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Laurentino Gomes inicia livro sobre escravidão

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Divulgação

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Ubiratan Brasil, na Tribuna do Norte

País homenageado na 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio, a Argentina montou uma bela agenda de debates. No sábado, por exemplo, Noé Jitrik, Mempo Giardinelli e Maria Moreno discutiram sobre a literatura no exílio. Mais que a escrita utilizada por refugiados como meio de desabafo, o trio mostrou que existem variações significativas no termo. “A escrita exilada de Henry Miller, por exemplo, tem um sentido completamente diferente da minha”, constatou Giardinelli que, enquanto o americano morou voluntariamente em Paris, foi obrigado a se refugiar no México, forçado pela ditadura de seu país.

Um salão não totalmente lotado recebeu um dos best-sellers da Bienal, o britânico David Nicholls, autor de Um Dia. Bem-humorado, confessou que o único autor brasileiro que tomou conhecimento foi Clarice Lispector, mas não prosseguiu com a leitura, pois a considerou “muito difícil”. A plateia predominante jovem o deixou empolgado “Normalmente, a idade média do público que vai aos meus encontros é de mais de 30 anos. Vendo essa moçada, fico mais animado.”

A bienal consolida-se assim como o caminho mais estreito entre autor e leitor. “Ainda vou conversar em escolas”, anuncia Laurentino Gomes, autor de três best-sellers, livros que narraram o período de fortalecimento do País como nação (1808, 1822 e 1889). Ele agora inicia seu próximo projeto: uma imensa pesquisa sobre a história da escravidão negra. Será algo de fôlego, que vai consumir quatro anos de trabalho. “Quero fazer como Lira Neto, que dividiu em três volumes sua biografia de Getúlio Vargas”, conta. “Também vou publicar minha pesquisa em três tomos, a partir de 2019.” O trabalho está bem delineado – para o primeiro volume, Laurentino pretende mostrar a origem do tráfico negreiro, que teve a Inglaterra como primeira nação a organizar esse tipo de comércio. O segundo volume, que deverá sair em 2020, cobrirá o apogeu, época em que determinados países associavam seu progresso ao trabalho escravo – no Brasil, trata-se do período do auge da cana de açúcar, a partir de 1560 até o ouro no século 18.

O terceiro volume, previsto para 2021, narrará em detalhes a fase final do tráfico até a abolição da escravatura no Brasil, em 1888.Como pretende fazer diversas viagens à África, especialmente a países da costa ocidental, Laurentino vai se fixar durante pelo menos dois anos em Portugal, onde será sua base. “Não temos voos diretos saindo do Brasil para países africanos, com exceção da África do Sul”, justifica ele, que pretende também fazer pesquisas nos Estados Unidos. Segundo ele, trata-se de uma história recheada de elementos degradantes. “Há documentos que mostram que navios ingleses sabiam com muita antecedência que se aproximavam de uma embarcação trazendo escravos – é que o cheiro ruim vindo das caravelas, provocado pelas péssimas condições de higiene a que eram submetidos os escravos, se expandia por quilômetros.” Se provocou um desconforto em alguns historiadores quando lançou seu primeiro livro, em 2007, incomodados com a “intromissão” de um jornalista em sua área, Laurentino já sabe que terá de lidar agora como outro grupo ao retratar a escravidão: a de ativistas negros, que já revelaram seu descontentamento que essa fase da História seja narrada por um autor branco.

Laurentino e seu caminho de volta para casa

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Ana Claudia Guimarães, na coluna de Ancelmo Gois

Laurentino Gomes, o escritor | Divulgação

Laurentino Gomes, o escritor | Divulgação

Laurentino Gomes, paranaense de Maringá, 59 anos, lança, na Bienal do Livro, agora em setembro, uma obra que foge completamente dos temas históricos que fizeram dele um autor de best-sellers como “1808”, no qual fala sobre a chegada da Corte portuguesa ao Brasil. Em “O caminho do peregrino”, Laurentino narra, em parceria com seu mestre espiritual, o pastor Osmar Ludovico, uma viagem que fez à Terra Santa com um grupo de brasileiros. Escreveu o livro “meio sem querer”, como ele mesmo diz: “A obra foi brotando na cabeça, com toda a estrutura.”

Católico de formação, de família conservadora, ele se afastou, durante décadas, de práticas religiosas. Mas, por “caminhos misteriosos”, segundo ele, está “voltando para casa”.

Aqui, o coleguinha Laurentino bate um papo com Ana Cláudia Guimarães, da turma da coluna.

Foi a primeira vez que você fez uma peregrinação?
Não. Antes, eu já tinha tido duas experiências. Uma delas em Roma, no dia em que os papas João XXIII e João Paulo II foram canonizados. Também fiz o Caminho de Santiago de Compostela, completamente por acaso. A data de um lançamento de um livro meu na Espanha foi adiada e me ofereceram a viagem.

Como foi sua parceria com Osmar Ludovico?
Osmar é um mentor espiritual cristão. É o meu líder espiritual. Ele faz meditações de trechos das escrituras. Quando surgiu a possibilidade de fazer um livro com Osmar, contando a minha experiência, fiquei meio amedrontado. Tive medo da reação das pessoas. Mas, depois, comecei a sonhar com o livro, e tudo ficou claro em minha cabeça. Foi uma alegria.

A capa do novo livro de Laurentino | Reprodução

A capa do novo livro de Laurentino | Reprodução

De que fala “O caminho do peregrino”?

É um livro que também mistura o meu trabalho como pesquisador. Fizemos observações da arqueologia de Israel, do Império Romano. Falamos sobre como era Israel no tempo de Jesus, sobre a geografia da Terra Santa, um simbolismo espiritual. O interessante é que não é possível se comprovar cientificamente algo que brota do coração das pessoas.

Qual é o resultado dessa peregrinação para você?
O peregrino é diferente do turista. O turista olha para fora, mobilizado pela paisagem, quer consumir o que vê. O peregrino olha para dentro, para ter uma revelação que está escondida em seu coração, um silêncio. O livro não tem como propósito ser um relato de viagem. É uma crônica de uma peregrinação. Como disse Leonardo Boff para mim, uma vez, descobri que Deus é mais para ser sentido do que para ser pensado. É uma dimensão inexplicável, misteriosa. Fui redescobrindo um significado escondido na minha infância. Eu seguia os meus pais, mas não entendia. Agora, tocou o meu coração. Não dá para explicar com palavras. É uma volta para casa.

Autor de “1808”, Laurentino Gomes anuncia trilogia sobre a escravidão

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Laurentino transformou a história do Brasil em best-seller. Foto: Divulgação.

Laurentino transformou a história do Brasil em best-seller. Foto: Divulgação.

Jonatan Silva, no Contracapa

O jornalista e escritor paranaense Laurentino Gomes anunciou nesta semana que publicará uma trilogia sobre os tempos da escravidão no Brasil. Prevista para sair em 2019, a série ficará a cargo da Globo Livros e deverá ser concluída somente em 2021 ou 2022.

Laurentino, que é autor de 1808, sobre a chegada da Família Real ao Brasil, 1822, que trata da Independência do Brasil, e 1889, que narra a proclamação da República, afirmou que o período escravocrata brasileiro “é o mais importante da nossa história”, mas ainda não está resolvido.

“Como são livros-reportagem, vou percorrer três continentes – África, Europa e Américas – com o objetivo de entrevistar pessoas e visitar dezenas de lugares relacionados à história da escravidão, como os pontos de onde partiam os navios negreiros na costa da África e as regiões de desembarque no Brasil, no Caribe e nos Estados Unidos”, diz Gomes.

Jabuti

1808, 1822 e 1891 ganharam o Jabuti de livro-reportagem e acabaram levando, também, o troféu de Livro do Ano de Não Ficção.

Safra recente de romances históricos reimaginam passado brasileiro

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Safra recente de romances históricos reimaginam passado brasileiro

Por estarem situadas em períodos emblemáticos da história do país, narrativas ficcionais são encaradas com cautela por acadêmicos e escritores

Publicado no Diário de Pernambuco

Nas civilizações antigas, literatura e história eram uma coisa só. Não havia diferença entre mitos, versões oficiais dos fatos, ficções. Apenas narrativas. Com o avançar dos séculos e a divisão entre ciência e arte, as duas maneiras de abordar a realidade (e a imaginação) tomaram caminhos distintos, mas nunca deixaram de conviver e se influenciar mutuamente. Ainda hoje, história é história, seja ela uma fábula ou o retrato de uma época. Frutos da longa relação de intimidade, os romances históricos marcaram a produção literária mundial. Híbrido por natureza, o gênero usa o vasto conhecimento a respeito de algum período passado como ponto de partida para a fantasia. Por isso (ou apesar disso) contribuem para o povo conhecer e refletir sobre a própria história.

A safra mais recente de obras situadas no Brasil cobre desde os primeiros anos do período colonial até o regime militar. Na última década, episódios emblemáticos serviram de inspiração para escritores, como as invasões holandesas ao país, a Inconfidência Mineira e a Revolução Pernambucana. Sobre o último, o jornalista Paulo Santos de Oliveira publicou A noiva da Revolução (Centro Vivo Recife, R$ 38), relançado neste mês após três edições esgotadas e 7 mil exemplares vendidos. Com pouca fantasia e larga pesquisa histórica, o livro narra o amor proibido de um casal em meio aos atos revolucionários de 1817, no Recife. O autor acredita ter influenciado diretamente na escolha do Dia da Bandeira do estado, em 2007, e da Data Magna de Pernambuco, em 2009. Outros títulos com olhar regional são Olinda abrasada, de Waldênio Porto, Feliciana, de Melchiades Montenegro e Invasão a Pernambuco, de Aydano Roriz.

Fazer o casamento entre ficção e história é, contudo, um passo arriscado. Raramente se passa pelo crivo de quem atua na área. Para o historiador e mestre em literatura Rafael Monteiro, o livro de Paulo Santos está mais para exceção. “Pela bibliografia e pelo rigor do texto, dá para perceber o compromisso com os fatos, algo desprezado por muitos. Quando há apenas dados aleatórios sobre um período, sem representação da realidade, a obra pode ser um desserviço. Para evitar isso, é preciso deixar clara a predominância da ficção”. Embora sublinhe a falta de comprometimento do romance histórico com a ciência, Monteiro é entusiasta do gênero. “Por preconceito, leio poucos livros do tipo, mas são muito válidos. A população conhece pouco de história”.

O entusiasmo é compartilhado pelo professor da UFPE Lucas Victor Silva, defensor do romance histórico como “elemento aguçador da curiosidade”. Para ele, é saudável ler as obras como “simulações” do passado. “Sou fã de romance histórico, mas sei separar bem da realidade. É um limite muito instável. O escritor de ficção é livre de restrições científicas, usa a imaginação à vontade, enquanto o historiador está restrito a princípios, críticas acadêmicas, procedimentos”. Na opinião de Lucas, pesa contra as obras de história a dureza do texto, enquanto romances históricos são mais palatáveis. “O sucesso desses livros desafia historiadores a escreverem com sedução”.

Safra recente de romances históricos reimaginam passado brasileiro

O equilíbrio é perseguido há muitos anos por Frederico Pernambucano de Mello, historiador reconhecido e crítico ferrenho dos romances históricos. Para ele, as obras salpicadas de ficção servem de “ração” para saciar o apetite das pessoas e são responsáveis por afastá-las de obras realmente compromissadas com os fatos. “Quando a ficção diz respeito somente ao âmbito da intimidade, do pessoal, o dano é menor. Mas não é o comum. A questão central é saber regular a fantasia. A própria história usa a imaginação, mas de uma maneira controlada. No romance histórico, esse percentual se perde”. Autor de obras de não ficção como Guerreiros do Sol, o pesquisador vê com bons olhos o sucesso editorial de livros-reportagens dos jornalistas Laurentino Gomes (1808, 1822, 1889) e Lira Neto (Getúlio), obras marcadas pela linguagem acessível, vasta pesquisa documental e busca da fidelidade aos fatos retratados.

>>> ENTREVISTA – Paulo Santos Oliveira, autor de A noiva da revolução

Foto: Acervo Pessoal

Foto: Acervo Pessoal

Fazer romance histórico requer cuidados especiais?
Do ponto de vista do rigor histórico, varia de autor para autor. Cada um tem direito de escrever o que bem quiser. Está liberado a romancear, é a função dele. No meu caso, sigo rigorosamente os fatos e romanceio alguns eventos. Muitos não são assim, mas não os critico. O romance histórico cumpre a importante função de explorar bem os fatos da história. Em primeiro lugar, os romances têm obrigação de serem atraentes. Minha opção é seguir a realidade, me esforçar na pesquisa. Inventar é muito mais fácil.

Em O general das massas, você informa ao leitor tudo o que é verídico e o que não é. Por quê?
No livro sobre Abreu e Lima, falo muito sobre a vida pessoal dele. Sabe-se que era um homem muito namorador, mas não há detalhes dos casos amorosos, então precisei inventar. Criei namoradas, mas isso não interfere na narrativa histórica.

Você é fiel aos fatos históricos e investe pouco na ficção. Por que não escrever livros-reportagens?
São dois caminhos, dois produtos diferentes. Há muitas maneiras de lidar com informações históricas. Poderia fazer uma abordagem científica, como Evaldo Cabral de Melo, jornalística, como Laurentino Gomes, mas abordo na forma do romance. É uma opção. Tenho certa restrição pessoal sobre o livro com linguagem jornalística. Acho que o jornal tem a característica própria de ser consumido e logo descartado. É a principal característica, é a essência do jornalismo. Ninguém lê jornal de ontem. Quando você conta nesse formato, corre o risco de o leitor terminar o livro e não se lembrar de absolutamente nada. Não tiro o mérito de quem faz, mas o romance pega o leitor pelo lado emocional, faz ele se identificar, guardar aquilo, fixar, relembrar. A abordagem jornalística informa, mas não emociona.

Você acha que, com mais romances históricos, o povo conheceria mais a história de Pernambuco e do Brasil?
Sim. Há carência de livros. Se fala muito pouco de história, uma coisa importantíssima. O povo precisa da história para se situar politicamente no mundo. Há uma desinformação monumental, principalmente em Pernambuco. Falta memória. Quanto ao romance histórico, sou aficionado por esse tipo de coisa. Nada contra a ficção pela ficção, mas é muito mais interessante ter, além do prazer da leitura, da técnica literária, informações sobre o passado. É muito rico. Se você analisar a literatura de Balzac, Dostoievski, Cervantes, todos eles se baseiam na vida social. Escreviam sobre a realidade de mundo em que viviam.

Marina Colasanti e Laurentino Gomes são vencedores do Prêmio Jabuti

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Em nota, Laurentino chamou a atenção para a importância de ler sobre a história do país

Em nota, Laurentino chamou a atenção para a importância de ler sobre a história do país

Além da estatueta Jabuti dourada, os vencedores receberam prêmio de R$ 35 mil

Vanessa Aquino, no Divirta-se

O livro infantil ‘Breve história de um pequeno amor’, de Marina Colasanti, e o livro-reportagem ‘1889’, de Laurentino Gomes, foram os vencedores do 56º Prêmio Jabuti, anunciado na noite da última terça-feira no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. O primeiro foi eleito Livro do Ano de Ficção, e o segundo, Livro do Ano de Não-Ficção. Os dois vencedores, escolhidos pelo júri formado por associados da Câmara Brasileira do Livro, receberam a estatueta Jabuti dourada e um prêmio de R$ 35 mil.

Obras de 27 categorias concorriam aos dois prêmios principais. Apenas os ganhadores de cada uma delas disputaram o troféu de Livro do Ano. Anunciados em 16 de outubro, eles subiram ao palco do Auditório do Ibirapuera nesta terça para receber suas respectivas estatuetas. Também levaram R$ 3,5 mil. No total, 2.240 títulos disputaram o Jabuti 2014.

Em nota divulgada pela assessoria de imprensa do Prêmio Jabuti, Laurentino Gomes falou sobre o que ele chama de “intolerância” do Brasil atual, citando especificamente recentes manifestações pela volta dos militares ao poder. “É preciso saber o que ocorreu no Estado Novo, de Getúlio Vargas, e no regime militar, ter consciência de que pessoas foram presas e torturadas e de tudo o que ocorreu.” O escritor também defendeu o estudo da história: “Somente assim poderemos construir um futuro de modo mais organizado e menos barulhento e intolerante.”

Marina Colasanti comemorou o anúncio do prêmio a uma obra infantil

Marina Colasanti comemorou o anúncio do prêmio a uma obra infantil

Em entrevista, Marina disse que recebeu o anúncio do prêmio com surpresa. “Eu não estava esperando nada. É muito difícil que olhem para literatira infantil com igualdade de condições, por causa de pequenos ou grandes deslises de preconceito. No entanto, é uma literatura que nos dá reconhecimento no mundo, nós somos mais reconhecido por ela que por outras literaturas.”

Veja a lista completa dos ganhadores do 54º Jabuti:

Romance
1º Lugar – Título: “Reprodução” – autor: Bernardo Carvalho – Editora: Companhia Das Letras
2º Lugar – Título: “A maçã envenenada” – Autor: Michel Laub – Editora: Companhia Das Letras
3º Lugar – Título: “Opisanie swiata” – Autora: Veronica Stigger – Editora: Cosac & Naify

Contos e Crônicas
1º Lugar – Título: “Amálgama” – Autor: Rubem Fonseca – Editora: Nova Fronteira
2º Lugar – Título: “Você verá” – Autor: Luiz Vilela – Editora: Editora Record
3º Lugar – Título: “Nu, de botas” – Autor: Antonio Prata – Editora: Companhia Das Letras
3º Lugar – Título: “Um solitário à espreita” – Autor: Milton Hatoum – Editora: Companhia Das Letras

Biografia
1º Lugar – Título: “Getúlio – Do governo provisório à ditadura do Estado Novo (1930-1945)” – Autor: Lira Neto – Editora: Companhia Das Letras
2º Lugar – Título: “Wilson Baptista: O samba foi sua glória!” – Autor: Rodrigo Alzuguir – Editora: Casa da Palavra
3º Lugar – Título: “O castelo de papel” – Autora: Mary del Priore – Editora: Editora Rocco

Poesia
1º Lugar – Título: “Bernini – Poemas 2008-2010” – Autor: Horácio Costa – Editora: Horácio Costa
2º Lugar – Título: “Jardim das delícias” – Autor: Marcus Vinicius Quiroga – Editora: Marcus Vinicius Quiroga
3º Lugar – Título: “Ximerix” – Autor: Zuca Sardan – Editora: Cosac & Naify

Capa
1º Lugar – Título: “A São Paulo de German Lorca / The São Paulo of German Lorca” – Capista: Edson Lemos – Editora: IMESP
2º Lugar – Título: “Graffiti fine art” – Capista: Raquel Matsushita – Editora: SESI
3º Lugar – Título: “Maquiagem, de Marcos Costa” – Capista: Luciana Molisani, Paschoal Rodriguez – Editora: Luste Editores

Ilustração
1º Lugar – Título: “BRASIL – Imagens sob a Ótica da Artista Meire de Oliveira” – Ilustradora: Meire de Oliveira – Editora: Empresas das Artes
2º Lugar – Título: “Storynhas” – Ilustradora: Laerte Coutinho – Editora: Companhia das Letras
3º Lugar – Título: “Decameron: Giovanni Boccaccio” – Ilustrador: Alex Cerveny – Editora: Cosac Naify

Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil
1º Lugar – Título: “Bárbaro” – Ilustrador: Renato Moriconi – Editora: Companhia das Letras
2º Lugar – Título: “Naninquiá – A moça bonita” – Ilustradora: Ciça Fittipaldi – Editora: Editora DCL
3º Lugar – Título: “Conselho” – Ilustrador: Odilon Moraes – Editora: Escrita Fina Edições / Tinta Negra Bazar Editorial

Arquitetura e Urbanismo
1º Lugar – Titulo: “As minas de ouro e a formação das capitanias do sul” – Autor: Nestor Goulart Reis Filho – Editora: Via das Artes
2º Lugar – Titulo: “Preservação e restauro urbano: Intervenções em sítios históricos industriais – Autora: Manoela Rossinetti Rufinoni – Editora: Editora Fap-Unifesp / EDUSP
3º Lugar – Titulo: “Cidadela da liberdade: Lina Bo Bardi e o Sesc Pompeia” – Autores: Andre Vainer e Marcelo Ferraz – Editora: Edições Sesc SP

Artes e Fotografia
1º Lugar – Título: “Cenografia brasileira: Notas de um cenógrafo” – Autor: José Carlos Serroni – Editora: Edições Sesc SP
2º Lugar – Título: “Walter Zanini: Escrituras críticas” – Autora: Cristina Freire (Organizadora) – Editora: Annablume Editora e Comunicação
3º Lugar – Título: “Theatro da Paz” – Autores: Org. Paulo Chaves Fernandes e Rosário Lima – Editora: Secretaria de Cultura do Pará

Ciências Exatas, Tecnologia e Informática
1º Lugar – Título: “Estrutura atômica, ligações e estereoquímica” – Autor: Henrique Eisi Toma – Editora: Editora Edgard Blucher
2º Lugar – Título: “O cerne da matéria – A aventura científica que levou à descoberta do Bóson de Higgs” – Autor: Rogério Rosenfeld – Editora: Companhia das Letras
3º Lugar – Título: “Ciência do futuro e futuro da ciência: Redes e políticas de nanociência e nanotecnologia no Brasil” – Autor: Jorge Luiz dos Santos Junior – Editora: Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Ciências Humanas
1º Lugar – Título: “O mapa que inventou o Brasil” – Autora: Júnia Ferreira Furtado – Editora: Versal Editores
2º Lugar – Título: Atlântico: A história de um oceano” – Autores: Francisco Eduardo Alves de Almeida, Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster de Sousa Leão – Editora: Editora Civilização Brasileira
3º Lugar – Título: “Compêndio de ciência da religião” – Autores: Frank Usarski e João Décio Passos – Editora: Editora Paulinas

Ciências Naturais
1º Lugar – Título: “Livro vermelho da flora do Brasil” – Autores: Gustavo Martinelli e Miguel Avila Moraes (Orgs.) – Editora: Andrea Jakobsson Estúdio Editorial
2º Lugar – Título: “Peixes do rio Madeira” – Autor: Vários – Editora: Dialeto Latin American Documentary
3º Lugar – Título: “Guia dos anfíbios da Mata Atlântica” – Diversidade e Biologia – Autor: Célio F. B. Haddad Et Al. – Editora: Anolis Books

Ciências da Saúde
1º Lugar – Título: “Tratado de oncologia” – Autor: Paulo Marcelo Gehm Hoff – Editora: Editora Atheneu
2º Lugar – Título: “Medicina respiratória” – Autor: Carlos Alberto de Castro Pereira – Editora: Editora Atheneu
3º Lugar – Título: “Medicina intensiva fundamento e prática – Autor: Dante Senra – Editora: Editora Atheneu

Comunicação
1º Lugar – Título: “Mídia e política na América Latina – Globalização, democracia e identidade” – Autora: Carolina Matos – Editora: Editora Civilização Brasileira
2º Lugar – Título: “Comunicação ubíqua: Repercussões na cultura e na educação” – Autora: Lucia Santaella – Editora: Paulus
3º Lugar – Título: “O rosto e a máquina: O fenômeno da comunicação visto dos ângulos humano, medial e tecnológico” – Autor: Ciro Marcondes Filho – Editora: Paulus

Didático e Paradidático
1º Lugar – Título: “Alfabeto escalafobético” – Autores: Claudio Fragata e Raquel Matsushita – Editora: Jujuba Editora
2º Lugar – Título: “Para ler e ver com olhos livres” – Autoras: Flávia Aidar e Januária Cristina Alvesibi – Editora: Nova Fronteira
3º Lugar – Título: “Crônicas da norma – Pequenas histórias gramaticais” – Autores: Blandina Franco, José Carlos Lollo e Gabriel Perissé – Editora: Callis Editora

Direito
1º Lugar – Título: “Como decidem as cortes? Para uma crítica do direito (Brasileiro)” – Autor: José Rodrigo Rodriguez – Editora: Fundação Getúlio Vargas
2º Lugar – Título: “Série IDP – Comentários à constituição do Brasil” – Autores: Ingo Wolfgang Sarlet, Lenio Luiz Streck, Gilmar Ferreira Mendes, J.J. Gomes Canotilho e Léo Ferreira Leoncy (Coords.) – Editora: Editora Saraiva / Coedição: Almedina
3º Lugar – Título: “Fundamentos para uma teoria jurídica das políticas públicas” – Autora: Maria Paula Dallari Bucci – Editora: Saraiva

Economia, Administração e Negócios
1º Lugar – Título: “Os limites do possível – A economia além da conjuntura” – Autor: André Lara Resende – Editora: Companhia das Letras
2º Lugar – Título: “O futuro da indústria no Brasil” – Autores: Edmar Bacha e Monica de Bolle – Editora: Editora Civilização Brasileira
3º Lugar – Título: “Monarquia, liberalismo e negócios no Brasil: 1780-1860” – Autoras: Izabel Andrade Marson; Cecília H. de S. Oliveira – Editora: Editora da Universidade de São Paulo

Educação
1º Lugar – Título: “Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à libras e educação de surdos” – Autoras: Cristina B F Lacerda e Lara F Santos (Orgs) – Editora: Editora Da Universidade Federal De São Carlos
2º Lugar – Título: “Aberturas para história da educação” – Autor: Dermeval Saviani – Editora: Autores Associados
3º Lugar – Título: “Na trilha da gramática” – Conhecimento linguístico na alfabetização e letramento” – Autor: Luiz Carlos Travaglia – Editora: Cortez

Gastronomia
1º Lugar – Título: “Expedição Brasil gastronômico – MG-RJ-PE-CE-RN-AM” – Autores: Guta Chaves, Dolores Freixa e Rodrigo Ferraz (idealizador) – Editora: Editora Melhoramentos / Editora Boccato
2º Lugar – Título: “Os banquetes do imperador’ – Autores: Francisco Lellis e André Boccato – Editora: Senac / Editora Boccato
3º Lugar – Título: “Sou barista” – Autoras: Concetta Marcelina e Cristiana Couta – Editora: Senac

Infantil
1º Lugar – Título: “Breve história de um pequeno amor” – Autor: Marina Colasanti – Editora: Editora FTD
2º Lugar – Título: “Da guerra dos mares e das areias: Fábula sobre as marés” – Autor: Pedro Veludo – Editora: Editora Quatro Cantos
3º Lugar – Título: “Poemas que escolhi para crianças” – Autora: Ruth Rocha – Editora: Editora Salamandra

Juvenil
1º Lugar – Título: “Fragosas brenhas do mataréu” – Autor: Ricardo Azevedo – Editora: Ática
2º Lugar – Título: “As gêmeas da família” – Autora: Stella Maris Rezende – Editora: Globo
3º Lugar – Título: “Uma escuridão bonita” – Autor: Ondjaki – Editora: Pallas

Psicologia e Psicanálise
1º Lugar – Título: “O avesso do imaginário” – Autora: Tania Rivera – Editora: Cosac Naify
2º Lugar – Título: “Antígona e a ética trágica da psicanálise” – Autora: Ingrid Vorsatz – Editora: Zahar
3º Lugar – Título: “Onde tudo acontece – Cultura e psicanálise no Século XXI” – Autora: Giovanna Bartucci – Editora: Civilização Brasileira

Reportagem
1º Lugar – Título: “1889” – Autor: Laurentino Gomes – Editora: Globo
2º Lugar – Título: “Holocausto brasileiro” – Autora: Daniela Arbex – Editora: Geração Editorial
3º Lugar – Título: “Um gosto amargo de bala” – Autora: Vera Gertel – Editora: Editora Civilização Brasileira

Teoria/Crítica Literária
1º Lugar – Título: ‘Fervor das vanguardas” – Autor: Jorge Schwartz – Editora: Companhia das Letras
2º Lugar – Título: “Abençoado & danado do samba: Um estudo sobre o discurso popular” – Autor: Ricardo Azevedo – Editora: Editora da Universidade de São Paulo
3º Lugar – Título: “Melancolias, mercadorias” – Autor: Walter Garcia – Editora: Ateliê Editorial

Projeto Gráfico
1º Lugar – Título: “Decameron: Giovanni Boccaccio” – Responsáveis pelo projeto gráfico: Elaine Ramos; Nathalia Cury; Zansky – Editora: Cosac Naify
2º Lugar – Título: “Esopo – Fábulas completas” – Responsável pelo projeto gráfico: Flávia Castanheira – Editora: Cosac Naify
3º Lugar – Título: “Marcello Grassmann 1942-1955” – Responsáveis pelo projeto gráfico: Eunice Liu; Carla Fernanda Fontana – Editora: EDUSP

Tradução
1º Lugar – Título: “A anatomia da melancolia” – Tradutor: Guilherme Gontijo Flores – Editora: Editora UFPR
2º Lugar – Título: “Antologia da poesia clássica chinesa” – Tradutores: Ricardo Primo Portugal e Tan Xiao – Editora: UNESP
3º Lugar – Título: “O Capital: Crítica da economia política, livro I: O processo de produção do capital” – Tradutor: Rubens Enderle – Editora: Boitempo

Tradução de Obra Literária Inglês-Português
1º Lugar – Título: “Vênus e Adônis” – Tradutor: Alípio Correia de Franca Neto – Editora: Leya
2º Lugar – Título: “Contos da cantuária” – Tradutor: José Francisco Botelho – Editora: Companhia das Letras
3º Lugar – Título: “Ao farol” – Tradutora: Denise Bottmann – Editora: L&PM

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