Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Justin Bieber

Garotos brasileiros corrigem erros gramaticais de tuítes de Rihanna, Lady Gaga e Bieber

1
Milena, 10, para a cantora Lady Gaga: "você é ótima, mas seu 'tweet' tem um erro"

Milena, 10, para a cantora Lady Gaga: “você é ótima, mas seu ‘tweet’ tem um erro”

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

Tuítes de Rihanna, Justin Bieber e Lady Gaga com erros gramaticais estão sendo usados para ensinar crianças brasileiras a escrever corretamente em inglês.

A iniciativa, divulgada em reportagem do jornal britânico “The Guardian”, é da rede de escolas de inglês Red Balloon.

A ideia surgiu porque os professores perceberam que os alunos estavam criando muitos vícios de linguagem por meio do Twitter de artistas.

Entre eles há também atores, como John Cusack e Charlie Sheen, mas os músicos são os que cometem os erros mais gritantes, segundo os professores

Os professores da rede pedem a alunos de oito a 13 anos para levantar os erros que encontrarem nos tuítes das celebridades.

Quando os erros são encontrados, os alunos enviam textos com as versões corrigidas aos autores famosos. Até agora, nenhum deles respondeu.

Maria, 9, é fã de Justin Bieber. "Cuidado: é 'we're here' not 'we here'", ela escreve ao ídolo

Maria, 9, é fã de Justin Bieber. “Cuidado: é ‘we’re here’ not ‘we here'”, ela escreve ao ídolo

Carolina, 11, alerta a cantora Rihanna de seu erro: "it's not to she, it's to her".

Carolina, 11, alerta a cantora Rihanna de seu erro: “it’s not to she, it’s to her”.

Padres querem banir “O Diário de Anne Frank” de escolas de Michigan por ter trechos “pornográficos”

0

1

Gustavo Magnani, no Literatortura

Depois de Justin Bieber ter dito acreditar que Anne Frank seria sua fã se fosse adolescente nos dias de hoje, agora é a vez do livro de estampar os noticiários. Isso porque padres de Michigan querem banir a obra das escolas do respectivo estado, isso porque, supostamente, ela contém trechos inadequados para as crianças de 13 anos. Pior: eles alegam que o conteúdo é pornográfico.

No livro, Anne conta sobre a descoberta de sua própria sexualidade e esses trechos, segundo os padres, são ruins para as crianças. Afinal, com 13 anos ninguém sabe nada sobre sexo. Ainda acreditam que os filhos são entregues por cegonhas e mamãe e papai vivem brincando de apertar um ao outro. Aliás, outro ponto curioso é aquela velha máxima das “tisoradas” escolares: os padres poderiam ter dormido sem essa. A Igreja Católica questionar algo tão pequeno acerca da sexualidade, dá margem para seus críticos relembrarem os casos de pedofilia e até fazer uma comparação: quem será que foi mais prejudicial para a formação sexual das crianças?

Veja bem, eu detesto jogar com essas cartas, mas é um paralelo impossível de não vir à mente.

1

Outro lamento é o fato da obra ser icônica e representar um momento histórico e trágico da humanidade. Anne Frank tornou-se um dos principais rosto do holocausto, que assassinou cerca de 6 milhões de judeus. Ou seja, não é uma questão apenas sexual ou de “gostar da obra”, mas também um marco histórico.

O pai de Anne, Otto Frank, que reuniu as memórias da filha, havia deixado as partes sexuais de fora do lançamento original em 1947. Os trechos foram adicionados ao livro há mais ou menos 10 anos e reacenderam a leitura da obra. Além do que já escrevi, fica a eterna decepção por ver pessoas que geralmente não entendem nada – ou muito pouco – sobre educação escolar, querendo meter o bedelho onde não deveriam.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Astros do pop ganham biografia mesmo com pouca idade

0

Artistas como Justin Bieber, McFly e Lady Gaga já são retratados em livros, que formam um filão milionário
História do grupo McFly vendeu 14 mil exemplares em 2 meses
No Brasil, as biografias não autorizadas ainda são proibidas

Artistas do mundo pop ainda não chegaram aos 30, mas já têm biografias Divulgação

Artistas do mundo pop ainda não chegaram aos 30, mas já têm biografias Divulgação

Michele Miranda, em O Globo

RIO – Justin Bieber, Katy Perry, Rihanna, Lady Gaga, Adele, McFly e The Wanted. Além de alcançar a fama bem antes dos 30 anos, serem milionários, verem suas vidas estampadas em tabloides pelo mundo, o que mais eles têm em comum? Esse elenco estelar da música pop é protagonista de autobiografias ou títulos não autorizados sobre suas histórias — apesar da pouca idade. Com expressivos números de vendas, esses jovens artistas, com incontáveis fãs do Ocidente ao Oriente, viraram alvo do filão que tem sido motivo de comemoração em editoras nacionais e internacionais.

— Se alguém fizer o leite, a tesoura ou a mochila da marca Justin Bieber, vai vender. Qualquer produto com o nome dele vai ser um sucesso. Por que não uma biografia para contar a história desse tipo de fenômeno? — indaga Chas Newkey-Burden, jornalista britânico e biógrafo especialista em celebridades instantâneas. — As pessoas adoram ler sobre seus heróis, saber de onde vieram e o segredo para chegar onde estão. Quanto mais velha a pessoa, mais fácil de escrever, porque há mais capítulos. Mas meus livros mais vendidos são sobre as pessoas mais jovens que já escrevi: Justin Bieber e Adele.

Com seus livros traduzidos para 13 idiomas, Newkey-Burden conta nunca ter tido problema com o conteúdo abordado por ele. No Brasil, foram lançadas “Adele” (Leya), “Justin Bieber” (Editora Prumo) e “Amy Winehouse – Biografia” (Globo Livros), esta última chegou às lojas em 2008, três anos antes de a cantora morrer, aos 27, por abuso de bebidas alcoólicas.

Nascida da mesma Inglaterra do escritor em 2003, a boy band McFly, com integrantes de vinte e poucos anos, lançou em outubro sua primeira biografia (publicada no Brasil em março), que contém 336 páginas de relatos sobre o amor, família, crises e até uma sessão de massagem bem apimentada durante uma das turnês. No principal argumento do grupo para lançar “McFly: unsaid things… Nossa história” (BestSeller), que vendeu 14 mil exemplares no Brasil em dois meses, está o aniversário de uma década.

— Esperamos completar dez anos para fazer este projeto. Queríamos ser honestos sobre a nossa vida, e falar de coisas que não costumamos abordar em entrevistas. Passei por uma crise de ansiedade e depressão aos 17 anos e nunca falei disso com tanta sinceridade como no livro. E essa é a idade em que muita coisa acontece, temos dilemas, conflitos e coisas legais para dividir — conta o músico Tom Fletcher, de 28 anos, que já tem ideia para uma continuação da saga. — Espero que na próxima biografia possamos contar detalhes do nosso primeiro show na Lua ou em Marte — brinca.

Na próxima semana, chega às lojas a autobiografia da boy band britânica The Wanted pela Record. Entre os títulos mais vendidos da história do grupo editorial está “One Direction — a biografia”, escrito por Danny White, que foi lançado em outubro e já vendeu cerca de 60 mil exemplares. “Adele” foi um dos mais bem-sucedidos da Leya, com 15 mil livros vendidos desde o lançamento em janeiro de 2012, ocupando por duas semanas a lista de mais vendidos no Brasil. O detalhe é que as duas são biografias não autorizadas. E nem sempre o sucesso das vendas é encarado com bons olhos pelos artistas envolvidos.

— Tento ficar longe das biografias não autorizadas — diz Danny Jones, de 27 anos, também integrante do McFly, banda protagonista de muitos produtos não oficiais. — Não me importo com o que escrevem sobre mim. Muita coisa não é verdade, e a gente sabe que vão tocar em assuntos delicados. Não quisemos mentir e não houve assuntos proibidos no nosso livro, porque, no fim das contas, nós somos humanos, e não somos perfeitos.

Ao contrário da Inglaterra, país de origem de Newkey-Burden, no Brasil as biografias não autorizadas ainda são proibidas. Mas o desfecho parece estar perto. No início de abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, em caráter conclusivo, a alteração do artigo 20 do Código Civil, que assegura o direito à privacidade, e tem sido usado como argumento de personalidades públicas para suspender a publicação deste tipo de gênero. Caso não haja recurso, a proposta segue para o Senado, liberando a divulgação de informações em biografias mesmo sem autorização. O caso mais conhecido pelos brasileiros é “Roberto Carlos em detalhes” (Planeta), escrita por Paulo César Araújo em 2006 e proibida depois de o cantor entrar na justiça alegando justamente a invasão de privacidade. O episódio foi lembrado pelo britânico, que revelou sua estratégia para ser aceito pelos artistas.

— Nunca escrevi sobre alguém que já tenha demonstrado falta de vontade de ter sua história contada, como aconteceu com o Roberto Carlos aí no Brasil. Só escrevo sobre pessoas de que eu gosto, com perspectiva positiva. Costumo procurar os artistas, suas famílias e amigos para darem depoimentos. Em alguns casos, como aconteceu com Simon Cowell (“Simon Cowell: The Unauthorized Biography”), eles leem e até adicionam informações. Mesmo que seja contra a vontade do artista e o que está escrito não seja justo, ainda assim, abiografia aqui (Inglaterra) é comercializada. Na biografia sobre Amy Winehouse, retratei a relação dela com as drogas, mas essas notícias estavam todos os dias nos jornais e todos sabiam detalhes dessas histórias.

Garrincha, sim. Justin Bieber, não

Ruy Castro é autor da biografia “Estrela solitária – Um brasileiro chamado Garrincha” (Companhia das Letras), que enfrentou entraves judiciais para continuar em circulação – e a editora ainda precisou pagar uma indenização à família do jogador. O escritor, que também é responsável por títulos como “O Anjo Pornográfico – A Vida de Nelson Rodrigues” (Companhia das Letras), não considera que a vertente teen seja uma vilã.

— Sempre houve livros oportunistas e sérios. Pode ser uma boa forma de introduzir os leitores muito jovens neste universo. Quem compra esses livros são as mesmas pessoas que ouvem seus discos. Um dia, crescerão. Espera-se — diz o escritor, aproveitando para opinar sobre a possível mudança nas regras sobre biografias não autorizadas. — Se a lei for mudada e acabar essa censura, todo mundo sairá ganhando: biógrafos, editores e, principalmente, os leitores.

Já que não é contrário às biografias de jovens artistas, será que Ruy Castro aceitaria um desses projetos?

— Está brincando? Ainda não estou completamente familiarizado nem com o Donga e o João da Baiana, e você quer que eu biografe o não-sei-o-quê Bieber? — arremata.

Pattie Mallette revela que Jeremy estava preso no dia que Justin Bieber nasceu

1

Imagem Google

Lucy Santos, no Bieber Mania

Justin Bieber é um dos protagonistas da biografia de sua mãe, Pattie Mallette, “Nowhere But Up”. O livro que conta a história de superação de Pattie traz também relatos sobre a própria vida e infância de Justin. Pattie revelou que Justin teve dificuldade para ler o livro e saber em detalhes muitas das dificuldades que sua mãe passou, antes de ele nascer. Pattie disse, “Eu sei que foi muito difícil para ele, ler o livro. Eu sei que ele sofreu muitas vezes na leitura de alguns dos capítulos e eu não posso culpá-lo. ”

Após a revelação de que ela havia sido abusada sexualmente, Pattie explica que ela fez uso de vários métodos destrutivos, incluindo o álcool, drogas e sexo, para esquecer o que aconteceu , “Eu comecei a andar com um grupo errado, de meninas, roubar era a nossa emoção mais barata .” Aos 14 anos, ela já bebia e fumava maconha. Aos 16 anos, ela saiu de casa para morar com três homens e na época já usava cocaína e LSD.

Aos 17 anos, Pattie teve uma relação instável com Jeremy Bieber, um jovem com problemas de auto-controle e alcoolismo. Naquela época, Pattie tentou cometer suicídio , mas recebeu cuidados do departamento de saúde mental e, alguns meses depois engravidou de Justin, “Fui aconselhada a fazer um aborto, mas eu não podia. Parece muito estranho, mas eu acho que Justin foi criado para trazer alegria.”

Justin nasceu em 1° de março de 1994, na época, Jeremy não foi capaz de suprir as necessidades da criança, no dia que Pattie entrou em trabalho de parto, Jeremy estava preso na cadeia do condado depois de participar de uma briga. Ao descobrir que ele estava traindo-a, Pattie terminou o relacionamento com Jeremy, mas o convidou para visitar seu filho, “Quaisquer que fossem as diferenças que tínhamos, estávamos determinados à não colocar nosso filho no meio destas disputas”. Jeremy deu algumas das primeiras aulas de violão para Justin e ao longo de seu crescimento, pai e filho sempre tiveram um ótimo relacionamento.

Justin passou a sua infância em um pequeno apartamento alugado, onde sua mãe usava armadilhas para pegar os ratos que tinham na casa, “Justin diz que ele nunca soube que éramos pobres, porque nós simplesmente não queríamos saber disso.” Justin era uma criança feliz e mostrava habilidades incomuns na música e nos esportes, “Com cerca de dois anos de idade, ele conseguia tocar bateria de verdade. As pessoas começaram a pedir autógrafos quando ele tinha seis anos. Eu brincava e dizia: “Você vai chegar longe.”

Depois que Scooter Braun o descobriu no YouTube, em 2008, Justin e Pattie se mudaram para Atlanta, onde Braun os acomodou em um prédio de três andares, pagando o aluguel e comida deles.

Mesmo com a fama, Pattie continuou a ser uma mãe rigorosa e agora que Justin tem 18 anos e é mais independente, ele claramente aprecia os conselhos de sua mãe. No prefácio do livro de Pattie, Justin escreveu, “Minha mãe é a mulher mais forte que eu já conheci. Eu sempre soube disso, mas este livro me ajudou a lembrar de como é ser forte. Ela tem um grande coração. “

Aos 18 anos, Justin Bieber lança nova biografia

3


Publicado originalmente na Visto Livre

Ignorando sua pouca idade, o ídolo teen Justin Bieber acabou de lançar sua segunda autobiografia. Com 18 anos, ele está divulgado “Just Getting Started” pelos EUA. O livro ainda não foi traduzido para o português, mas enfatiza passagens notórias da vida do astro, como o boato que circulou a internet de que ele seria pai. A publicação aborda também brigas de Justin com paparazzi.

Como não poderia deixar de ser, a mãe do cantor, Pattie Mallette também lançara sua autobiografia. “Nowhere But Up”, também sem tradução, aborda o esforço que a moça fez para criar Justin, que escreve o prólogo do livro.

A primeira biografia escrita pelo garoto, lançada no Brasil em 2011 com o título de Primeiros Passos Para a Eternidade: Minha História. Nesse, o astro conta sobre sua caminhada até à fama e revela detalhes sobre os bastidores de seus shows.

Go to Top