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Posts tagged jornalista

Concurso Cultural Literário (99)

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capa mate-me

LEIA UM TRECHO

Decidindo que sua vida deveria chegar ao fim, mas sem coragem de cometer suicídio, uma mulher contrata Soares, um matador de aluguel. Resolve que sua morte acontecerá na bela cidade de Barcelona, e para isso envia ao seu futuro algoz a passagem de avião e o endereço de onde ficará na Espanha. Ele deverá matá-la no prazo de quatro meses, quando for mais conveniente. Junto com o pagamento, manda também uma foto sua, para que ele saiba quem ela é. Mas ela não quer saber como é a aparência de seu matador. O destino, porém, nem sempre cumpre à risca os planos que costumamos traçar para ele.

Numa parceria com o blog Leitora Compulsiva, vamos sortear 4 exemplares de “Mate-me quando quiser“, lançamento da Gutenberg.

Frase comumente atribuída a Shakespeare diz que “o destino embaralha as cartas, mas nós somos os que jogamos”. Você acha possível driblar o destino? Responda na área de comentários em no máximo 4 linhas e você já estará participando.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe e-mail de contato.

Tenha o dobro de chances ao participar também no Leitora Compulsiva. Serão 2 livros em cada blog.

O resultado será divulgado dia 28/10 neste post.

Boa sorte! 🙂

***

Parabéns: Ir Daiene FonteneleElaine Pereira =)

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Após 500 crônicas, jornalista quer lançar livro com ‘vaquinha virtual’

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Marcus Vinicius Batista é jornalista e professor em Santos, no litoral de SP.
Obra será dividida em três temas e deverá ser lançada em dezembro.

Primeiro livro de jornalista e escritor reunirá dezenas de crônicas (Foto: Guilherme Lucio/G1)

Primeiro livro de jornalista e escritor reunirá dezenas de crônicas (Foto: Guilherme Lucio/G1)

Guilherme Lucio, no G1

O jornalista e professor Marcus Vinicius Batista, de 39 anos, está lançando seu primeiro livro, “Quando Os Mudos Conversam”. Para conseguir fundos, o agora escritor decidiu começar um projeto de crowndfouding – uma fincanciamento virtual, que funciona como uma espécie de “vaquinha”.

Morador de Santos, no litoral de São Paulo, Marcão, como é conhecido, conta que teve a ideia do livro após perceber que já tinha mais de 500 crônicas feitas. “Escrevo crônicas há 15 anos. Em 2007, recebi uma proposta para escrever em uma coluna de um jornal da cidade. Por conta de problemas no site, que a cada nova coluna excluía a antiga, decidi criar um blog. Em 2013, percebi que tinha cerca de 500 crônicas, e diversos amigos me diziam que eu poderia escrever um livro. Foi daí que eu transfrormei os 500 textos em 80 e decidi fazer o livro”, afirma.

O livro é divido em três partes: Eu, Tu e Eles. “Na parte ‘Eu’, escreverei de coisas que já vivi, experiências cotidianas minhas. Na segunda parte, ‘Tu’, as crônicas serão de histórias que conheci, de outras pessoas. Na última sessão, os textos serão de comportamento geral, sobre temas da sociedade”, explica o professor.

Sobre o nome “Quando Os Mudos Conversam”, Marcão conta que escolheu a dedo. “Quando os mudos conversam é uma das crônicas. Quando você faz um livro de coletânea de crônicas, contos, ou algo do tipo. Você seleciona uma como título. O nome me chamou a atenção e eu, como jornalista, considero o título algo fundamental. Essa crônica está na parte ‘Eles’ e fala sobre as dificuldades das pessoas em manifestar os comportamentos mínimos de educação como dizer um por favor, obrigado, desculpe. Isso me chamou a atenção e creio que seja um símbolo do que vivemos hoje”, conta.

Crowdfunding

Segundo Marcus, campanha já atingiu 20% (Foto: Divulgação)

Segundo Marcus, campanha já atingiu 20%
(Foto: Divulgação)

Marcus teve a ideia de fazer um financiamento coletivo após se reunir com a editora Realejo. “Inicialmente, fiz um investimento pequeno, do meu próprio bolso. Após me reunir com o José Luiz Tahan, que representa a editora, que já tinha aceitado me ajudar nessa caminhada, decidimos que a melhor opção era o financiamento coletivo”, explica.

Quem quiser contribuir poderá doar valores entre R$ 10 e R$ 1.000 e ainda receberá diversas recompensas, dependendo sempre do valor doado. Entre as recompensas, estão desde uma versão em PDF do arquivo até 50 exemplares mais logotipo de empresa, para interessados, além do nome na parte dos agradecimentos do livro. Interessados podem acessar o site do projeto para obter mais informações.

Marcão explica ainda que as doações estão avançadas. “Conseguimos 7% da meta em três dias, mas sei que esse número é ainda maior por conta do atraso para se confirmar os pagamentos. Já são mais de 20% da meta. A ajuda de alunos e amigos está sendo fundamental”, afirma.

Sobre o futuro, o professor pretende escrever mais livros. “Continuo escrevendo e tenho um material suficiente para pensar em um segundo trabalho. Já tenho dois livros, um mais acadêmico, que discute temas raciais, e outro com uma temática infantil, já bem avançados. Mas só vou pensar nisso depois que finalizar esse projeto”, diz.

Frei Betto chega aos 70 anos somando 60 livros escritos, de infantis a religiosos

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Autor escreve desde que foi alfabetizado, sob influência do pai

Frei Betto - O Globo / Marcos Alves

Frei Betto – O Globo / Marcos Alves

Maurício Meireles em O Globo

RIO — Setenta anos e uma produção intensa. Frei Betto, articulista do GLOBO, completa sete décadas de vida na próxima segunda-feira, dia 25, com a marca de 60 livros escritos. O de número 59, “Oito vias para ser feliz” (Planeta), sobre o Sermão da Montanha, acaba de ir para a gráfica; o 60, “Um Deus muito humano”, sobre sua relação com Jesus, ainda não tem editora, mas já está pronto. Em julho, ele já havia lançado “Reinventar a vida” (Vozes, de crônicas) e o infantil “Começo, meio e fim” (Rocco).

Neste último, Frei Betto escreve para os pequenos sobre a morte — tema do qual, diz ele, os pais deviam tratar mais com seus filhos.

— Tenho um casal de amigos que perderam os pais, em acidente aéreo, quando eram crianças. A família cometeu o erro de não levá-los ao velório e ao enterro. Cresceram com a sensação de que os pais foram abduzidos — afirma.

Entre espiritualidade, política e até livros de culinária ou romances policiais, a produção de Frei Betto é tanta que ele conta que um amigo, o jornalista Ricardo Kotscho, brinca que os verdadeiros autores das obras são “40 fradinhos que habitam os porões do convento”. O frei vive no monastério dominicano Santo Alberto Magno, em São Paulo.

Frei Betto reserva 120 dias por ano para escrever, busca um local tranquilo — um sítio ou casa de praia de amigos —, desliga o celular e deixa a criação fluir. Ele mesmo, que é autor de livros de culinária como “Comer como um frade — Divinas receitas para quem sabe por que temos um céu na boca”, cozinha durante esses períodos.

Ele escreve desde que foi alfabetizado, sob influência do pai, que atuava em jornais de Minas Gerais, e da mãe, autora de um livro de culinária. Quando era adolescente, porém, duvidou do sonho de ser escritor e virou jornalista, para ficar perto das palavras.

Quando foi preso por quatro anos pela ditadura, de 1969 a 1973, escrevia cartas para familiares e amigos — que viraram o livro “Cartas da prisão” (Agir). Os anos atrás das grades, dois deles entre presos comuns, foram um período de consolidação de sua relação com a escrita e a espiritualidade.

Mas o que dá mais prazer?

— A ficção, porque é mais criativa. Fico “grávido” da história e, aos poucos, ponho no papel. Primeiro redijo à mão, depois passo ao computador. E faço mil revisões — afirma Frei Betto.

O frade conta que uma das suas maiores influências o ajudou a sobreviver na prisão: Santa Teresa D’Ávila. O escritor diz dever à santa espanhola o aprendizado da oração. Na literatura, suas influências são Machado de Assis, Guimarães Rosa, Camus, Flaubert e outros.

‘UM JESUS MILITANTE’

Frei Betto já ganhou, em 1982, o principal prêmio literário do país, o Jabuti, por seu livro mais conhecido: “Batismo de sangue”, que foi adaptado para o cinema em 2007, sob direção de Helvécio Ratton. A história mostra como os frades dominicanos se levantaram contra a ditadura militar, aliando-se à Ação Libertadora Nacional, comandada por Carlos Marighella.

Nesse contexto, a espiritualidade na qual Frei Betto se formou, durante seus anos de Ação Católica, diz ele, é “mais libertadora”.

— Minha geração tinha sido formada numa espiritualidade que falava de pecado, de um Deus castigador. Na Ação Católica não tinha isso. O pecado social era mais importante que o pessoal. Havia um Jesus militante — diz ele.

O escritor já foi traduzido em 24 idiomas e 35 países. Seu best-seller no exterior é “Fidel e a religião”, uma entrevista com o líder da Revolução Cubana sobre o assunto: 3 milhões de exemplares vendidos, 1,3 milhão só em Cuba.

E por que escrever?

— Escrevo como quem respira: para sobreviver. Não suporto passar 48 horas sem redigir algo. Escrever e orar me fazem feliz — resume Frei Betto.

Trecho da biografia de Taylor Swift fala sobre caso com Gyllenhaal; leia

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Cantora pop e atriz de 24 anos ganha sua ‘história completa’.
Livro do jornalista Chas Newkey-Burden será lançado na Bienal de SP.

Publicado no G1

Capa da biografia de Taylor Swift (Foto: Divulgação)

Capa da biografia de Taylor Swift (Foto: Divulgação)

“Ela é deslumbrante de um jeito óbvio, uma bela loira de pernas longas que ainda assim costuma brincar com o papel de esquisitinha e desajeitada”, descreve o jornalista Chas Newkey-Burden, na introdução de seu livro “Taylor Swift: A história completa”. A biografia da cantora e atriz de 24 anos será lançada durante a 23ª Bienal de São Paulo.

Newkey-Burden, autor de biografias de Amy Winehouse, Justin Bieber, Adele e Michael Jackson, narra a infância e o início da carreira de Taylor Swift – sua relação com os pais e os primeiros passos no mundo da música como cantora em igrejas. A narrativa passa pela adolescência, a consolidação como cantora pop, aos 17 anos, até o sucesso do seu quarto álbum, “RED”, de 2013.

O jornalista também aborda algumas polêmicas que envolvem Swift, como os conturbados namoros com John Mayer, Harry Styles e Jake Gyllenhaal, e o episódio com Kanye West durante o MTV VMA, quando o rapper subiu no palco e interrompeu o seu discurso de agradecimento pelo prêmio de Melhor Vídeo Feminino.

Leia, a seguir, vários trechos de capítulos diferentes do livro “Taylor Swift: A história completa”:

“Não era para Taylor Swift ter se transformado em cantora e compositora; era para ela ter sido corretora de ações. Seus pais até mesmo escolheram seu nome de batismo já tendo em vista a carreira nos negócios. A mãe, Andrea, quis um nome neutro para sua filha, que servisse tanto para um menino quanto para uma menina, justamente para que, quando crescesse e fosse procurar emprego na área de finanças, predominantemente masculina, ninguém soubesse de antemão se ela era homem ou mulher. Embora fosse um plano nascido do puro amor maternal, não viria a se tornar realidade.”

“Taylor então percebeu que não era tão “legal” quanto as outras crianças por causa da sua individualidade. Sofrendo a pressão dessas provocações e já antecipando a possibilidade de ser deixada de lado, ela resolveu ir contra sua natureza individualista e começou a tentar se misturar mais com os colegas. Foi nesse momento, entretanto, que aprendeu uma lição valiosa. Descobriu que quanto mais ela tentava parecer bacana aos olhos do pessoal da escola, menos eles a respeitavam. “Foi então que eu vi que tentar ser como todo mundo simplesmente não dá certo”, conclui. Houve um dia particularmente desagradável em que sugeriu a um grupo de conhecidas que se encontrassem no shopping mais próximo. Parecia um programa divertido. Ela ficou bem desapontada, no entanto, quando todas recusaram, alegando ter outros planos. Decidiu ir assim mesmo com a mãe. Chegando lá, elas então descobriram que o grupo de meninas estava no tal shopping. “Me lembro disso como se fosse ontem”, disse Andrea à revista Elle Girl. “Taylor e eu entramos em uma loja e lá estavam as seis menininhas que tinham dito a ela que estariam ‘muito ocupadas’.”

Taylor ficou abismada e muito magoada naquele dia. Andrea rapidamente a pôs no carro e foi para outro shopping bem longe dali para fazer suas compras. Quando se recorda daquele dia tão triste, Taylor diz que a lembrança “é daquelas bem dolorosas, das quais a gente nunca se recupera totalmente”. Ela é bastante grata à atitude que Andrea tomou naquele dia. Ao ir para outro shopping e se divertir por lá, elas deram uma boa resposta às meninas que a tinham ignorado. O shopping King of Prussia ficava a uma hora e meia de carro dali, mas a viagem valeu muito a pena.”

“Ainda que ‘White Horse’ estivesse programada para aparecer no terceiro álbum, ela foi incluída em Fearless depois que os produtores do sucesso televisivo Grey’s Anatomy ligaram para Taylor e perguntaram se poderiam incluir a faixa no episódio de abertura da quinta temporada. Receberam um ‘É claro que sim!’ da cantora, já que Grey’s Anatomy é seu programa de televisão preferido. Foi fácil dizer “sim”, mas também foi um momento muito emocionante, como ela disse depois. ‘Você deveria ter visto as lágrimas escorrendo pelo meu rosto quando eu recebi aquela ligação dizendo que eles queriam usar minha música’, ela diz.
‘Eu não poderia ter ficado mais empolgada. Esse é o sonho de uma vida inteira, ver minha música tocando em ‘Grey’s Anatomy’. Meu amor por essa série nunca diminuiu. É o meu relacionamento mais duradouro até hoje’. Ela mal podia acreditar em sua sorte.”

“Além de suas atividades como ator, Gyllenhaal também é muito badalado tanto por sua beleza quanto pela vida amorosa. Namorou as atrizes Kirsten Dunst e Reese Witherspoon. Foi escolhido pela revista People como uma das “50 pessoas mais bonitas” em 2006 e eleito pela mesma publicação como um dos “solteiros mais cobiçados” naquele mesmo ano. Também já esteve em diversas listas de “mais desejados” do mundo gay. Ele tinha terminado seu romance com Witherspoon dez meses antes de conhecer Taylor. Quando ela o encontrou pela primeira vez nos bastidores do SNL, já estava bem familiarizada com a história do rapaz. Uma fonte muito cautelosa da revista People disse que os dois “tomaram muito cuidado para não serem vistos muito juntos enquanto passeavam pelos bastidores”. A mesma fonte concluía: “Era difícil dizer se estavam gostando um do outro”. Há uma diferença de idade considerável entre eles, já que Gyllenhaal é nove anos mais velho que a cantora.”

“Muitos jornalistas, em especial do sexo masculino, já descreveram Taylor como uma mulher que jamais será feliz. Afinal, ela reclama dos homens com tanta facilidade que, alegam esses críticos, nunca haverá um pretendente que obedeça aos exigentes critérios que ela estabeleceu. Em vez disso, especulam, ela está destinada a ter uma vida de relacionamentos apenas temporários, todos fadados a terminar rápido e se transformar em música. É um veredito um pouco pesado, mas ela própria não discordaria totalmente dele, como podemos ver em “The Way I Loved You”. Nessa faixa, ela reclama de como, mesmo em um encontro com um cara legal, ela deseja secretamente estar com um bad boy. O rapaz na frente dela é bem mais sensato, o que de imediato causa inveja em suas amigas, mas ela se vê almejando todo o drama e a volatilidade de um relacionamento com um homem menos perfeito.”

Colunista chama Ariano de “velho burro e chato” em texto que repercute na web

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Foto: Reprodução/Blog do Alex Antunes

Foto: Reprodução/Blog do Alex Antunes

Publicado por Diário de Pernambuco

O jornalista, escritor e produtor cultural Alex Antunes criticou o escritor Ariano Suassuna no texto da sua coluna publicada na segunda-feira (28), no Blog Alex Antunes, do Yahoo. O blogueiro que já escreveu para publicações como Rolling Stone, Folha Ilustrada, Animal, General, demonstra ter se incomodado por declarações de Ariano sobre a cultura pop e astros como Michael Jackson e Maddona.

“Me perguntei algumas vezes se deveria escrever este texto. Porque o principal que tenho a dizer sobre Ariano Suassuna é que ele era um velho burro e chato. E o homem, como se sabe, acabou de morrer – o que o eleva automaticamente aos píncaros da genialidade e da infalibilidade nos textos que se espalham pela imprensa”, inicia o texto.

No artigo, o colunista traz longa argumentação sobre cultura popular brasileira e nordestina e os ícones pop. O texto ganhou rercussão na web e dividiu opiniões dos leitores. (Leia a coluna na íntegra)

O escritor paraibano radicado em Pernambuco faleceu no último dia 23 de jullho, vítima de uma parada cardíaca.

Confira o comentário dos internautas:

Augusto Carlos
Pena que resolvestes escrever e perdestes uma ótima oportunidade de ficar calado.

Márcia
Tive o prazer de assistir uma aula espetáculo do Ariano. Gostava dos “causos” contados e críticas também, porém, como sempre ele tinha o humor e uma expressão gentil de nos fazer rir e gargalhar. Portanto, o humor genial dele marcou. Assim como sua obra.

Carlos
Texto de bhosta, de um jornalista de quinta, que comenta asneiras de um dos maiores homens que esse mundo já viu: ARIANO SUASSUNA!

Max
Não há um ser humano, por mais influente que seja,que possa ser avaliado como um ser humano sem restrições.

Reinaldo
Sou branco e cristão e daí? Você não tem outros argumentos que não sejam preconceituosos? E a coragem de atacar um intelectual famoso em vida onde está? Recalcado, oportunista e medroso.

Alexandre
Corajosíssimo, Alex, e aplaudido por mim! Suassuna era inteligentíssimo, talentoso, sim, no entanto, extremamente reacionário, e de um conservadorismo sem igual. Digam o que disserem, classificar a cultura geograficamente é imbecil, sim, e neste quesito, Suassuna era equivocadíssimo! Quanto aos comentários, Alex, não se preocupe, a maioria é composto de quem nunca leu Suassuna, mas o defende só pouqe ouviu falar que é bom. Lembrem-se de quenão estou aqui discutindo seu talento como escritor, inegável, mas em relação à cadeira na ABL… Paulinho Rabbit também tem a sua toquinha lá..

Trajano
Não sei porque as pessoas ficam tão revoltadas! Não é porque o cara morreu que será isento de críticas! Era um homem notório de opiniões bem demarcadas, logo, alvo de críticas e controvérsias como qualquer outra pessoa. E morto por morto, o Michael também está e vocês estão falando mal dele, sacou a inversão? E além de tudo, lembrem-se: liberdade de expressão!

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