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Amazon rebate João Doria e disponibiliza livros de graça. Até os rivais entraram na “briga”

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Nilton Kleina, no TecMundo

Título original: Briga entre João Doria e Amazon rende eBook grátis e doações de rivais

Ainda está longe de terminar a polêmica entre o prefeito de São Paulo, Joao Doria, e a filial brasileira da Amazon. Depois do polêmico comercial em que a empresa critica a limpeza de grafites e pichações na capital paulista (e da resposta do próprio político), a própria loja e até a concorrência está repercutindo o fato.

A Amazon.com.br topou o “desafio” lançado pelo prefeito de mostrar que está mesmo preocupada com São Paulo. Em um novo vídeo, a companhia anuncia o download de um livro digital gratuito em uma seleção bem variada com mais de 30 títulos. Para acessá-la, é só clicar aqui e fazer o login para confirmar o download sem custos.

Além disso, ela prometeu doar “centenas de dispositivos Kindle para instituições que promovem cultura e educação”, pedindo para os fãs “ficarem ligados” em novidades, possivelmente com a divulgação dos locais agraciados com os eReaders.

Rivais aproveitam para ajudar a cidade

Sofrendo muitas críticas, a Amazon foi rápida em responder à polêmica e ao desafio de Doria. Porém, mais velozes ainda foram as concorrentes: alguns e-commerces brasileiros largaram antes, entraram na briga e anunciaram ações sociais similares para mostrar serviço.

A KaBuM!, por exemplo, foi a primeira do varejo a anunciar que vai doar computadores e tablets para uso em escolas e instituições do município.

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Já a Saraiva também demonstrou interesse em “ajudar a incentivar a leitura” e realizar ações sociais que complementem as que já existem sob os cuidados da empresa, como o Instituto Jorge Saraiva.

Kindle provoca João Doria em primeiro filme no Brasil

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Kindle: Ooargumento do filme, chamado “Movidos por histórias”, é o seguinte: “Pintaram os muros de cinza? A gente cobriu o cinza de histórias” (Youtube/Reprodução)

Kindle: O argumento do filme, chamado “Movidos por histórias”, é o seguinte: “Pintaram os muros de cinza? A gente cobriu o cinza de histórias” (Youtube/Reprodução)

 

Na 1ª campanha para promover a marca no país, a Amazon utilizou projeção visual para reproduzir trechos de livros nos muros pintados de cinza pelo prefeito

Publicado na Exame

Ninguém pode negar o poder midiático do atual prefeito de São Paulo, João Doria.

Reflexo desta popularidade e das discussões ao redor de algumas de suas principais medidas a frente da gestão da cidade, é natural que sua figura ou suas ações invadam as mais improváveis esferas, incluindo a propaganda.

Se em janeiro o Habib’s brincou com o cinza da cidade e a luta do “gestor” contra os pichadores, agora é a vez da Kindle dar novas cores ao assunto.

Na primeira campanha para promover a marca no Brasil, a Amazon resolveu utilizar projeção visual para reproduzir trechos de livros nos muros pintados de cinza pela atual prefeitura.

O argumento do filme, chamado “Movidos por histórias”, é o seguinte: “Pintaram os muros de cinza? A gente cobriu o cinza de histórias”.

O trabalho de comunicação estreou hoje sua veiculação nas redes sociais, sites e portais brasileiros.

Confira:

Prêmio Jabuti terá categoria decidida por voto popular

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O troféu Jabuti - Gabriel Colombara / Divulgação

O troféu Jabuti – Gabriel Colombara / Divulgação

 

Após anúncio de finalistas nesta sexta-feira, leitores poderão votar em site

Publicado em O Globo

SÃO PAULO – A Câmara Brasileira do Livro acaba de anunciar que, a partir deste ano, os finalistas do Prêmio Jabuti nas categorias romance, contos e crônicas e poesia concorrerão a um prêmio do público, o Prêmio Jabuti Escolha do Leitor. A iniciativa é uma parceria com a Amazon, que participará da iniciativa oferecendo a plataforma para a votação popular.

Após o anúncio dos finalistas nesta sexta-feira, os leitores poderão acessar o site www.amazon.com.br/premiojabuti (o endereço só será habilitado após a divulgação dos concorrentes), baixar amostras gratuitas dos livros e deixar uma avaliação —não há necessidade de comprar as versões eletrônicas das obras. Os melhores avaliados receberão o prêmio do público, que será anunciado junto com os títulos vencedores.

Na sexta-feira, será realizada a apuração da primeira fase do Jabuti 2016, com a escolha dos dez finalistas em cada uma das 27 categorias do prêmio. Os vencedores serão anunciados no dia 24 de novembro.

As obras vencedoras em cada uma das categorias receberão, além do Jabuti dourado, R$ 3,5 mil. Os Livros do Ano (ficção e não ficção) ganham R$ 35 mil. Já os primeiros colocados nas categorias do Prêmio Jabuti Escolha do Leitor levarão para casa a estatueta e um Kindle.

 

Ler livros físicos em vez dos digitais deixa a pessoa mais bonita, revela estudo

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O livros físicos estavam sob ameaças desde que surgiram os leitores virtuais, como o Kindle. Mas alguns cientistas comprovaram que o reinado do livro tradicional pode durar muito mais tempo!

Amanda Conte, no SOS Solteiros

O site MIC publicou recentemente um artigo, mostrando que livros podem te ajudar a melhorar a memória, concentração e, o melhor de tudo, te deixar fisicamente mais atraente.

Não acredita? Então se liga só.

1. Memória

De acordo com estudo publicado no International Journal of Educational Research, as pessoas que leem o livro físico lembram-se mais do conteúdo que aqueles que usam livros virtuais, em leitores como o Kindle.

Segundo o estudo “A evolução da leitura na era da digitalização“, da pesquisadora Anne Mangen, da Universidade de Stavanger, na Noruega, o Kindle não traz a sensação ao leitor de reconstruir a história mentalmente, como um livro físico faz.

“A sensação de passar as páginas apoia os sentidos tático e visual, trazendo a sensação de progresso na história quando você está lendo”, declara a pesquisadora.

- Leitura no Kindle

– Leitura no Kindle

 

2. Concentração

Já para a concentração, os livros virtuais podem ter reduzido nossa capacidade de compreensão dos textos.

A pesquisa realizada pela Dra. Naomi Baron, diretora executiva do Centro de Ensino da Universidade Americana , com 400 estudantes com idades entre 18 e 26 anos nos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Índia e Eslováquia os resultados foram reveladores.

Entre 92% e 94%, dos entrevistados disseram se concentrar melhor quando leem algum texto em papel e que comprariam mais livros físicos, se a diferença de preço dos ebooks não fossem tão grandes.

Dra. Baron diz ainda em seu estudo que livros digitais podem aumentar a distração durante a leitura e dificultar a absorção das informações.

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3. Beleza

Um estudo, publicado no site Plos One, comprova que aqueles que leem o livro em papel são mais compreensíveis e sensíveis do que aqueles que usam um aparelho digital, e sabemos que compreensão e sensibilidade podem ser mais atraentes que um olhar 43.

O que chama mais atenção: alguém lendo no celular/tablet/Kindle ou um livro? Pois é, uma outra prova é o Instagram Hot Dudes Reading, que posta fotos de homens lendo em lugares públicos, como metrô e pontos de ônibus. Quem nunca ficou curioso pra saber o título do livro daquela paixão-de-ônibus?

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Mesmo que o livro físico ocupe mais espaço e pese um pouco mais do que um gadget, concluímos que ainda não é hora de deixá-los. Além do mais, quem não quer uma memória mais aguçada, um concentração plena e um charme intelectual?

Bom, pelo menos o cheirinho de livro novo é sempre bem vindo!

Sem receber nada, aposentada resenha 1.348 livros de loja on-line em mil dias

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A aposentada Leila de Carvalho e Gonçalves na livraria Saraiva do Shopping Jundiaí, em companhia de seu Kindle

A aposentada Leila de Carvalho e Gonçalves na livraria Saraiva do Shopping Jundiaí, em companhia de seu Kindle

 

Rodolfo Viana, na Folha de S.Paulo

Em 4 de fevereiro de 2013, Leila de Carvalho e Gonçalves sentou-se diante do computador para escrever sua primeira avaliação de livro na Amazon brasileira. Deu cinco estrelas para “O Assassinato de Roger Ackroyd”, de Agatha Christie.

Mil dias depois, completos no dia 31 de outubro, a aposentada de 57 anos está no topo dos avaliadores do site brasileiro da empresa de varejo on-line, com 1.348 críticas —todas escritas sem pagamento envolvido.

A saga de Leila começou no natal de 2012, quando ganhou um Kindle. Achou que não se adaptaria à plataforma de leitura —receio natural para alguém que, à época, tinha cerca de 5.000 livros físicos em sua biblioteca particular.

O temor não durou e, após dois meses, Leila avaliou a primeira obra. Nunca mais parou.

Uma tragédia levou a paulista a ter tempo livre para manter o hobby. Aos 43, ela descobriu que tinha colangite esclerosante primária –uma doença genética no fígado. Cinco anos depois, fez transplante e foi aposentada por invalidez.

Na época, ela cuidava de empresas da família em Jundiaí (SP). Sem poder trabalhar, passou a se dedicar à literatura.

Hoje, segue uma rotina rígida para dar conta de leituras e críticas. Acorda por volta das 6h, toma café da manhã e sai para caminhar. De volta, começa a ler e segue até a hora do almoço. Descansa até às 14h e retoma a leitura até o anoitecer. “Leio de seis a oito horas por dia. É como se fosse um trabalho”, diz.

Entre uma leitura e outra, arruma espaço na agenda para comentar –tempo que pode se arrastar por horas ou dias. “Não consigo fazer um comentário em menos de meio dia”, afirma. “Além da leitura do livro, preciso refletir e pesquisar para comentar.”

A avaliação de ‘Graça Infinita’, de David Foster Wallace, custou a Leila três dias. “‘Lolita’ [de Vladimir Nabokov] também é um livro difícil”, diz. “É um história tão dúbia quanto ‘Dom Casmurro’, de Machado de Assis.”

Quando uma avaliação toma muito tempo, ela publica o comentário de um conto ou outra leitura mais ágil “para fazer volume”. Também costuma resenhar diferentes edições de um mesmo título.

A maioria das avaliações leva mais de quatro estrelas e palavras elogiosas. Leila explica que, quando encontra um livro realmente ruim, prefere não avaliar. Isso não significa falta de critério no julgamento, mas sua maneira de fomentar a leitura.

“Tento evidenciar os aspectos positivos para não desestimular os leitores”, diz. “Num país com tão pouca gente lendo, com tão poucos interessados em livros, você escrever ‘horroroso’ na avaliação não contribui em nada.”

Do lado da Amazon, as avaliações dos críticos amadores têm grande importância. É o que afirma Daniel Mazini, gerente-geral de livros físicos da filial brasileira. “O sistema automaticamente coloca peso maior em títulos com boas avaliações, que começam a aparecer mais em recomendações”, diz. “E com as negativas, conseguimos descobrir algo de errado nos livros.”

Sem citar o nome da obra, ele comenta o caso de um box em que um dos livros estava repetido. “A editora não percebeu o erro e os clientes começaram a dar pouca estrela. Descobrimos a falha e tiramos o box da venda.”

Apesar da generosidade de Leila, há momentos em que ela economiza nas estrelas. Como na crítica feita a uma “edição abominável de ‘A Última Ceia do Doutor Fausto’ [de 1876, do escritor português Alberto Pimentel] que, talvez pela raridade, possa interessar a alguém, mas sem qualquer qualidade gráfica.”

Na capa desse volume, nota-se que “última” está sem acento agudo. Leila deu apenas uma estrela.

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