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Presidente da Itália aconselha jovens a ler Dostoievski

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© AP Photo/ Riccardo Antimiani, Ansa

© AP Photo/ Riccardo Antimiani, Ansa

O presidente da Itália, Sergio Mattarella, aconselhou os jovens do seu país a se dedicarem mais à leitura, e convidou-os a começar pelas obras do escritor russo Fiodor Dostoievski.

Publicado no SputnikNews

“Respeito totalmente a escolha de cada um, mas repetiria aquilo que sempre digo aos meus netos: os livros são um tesouro inesgotável para a compreensão da vida. Comecem por Dostoievski, caros amigos” – disse o presidente em conversa com jovens italianos, cujos trechos foram publicados nesta segunda-feira pelo jornal Corriere della Sera.

Durante o encontro, Mattarella, que tem 74 anos de idade, falou sobre suas preferências como leitor e confessou gostar de praticamente todos os gêneros literários, com exceção apenas para histórias de espionagem.

Ele revelou ter adquirido o hábito de ler muito ainda durante a juventude, e citou os escritores russos Fiodor Dostoievski e Alexander Solzhenitsyn como alguns dos autores que mais influenciaram a sua forma de ver o mundo.

Nascido numa família de profundas tradições de democracia cristã, Mattarella assumiu a presidência da Itália em 3 de fevereiro deste ano. Seu irmão mais velho, o democrata cristão Persanti Mattarella, foi morto pela máfia em 1980 enquanto ocupava o cargo de presidente da região autônoma da Sicília.

024683Fiodor Dostoievski, falecido em 1881 aos 59 anos de idade, é considerado um dos maiores romancistas da literatura russa e um dos mais inovadores autores de todos os tempos. Dentre as suas obras mais conhecidas estão os romances Os Irmãos Karamazov, Crime e Castigo, Os Demônios, e outros.

Brasil vence olimpíada de matemática dos países de língua portuguesa

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Dois integrantes da delegação brasileira levaram a medalha de ouro.
No ranking geral, Brasil ficou em primeiro lugar, seguido por Portugal.

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Publicado no G1

Quatro jovens brasileiros conquistaram duas medalhas de ouro e duas de prata na 5ª Olimpíada de Matemática da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). No ranking geral, o Brasil ficou em primeiro lugar, seguido por Portugal. A competição aconteceu entre os dias 19 e 25 de julho, em Cabo Verde, e os estudantes retornaram nesta terça (28) ao Brasil.

Pedro Lucas Lanaro Sponchiado e Mateus Siqueira Thimóteo, de 15 anos, ambos do estado de São Paulo, foram os únicos premiados com as duas medalhas de ouro da competição. Os dois jovens marcaram 42 pontos cada no torneio.

A equipe brasileira também foi premiada com medalha de prata para Andrey Jhen Shan Chen, de São Paulo, e para Bruno Brasil Meinhart, do Ceará, ambos com 15 anos de idade.

Participaram da olímpiada 24 jovens de seis países lusófonos e cada um levou à competição uma equipe composta por quatro estudantes e dois professores.

Na classificação geral por países, o Brasil ficou em primeiro lugar com 154 pontos num total de 168, à frente de Portugal, com 108 pontos e de Cabo Verde, com 68 pontos.

A competição foi composta por duas provas aplicadas em dois dias consecutivos, na qual os estudantes deveriam solucionar três problemas matemáticos que envolviam álgebra, teoria dos números, geometria e combinatória.

Competições internacionais

Os quatro estudantes foram selecionados para representar o Brasil através da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). A competição acontece todos os anos nas escolas públicas e privadas de todo o país.

Para participar da OBM, a insititução de ensino deve realizar um cadastro no site da competição. Os alunos interessados em fazer a olímpiada devem se inscrever na própria escola.

Aluno da UFPE vence mundial com jogo que compara escolas e prisões

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Victor Maristane, 23 anos, venceu o torneio A Story to Tell, da World Merit.
Para ele, essas instituições vêm falhando na missão de educar e reeducar.

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Publicado no G1
Escolas e prisões são mais parecidas do que se imagina, segundo o estudante de ciências da computação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Victor Maristane, de 23 anos. “Uma tenta educar e a outra, reeducar. Mas ambas vêm falhando frequentemente”, explica o jovem, que ganhou um concurso mundial com um jogo inspirado nesta reflexão. O game ‘Escola ou Prisão’ mostra semelhanças entre as duas instituições e foi um dos dois vencedores da competição A Story to Tell. Organizado pela World Merit, o concurso pediu para jovens contarem uma história com base em um problema social. O resultado foi divulgado no último sábado (11): Victor foi campeão ao lado da paquistanesa Nida Javed, que mostrou o trabalho infantil existente em seu país por meio de um vídeo. Como prêmio, os jovens ganharam uma viagem para uma conferência de educação no México.

O desafio proposto pela World Merit, organização que oferece oportunidades a jovens de todo o mundo a fim de superar problemas sociais, recebeu 35 projetos diferentes. Foram relatos em vídeos, textos e fotos vindos, em sua maior parte, de países em conflito ou em crise, como a Síria, o Paquistão e a Grécia. O pernambucano Victor Maristane era o único brasileiro inscrito. Ele também foi o único concorrente a tratar a questão em forma de jogo. “O concurso dizia que você podia contar a história em qualquer meio e o jogo também é um meio”, defende o estudante, que desenvolveu o game vencedor em apenas sete dias.

Na plataforma, que está disponível no site da World Merit, Victor mostra closes de fotos tiradas em escolas ou prisões de todo o mundo, encontradas na internet. São grades, cadeiras de estudo, celulares, crianças, muros. O jogador é desafiado a adivinhar se a imagem pertence a uma escola ou a uma prisão. Surpreendentemente, o erro é mais frequente do que se espera. Só ao marcar sua opinião, o jogador vê o restante da foto e o local em que foi tirada. “Escolas e prisões em vários países estão enfrentando grandes desafios em equipar efetivamente seus estudantes ou detentos para a vida no século 21. Por quê? E o que podemos fazer a respeito? Como podemos fazer prisões se parecerem mais com escolas, e escolas se parecerem menos com prisões?”, questiona o pernambucano na descrição do jogo, que teve 7 mil visualizações em apenas uma semana.

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Em entrevista ao G1, Victor conta que as semelhanças entre essas instituições ficaram claras quando ele leu o livro ‘Volta ao Mundo em 13 Escolas’. “A coordenadora de uma escola contou que uma criança havia dito que as grades do colégio pareciam com as de uma prisão. Então, ela mandou tirar tudo. Algum tempo depois, surgiu a ideia do jogo. Deixei para fazer depois. Mas, três dias depois, vi o link do concurso e corri para programar”, conta. Em uma semana, o pernambucano aprofundou os estudos sobre o tema e desenvolveu o game. Ele leu artigos, notícias, pesquisas e colheu fotos na internet. Agora, pretende usar o projeto para difundir esta reflexão. “Vi que muita gente nunca tinha parado para pensar sobre isso. Então, a contribuição que eu quero dar é lançar esta provocação, provocar um choque inicial para que cada um veja o que pode fazer”, diz Victor, que também não descarta a possibilidade de expandir o projeto em um blog ou um documentário.

O pernambucano considera importante refletir sobre o tema porque acredita que tanto escolas quanto prisões desempenham funções sociais importantes, mas não vêm cumprindo-as de forma eficaz. “Costumo acreditar muito no potencial das pessoas. Acho que as pessoas podem se superar. Mas essas instituições nem sempre incentivam isso. A faculdade, por exemplo, pode ser aprisionante no seu formato atual”, diz o estudante, que usa a própria experiência como exemplo. Victor integra a Empresa Júnior do Centro de Informática da UFPE e diz que o aprendizado obtido ali foi fundamental para sua formação. “Às vezes, faltam atividades como essa nas escolas. Se você não atende a um padrão, é simplesmente esquecido. Falta preocupação em formar e reeducar. Nas prisões, é do mesmo jeito. Quando uma pessoa é condenada à prisão perpétua, é porque as pessoas desistiram dela. Acharam melhor colocá-la em uma jaula ao invés de reeducá-la”, argumenta.

No México, que recebe a conferência mundial sobre educação em outubro, Victor pretende continuar mostrando essa problemática. Na ocasião, ainda quer buscar apoio para o projeto que vem desenvolvendo como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): um aplicativo voltado para a alfabetização de jovens e adultos. Mas a oportunidade de conhecer o país é muito mais significativa para o estudante. Ele também sonha em ser escritor e está trabalhando na sua primeira obra, um livro que se passa justamente no México. “Essa experiência vai contribuir muito com meu livro. É a história de um homem que tem o poder de controlar a vida. Se passa no México por conta da relação que eles têm com os mortos. Além disso, no livro, os mortos começam a ser usados no mercado negro, na construção civil e em trabalhos domésticos. Então, os vivos acham que eles estão tirando seus empregos e isso gera toda uma problemática social”, revela.

Pesquisa revela insatisfação com excesso de teoria e falta de prática do atual modelo de ensino

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Estudo mostra como jovens enxergam a educação no Brasil

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Publicado em O Globo

O atual modelo de ensino no Brasil não prepara os jovens para a vida. Há excesso de conteúdo, e pouco espaço para desenvolver habilidades que permitam a eles usar o conhecimento em atividades práticas. É desta forma que o jovem vê o ensino básico no Brasil, segundo a pesquisa Projetos de Vida, feita pela Fundação Lemann, com o objetivo de contribuir para as discussões de reforma do currículo em andamento na construção da Base Nacional Comum (BNC). A visão negativa aparece não apenas no depoimento dos que acabaram de entrar na faculdade. Ela também é compartilhada por especialistas, professores universitários, empregadores e ONGs. Ou seja, todos concordam que o atual modelo não prepara os jovens para a vida. Há excesso de conteúdo e pouco espaço para desenvolver habilidades.

— A sociedade espera que os jovens sejam capazes de aplicar os conhecimentos aprendidos na escola em situações reais. Na universidade, professores esperam que os jovens consigam, por exemplo, articular suas opiniões e se expressar com clareza para defender um argumento em sala — afirma Camila Pereira, diretora de Políticas Educacionais da fundação. — Um jovem no seu primeiro emprego quer usar seus conhecimentos de matemática para interpretar gráficos e tabelas. A sociedade espera que os jovens saiam da escola tendo desenvolvido uma série de habilidades, não tendo aprendido apenas uma lista de conteúdos.

O levantamento foi feito a partir de 126 entrevistas em profundidade com jovens, empregadores, professores universitários, especialistas e ONGs.

Os próprios estudantes afirmaram que sentiram deficiências em suas formações. Além do entendimento de que a escola não forma o jovem para a vida, outras conclusões da pesquisa são a percepção de que a escola usa métodos atrasados e inadequados. Apareceu também, principalmente por parte de empregadores e professores, a demanda por habilidades socioemocionais, como foco, persistência, autonomia e curiosidade.

A pesquisa entrevistou jovens com boas notas no Enem. Foram eles que afirmaram que a escola não prepara, não traz autonomia e não faz com que o aluno descubra suas aptidões. Como contraponto, pedem aulas mais dinâmicas, exemplos práticos e professores que troquem experiência sobre o que acontece após a entrega do diploma.

Karina Madruga, de 17 anos, já viveu entre os dois mundos. Ela reclama que seu antigo colégio era conteudista e que tudo se resumia a testes e provas. Atualmente no 2º ano do ensino médio da Escola Estadual Chico Anysio, considerada uma unidade de referência no Rio, a aluna afirma que a educação pode ser diferente.

— Num todo, a escola é atrasada, mas há exceções. Já estudei em um colégio cujo único objetivo era ter uma boa nota na prova. Hoje, vejo que o colégio pode ser um lugar para o desenvolvimento de habilidades positivas como o trabalho em equipe, a iniciativa e a busca pelo conhecimento. Isso tudo sem ser estimulada uma competição como nas escolas tradicionais — afirma Karina, que sonha em cursar Direito na Uerj e ter seu próprio escritório.

PARA FACULDADES, POSTURA É MAIS IMPORTANTE

Esse desenvolvimento de habilidades é visto como fundamental para professores universitários e empregadores. Falta de entendimento de instruções, dificuldades para se expressar e medo de repreensão são três das dificuldades vistas no jovem formado quando vai para a faculdade ou está em seu primeiro trabalho, de acordo com o levantamento.

— Penso que a escola tem que ser um local onde o aluno tenha uma formação boa em conteúdo, mas também crie e aprimore competências. Ele deve começar a desenvolver autonomia, comprometimento, proatividade e trabalho em equipe nesse período. Não é para ele se formar e já ser excelente nessas habilidades, mas não pode ser algo que começa do zero — afirma Jacqueline Resch, diretora da consultoria Resch, especializada em recrutamento, que a pedido do GLOBO comentou os resultados da pesquisa.

A situação no ensino superior também não é favorável para o atual aluno oriundo do ensino básico. Na pesquisa, os professores universitários afirmaram que o estudante precisa ser proativo e se antecipar às ordens, além de executar as tarefas de forma adequada. Para eles, a postura é mais importante do que o conhecimento específico.

Henrique Neto, chefe do Centro de Graduação da Fundação Getúlio Vargas, concorda com o diagnóstico da pesquisa:

— O colégio prepara o aluno para fazer o Enem e não para ver o mundo. Muitas vezes é dada para a universidade a responsabilidade de realfabetizar o aluno. A formação tem que pensar na autonomia, na resiliência, na ética. Temos que voltar à pergunta principal: ensinar o quê? Esta discussão precisa ser feita pela sociedade para que o aluno formado possa ser um profissional e um cidadão melhor.

Foi nesta perspectiva que a pesquisa entrevistou ONGs para saber o que falta na formação dos jovens para que sejam cidadãos mais atuantes.

— O colégio tem que ser mais formativo, se pautar em valores. A escola de hoje não oferece isso, mas não é culpa dela. É do modelo. Ele está voltado para um saber acadêmico direcionado a uma escola que era só para as elites. A sociedade mudou, mas o modelo escolar não. O colégio tem que passar a pensar as habilidades que este jovem pode desenvolver — diz Maria Thereza Marcilio, gestora da ONG Avante, direcionada a direitos educacionais.

Apesar dos vários problemas apontados, a solução parece ter um ponto inicial comum: um novo modelo educacional. Em termos práticos, os autores da pesquisa veem na construção da Base Nacional Comum (BNC) uma matriz sobre o essencial a ser aprendido, uma oportunidade para que a escola deixe de ser alvo de críticas.

— A BNC, que começou a ser construída pelo MEC, é uma grande oportunidade para reduzir a desconexão entre o que é ensinado nas escolas e as habilidades realmente essenciais para os jovens. Como ela deve ser parte dos currículos de todas as escolas do país, se essa base tiver grande qualidade e definir os conhecimentos e habilidades essenciais que todos devem aprender, ela pode ajudar o Brasil a avançar bastante — afirma Camila Pereira.

Uma geração que nasceu com o gene da internet e quer mudar o mundo

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Sempre conectados, integrantes da geração Z sofrem, porém, de um mal: a intolerância

Lucas Alvarenga, em O Tempo

imageAna Catarina Cizilio tem 19 anos, cursa publicidade e propaganda, mantém um blog sobre cabelos cacheados e é voluntária. Rafael Marcos Garófalo tem 21 anos, estuda engenharia elétrica e apoia causas ambientais. Lucas Dal Prá tem 20 anos, é estudante de sistemas de informação e foi gamer profissional. Embora diferentes, eles pertencem a um grupo composto por 25,9% da população mundial: a geração Z. Mais pragmáticos, independentes, engajados e determinados que os jovens da geração Y, os nascidos entre 1994 e 2010 começam a alterar as relações pessoais.

‘Nativos digitais’, eles não conheceram o mundo sem a internet. Em contato com a rede, esses jovens tecem amizades, fazem negócios, expõem opiniões e dissociam cada vez menos o real do virtual. “O meu tempo livre é composto por jogos eletrônicos, músicas em cloud e Facebook. Para ir de carro a qualquer destino, uso o GPS. A tecnologia é uma extensão da minha vida”, avalia Dal Prá.

Entender a geração Z não é uma tarefa fácil. Os nativos desse grupo são fruto de um mundo em crise econômica, atormentado pelo terrorismo e pelos desastres ambientais. Por causa desse contexto, eles cresceram mais realistas e críticos que a geração Y, na análise da mestre em antropologia e professora de Cultura Jovem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Ana Barbieri. “Os jovens dessa geração são muito bem informados e questionadores. Eles exigem coerência entre o discurso e as atitudes”.

No livro Aprender a Resistir, o psicólogo francês Olivier Houde classifica os jovens da geração Z como mutantes. Diretor do Laboratório de Psicologia do Desenvolvimento e Educação Infantil da Universidade de Sorbonne, na França, ele explica que nossos ‘futuros chefes’ usam mais o córtex pré-frontal, o que acelera a tomada de decisão e a capacidade de cumprir multitarefas. Porém, Houde alerta: o uso excessivo dessa parte do cérebro pode reforçar a intolerância, tão comum nas redes sociais. “A internet nos deu a falsa noção de liberdade de expressão. Só que a minha liberdade acaba quando começa a do outro”, lembra Ana Catarina.

Engajados. Nas mídias sociais, adolescentes e jovens da geração Z organizam manifestações descentralizadas e se mostram inconformados com a política e a religião. “Enquanto os políticos aumentam salários e verbas de campanha, nós vivemos uma crise com demissões, inflação alta e déficit orçamentário”, observa Garófalo. Para o estudante de engenharia elétrica, até as religiões perderam o propósito. “A religião deveria ser um caminho que desse sentido à vida”.

Fora do mundo virtual, a geração Z alimenta o desejo de ‘salvar o mundo’. Como? Segundo a pesquisa Millennial Branding, divulgada no ano passado, 76% dos jovens norte-americanos querem ser voluntários e ajudar em causas ambientais.

Mais exigentes
Os jovens da geração Z exigem mais de um líder da empresa. “Pessoas em cargos de confiança assumem responsabilidades. Por isso, devem inspirar e motivar”, sugere o estudante de engenharia elétrica da PUC Minas, Rafael Garófalo.

Já o estudante de sistemas de informação da PUC Paraná, Lucas Dal Prá, procura certos “requisitos” no local de trabalho. “Só aceito atuar em lugares com uma metodologia de trabalho otimizada, com equipe amigável, que saiba os limites entre o pessoal e o profissional, e tenha uma marca forte e respeitável”, afirma o estudante.

Na internet, só download grátis

As gerações estão ficando cada vez mais parecidas quando o assunto é comprar. É o que garante a especialista em cultura jovem Ana Barbieri (foto). “A geração X tinha receio de comprar pela internet, mas com o tempo seus indivíduos passaram a adquirir uma série de produtos virtualmente”. Para Ana, o que mais difere a geração Z é a disposição em pagar por um objeto ou serviço. “Os jovens da geração Z estão acostumados a fazer o download de músicas, filmes e livros. Eles dificilmente pagam por esses produtos como a geração X, a não ser quando o assunto é moda”.

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