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Sucesso na internet, Caio Fernando Abreu volta com enxurrada de livros

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Rodrigo Casarin, no UOL

O escritor gaúcho Caio Fernando Abreu, em foto de 1991. Paulo Giandalia/Folhapress

O escritor gaúcho Caio Fernando Abreu, em foto de 1991. Paulo Giandalia/Folhapress

“Sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor? Pois se eu me comovia vendo você, pois se eu acordava no meio da noite só pra ver você dormindo, ah meu Deus… como você me dói vezenquando. Eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calado um tempo enorme, olhando você, sem dizer nada, olhando e pensando: meu Deus, mas como você me dói vezenquando!”

O trecho acima faz parte do conto “Harriet”, do livro “O Ovo Apunhalado”, de Caio Fernando Abreu, um dos escritores brasileiros mais citados na internet. Muito mais do que as belas frases compartilhadas em redes sociais, o autor escreveu diversos contos, romances, poemas e peças de teatro, que retornam às livrarias brasileiras em uma enxurrada de publicações –ótima oportunidade para quem deseja conhecer ou se aprofundar na obra do gaúcho, que morreu em 1996, aos 47 anos, por problemas decorrentes da Aids.

No final do ano passado, a editora Nova Fronteira já havia colocado nas prateleiras os títulos “Limite Branco”, “Pequenas Epifanias”, “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso”, “Onde Andará Dulce Veiga?”, “Pedras de Calcutá” e três volumes de “O Essencial de Caio Fernando Abreu”, correspondentes às décadas de 1970, 1980 e 1990. Ainda neste ano, serão editados “Morangos Mofados”, “Teatro Completo” e uma adaptação para quadrinhos inspirada em “Onde Andará Dulce Veiga?”, assinada por Arnaldo Branco e André Freitas.

Outra editora que aposta no autor em 2015 é a L&PM, que relançará “Ovelhas Negras”, “Triângulo das Águas”, “O Ovo Apunhalado” e “Fragmentos”, além de um volume reunindo as últimas três obras de Abreu.

Palavras que falam à alma

A citação que abre este texto foi escolhida por Paula Dip, amiga do escritor e autora de “Para Sempre Teu”, biografia dele –veja abaixo um bilhete que ele escreveu para ela, num momento decisivo para que a amizade acontecesse. Paula aponta Abreu como um dos escritores brasileiros mais importantes dos anos 1970 e 1980. “Eu não o considero somente um clássico apenas porque escrevia bem, amava as palavras e buscava a forma perfeita, mas sim porque sua literatura tocava em questões humanas universais, que falam diretamente à nossa alma. Escrevia principalmente sobre o amor e a falta dele. Dizia que, no fundo, somos todos iguais.”

Bilhete escrito por Caio Fernando Abreu para Paula Dip, em 1979. Reprodução

Bilhete escrito por Caio Fernando Abreu para Paula Dip, em 1979. Reprodução

Bruno Polidoro, que, junto de Cacá Nazario, produziu e roteirizou o documentário “Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes”, sobre Abreu, também fala do dom que os escritor tinha de abordar as questões humanas. “Dentre diversos pontos, o que sempre me tocou na obra do Caio foi a sua contemporaneidade, sua capacidade de refletir sobre nossos sentimentos mais íntimos, de dor, solidão, amor. A obra dele cria uma intimidade com o leitor, como se cada livro fosse escrito para cada um de nós. Em tom confessional, sinto quase como se Caio soubesse o que sinto no momento, e seus textos fossem cartas íntimas para mim.” E acrescenta: “Além disso, a obra, assim como a vida dele, é marcada pelo sentimento de inquietude, numa busca incansável pelo novo, pelo deslocamento, pelos encontros”.

Essa cumplicidade com o leitor e a busca por novas experiências ajudam a explicar por que trechos de suas narrativas têm presença constante em redes sociais, onde Abreu faz sucesso dentre pessoas que, em muitos casos, sequer eram nascidas quando o autor morreu. “As questões levantadas [por Abreu] são contemporâneas, permanecendo diretamente ligadas às questões da vida atual”, diz Polidoro. Já Paula encara a leitura da obra do escritor como “um mergulho surpreendente. Ele fala das nossas emoções mais fundas, faz o retrato de uma época, tem um texto impecável, de uma entrega única. É apaixonante”.

Representante de uma geração

Paula lembra que jamais viu alguém praticar tanto a escrita como Abreu, seja na profissão de jornalista –que detestava, mas servia para garantir o sustento–, seja fazendo literatura. Para tal, aproveitava-se do que estivesse à mão, fosse a máquina de datilografar, fosse um guardanapo qualquer. Também gostava de escrever em seu diário e de enviar cartas aos amigos e à família praticamente todos os dias –que também já renderam livro. “Nunca vi ninguém tão comprometido e apaixonado pela palavra escrita”, rememora a biógrafa.

Pessoalmente, a amiga lembra que Abreu tinha um humor que oscilava entre o divertido e o extremamente triste, beirando uma “depressão quase profissional”. Segundo ela, o escritor também sabia cativar as pessoas e cultivar amizades, mas, por outro lado, era “eficiente” em arranjar inimigos. “[Ele] dizia tudo o que pensava e quando queria, sabia ser crítico, demolidor”, conta. Paula também se recorda de que o amigo apreciava observar as pessoas nas ruas, a arquitetura das cidades e sair à noite. Vivia com problemas financeiros, pois gastava o que ganhava com viagens, jantares, presentes e flores. “[Caio] cortejava as amigas e os amigos com um carinho ímpar. E era muito ciumento”, diz Paula. De todos esses altos e baixos, o autor tirava as histórias presentes em sua obra.

Caio Fernando Abreu e a amiga Paula Dip, em foto tirada em 1982. Arquivo pessoal

Caio Fernando Abreu e a amiga Paula Dip, em foto tirada em 1982. Arquivo pessoal

Títulos de Abreu já foram traduzidos para os idiomas inglês, espanhol, francês, holandês, italiano e alemão. “Morangos Mofados”, reunião de contos lançada em 1982, tornou-se seu livro mais vendido e reeditado –e é apontado como um dos favoritos tanto de Paula quanto de Polidoro, que o destaca “pela força de uma época, pela transgressão, pelo grito que pulsa em cada uma das páginas”.

Apesar das dezenas de livros publicados, provavelmente a obra de Abreu não está encerrada. A biógrafa conta que, ao morrer, o escritor deixou ao menos meia dúzia de títulos inacabados e alguns projetos em seus diários que ainda não chegaram ao público, além de poemas inéditos. Paula aposta que o amigo “será cada vez mais reconhecido. Ele sempre esteve à frente do seu tempo. Foi um ‘popstar’, é o principal representante da literatura urbana dos tempos do ‘sex, drugs and rock and roll’. As novas gerações o adoram”.

Outra citação

Se as novas gerações o adoram, voltemos às citações. Paula salienta que nem todos os textos atribuídos ao autor que circulam na internet são realmente dele, mas destaca que Abreu era “tão preciso em seus escritos que suas citações são quase aforismos, pura filosofia”. Também entende que ler apenas trechos isolados é muito pouco para conhecer o escritor, recomendando que as pessoas busquem os textos de onde os trechos citados foram retirados, até para que possam contextualizá-los nos originais e entendê-los com o sentido proposto.

Em todo caso, fica aqui mais uma citação de Abreu, esta escolhida por Polidoro, que a retirou do conto “Natureza Viva”, presente em “Morangos Mofados”: “Sabes de tudo sobre esse possível amargo futuro, sabes também que já não poderias voltar atrás, que estás inteiramente subjugado e as tuas palavras, sejam quais forem, não serão jamais sábias o suficiente para determinar que essa porta a ser aberta agora, logo após teres dito tudo, te conduza ao céu ou ao inferno. Mas sabes principalmente, com uma certa misericórdia doce por ti, por todos, que tudo passará um dia, quem sabe tão de repente quanto veio, ou lentamente, não importa. Por trás de todos os artifícios, só não saberás nunca que nesse exato momento tens a beleza insuportável da coisa inteiramente viva. Como um trapezista que só repara na ausência da rede após o salto lançado, acendes o abajur no canto da sala depois de apagar a luz mais forte no alto. E finalmente começas a falar.”

O que levar para ler nas férias?

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No Dia do Leitor, uma lista de livros sugeridas pela equipe do Segundo Caderno

O livro 'Uma escuridão bonita', do angolano Ondjaki, é uma das sugestões de eleituras para as férias - Divulgação

O livro ‘Uma escuridão bonita’, do angolano Ondjaki, é uma das sugestões de eleituras para as férias – Divulgação

Mariana Filgueiras e Maurício Meireles em O Globo

RIO — Dia 7 de janeiro é o dia de celebração da Cabanagem, a revolta popular do Pará que em 1789 exigia a autonomia da província brasileira; é o dia em que, em 1890, foi decretada a separação entre a Igreja e o Estado no Brasil; é o dia do aniversário do cantor e compositor Luís Melodia e, mais do que importante para saber tudo isso, é o Dia Nacional do Leitor. Para celebrar a data, os repórteres Mariana Filgueiras e Maurício Meireles sugerem uma lista de leitura para as férias com alguns de seus livros prediletos. Obras de ontem e de hoje, lançamentos ou clássicos, romanções ou quadrinhos, que tenham aquele apelo inevitável das férias, do verão — o livro que não pesa na bolsa de praia e que é muito melhor se lido ao ar livre. Confira:

1. “A vida descalço”, Alan Pauls (Cosac Naify)

As lembranças das férias de infância do autor argentino em Cabo Polônio, praia uruguaia. Um livro perfeito para se ler na praia, apesar de a edição ser de luxo — dá uma certa pena de enfiá-lo numa bolsa cheia de protetor solar, farelo de biscoito e areia. Mas o risco vale a pena. Principalmente quando o autor descreve as espécies de sonhos que temos quando estamos na praia, e só nela e as conclusões que também só temos ali, pés fincados na areia quente.

2. “Pavões misteriosos, 1973-1984: A explosão da música pop no Brasil”, André Barcinski (Ed. Três estrelas)

Verão combina com música pop, texto solar e revelações inesperadas. Impossível não levantar da rede e partilhar com os amigos as histórias sensacionais que o jornalista André Barcinski conta dos ícones da nossa música popular que fazem muita gente torcer o nariz, como Sidney Magal, Gretchen ou Benito de Paula — e as lições de quanto eles contribuíram para a história da MPB.

3. “O professor do desejo”, Philip Roth (Companhia das Letras)

O filho de um dono de hotel de veraneio em Nova York toma lições de vida com uma espécie de faz-tudo artístico do estabelecimento. E usa todas as histórias, artimanhas e manemolências aprendidas com o sujeito para “passar o rodo” (e a expressão aqui é exatamente esta, se me faço entender), nas mulheres que encontra pela vida. Humor existencial da pena fina de um dos maiores romancistas americanos.

4. “Uma escuridão bonita”, Ondjaki (Ilustrações de António Jorge Gonçalves, editora Pallas)

“Histórias sem luz elétrica” é o subtítulo deste romance delicioso do angolano Ondjaki. Escrito no escuro, narrado no escuro, onde as pessoas só veem sorrisos e perdem pirilampos de vista — para se ler bem longe das luzes econômicas de escritórios, numa noite de janeiro fresca e sem pressa.

5. “A invenção de Morel”, Adolfo Bioy Casares (Cosac Naify)

Outro argentino, este um clássico. Talvez a história de amor mais bonita escrita em espanhol, e quem diz não sou eu, mas o escritor cubano Guillermo Cabrera Infante. Jorge Luís Borges chamava esta novela de “perfeita”. São pouco mais de 100 páginas numa viagem que vai da poesia à ficção científica, passando pelo romance policial e realismo fantástico sem paradas — que farão o leitor economizar (ou aprender a pinçar bem) nos adjetivos quando ficar viciado em nova série de TV americana…

6. “Cartas de viagem e outras crônicas”, Campos de Carvalho (José Olympio)

Parece despropositado o livro nesta lista, mas é um artifício sensorial: as cartas escritas por um mal-humoradíssimo (e ainda mais genial) Campos de Carvalho de Londres, nos anos 70, para o jornal Pasquim. Ele reclama tanto do inverno duríssimo daquelas paragens, e o faz com tanto humor involuntário (”Em Londres, há um jornal chamado The Sun, só sai duas vezes ao ano”, era uma das piadas recorrentes), que é impossível que o leitor não sinta ao menos uma brisa gelada no rosto.

7. “O mar”, John Banville (Rocco)

Simplesmente porque não há descrição do mar mais bela. São páginas e páginas a vencer o desafio, num romance que também volta às férias de infância — e ainda há quem subestime a importância das redações escolares com o tema… Vencedor do Booker Prize, encerra esta lista de livros que te dão o mundo inteiro numa tarde de sol.

Maurício Meireles

1. “Obras completas”, Bruno Schulz (Cosac Naify)

m escritor para entrar na lista de favoritos de muita gente. Bruno Schulz é um dos maiores nomes da literatura polonesa, mas se tornou injustamente pouco conhecido fora dos meios literários. Morto pelo nazismo, suas obras completas — com a bela tradução de Henryk Siewierski — são curtas e valem sobretudo pelo livro “Lojas de canela”, no qual Schulz trabalha suas memórias de infância com uma prosa poética que tende ao fantástico e à fabulação. Livro capaz de enternecer os brutos.

2. “O Aleph”, Jorge Luís Borges (Companhia das Letras)

Este livro é uma maravilha. Serve para mostrar que a obra de Borges, cuja grande erudição o tornou um dos autores favoritos da academia, sustenta-se por conta própria — e não é preciso bagagem acadêmica para desfrutá-la. O argentino desenvolve as grandes abstrações típicas de sua obra, deixando o leitor trêmulo. Se você for impressionável, evitar ler antes do dormir, porque a mente fica funcionando a mil.

3. “Palmeiras selvagens”, William Faulkner (Cosac Naify)

Faulkner ficou com fama de “difícil”, em partes por conta da prosa experimental de “O som e a fúria”, seu livro mais famoso. Pois este aqui é uma ótima introdução à sua obra. O livro reúne duas novelas, “Palmeiras selvagens” e “O velho”, que se alternam — mas podem ser lidas separadamente. Todos os elementos faulknerianos já estão no livro: a dimensão trágica dos personagens, o peso da escravidão e da Guerra de Secessão, a melancolia e a própria arquitetura do romance. Apesar da dimensão sombria do escritor, as duas novelas falam sobre dois tipos de amor. A primeira, em especial, sobre um amor proibido.

4. “O complexo de Portnoy”, Philip Roth (Companhia das Letras)

Um dos clássicos que surgiram durante a liberação sexual nos Estados Unidos. Neste que é um dos primeiros — e melhores — livros de Philip Roth, o escritor já nos apresenta um dos seus personagens típicos: Alexander Portnoy, um homem neurótico, irônico, mulherengo e obcecado pela mãe. Para chorar de rir com as histórias familiares do protagonista: o pai com uma prisão de ventre crônica, a mãe que oprime a todos (inclusive a si mesma) com o próprio amor — e relação com a masturbação, tema que chocou muita gente à época do lançamento.

5. “Odisseia”, Homero (Várias)

Há quem se assuste em ler 24 cantos de um poema épico, mas pode esquecer toda a reputação de grande clássico da literatura ocidental: a saga de Ulisses é antes de tudo uma grande história. Além disso, ela já faz tanto parte do nosso imaginário que dá a sensação de já ter sido lida antes. Então vale aproveitar as férias para acompanhar o herói grego em suas aventuras com ninfas, sereias, feiticeiras, ciclopes — e contra a própria ira dos deuses. Também é uma feliz surpresa para quem gosta de cinema, TV ou literatura: afinal, tudo que se faz hoje em termo de estrutura narrativa já tem suas bases neste épico de quase 3 mil anos.

6. “Antologia do conto húngaro”, Paulo Rónai (org. e tradução, Topbooks)

Drummond dizia que este livro era o “mel de agosto”. Paulo Rónai, em um dos maiores legados que nos deixou, o descrevia como “um retrato poético da Hungria”, terra onde cresceu, foi feliz e sofreu — e de onde precisou fugir com a ascensão do nazismo. Aqui, o intelectual húngaro reúne escritores que lhe foram fonte “alegrias e deslumbramentos”. É uma antologia feita com muito carinho, uma ótima chance para conhecer uma literatura feita na região central da Europa, palco de conflitos entre religiões e impérios, pouco conhecida no Brasil.

7. “O gosto do cloro” (HQ), Bastien Vivès (Leya)

Esta história em quadrinhos ganhou o Prêmio Angoulême de 2009, principal troféu do gênero na França. Ela traz uma história de muitos silêncios e grandes significados. O protagonista tímido, desengonçado, vai a uma piscina por recomendação do fisioterapeuta. Lá, encontra uma garota. Os dois conversam, riem, flertam, marcam um encontro para dali em breve — e nunca mais se veem. É um pequeno relato, para ler em uma hora, sobre a solidão.

Começa no Brasil aluguel de livros eletrônicos

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Publicado por Catraca Livre

Já estamos habituados ao aluguel mensal de filmes. Mas agora, surge no Brasil o aluguel de livros eletrônico, muito semelhante ao mesmo sistema. A pessoa paga R$ 19 por mês e tem direito a 10 livros mensais. Ou seja, por o preço de um livro pode ler atá 10 exemplares.

Trata-se do Kindleunlimeted que ,assim como outros canais de locação, não inclui os lançamentos na plataforma. Se quiser testar, os primeiros 30 dias são gratuitos. Clique aqui

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Veja os livros mais vendidos em 2014

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Publicado por Catraca Livre

Não dá para imaginar como seria nossa vida sem os livros, com suas ótimas histórias nos tirando da realidade, e trazendo um novo mundo, para nos divertir.

O ano de 2014 está acabando e durante este tempo tivemos grandes lançamentos literários que nos surpreenderam com as suas histórias, pudemos ver o sucesso que fizeram apenas pela rapidez que saíram das prateleiras das livrarias.

Veja a seleção dos 25 livros mais vendidos no ano de 2014:

A Culpa É das Estrelas – R$ 12,00

Nada a Perder Vol. 3 – R$ 15,20

Ansiedade – R$ 6,00

Destrua Este Diário – R$ 10,00

Quem é Você, Alasca? – R$ 12,00

Cidades de Papel – R$ 12,00

Se eu ficar – R$ 23,62

A Menina que Roubava Livros – R$ 16,00

Não Se Apega, Não – R$ 12,00

O Pequeno Príncipe – R$ 10,00

O Teorema Katherine – R$ 12,00

Kairós – R$ 4,00

O Chamado do Cuco – R$ 15,80

Divergente – R$ 15,80

Casamento Blindado – R$ 12,00

Diário de Um Banana: Maré de Azar – R$ 14,00

A Escolha – R$ 12,00

Garota Exemplar – R$ 12,00

Demi Lovato: 365 dias do ano – R$ 11,20

O Sangue do Olimpo – R$ 16,00

12 Anos de Escravidão – R$ 10,60

Inferno – R$ 18,90

A Esperança – R$ 15,80

Maze Runner: Correr ou Morrer – R$ 31,90

Somente Sua – R$ 19,90

Os preços podem sofrer alterações, por isso indicamos aos leitores que comparem os preços antes de finalizar a compra.

Os 10 livros mais esperados de 2015

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Jonatan Silva, na Contracapa

2014 está acabando e já dá para se preparar para as leituras do próximo ano.
Confira na Contracapa os 10 dez lançamentos mais esperados para 2015.

The Pale king – David Foster Wallace

O último livro do autor de Graça infinita deve chegar por aqui ainda no ano que
vem pela Companhia das Letras sob a tradução de Caetano Galindo. A obra é
inacabada e foi lançada em 2011, três anos após o suicídio de Wallace.

The Bleeding edge – Thomas Pynchon

Mais recente livro do misterioso escritor norte­americano, The Bleeding edge
teve os direitos comprados pela Companhia das Letras e deve ser traduzido por
Paulo Henriques Britto, responsável pela edição brasileira de O Arco­íris da
gravidade.

Building stories ­ Chris Ware

Lançada em 2012, a graphic novel de Ware é um dos projetos mais engenhos
da literatura contemporânea. Composta por diversos painéis com estruturas
narrativas, o obra permite diversos tipos de leitura.

The Zone of interest – Martin Amis

O livro chocou meio mundo por conta de seu enfoque menos trágico sobre o
holocausto e provocou o debate sobre a abordagem de Amis sobre o assunto.
A obra acabou sendo recusada por diversas editoras em todo o globo.

How to be both – Ali Smith

How to be both foi um dos finalistas do Man Booker Prize, que acabou ficando
com Richard Flanagan
, e deve chegar no Brasil pela Companhia das Letras já
em 2015. Considerado um dos melhores livros de 2014 lá fora, a obra é a
consolidação de Ali Smith como uma escritora de peso.

Purity – Jonathan Franzen

Programado para setembro, o sucessor de Liberdade (2011) tem a difícil
missão de conseguir o mesmo interesse e atenção de público e crítica. Franzen
é considerado um dos melhores romancistas norte­americanos da atualidade.

A Girl is a half­formed thing ­ Eimear McBride

Sob tradução de Denise Bootmann, o livro, um dos grandes sucessos editoriais
lá fora, promete fazer sucesso no Brasil também. O jornal britânico afirmou que
o livro já é um clássico moderno. A editora Biblioteca Azul será responsável pela
publicação.

Beautiful losers – Leonard Cohen

Cotado para sair em 2014, o segundo e derradeiro romance de Cohen – que
completou 80 anos – só deve chegar por aqui no que vem. Originalmente
publicado em 1966, o livro é fruto dos anos do autor em uma ilha grega. Os
direitos pertencem à Cosac Naify.

Funny Girl ­ Nick Hornby

Hornby é um dos melhores autores quando o assunto é universo pop. Seu
romance Alta fidelidade foi relançado no ano passado e mostrou que o escritor
está mais vivo que nunca. O livro deve sair pela Companhia das Letras.

Us -­ David Nicholls

Best­seller mundial com Um dia, Nicholls se transformou em coqueluche para
que gosta de romances mais simples mas não fazem questão do “água com
açúcar”. O livro deve sair pela editora Intrínseca, responsável pelos outros
lançamentos do autor por aqui.

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