jornalista costuma entrar na brincadeira e interagir com internautas. E se engana quem pensa que ele se limita a trocar mensagens. Nesta quarta-feira (30), o seguidor @cleytu compartilhou no Twitter duas gravatas que recebeu do apresentador.

Na sexta-feira passada, Evaristo recebeu o tweet: “Eva, me empresta uma gravata pra eu ir na formatura da minha irmã”, ao que respondeu, após de poucos minutos: “Empresto”. Após a encomenda ter chegado ao destinatário, o jornalista comentou: “Depois manda fotos pra gente ver como é que ficaram as gravatas no seu pescoço”.

Evaristo Costa também criou espécie de “clube da leitura” para enviar exemplares de livros que já leu para os contatos virtuais. A proposta apresentador é que cada pessoa repasse a obra literária para outros seguidores após um mês e meio. Nesta quarta-feira (30), Evaristo postou foto de cinco seguidores que receberam livros no que ele chamou de “primeira rodada”.

Por: Diário de Pernambuco

Fã pede livro a Evaristo Costa no Twitter e ganha presente com dedicatória

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Publicado no UOL

Evaristo Costa apresenta o "Jornal Hoje" - Reprodução/Twitter

Evaristo Costa apresenta o “Jornal Hoje” – Reprodução/Twitter

Sensação nas redes sociais, Evaristo Costa fez a alegria de um de seus 410 mil seguidores no Twitter. Um fã, identificado como Agenor, pediu ao jornalista um livro e teve seu desejo prontamente atendido: ganhou o presente com direito a dedicatória do apresentador da Globo.

A história começou no dia 13 de outubro, quando Evaristo Costa publicou um gif comemorando a quinta-feira. O fã comentou a brincadeira com o pedido: “Evaristo, me dá um livro, por favor”. O jornalista respondeu: “Posso te dar o último livro que li. ‘O Silêncio das Montanhas’. Já leu?”. “Não, mas pode me mandar”, disse o seguidor.

Seis dias depois, o fã de Evaristo recebeu o livro escrito pelo afegão Khaled Hosseini com a dedicatória do jornalista da Globo: “Agenor. Ao 1º seguidor que me pediu um livro. Espero que goste. Vamos compartilhá-lo. Abraço, Evaristo Costa”.

Emocionado, o seguidor agradeceu, escreveu “Gente, nunca desistam dos seus sonhos” e publicou a resposta de Evaristo. “Eu que fico agradecido, o ato de proporcionar leitura para as pessoas é tão lindo e tão simples, admiro muito seu trabalho, continue assim!”.

“Não precisa agradecer. Em cinco meses que estou nas redes sociais, você foi o primeiro que me pediu um livro. Por isso não titubeei em dizer sim. Sou totalmente a favor da leitura e propagá-la. Esse livro ficaria aqui na biblioteca. Vamos compartilhá-lo agora”, disse o jornalista.

O tweet do fã Agenor teve mais de 2 mil compartilhamentos. Muitos seguidores aproveitaram para pedir coisas a Evaristo, que comentou com um seguidor: “Com o tempo vão entender que não é bem assim”.

“Marley & Eu” faz dez anos: conversamos com o dono do “pior cão do mundo”

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Renata Nogueira, no UOL

11.dez.2008 - John Grogan posa com o cachorro Clyde, que fez a maior parte das cenas de Marley no filme "Marley & Eu"

11.dez.2008 – John Grogan posa com o cachorro Clyde, que fez a maior parte das cenas de Marley no filme “Marley & Eu”

Há dez anos, o Brasil conhecia a história de Marley, um labrador travesso que mudou a vida de uma família americana. Depois de 1,1 milhão de livros vendidos por aqui, o país ganha uma edição comemorativa publicada pela HarperCollins e a atenção especial do autor de “Marley & Eu”, o jornalista John Grogan, que escreveu uma dedicatória exclusiva para seus leitores e fãs brasileiros.

Em uma conversa exclusiva com o UOL, direto de sua casa em uma cidadezinha no topo das montanhas da Pensilvânia, o escritor ressaltou a importância do nosso país no estrondoso sucesso internacional de seu primeiro e mais conhecido livro. A história do “pior cachorro do mundo” o permitiu colecionar amigos fora do país, muitos deles brasileiros, que compartilharam com o autor as histórias de seus cachorros desde a primeira edição do livro em português.

“Obrigado, Brasil, por abraçar a mim e ao meu cachorro maluco. Obrigado por tornar minha simples história em um sucesso internacional. Obrigado por me fazer sentir parte de suas famílias e um honrado cidadão do seu país”, escreve John Grogan em sua dedicatória. Apesar do carinho especial pelo público brasileiro, o americano ainda não teve a oportunidade de conhecer o país.

“Acompanhei a Olimpíada do Rio pela TV e fiquei ainda mais encantado com a beleza do seu país. Quero muito conhecer o Brasil, é a viagem dos sonhos para mim e para a minha mulher”, conta John. Ele se refere a também jornalista Jenny Grogan, coprotagonista da história que virou filme dois anos depois do lançamento do livro e chegou aos cinemas no dia de Natal, em 2008.

Marley ficou conhecido primeiro em 2003, quando John Grogan publicou uma coluna no jornal em que trabalhava contando sobre a dor de perder o companheiro que o acompanhou durante 13 anos. De 20 cartas que costumava receber após seus textos, o número saltou para cerca de 800.

Capa da edição comemorativa de dez anos de Brasil do livro "Marley & Eu"

Capa da edição comemorativa de dez anos de Brasil do livro “Marley & Eu”

Para externar a dor de perder o companheiro que havia chegado à casa dele e de Jenny antes mesmo de seus três filhos (que hoje têm 25, 23 e 19 anos), Grogan resolveu escrever sobre a trajetória difícil, mas inesquecível ao lado do bicho batizado em homenagem ao cantor Bob Marley.

O texto carregado de sentimentos foi um sucesso imediato de vendas logo após sua publicação nos Estados Unidos, há exatos 11 anos, em 18 de outubro de 2005. Um ano depois, em 2006, “Marley & Eu” ganhava sua edição brasileira.

Durante a entrevista, John Grogan fez questão de destacar a importância do Brasil no sucesso internacional de seu primeiro livro. Leia a seguir:

UOL – Dez anos se passaram desde a publicação de “Marley & Eu” aqui no Brasil. O que mudou na sua vida nesse período?
John Grogan – Muita coisa mudou desde a publicação do livro. O Marley foi um cachorro que agregou muito a nossa família. A história dele possibilitou que meus filhos frequentassem boas escolas e que eu fizesse muitos amigos pelo mundo. Hoje eu também não trabalho mais em redação graças ao sucesso dele.

Muitos brasileiros entraram em contato com você depois do sucesso de “Marley & Eu”. O que eles te contavam nas cartas e e-mails?
Foram muitos leitores internacionais, recebi milhares de cartas do mundo todo. Mas posso dizer que mais da metade dos e-mails que recebi de países estrangeiros vinham do Brasil. Foram muitas mensagens. Logo percebi que vocês também eram apaixonados por cachorros. As pessoas contavam histórias felizes e também compartilhavam a dor de ter perdido um animal. Elas faziam questão de mandar até fotos dos seus bichos de estimação e isso me alegrou muito. Com essa experiência pude ver que, apesar de tantas guerras e diferenças entre as nações, existe um sentimento sincero que nos une e nos faz igual.

O número de cartas e e-mails cresceu muito depois da adaptação de “Marley & Eu” para o cinema, em 2008?
Eu já recebia muitas mensagens depois de publicar o livro, que logo virou best-seller nos Estados Unidos e internacionalmente. Mas posso dizer que depois do lançamento do filme esse número saltou umas dez vezes.

Os cães Woodson (à esquerda) e Wallace no Natal de 2014: sucessores de Marley

Os cães Woodson (à esquerda) e Wallace no Natal de 2014: sucessores de Marley

Quantos cachorros sua família já teve depois do Marley? Já pensou em escrever sobre eles?
Tivemos uma cadela logo depois do Marley, a Gracie, mas ela tinha uma doença degenerativa e acabou morrendo quando tinha 6 anos. Depois chegaram outros dois cachorros, o Woodson e o Wallace. O Woodson era um dos 22 cachorros que fizeram o Marley no filme e foi um presente da produção logo após o final das filmagens. Ele está conosco até hoje, já faz oito anos. Apesar de todos os problemas de comportamento que enfrentamos com o Marley, sempre tivemos labradores. É definitivamente a nossa raça favorita. Não pensei em escrever sobre os nossos novos cachorros, pois definitivamente eles têm um comportamento bem diferente. São tranquilos, ótimos cachorros.

Você escreveu diversos livros infantis com o personagem do Marley depois de lançar “Marley & Eu”. Já teve proposta para outros filmes?
Não recebi outras propostas para fazer filmes e também não vejo como continuar a história do Marley. Mas foi muito prazeroso escrever estes livros para as crianças. Eu senti a necessidade de fazer isso, já que muitas crianças queriam ler “Marley & Eu” e, honestamente, o considero um livro adulto.

Você acha que um dia vai conseguir repetir o estrondoso sucesso de “Marley & Eu”?
É muito difícil repetir o que foi “Marley & Eu”, mas isso não significa que meus outros livros não sejam bons ou não tenham feito sucesso. Acontece que quando eu comecei a escrever esta história foi uma algo que escrevi do fundo do meu coração. Eu sinceramente não esperava que fosse fazer todo o sucesso que fez. Mas como escrevi com tanto sentimento, é um livro único, algo que só acontece uma vez na vida. Não tem como repetir.

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