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Posts tagged lançamento de livro

Livro segue minha própria lógica, diz Tico Santa Cruz sobre ‘Pólvora’

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Músico lançará o livro em Araxá, no projeto Sempre Um Papo.
Artista revelou: “Seria lindo se Pólvora se tornasse filme”.

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Publicado no G1

“Eu sou fora dos padrões. O livro segue minha própria lógica”. Foi assim que o músico e escritor, Tico Santa Cruz, definiu o romance policial “Pólvora”. O artista está em Araxá, onde participa do projeto Sempre um Papo, nesta terça-feira (7), às 19h30, no Teatro Municipal. A entrada é gratuita.

Ele falará sobre carreira literária e do livro que se tornou um sucesso na internet, com mais de 100 mil downloads.

Pólvora surgiu a partir de crônicas publicadas no blog do cantor em 2011. Três anos depois, ganhou edição impressa. Por gostar do gênero policial, Tico contou que a história foi surgindo de forma natural, a partir das vivências dele.

De acordo com o cantor, a saga pode ser classificada como “policial, psicótica, suja, politicamente incorreta e sem compromisso algum com qualquer tipo de estética literária”. Na primeira incursão no mundo da ficção, o autor transborda excitação e apresenta um misto de loucura e fantasia urbana por meio de personagens, fazendo com que a trama da linda, provocante e misteriosa Lorena, deixe um rastro de morte por onde passa. O livro é ainda, uma crítica contundente e caricata ao sistema político, social e econômico brasileiro.

Apesar do gosto pela escrita, o cantor disse que a ideia inicial era apenas a produção de crônicas e que ‘Pólvora’ se materializou ao longo dos anos. “Comecei esse livro fazendo apenas uma crônica no meu blog. Depois virou uma novela e então fui desenvolvendo, mas nunca com a intenção de ser um livro. Ele se materializou muitos anos depois nesse formato. Gosto muito do gênero policial, então foi naturalmente sendo conduzido de tal forma”, comentou.

Em relação aos personagens, Tico contou que não há um que se refere a ele, porém as vivências do artista se refletem na trama. “Todos os personagens partiram de fantasias, vivências, experiências que já tive ou que vi em filmes, livros ou conversas com amigos e pessoas próximas. Não é um livro biográfico, mas tem traços de questões particulares e visões minhas nele, sem dúvida”, contou.

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Já a inspiração para a história veio através de filmes, especialmente os de QuentinTarantino e autores como Mario Prata, Patrícia Mello, Bukoswisk, entre outros. Segundo ele, levar a obra para as telas, seria a realização de um sonho. “Seria lindo se Pólvora se tornasse um filme. Pretendo lançar muitos livros, inclusive uma continuação deste”, revelou.

Tico é escritor, cantor, compositor, alimenta um blog e também é presente nas redes sociais, com quase de 1,5 milhão de seguidores. E o tempo para fazer tanta coisa? Ele resume. “Faço o que gosto, então ao que me dedico, é por amor”, afirmou.

Responsável por vídeos polêmicos e por expor ideais, Tico diz que as redes sociais é uma forma de sugerir pensamentos e debates. “Acredito que é propor ideias e pensamentos num ângulo e com um olhar diferente. Não prego verdades, eu proponho que pensemos sobre elas apenas e isso é um papel que sempre fiz na minha vida. Se hoje é potencializado por conta da notoriedade da minha personalidade ou do meu trabalho, acho mais válido ainda usar os espaços que cabem a mim, sem interferência de terceiros”, comentou.

Somos todos canalhas? Livro escrito por WhatsApp busca a resposta

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Os autores Clóvis Barros Filho e Júlio Pompeu dialogam sobre questões filosóficas e a busca de valores pela sociedade

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Publicado em Revista Galileu

Um mês e meio de mensagens de voz pelo WhatsApp entre os filósofos Clóvis Barros Filho e Júlio Pompeu foram o suficiente para compilar ideias para um livro.

Clóvis mora em São Paulo e Júlio mora em Vitória e essa foi a forma mais fácil que eles encontraram para dialogar – o resultafo foi o livro Somos Todos Canalhas: filosofia para uma sociedade em buscas de valores (Leya, R$ 23,90).

publicação conta com diálogos dos dois autores do início ao fim. Começando com os filósofos gregos até chegar nos dias atuais, de fidelidade e tolerância, discutindo os conceitos filosóficos de valor, belo, justo e sagrado. O título comercial chama atenção pela afirmação, mas Clóvis conta que o nome do livro deveria ser seguido por um ponto de interrogação: somos todos canalhas?

“O ‘canalha’ é o atributo de uma conduta, não de uma pessoa – como se poderia imaginar. Até por que para afirmar que alguém é canalha, precisaria que esse alguém agisse ‘canalhamente’ 100% do tempo, o que é muito pouco provável”, explica Barros Filho. “É completamente absurdo pensar que alguém seja canalha o tempo todo. O título é por conta da editora”.

Logo na introdução os autores tratam de elucidar que, apesar do título, o livro não pertence a editoria de auto-ajuda e sim de filosofia.

‘Nem conclusão nem considerações finais”

As conversas entre os autores não são conclusivas, mas reflexivas, já que não trazem uma resposta final sobre a nossa ‘canalhice’. De fato, não somos canalhas o tempo todo, mas em algum momento de escolhas certamente já agimos de forma canalha.

“Todo homem delibera sobre sua trajetória pessoal. Projeta situações desejadas, decide sobre meios adequados, descarta outros e age. Intervém no mundo transformando-o ininterruptamente”, afirma um trecho da última parte do livro.

“Sendo a canalhice o atributo de uma conduta, essa pergunta [somos todos canalhas?] é improcedente. Mas se a pergunta for ‘agirmos todos de forma canalha?’ Eu diria sim, agimos todos de forma canalha em algum momento. Porque em nosso cotidiano tomamos decisões a fim de garantir conforto pessoal, atrapalhando a convivência com o próximo”, afirma Barros Filho.

Brasileira conta em livro como viajou três meses pela Europa sem dinheiro

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Sem levar dinheiro ou cartões, artista plástica conheceu 14 países.
Ela pegou carona e se hospedou na casa de desconhecidos.

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Publicado no G1

A brasileira Aline Campbell, que viajou três meses pela Europa sem gastar nem um centavo, reuniu suas aventuras de viagem em um livro.

Natural do Rio de Janeiro, Aline, de 26 anos, embarcou em 2013 em um avião sem levar nada de dinheiro – nem um cartão de crédito para emergências. Fora o gasto prévio com as passagens aéreas de ida e volta, ela não desembolsou nada com transporte, hospedagem ou comida.

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Dependendo apenas da ajuda de desconhecidos para dormir, comer e se locomover, a artista plástica carioca conheceu 30 cidades em 14 países durante 92 dias. A ideia, explicou, era mostrar que é possível confiar na bondade das pessoas.

O livro é uma adaptação de seu diário de viagem, que foi escrito ao longo do caminho. Com o título de “Portas Abertas: Três meses na Europa sem um centavo no bolso”, a publicação independente teve metade dos custos financiados por uma campanha de crowdfunding (financiamento coletivo) na internet.

É possível baixar gratuitamente a versão online ou comprar o livro impresso diretamente com a autora por R$ 35, já incluído o frete.

Vida leve

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Aline diz que quer que o livro inspire outras pessoas a irem atrás de seus desejos e mostrar que “o mundo não é tão ruim ou perigoso com pensamos”. “Quero levar adiante a ideia de que positividade atrai positividade, de que quando respeitamos as diferenças, confiando em um mundo melhor, conseguimos levar uma vida mais leve, sincera e feliz”, afirma.

Ao revisar seu diário para o livro, a carioca pôde reviver as situações que viveu na viagem. Uma das mais marcantes foi sua ida de Londres até a Sérvia, um país que ela “nem sabia localizar no mapa”. “Só me dei conta da distância depois do terceiro dia dirigindo sem parar. Chegando lá, ainda fui acolhida por uma família na montanha, numa cidadezinha de interior, onde vivi experiências únicas e até mesmo um romance”, conta.

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Depois do tour pela Europa, Aline já rodou o Brasil de carona acompanhada por seu cachorro, Saga, e diz que planeja uma futura viagem a pé. “Estou sempre viajando. Gosto muito de pegar a estrada, conhecer pessoas e compartilhar momentos”, completa.

Livro conta como Seu Jorge saiu da favela e se tornou homem de negócios

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Dono dos hits “Burguesinha” e “Amiga da Minha Mulher”, o fluminense se prepara para lançar o segundo volume de “Músicas para Churrasco”

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Publicado no Diário Catarinense

A história de Seu Jorge daria um filme. Por enquanto, rendeu o livro Seu Jorge – A Inteligência É Fundamental, com a trajetória do artista que saiu da Baixada Fluminense, chegou a morar na rua e hoje brilha na música e no cinema. Segundo o autor, o jornalista e produtor musical Leonardo Rivera, é mais um tributo do que uma biografia.

— A intenção era registrar, não polemizar — esclarece.

Nas 176 páginas da obra publicada pela MPM Editora não há lugar para conflitos ou divergências. A maioria dos acontecimentos aparece narrada pelo próprio Seu Jorge, em entrevistas extraídas principalmente do programa Roda Viva e das revistas Playboy e Bravo. Até por isso, por privilegiar a “versão oficial”, Rivera não precisou pedir autorização a ele para tocar o projeto adiante. Simplesmente o informou logo no início do trabalho, em 2008, durante um show no Circo Voador, no Rio de Janeiro.

A relação entre os dois remonta a 1997, quando o futuro biógrafo trabalhava no departamento artístico da gravadora PolyGram (atual Universal) e o biografado despontava à frente do Farofa Carioca. Rivera adorou a mistura de samba, funk, rap, reggae e pop do grupo e indicou sua contratação.

— Além do talento, eu via no olhar dele uma vontade de ir longe — lembra.

Apesar da badalação da mídia do Rio de Janeiro, o disco da banda, Moro no Brasil (1998) – de cuja faixa-título saiu o verso que batiza o livro –, não decolou. Mas a previsão de que Seu Jorge não pararia por ali o produtor acertou: o músico estrearia na carreira solo em 2001 com o álbum Samba Esporte Fino e, no ano seguinte, faria um sucesso tremendo encarnando Mané Galinha no filme Cidade de Deus.

Como o personagem que interpretou, também teve a casa invadida por bandidos e um irmão assassinado. Na época, ele era apenas Jorge Mário da Silva, tinha 20 anos e via no violão que estava começando a dedilhar uma maneira de deixar a favela Gogó da Ema, em Belford Roxo (RJ). Mané Galinha bandeou-se para o crime atrás de vingança. Seu Jorge, assim apelidado por Marcelo Yuka, então baterista d’O Rappa, mergulhou na arte para contrariar o destino.

Com o reconhecimento como ator, surgiram outros papéis aqui e em Hollywood. É de Los Angeles, para onde se mudou em 2013 com a mulher e duas filhas, que Seu Jorge analisa propostas para filmes, grava discos e cuida dos negócios.

— O que mais me surpreendeu na pesquisa para o livro foi o interesse dele pelo mercado financeiro — revela Rivera.

Em um dos depoimentos selecionados, Seu Jorge diz ser “viciado” nos programas Conta Corrente e Globo News Indicadores e que vê na economia um instrumento vital para decidir seus próximos passos. No momento, ele finaliza o segundo volume do disco Músicas para Churrasco, com lançamento previsto para este ano. E administra, com dois sócios, a cervejaria Karavelle e dois bares temáticos da marca em São Paulo.
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Jornalista reúne 20 anos de trabalho e lança o livro ‘Viva La Brasa’

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É um livro para divertir e questionar algumas coisas’, diz autor.
Publicação reúne textos, charges e fotografias.

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Marina Fontenele, no G1

O jornalista sergipano Adolfo Sá, 39 anos, ajusta os últimos detalhes do seu primeiro livro, o ‘Viva La Brasa’, que será lançado às 21h da sexta-feira (23) na Caverna do Jimilennon Rockbar, localizada na Rua Lagarto, 1140, no Centro de Aracaju.

A publicação independente reúne 20 anos de textos entre reportagens, crônicas e entrevistas, além de trabalhos gráficos em charges e no estilo fanzine, recortes que se assemelham a páginas de revista. O livro tem o mesmo nome do blog lançado no início dos anos 2000 e a diagramação tem influência de um outro trabalho do autor, o ‘Cabrunco Zine’.

“Foram dois anos organizando o conteúdo do livro. Tem muita irreverência, juventude, histórias de ‘aprontação’, viagens, festas, teatro, música, cultura e liberdade de expressão. Não é um livro com a pretensão de ser um produto artístico, mas sim para divertir e questionar algumas coisas, é a minha visão de mundo e dos meus amigos que colaboraram com conteúdos da publicação. Tentei dosar para não ser superficial nem pesado”, conta Sá.

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Para o lançamento do livro, seis bandas vão se revezar em shows de 30 minutos cada. Também haverá apresentação de Pole e Chair Dance e a exposição Zines & Prints. O acesso ao bar será gratuito.

Adolfo Sá planeja lançar o ‘Viva La Brasa’ em São Paulo e também no Rio de Janeiro. Além de jornalista e escritor, ele é editor de imagens, foi gerente de programação de um canal de TV pública de Sergipe e dirigiu uma cena do filme ‘A Pelada’, gravado em Sergipe e exibido nos cinemas de todo o país.

O livro tem 280 páginas está sendo vendido antecipadamente pelo site, mas também pode ser adquirido no dia do evento por R$ 39,90.

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