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Posts tagged lançamento

Concurso Cultural Literário (105)

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livrodobem

Este é um livro diferente, porque é sobre alguém muito especial: você. É um espaço para você fazer coisas que vão colocar um sorriso no seu rosto e deixar sua vida mais alegre e feliz. São pequenas e grandes atitudes que vão lembrar você que tudo sempre pode ser melhor e mais divertido se a gente der uma chance, e que cada segundo da vida vale a pena até quando a gente tende a não a acreditar muito.
Este é um livro sobre amor, felicidade e alegria de viver. Mas ele só vai acontecer completamente se você topar embarcar nessa loucura fazendo-o seu de verdade. Cada minuto que você dedicar a estas páginas farão com que este livro se torne mais completo e mais seu. Então vem! E fica aqui um convite: fotografe e publique tudo o que você fizer no seu Livro do Bem nas redes sociais com tag #livrodobem. Porque o que é do BEM merece ser compartilhado!

Em parceria com a fan page Livros & Citações, vamos sortear 4 exemplares de “O livro do bem“, lançamento da Gutenberg.

Para concorrer, use a palavra “livros” para completar a frase “Gente que…”. Se optar participar na área de comentários deste post, por gentileza deixe seu e-mail de contato.  

Aproveite a oportunidade para curtir as páginas dos envolvidos nesta edição:

Participe também na fan page Livros & Citações. Serão sorteados 2 livros aqui no blog e 2 na fan page.

O resultado será divulgado dia 27/11 neste post.

Boa sorte! :-)

***

Parabéns aos ganhadores: Alexander Gomes e Mirian Souza.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Drummond é celebrado em todo o País

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‘Dia D’ tem lançamento de filme produzido pelo Instituto Moreira Salles sobre a vida e a obra do poeta mineiro de Itabira

Guilherme Sobota, no Estadão

Esta sexta-feira, 31, é dia de ser gauche na vida: há 112 anos nascia em Itabira Carlos Drummond de Andrade – e há três o Instituto Moreira Salles (IMS) e outras instituições celebram a data com o “Dia D”, uma série de eventos espalhados por todo o Brasil.

Neste ano, a principal novidade é o lançamento do DVD do longa Vida e Verso de Carlos Drummond de Andrade, com direção de Eucanaã Ferraz e fotografia de Walter Carvalho – o filme é uma produção do IMS, e tem a participação de Joca Reiners Terron, Antonio Cicero, Alberto Martins e Afonso Henriques Neto. De acordo com Eucanaã Ferraz, a ideia surgiu no Dia D de 2013. “Escrevi um espetáculo de teatro intimista para o palco do IMS, com uma cronologia da vida do Drummond e a leitura de poemas, crônicas, trechos de diários e textos críticos, com os mesmos quatro escritores que agora fazem o filme, que é adaptado dessa experiência”, explica.

Drummond é celebrado em todo o País

Drummond é celebrado em todo o País

Nesta sexta, 31, no IMS em São Paulo (Rua Piauí, 844), além da exibição do filme, o professor da USP Alcides Villaça conversa com o público sobre a obra de Drummond, a partir das 18h30 – é preciso confirmar presença pelo telefone (11) 3825-2560. O filme também é exibido das 9h às 22h na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073) – onde, às 21h, no Teatro Eva Herz, há leitura de poemas com Ana Cecília Costa, Daniel Maia, Elias Andreato, Tuna Dwek e convidados, com direção de André Acioli.

Já na Livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509), a professora Ivone Dare vai apresentar uma aula aberta. O evento com exibição do filme começa às 18h.

“A poesia do Drummond é muito atemporal, toda ela é muito atual”, diz Eucanaã, que também é poeta, professor de literatura brasileira na UFRJ e consultor de literatura do IMS. “Alguma Poesia, o primeiro livro dele, de 1930, tem muito frescor, muita vitalidade, a impressão é de que esse livro poderia ter sido publicado neste ano, por um jovem poeta, e as pessoas pensariam ‘que linguagem moderna, ágil, que poeta interessante'”, exemplifica.

Outro aspecto que chama sua atenção na poesia de Drummond é a preocupação com a própria condição. “Ele sempre se pergunta sobre a validade da poesia, o que é ser poeta, pra quem está escrevendo, sempre muito desconfiado do seu campo”. Assim, a poesia de Drummond não se fixa em certezas, está sempre em dúvida, livre das contingências de tempo e espaço, explica. “É o que os clássicos conseguem.”

Veja o trailer de Vida e Verso de Carlos Drummond de Andrade:

Obra de Julio Cortázar não só resistiu ao tempo como é urgentíssima

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Julio Cortázar com sua gata Franelle,em Paris, em 1967 (Foto: Museo Nacional de Bellas Artes/Xinhua)

Julio Cortázar com sua gata Franelle,em Paris, em 1967 (Foto: Museo Nacional de Bellas Artes/Xinhua)

Ciro Pessoa, na Folha de S.Paulo

Numa tarde de fevereiro de 1947, Lucio Medina foi ao Gran Cine Ópera no centro de Buenos Aires assistir a um filme do cineasta ucraniano Anatole Litvak. O programa anunciava um noticiário, um desenho animado e o filme.

Enquanto esperava pelo começo da projeção, percebeu algo estranho no público que afluía à sala. Eram dezenas de senhoras preponderantemente obesas, que nada tinham a ver com a plateia habitual do cineasta ucraniano e que falavam com excesso de gestos e submetiam suas crianças “a um regime de beliscões e advertências”.

Quando as luzes se apagaram e o pano subiu, Lucio defrontou-se no palco com uma imensa banda feminina e um cartaz onde se lia “BANDA DAS ALPARGATAS”.

Tratava-se de uma banda desastradamente desafinada e que, a cada marcha militar que executava, era saudada pelo público com urros e aplausos intermitentes. Medina teve vontade ao mesmo tempo de rir, xingar todo mundo e ir embora. Mas, fiel ao velho Anatole, esperou a banda se retirar de cena e depois assistiu ao filme.

1956
Mais tarde, ao relatar o ocorrido para o seu amigo Julio Cortázar, confessou ter entendido tudo aquilo como “um momento de realidade que lhe parecera falsa porque era a verdadeira”.

Disse ainda que “parou de sentir-se escandalizado por se ver cercado de elementos que não estavam em seu lugar, porque na própria consciência de um mundo alternativo entendeu que aquela visão podia se prolongar até a rua, ao seu terno azul, ao programa da noite, ao escritório da manhã, ao seu plano de poupança, ao veraneio em março, à sua amiga, à sua maturidade, ao dia da sua morte.”

O relato, parte do conto “A Banda” do livro “Final do Jogo”, o primeiro publicado por Julio Cortázar, em 1956, e reeditado agora pela Civilização Brasileira por ocasião de seu centenário, revela, já em sua primeira manifestação literária, uma das centelhas estéticas mais presentes na obra do escritor argentino: os elementos que não estão em seu lugar e a consequente instalação de um clima de irrealidade e insanidade.

O livro, composto de 18 contos, mostra um escritor bastante virtuoso, mas ainda em busca de uma identidade própria. Arrisca em vários gêneros, do policial “(O Ídolo das Cíclades” e “O Motivo”) ao romântico (“O Rio” e “Final do Jogo”). Mas o que perpassa toda a obra é um tom memorial, de evocação da infância e de uma Buenos Aires que já não existia mais.

1979
“Um Tal Lucas”, publicado originalmente em 1979, ao contrário de “Final do Jogo”, revela um Cortázar que navega de forma madura e homogênea nos temas que o marcaram como um dos maiores escritores de todos os tempos: os atalhos do cotidiano que dão em pequenos abismos repletos de humor e “nonsense”, um surrealismo particular manifestado na forma magistral como confecciona as imagens, e um estilo elegante, rítmico e inteligente.

Em 48 pequenos relatos, microcontos e contos, o livro traz pequenas obras-primas como “Lucas, sua Nova Arte de Fazer Conferências”, em que o personagem, ao fazer uma palestra sobre Honduras e deparar com a mesa que o separa da plateia, divaga sobre esse “obstáculo mais detestável que qualquer outro […] que mais parece um cachalote obsceno.”

Em “Caçador de Crepúsculos” planeja filmar o que chama de crepúsculo definitivo e exibi-lo antes de um longa, com a legenda “Informamos ao público que além do crepúsculo não acontece absolutamente nada e por isto lhe recomendamos agir como se estivesse em casa e fazer o que lhe der na telha”.

Estes dois relançamentos deixam claro que a obra de Cortázar resistiu ao tempo. E mais: que ela se tornou urgentíssima. Que venham mais cem anos do mestre.

Concurso Cultural Literário (102)

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Promoção Guga

Em um relato absolutamente sincero, empolgante e emocionante, Guga revela através de seus sentimentos as passagens mais marcantes de sua vida. Ele descreve as memórias de sua infância e adolescência com o mesmo estilo modesto e divertido que o caracteriza como jogador.

A forte base familiar, a inspiração no pai, a admiração pelo irmão tenista, o apoio irrestrito da mãe, a paixão pelo irmão caçula e a confiança inabalável do treinador são peças fundamentais em sua história, a base que o levou a superar a falta de incentivo, a descrença em si mesmo e os adversários mais temidos de sua época.

Essa jornada sem igual, passando pelos torneios juvenis e profissionais, o tricampeonato de Roland Garros, a chegada ao topo do ranking mundial, entre outras conquistas, é contada a partir da visão única do menino que nasceu para ser campeão e cativou o coração de todos os brasileiros.

Em parceria com o blog Memories of the Angel, vamos sortear 1 exemplar autografado de “Guga – Um brasileiro“, lançamento da Sextante.

Para participar, basta responder quantas vezes e em quais anos Guga foi eleito o melhor jogador da América do Sul?

Envie a resposta para o e-mail [email protected] Respostas na área de comentários serão desconsideradas e apagadas.

Aproveitamos para sugerir que curtam as páginas dos promotores deste concurso:

O resultado será divulgado dia 4/11 neste post.

Participe! 🙂

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E quem leva o livro “Guga – Um brasileiro” autografado é………. Cláudia Rosane Monteiro! \o/

Parabéns! Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Concurso Cultural Literário (99)

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capa mate-me

LEIA UM TRECHO

Decidindo que sua vida deveria chegar ao fim, mas sem coragem de cometer suicídio, uma mulher contrata Soares, um matador de aluguel. Resolve que sua morte acontecerá na bela cidade de Barcelona, e para isso envia ao seu futuro algoz a passagem de avião e o endereço de onde ficará na Espanha. Ele deverá matá-la no prazo de quatro meses, quando for mais conveniente. Junto com o pagamento, manda também uma foto sua, para que ele saiba quem ela é. Mas ela não quer saber como é a aparência de seu matador. O destino, porém, nem sempre cumpre à risca os planos que costumamos traçar para ele.

Numa parceria com o blog Leitora Compulsiva, vamos sortear 4 exemplares de “Mate-me quando quiser“, lançamento da Gutenberg.

Frase comumente atribuída a Shakespeare diz que “o destino embaralha as cartas, mas nós somos os que jogamos”. Você acha possível driblar o destino? Responda na área de comentários em no máximo 4 linhas e você já estará participando.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe e-mail de contato.

Tenha o dobro de chances ao participar também no Leitora Compulsiva. Serão 2 livros em cada blog.

O resultado será divulgado dia 28/10 neste post.

Boa sorte! 🙂

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Parabéns: Ir Daiene FonteneleElaine Pereira =)

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

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