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Posts tagged Juliana

Site reúne lista com mais de 500 sebos online

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Juliana Aguilera, no Catraca Livre

A lista de sebos do site Livronauta reúne diversos títulos famosos utilizados no ensino médio e lista de vestibulares com preços bem abaixo do praticado pelas livrarias.

Lançado em 2010, o site tem o objetivo de atender às necessidades do mercado de vendas online de livros usados. A lista conta com aproximadamente 500 sebos de todos os estados brasileiros, que entregam por encomenda. São mais de 3 milhões de títulos divididos em 73 gêneros.

Para comprar um livro ou anunciar seu sebo, basta o interessado se cadastrar na rede. A venda não é feita pelo site e sim diretamente pelo sebo e o cliente. Confira outros títulos disponíveis no Livronauta:

Capitães de Areia

O livro presente na lista da Fuvest 2014 é do ano 1998, R$ 10

Capitães da Areia - Imgur

Dom Casmurro

O clássico de Machado de Assis do ano de 1980, R$ 3

Dom Casmurro - Imgur

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Do ano de 1991, o livro sai por R$ 1,94

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Imgur

dica do Ailsom Heringer

O Gigante (Vlogueiros Literários)

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Texto e edição de Hp Charles, no Tiny Little Things

Participação dos blogueiros:

1. Vitória Scritori- AViViu http://www.youtube.com/aViviu
2. Mariana Gastal — Respira, Mariana http://www.youtube.com/oimarianagastal
3. Danilo Leonardi e Gabriel Utiyama — Cabine Literária http://www.youtube.com/cabineliteraria
4. Tatiana Feltrin — Tiny Little Things http://www.youtube.com/tatianagfeltrin
5. Juliana Gervason — O batom de Claricehttp://www.youtube.com/juligervason
6. Patricia Pirota – http://www.youtube.com/patriciapirota
7. Amanda Azevedo — Lendo & Comentando http://www.youtube.com/Lendoecomentando1
8. Nayara Nascimento — Dignidade não cabe aqui http://www.youtube.com/dignidadenaoca…
9. Morgana Assunção — Literalmente Vlogando http://www.youtube.com/LiteralmenteVl…
10. Luan Felipe — Show do Luan  http://www.youtube.com/lfrshow
11. Leonardo Oliveira — Um leitor a mais http://www.youtube.com/souoleoedai
12. Jim Duran — Vagabundo Iluminado http://www.youtube.com/jimrduran1
13. Videl — Ratos Letrados  http://www.youtube.com/RatosLetrados
14. Isa Vichi — LidoLendo  http://www.youtube.com/lidolendo
15. Mariana Perazio — Mariana Reads http://www.youtube.com/marianareads
16. Juliana Poggi — Caraminholas de J.P. http://www.youtube.com/user/JotaPluftz

Veteranos usam urina em trote de Medicina da UFRJ, dizem alunos

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Calouros carregaram placas com identificações como ‘viadinho tatuado’, ‘chifruda’ e ‘filha do demo’
No ano passado, um estudante virou uma lixeira na cabeça de outro

Calouros em piscina utilizada no trote do curso já no semestre passado Reprodução da internet

Calouros em piscina utilizada no trote do curso já no semestre passado Reprodução da internet

Juliana Dal Piva, em O Globo

RIO – Urina, peixes mortos, melancia e terra. Essa é a mistura que veteranos de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro colocaram em uma piscina utilizada em um trote do curso ocorrido, há 15 dias, no campus da Ilha do Fundão. Os calouros foram obrigados a se banhar ali, como revelam as imagens publicadas pelo GLOBO nesta quinta-feira (18). As informações vieram de dois alunos que presenciaram o trote, mas não quiseram divulgar seus nomes por temerem reações do grupo de veteranos chamado “Esquadrão de bombas da UFRJ”.

— O esquadrão urinou na piscina e colocou peixes mortos, terra e melancia. Isso é comum nos trotes e já teve calouro que se machucou com espinha de peixe — contou um dos estudantes.

Outra situação verificada nas imagens do trote, na qual calouros apareciam enfiando a cabeça em uma melancia, também causou indignação em alguns alunos, pois a fruta estava encharcada de vodca, e os estudantes foram obrigados a mordê-la.

— Eles colocam vodca na melancia e dividem os alunos em equipes. Ganha quem terminar de comer a melancia primeiro — explicou o mesmo estudante.

Outro estudante, que ligou para a redação do GLOBO após ler a reportagem no site, revelou que os veteranos cobraram R$ 450 reais de cada um dos calouros para pagar a festa do trote e dos outros eventos do semestre.

— São anos de vestibular. Você quer fazer novos amigos, então você quer se integrar e aí se submete a uma situação que depois você pode até se arrepender — contou o aluno .

Apesar de o trote ser proibido no Estado do Rio, estudantes de universidades públicas e particulares não apenas ignoram a legislação, como contratam uma empresa para ajudar na organização pagando valores a partir de R$ 3 mil. Fotos postadas no Facebook da TGF Eventos mostram os calouros carregando placas com identificações depreciativas, como “viadinho tatuado”, “chifruda” e “filha do demo”.

A TGF Eventos informa que as brincadeiras ficam totalmente a cargo dos alunos, enquanto a agência é responsável pelo fornecimento de material como camisetas, canecas e o contato com possíveis patrocinadores. No trote do curso de Medicina, diversas imagens publicadas no Facebook carregam a marca da cervejaria Skol.

A assessoria da cervejaria comunicou que a empresa patrocina alguns eventos organizados pela TGF Eventos, mas não participa diretamente da organização, produção ou execução dessas ações. “A marca repudia veementemente qualquer situação vexatória ou discriminatória envolvendo qualquer pessoa”, informou a nota.
Após ser informada pelo GLOBO sobre os fatos, a direção da Faculdade de Medicina emitiu uma nota de repúdio e informou que abriu uma investigação para apurar o ocorrido.

De acordo com alunos do curso, os calouros são coagidos a participar do trote, que começa, em geral, numa terça-feira e dura até sexta. Durante esses quatro dias, os novos universitários são obrigados a carregar as placas no pescoço.

No ano passado, dois episódios também causaram revolta. Em um dos trotes, um aluno faltou a aula e, no dia seguinte, ao reaparecer na faculdade foi alvo do “Esquadrão de bombas”. De acordo com estudantes, o grupo o imobilizou em uma cadeira, usando fita adesiva, e depois virou uma lixeira sobre a cabeça dele. Outro motivo de indignação foi a simulação de sexo que as calouras foram obrigadas a fazer com uma barra de chocolate. Os alunos garantem que tudo ocorreu em frente à prefeitura universitária da UFRJ.

Calouros dizem que não foram obrigados a participar

No fim da tarde desta quinta-feira, cinco calouros disseram ter participado livremente do trote. Pablo Plubins, de 20 anos, afirmou que não houve violência e que ele não se sentiu constrangido.

— Tem umas coisas das plaquinhas que podem ser pesadas, mas vi pessoas tranquilas em relação a isso. Eu participei rindo das brincadeiras, ninguém me machucou — afirmou Plubins.

Sobre a urina na piscina, ele disse não se importar.

— Não sei o que tinha na piscina e não me interessa saber. Eu sei que podia ter qualquer coisa lá e entrei sabendo disso — afirmou o estudante. Ele disse ainda que foram recolhidos alimentos e brinquedos para uma doação ao hospital durante as atividades do trote.

Também por meio de nota, a TGF Eventos disse que se opõe a qualquer tipo de constrangimento aos alunos nos eventos em que atua. A agência informou ainda que a empresa e seus parceiros não tem qualquer responsabilidade e participação nas brincadeiras realizadas entre os alunos nos trotes.

“Realizamos festas e promovemos eventos de cunho social, buscando como resultado a aproximação entre os alunos e a prática de boas ações, em benefício da sociedade. Ao invés de trotes vexatórios, a empresa sempre sugere ações com práticas saudáveis e benéficas, como arrecadação de alimentos e participações em campanhas para doação a comunidades carentes”, afirmou a TGF.

O GLOBO segue tentando fazer contato com integrantes do Centro Acadêmico, organizadores do trote, mas nenhum dos três retornou os contatos da reportagem até o momento.

Aulas sob vigilância e perseguição na ditadura militar

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Processo de demissão contra professor da rede pública obtido pelo GLOBO conta como educadores sofreram pressão para deixar escolas

Juliana Dal Piva, em O Globo

A ditadura militar proporcionou a seus apoiadores a oportunidade de promover uma caça a adversários pessoais e profissionais dos mesmos. É o que revela o processo de demissão de José Grabois, um professor de Geografia do extinto estado da Guanabara, que abrangia o território que hoje é a capital do Rio. O documento foi descoberto em meio a arquivos do governo do Rio no ano passado e faz parte do acervo do Arquivo do Estado. O GLOBO teve acesso ao processo após um pedido por meio da Lei de Acesso à Informação.

As acusações feitas em maio de 1964 partiram do diretor da Escola Visconde de Cairu, Eneias de Barros, e do professor Antonio Guerra, colega de disciplina. Os dois acusaram Grabois — que já não trabalhava mais na escola — de fugir do currículo para fazer “propaganda ideológica” para os alunos. Segundo as denúncias, ele lecionava sobre “o imperialismo americano”.

“Eram as aulas de Geografia de tal modo ligadas à linha do partido comunista que foi este diretor obrigado a intervir colocando-o sob vigilância”, afirmou Eneias à comissão. Ao folhear os cadernos dos alunos anexos ao processo, O GLOBO sequer encontrou as expressões citadas.

Aos 74 anos, José Grabois se diz nauseado ao lembrar do caso. Respira fundo e fecha os olhos por trás dos óculos. Lentamente, levanta as mãos e as desliza sobre a cabeça. O tema ainda trava na garganta.

— O ambiente, não só do colégio mas do Brasil, era de debate nacional. A sala dos professores era um palco importante de discussões. E, depois das aulas, por que excluir os alunos das discussões? — conta.

Ao fim de 1963, Grabois conta que pediu transferência para outra escola e nunca mais teve contato com Guerra ou Barros. Logo após o golpe, levou um grande número de livros para um apartamento que seu avô tinha no Leblon. Lá, destruiu as obras:

— Coloquei os livros na banheira e os derreti com água quente. Derreti a minha biblioteca. Isso é uma coisa que dói lembrar — lamenta. Para ele, o diretor pressionou o colega de disciplina a denunciá-lo:

— Tinha uma boa relação com o Guerra. Ele deve ter colaborado por medo.

Após o golpe militar, o professor diz que, de certa forma, já esperava a perseguição do regime. Ele frequentava a redação do jornal do Partido Comunista e era sobrinho de Maurício Grabois — líder do PCdoB e um dos militantes desaparecidos na Guerrilha do Araguaia. Ele, no entanto, não militou em nenhuma organização de esquerda.

O processo contra o professor foi presidido por Alcino Salazar e fez parte da “Operação Limpeza”, promovida pela ditadura após o Ato Institucional nº 1. O objetivo era retirar do governo todos aqueles contrários ao regime. No ano seguinte, Salazar se tornou procurador-geral da República.

Grabois jamais foi recebido pelos investigadores e teve que apresentar a defesa por escrito. E, mesmo com mais de 30 declarações a seu favor dadas por colegas professores e pais de alunos, nada evitou a demissão. Ele e outros quatro professores foram considerados “inconvenientes para o exercício do magistério”. No texto, outros 12 também foram listados.

Um deles foi Mauricio Silva Santos, outro professor de Geografia. Ele trabalhava na Escola Rivadávia Corrêa e fez questão de dizer que se mantinha longe da política:

— Eu era pobre e precisava estudar para ser bom. Não tinha tempo para outra coisa. Dizem que havia um núcleo comunista no colégio. Sei que eu ia almoçar com um colega da Matemática e, depois, disseram que ele era comunista. Era o Bayard Boiteux.

Boiteux é outro da lista dos demitidos. Diferentemente dos outros, ele fez parte da Guerrilha do Caparaó, desmantelada em 1967. Foi preso e condenado, mas conseguiu partir para o exílio de onde retornou em 1979. Morreu em 2004.

Mauricio Silva Santos não foi demitido, mas sofreu uma suspensão de seis meses. Ao retornar, ainda ficou outros três meses sem receber salário. Durante esse período, sua mulher estava grávida de gêmeos.

Depois da demissão, Grabois deu aulas particulares e continuou vigiado. Mais tarde, seguiu carreira acadêmica na UFPB e na UFPE. Ele só retornou ao Rio em 1990, para lecionar na UFF. No ano passado, foi anistiado pelo Ministério da Justiça.

— Para sobreviver a gente introjeta o medo. Aprende a viver colocando cadeados em vários lugares e épocas. Depois não consegue soltar — afirma ele, que não quis ser fotografado.

Eneias de Barros, Antonio Guerra e Alcino Salazar já morreram.

Durante a ditadura, o educador Paulo Freire foi preso e teve que sair do país. O ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) Anísio Teixeira foi demitido logo após o golpe e morreu em circunstâncias ainda não esclarecidas.

O total de educadores demitidos por razões políticas é desconhecido. De acordo com a Comissão de Anistia, cerca de 1.200 professores já foram anistiados pelo governo federal, e outros 243 processos aguardam julgamento. Entre mortos e desaparecidos políticos, estão ao menos 26 educadores.

‘Responsabilidade é maior do que a honra’, diz indicado à presidência da Biblioteca Nacional

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Lucas Nobile, Silas Martí e Juliana Gragnani, na Folha de S.Paulo

O cientista político e professor da Universidade Federal Fluminense Renato Lessa foi indicado pela ministra da Cultura, Marta Suplicy, à presidência da Fundação Biblioteca Nacional. Ele substitui Galeno Amorim, cuja saída foi anunciada também nesta quarta-feira (27).

Lessa, que também é presidente do Instituto Ciência Hoje, aceitou o convite feito pela ministra e, agora, depende apenas de “tramitação burocrática”.

“Aceitei o convite e fico muito honrado. A responsabilidade já é maior do que a honra com este convite”, disse Lessa à Folha. Ainda não há data para a nomeação dele.

O cientista político Renato Lessa (Zhekha Amorim/Anpocs)

O cientista político Renato Lessa (Zhekha Amorim/Anpocs)

No último sábado (23), Marta esteve presente na nauguração da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin e fez uma promessa. “Queria assumir um compromisso público: vou recuperar a Biblioteca Nacional e torná-la à altura do acervo que ela tem”, disse, afirmando também que a Brasiliana seria referência para a recuperação da Biblioteca Nacional.

SAÍDA

Nesta quarta, a coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha antecipou a saída de Galeno Amorim da presidência da Fundação Biblioteca Nacional. Ele havia se reunido com a ministra na terça.

No encontro, Amorim apresentou balanço dos dois anos de sua gestão, em que citou, por exemplo, o aumento no número de feiras e eventos literários apoiados pela instituição em todo o país –de 75 para 250.

A saída de Galeno Amorim ocorreu após uma série de críticas à sua gestão, durante a qual houve a transferência das políticas públicas de livro, leitura e literatura do país para a Fundação Biblioteca Nacional.

Com isso, a gestão de Galeno passou a ser criticada por descuidar do básico: a biblioteca e seu acervo. Ocorreu, no ano passado, uma série de vazamentos no prédio da biblioteca por causa de problemas com o sistema de ar-condicionado.

Na semana passada, duas coordenadoras de área da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) deixaram a instituição com fortes críticas à gestão de Galeno.

São elas: Elisa Machado, coordenadora geral do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), e Cleide Soares, coordenadora geral de Leitura –uma unidade da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB).

COMENTÁRIOS

A entrada de Renato Lessa no lugar de Galeno Amorim como presidente da Fundação Biblioteca Nacional causou repercussão no meio literário brasileiro.

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Leia alguns comentários ouvidos pela Folha abaixo:

“Eu lamento porque o Galeno é um homem do livro. Ele enfrentou uma máquina burocrática complexa, muito difícil e muito pesada. Ele certamente teve dificuldades. Mas acho o Renato Lessa uma ótima indicação. A saída do Galeno é uma pena, ele é um homem dedicado à democratização da leitura. O que eu acho é que é preciso uma reformulação nas rotinas burocráticas, além de um apoio significativo do Ministério da Cultura. Vamos ver se esse Renato vai conseguir.”
LUCILIA GARCEZ, que atuava como secretária-executiva do Plano Nacional do Livro e da Leitura

“Ele [Renato Lessa] não está entrando para tapar buraco, já tem um projeto. Ele não é homem de ocupar cargos sem ter um projeto em mente. Além do prestígio intelectual, ele tem uma experiência muito boa de gestão na Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), onde soube identificar os problemas de natureza estratégica. Além de sorte, ele tem muita competência.”
MANOLO FLORENTINO, presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa

“Ele [Renato Lessa] é um analista da cena política brasileira, da história brasileira, é um intelectual de renome, tem respaldo na comunidade acadêmica e acredito que ele possa sim fazer as mudanças que são necessárias.”
“A presidência da Biblioteca Nacional trabalhou até agora na contramão das políticas públicas para o livro e a leitura no Brasil. A Biblioteca Nacional tem problemas urgentes que precisam ser sanados.”
JOSÉ CASTILHO, ex-secretário do Plano Nacional do Livro e Leitura no Ministério da Cultura

“Fomos pegos de surpresa por essa escolha. Ainda não temos como avaliar a mudança.”
MANSUR BASSIT, diretor-executivo da Câmara Brasileira do Livro

“Não quero discutir os nomes. Substituir um nome por outro não interessa. O que interessa é que o Ministério da Cultura defina o papel da Fundação Biblioteca Nacional. O problema da participação do Galeno Amorim na gestão é que a Fundação Biblioteca Nacional passou a conduzir todos os passos da política de livro, leitura e literatura no país. Quando se sabe que a Fundação sempre teve um papel importante na preservação da memória brasileira.”
NILTON BOBATO, escritor, vereador do PCdoB e representante da Região Sul do Colegiado Setorial do Livro, Leitura e Literatura

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