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Justiça proíbe vendas de autora brasileira acusada de plagiar Nora Roberts

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Cristina Serruya foi processada pela autora Nora Roberts
Foto: Reprodução

Publicado no JC Online

Maria Fernanda Rddrigues, da Estadão Conteúdo

A escritora best-seller americana Nora Roberts ganhou a primeira batalha contra a brasileira Cristiane Ribeiro Allevato Serruya em processo de plágio aberto na semana passada, no Rio de Janeiro.

Em sua decisão, Maria Cristina de Brito Lima, da 6ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou a suspensão da venda dos livros físicos, e-books e audiolivros dos títulos Royal Love, Royal Affair, Unbroken Love, Hot Winter, Forevermore e From the Baroness’s Diary, além da inclusão, na capa e nos links disponibilizados nos sites da Amazon, Saraiva, Cultura, Barnes & Noble, Kobo e E-Bay da expressão “suspensa a venda por ordem judicial”.

A juíza determinou ainda o bloqueio dos royalties advindos da venda desses livros nas livrarias citadas. Os valores devem ser depositados em conta judicial. O descumprimento da decisão judicial, por parte de Cristiane, das livrarias ou editoras, poderá acarretar multa de R$ 5 mil por exemplar de obra indevidamente vendida.

Novos rumos

“Isso representa um novo patamar de demanda judicial na área literária”, diz Gustavo Martins de Almeida, advogado de Nora Roberts. Principalmente porque envolve suportes imateriais – e-books e audiolivros – e porque Nora Roberts, estrangeira sem bens no Brasil, está dando como garantia os direitos autorais de seus livros publicados por três editoras. “É interessante ver o Judiciário se adequando às novas tecnologias”, comenta o advogado.

Cristiane Ribeiro Allevato Serruya tem 15 dias para recorrer da decisão.

O jornal O Estado de S. Paulo não conseguiu contato com a brasileira até o fechamento da matéria.

Henry Cavill protagonizará série baseada na saga de livros “The Witcher”

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Publicado no UOL

Los Angeles (EUA), 4 set (EFE).- O ator britânico Henry Cavill será o protagonista da série que a Netflix está preparando sobre a saga de romances de fantasia “The Witcher”, informou nesta terça-feira a plataforma digital em comunicado.

Cavill dará vida ao caçador de monstros Geralt de Rivia, que é o personagem principal dos romances publicados pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski.

Lauren Schmidt Hissrich, que trabalhou como produtora em séries como “Os Defensores”, será a showrunner (principal responsável por uma série) em “The Witcher”.

Alik Sakharov, Charlotte Brändström e Álex García López serão os diretores dos oito episódios desta nova série.

A carreira de Cavill decolou após ser escalado para encarnar o Superman, personagem com o qual estreou no filme “Homem de Aço” (2013).

O britânico também interpretou o herói nos filmes “Batman Vs Superman – A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017).

Cavill participou este ano em “Missão Impossível: Efeito Fallout”, a sexta aventura da famosa saga de ação protagonizada por Tom Cruise e que, até o momento, arrecadou no mundo todo cerca de US$ 650 milhões.

Professora com Down rebate crítica de desembargadora que publicou fake news sobre Marielle: ‘Quem discrimina é criminoso’

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Desembargadora Marília Castro Neves do RJ postou críticas a professores com síndrome de Down. Ela é a mesma que divulgou informações falsas sobre a vereadora Marielle Franco.

Publicado no G1

A professora Débora Seabra, primeira professora com síndrome de Down do país, fez uma carta em resposta a uma postagem preconceituosa da desembargadora Marília Castro Neves, do Rio de Janeiro, publicada no fim de semana. Na postagem a desembargadora questiona o que professores com síndrome de Down podem ensinar a alguém. A desembargadora é a mesma que publicou fake news sobre a vereadora Marielle.

“Ouço que o Brasil é o primeiro em alguma coisa!!! Apuro os ouvidos e ouço a pérola: o Brasil é o primeiro país a ter uma professora portadora de síndrome de Down!!! Poxa, pensei, legal, são os programas de inclusão social… Aí me perguntei: o que será que essa professora ensina a quem???? Esperem um momento que eu fui ali me matar e já volto, tá?”, escreveu a desembargadora em sua conta no Facebook.

Também nas redes sociais, a professora Débora Seabra publicou uma carta em resposta à desembargadora. “Não quero bater boca com você! Só quero dizer que tenho síndrome de Down e sou professora auxiliar de crianças em uma escola de Natal (RN). (…) Eu ensino muitas coisas para as crianças. A principal é que elas sejam educadas, tenham respeito pelas outras, aceitem as diferenças de cada uma, ajudem a quem precisa mais. (…) O que eu acho mais importante de tudo isso é ensinar a incluir as crianças e todo mundo pra acabar com o preconceito porque é crime. Quem discrimina é criminoso”, escreveu a professora.

Débora Araújo Seabra de Moura tem 36 anos e trabalha há 13 como professora auxiliar em uma escola particular de Natal. Ela é ainda autora de livro infantil chamado ‘Débora Conta Histórias’ (Alfaguara Brasil, 2013). Por ser considerada exemplo no desenvolvimento de ações educativas no país ela recebeu, em 2015, o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação em Brasília.

A desembargadora Marília Castro Neves já havia se envolvido em uma polêmica na última semana quando postou informações falsas sobre a vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro no dia 14 de março. ‘Estava engajada com bandidos’, escreveu a magistrada. Por causa desta postagem, uma representação contra a desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio, foi protocolada no Conselho Nacional de Justiça.

Repúdio

Nesta segunda-feira (19), a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down publicou uma carta de repúdio “à demonstração de preconceito manifestado por uma autoridade pública, a desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, em relação às pessoas com síndrome de Down”.

Na carta, a associação ressalta a luta empreendida pela sociedade e pelo estado brasileiro pela garantia dos direitos das pessoas com deficiência e critica a postura da magistrada. “A FBASD considera que a mensagem carregada de preconceito, ofende, definitivamente, os ditames impostos aos juízes por seu Código de Ética. Textos dessa natureza claramente denigrem a magistratura e, assim, devem ser rigorosamente apurados pelos órgãos competentes, tais quais a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e o Conselho Nacional de Justiça.”

Ministério da Justiça lança aplicativo para professor da rede pública

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Publicado por UOL

O Ministério da Justiça lançou ontem (21), em parceria com a Universidade Federal de Goiás e o Ministério da Educação, aplicativo que auxilia os professores da rede pública de ensino a buscar informações sobre as classificações indicativas de programas de televisão, filmes e games.

A plataforma é a versão digital mais elaborada da cartilha que já foi distribuída aos professores e que contém, além de outras orientações, em linguagem didática, os critérios sobre os quais foram baseadas as classificações disponíveis e oferece ainda, conteúdos para serem trabalhados em sala de aula. O secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, destacou a importância da ferramenta para os educadores.

“A partir deste aplicativo, os professores serão mais um agente de proteção da criança e do adolescente, no meio dessa política tão importante, que faz o direito de escolha do que deve e não ser assistido em casa, e agora também dentro da escola”, disse.

O diretor adjunto do Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação, da estrutura do Ministério da Justiça, Davi Pires, disse que ” é fundamental que a classificação indicativa seja conhecida. Ela é um instrumento de informação, e a ferramenta só pode ser válida se as pessoas conhecerem. Levar o aplicativo para milhares de professores em sala de aula potencializa esta informação”.

O ministério espera lançar a segunda fase deste aplicativo mais interativo para a população. Por enquanto, a plataforma só está disponível nos tablets distribuídos pelo MEC e pode ser baixado pelos professores, na loja virtual do ministério.

Professor diz que deu ‘aula’ para provar não ser ladrão

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Publicado por Folha de S.Paulo

Professor de história da rede estadual, André Luiz Ribeiro, 27, afirma que “deu uma aula de dez minutos sobre a Revolução Francesa” a um grupo de bombeiros para provar sua identidade.

O caso aconteceu, de acordo com seu relato, no último dia 25, na região de Parelheiros, zona sul de São Paulo. O Corpo de Bombeiros nega.

Ribeiro conta que, enquanto fazia sua corrida de rotina, foi confundido com um dos três ladrões que haviam acabado de levar R$ 450 de um bar próximo. “Me acorrentaram na rua. Um grupo de 15 a 30 pessoas me agrediu”, diz.

André Luiz Ribeiro, 27, que disse ter sido confundido com ladrão na zona sul de São Paulo / Ronny Santos/Folhapress

André Luiz Ribeiro, 27, que disse ter sido confundido com ladrão na zona sul de São Paulo / Ronny Santos/Folhapress

O docente afirma que só parou de ser espancado quando uma equipe de bombeiros que passava pelo local conteve os agressores.

Por estar sem documento, Ribeiro afirma que lecionou Revolução Francesa para provar ser professor. “Foi um dos bombeiros que pediu”, diz.

O Corpo de Bombeiros disse que as declarações “são improcedentes” e que “em nenhum momento houve desrespeito ou deboche”.

Mesmo assim, Ribeiro foi preso e indiciado sob suspeita de roubo qualificado -por uso de arma de fogo e ação em grupo. Foi solto após dois dias, por decisão da Justiça.

Segundo o delegado André Antiqueira, o dono do bar disse à polícia que o professor participou do roubo.

“À Polícia Civil cabe ir atrás dos outros dois autores. É a Justiça quem vai dizer, com base nas provas, se ele é ou não autor desse crime”, diz.

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