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Flip terá três mesas sobre protestos

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Publicado por Veja

A edição de 2013 da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece na próxima semana, de 3 a 7 de julho, não vai deixar passar batida a onda de protestos que tomou o país nas últimas semanas. A organização do evento anunciou três novas mesas que debaterão as manifestações políticas recentes, no dia 4, quinta-feira, e no dia 6, sábado. Entre os nome confirmados para a programação extra estão T.J. Clark, Vladimir Safatle e André Lara Resende.

Na quinta-feira, às 21h30, dentro da programação FlipMais, acontece a mesa “Narrar a rua”, com participação de Marcus Vinicius Faustini, Pablo Capilé, Fabiano Calixto e Juan Arias e mediação de Cristiane Costa. O encontro vai discutir a cobertura dos protestos em jornais, revistas, blogs e redes sociais.

No sábado, às 19h30, em substituição à mesa com o escritor francês Michel Houellebecq, que cancelou a vinda ao país nesta terça-feira, acontece o debate “Da arquibancada à passeata, espetáculo e utopia”. T.J. Clark, Tales Ab’Saber e Vladimir Safatle discutem as diferenças entre duas multidões: a que se reúne fora dos estádios onde acontecem os jogos da Copa das Confederações e a que se encontra dentro deles.

Mais tarde, às 21h30, acontece a última mesa extra, com o título “O povo e o poder no Brasil”, com Marcos Nobre e André Lara Resende, mediados por William Waack. O debate vai colocar em pauta a insatisfação do povo com a classe política brasileira.

Os interessados podem comprar os ingressos para as mesas a partir do dia 3 de julho, às 9h, apenas na bilheteria oficial da Flip, em Paraty. As três novas mesas serão transmitidas em tempo real pelo site do evento e gratuitamente em um telão extra na cidade de Paraty. Os ingressos adquiridos para a mesa “Encontro com Michel Houellebecq” passam a valer automaticamente para a mesa “Da arquibancada à passeata, espetáculo e utopia”. A organização também oferece a opção de reembolso no site Ingresso Rápido, pelo telefone 4003-2051, de segunda a sábado, das 9h às 22h.

Um em cada 11 estudantes falta à escola por medo de violência

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Entre 109 mil alunos do 9ª ano do ensino fundamental ouvidos pelo IBGE, 8,8% deixaram de ir a pelo menos uma aula nos 30 dias anteriores à pesquisa

Cinthia Rodrigues, no Último Segundo

A violência no trajeto ou dentro da escola afasta estudantes das redes pública e particular. A informação está entre os dados da segunda edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense) realizada em 2012 por IBGE, e ministérios da Saúde e da Educação e divulgada nesta quarta-feira. Em consulta a 109 mil alunos de 3 mil escolas, 8,8% disseram que deixaram de ir à aula ao menos uma vez nos últimos 30 dias por não se sentirem seguros.

Guilherme Lara Campos/Fotoarena

Guilherme Lara Campos/Fotoarena

Escolas públicas no Brasil já são fechadas com grades e cadeados

O porcentual é ainda maior quando observados apenas os alunos de escolas públicas (9,5%) e cai entre os de escolas privadas (5,0%). A proporção de alunos que deixaram de ir à escola por terem medo de violência dentro do ambiente foi de 8,0%. A região Sudeste é onde há mais insegurança, com 9,9% dos estudantes tendo faltado por insegurança e 8,8% por medo de algo que possa ocorrer dentro das escolas.

A pesquisa também perguntou aos estudantes se eles haviam se envolvido em brigas com armas brancas nos últimos 30 dias e 7,3% disseram que sim. Entre os meninos, o porcentual é de 10,1%. Neste tópico, a região Centro-Oeste foi a que teve maior porcentual de envolvidos em geral, com 8,4%.

Armas de fogo
Também é alto o número de estudantes que já estiveram envolvidos em brigas com arma de fogo. Segundo a pesquisa, 6,4% dos escolares, sendo também mais frequente em alunos do sexo masculino (8,8%), do que no sexo feminino (4,3%) já tiveram algum envolvimento em conflitos em que alguém estava armado.

Observaram-se diferenças entre as esferas administrativas das escolas, sendo 6,7% para estudantes de escola pública e 4,9% de escolas privadas. A região Centro-Oeste também registrou a maior proporção de estudantes que participou de brigas em que havia arma de fogo, 8,0%.

Também foi questionado quanto se sentiram vítimas de bullying pelos colegas. Do total, 7,2% afirmaram que sempre ou quase sempre se sentiram humilhados por provocações. Neste caso, a proporção foi maior entre as escolas privadas, 7,9%, do que entre as públicas, 7,1%.

O número dos que praticam bullying é o triplo. Questionados se nos últimos dias haviam feito ações como esculachar, zoar, mangar, intimidar ou caçoar dos colegas, 20,8% disseram que sim.

dica do Rogério Da Hora Moreira

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