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Posts tagged lavagem de dinheiro

13 séries de sucesso que foram inspiradas em livros

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'Sex And The City', uma das séres baseadas em livros (Foto: Reprodução)

‘Sex And The City’, uma das séres baseadas em livros (Foto: Reprodução)

 

Giuliana Viggiano, na Galileu

uitos dos grandes sucessos da TV ou da Netflix foram inspirados em obras literárias. Para quem curte assistir séries e ler, essa lista pode ajudar a encontrar um novo livro de cabeceira:

Big Little Lies
A nova série da HBO foi baseada no livro de Liane Moriarty de 2014. Entre as diferenças, a obra literária se passa na Austrália, enquanto a série acontece na Califórnia.

House of Cards
O sucesso da Netflix foi baseado no livro de mesmo nome do autor Michael Dobbs — que, por sua vez, inspirou-se em outra obra também chamada House of Cards. A grande diferença é que a história dos livros se passa na Inglaterra, enquanto a série ocorre nos Estados Unidos.

Dexter
O início da série foi baseado na saga literária Darkly Dreaming Dexter do americano Jeff Lindsay. Entretanto, com o passar dos episódios a produção parou de utilizar os livros como referência.

13 Reasons Why
O hit produzido por Selena Gomez foi inspirado em um livro de 2007, escrito por Jay Asher. A grande diferença é que, na obra, toda a história se passa em apenas uma noite.

Orange Is the New Black
O livro que deu origem à série é, na verdade, a história real de Piper Kerman, que ficou um ano presa após ser acusada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Alguns personagens do programa da Netflix são baseados no livro, mas as histórias são bem diferentes.

The Vampire Diaries
O hit adolescente foi inspirado na saga literária de mesmo nome, da autora L. J. Smith. Diferentemente da série, em que Elena é interpretada pela atriz Nina Dobrev, a protagonista dos livros é loira de olhos azuis.

Pretty Little Lies
O drama das jovens meninas foi baseado nos 16 livros de Sara Shepard — o primeiro episódio, por exemplo, é inspirado apenas no primeiro da saga. Outra diferença importante é que, diferente da série, na literatura as protagonistas não são amigas próximas.

True Blood
Os vampirinhos de True Blood também foram baseados em livros, mas dessa vez da autora Charlaine Harris. A história, entretanto, diverge muito do livro com o decorrer dos episódios.

Sex and the City
Uma das séries mais amadas de todos os tempos, Sex and the City também foi baseada em um livro: apesar de grandes diferenças, a obra de Candace Bushnel também conta um pouco sobre a vida em Nova York.

Hemlock Grove
A adaptação da Netflix para o livro de Brian McGreevey é bem fiel nos início, mas com o desenvolvimento da série a produção desenvolveu novas tramas, já que não há planos para uma sequência literária.

Under the Dome
A produção de Steven Spielberg foi baseado em uma obra do consagrado autor de suspense e terror Stephen King. Entretanto, a série não fez muito sucesso e foi cancelada na terceira temporada.

Bones
Kathy Reichs é uma autora e antropologista forense que inspirou a série Bones, produzida pela Fox. Infelizmente o sucesso sairá do catálogo da Netflix no início de julho.

 

Jovem de quadrilha que fraudava Enem gastava R$ 4 mil por noite em boates

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Em Teófilo Otoni, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em mansão que seria de jovem apontado como um dos líderes da quadrilha que fraudou o Enem deste ano (Foto: Polícia Civil/MG/Divulgação)

Em Teófilo Otoni, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em mansão que seria de jovem apontado como um dos líderes da quadrilha que fraudou o Enem deste ano (Foto: Polícia Civil/MG/Divulgação)

Rayder Bragon, no UOL

Um jovem de vinte e seis anos é apontado como um dos líderes da organização criminosa acusada de ter fraudado o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2014. O rapaz vivia de maneira luxuosa e ostentava riqueza. Conforme a investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, em parceria com o MPE (Ministério Público Estadual), ele chegava a gastar R$ 4 mil em uma única noite.

“Ele é um delinquente de ostentação. Gastava de R$ 2 mil a R$ 4 mil por noite em boates”, afirmou o superintendente de Investigação e Polícia Judiciária de Minas Gerais, Jeferson Botelho, durante coletiva dada nessa quarta-feira (26) à imprensa sobre o caso, na sede do Ministério Público Estadual, em Belo Horizonte.

Conforme o policial, o acusado também fazia viagens ao exterior com frequência. Morador da cidade de Teófilo Otoni (a 468 km de Belo Horizonte), o homem seria dono de carros de luxo e uma mansão em bairro nobre da cidade.

O delegado Antônio Júnio Dutra Prado, integrante do grupo de Combate a Organizações Criminosas, informou que a polícia ainda não sabe o valor total do montante movimentado pelo grupo. “Essa informação vai ter de ser levantada em um segundo momento da investigação, quando a gente for investigar o crime de lavagem de dinheiro”, afirmou.

Segundo Prado, foram apreendidos carros de luxo e confiscados bens que seriam do rapaz na cidade mineira. Já no Guarujá, em São Paulo, foi identificada uma casa em condomínio de luxo que pertenceria a outro homem, também apontado como líder do esquema. A dupla e mais dez pessoas que integrariam o bando estão presas desde o último domingo (23).

“Entre os carros foram aprendidos dois veículos da marca Porsche, além do sequestro de uma fazenda na região. Eles ostentavam uma vida luxuosa”, declarou.

Três milhões livres de despesas

Apesar de a movimentação financeira ainda não ter sido determinada, o delegado Antônio Prado disse ter se surpreendido com o valor que o jovem receberia apenas no último trimestre deste ano com as fraudes em vestibulares.

“Um dos líderes, o de Teófilo Otoni, me confidenciou que, somente nessas ações (fraudes em vestibulares de medicina) de final de ano, ele embolsaria R$ 3 milhões livres de despesas”, afirmou o policial.

Por sua vez, o promotor de justiça André Luís de Pinho destacou que serão investigados os pais dos candidatos detidos (22 no total) com material eletrônico durante prova da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, realizada no dia 23 deste mês, em Belo Horizonte. Os estudantes foram ouvidos e liberados após pagarem fiança.

Conforme o promotor, os inscritos não teriam comprovação de renda que lhes permitisse pagar o valor cobrado pelo grupo criminoso pelas vagas supostamente garantidas aos clientes. Pela investigação, o grupo cobrava entre R$ 70 mil a R$ 200 mil com a promessa de fazer com que o candidato obtivesse a vaga.

“Como que um rapaz de 18 anos, estudante, obtém esse valor para comprar as vagas? Isso leva a investigação para um outro foco, que são os pais dos alunos. Vários são médicos, empresários e fazendeiros”, declarou.

Pinho disse não descartar pedido de quebra de sigilo bancário dos envolvidos, que não tiveram os nomes divulgados. “Eles também vão responder pelo crime de fraude contra certame de interesse público”, adiantou.

Os membros do grupo deverão responder pelos crimes de formação de quadrilha, fraude contra certames de interesse público, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, de acordo com os responsáveis pela investigação.

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