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Professor de Direito causa polêmica ao dizer que leis e mulheres “foram feitas para serem violadas”

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Fábio de Melo Azambuja pediu licença aos alunos, em sala de aula, para fazer o que chamou de piada

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Publicado no iBahia

Uma piada de gosto duvidoso contada em sala de aula por um professor de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) tem gerado polêmica nas redes sociais. O professor Fábio de Melo Azambuja, que leciona Direito Empresarial III na instituição de ensino superior, pediu licença aos alunos para contar uma piada: “As leis são como as mulheres, foram feitas para serem violadas”.

O estudante Luan Sanchotene, que estava em sala, postou a frase em sua página do Facebook para ver qual seria a reação dos seus seguidores. A repercussão foi imediata. “Me surpreendeu positivamente o fato de as pessoas se preocuparem com isso”, disse em entrevista ao jornal Zero Hora.

Até o fim da desta sexta-feira (24), a publicação já havia sido compartilhada 120 vezes e curtida por 203 pessoas, além de colecionar uma série de comentários favoráveis e desfavoráveis ao professor.

A advogada Isabel Danieli Nardão Siciliana, também se manifestou, via rede social, em defesa do docente. “Indignamo-nos ao ver este professor que, além de estar sendo ‘demonizado’ sem qualquer possibilidade de defesa, está tendo sua imagem denegrida perante todos”, escreveu Isabel.

Segundo informações do Zero Hora, o episódio motivou uma reunião dos estudantes com a diretoria da universidade. Integrante do Diretório Central do Estudante (DCE) da PUCRS, Paula Volkart considerou a ocorrência “grave”. Ela disse que deve ser aberta uma sindicância para apurar os fatos.

Lei exige exibição de filmes nacionais em escolas

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Segundo proposta, exibição de filmes de produção nacional constituirá componente curricular complementar

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Ayr Aliski

Brasília – As escolas brasileiras terão de exibir, a partir de agora, filmes nacionais aos alunos. A determinação está presente na Lei nº 13.006, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27) e já está em vigor.

“A exibição de filmes de produção nacional constituirá componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica da escola, sendo a sua exibição obrigatória por, no mínimo, duas horas mensais”, determina a Lei.

A regra vale para as escolas da educação básica, ou seja, até o 9º ano de ensino.

A nova Lei é assinada pela presidente Dilma Rousseff e pelos ministros da Educação, Henrique Paim, e da Cultura, Marta Suplicy.

Na verdade, a nova regra acrescenta o parágrafo 8º ao artigo 26 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), defende que a arte deve ser parte fundamental do processo educacional.

Argumenta também, ao defender a proposta, que a criança que não tem acesso a manifestações artísticas usualmente se transforma em um adulto desinteressado por cultura e que por conta disso perde a chance de ter o “deslumbramento com as coisas belas”.

Cristovam também defendeu que o cinema é a arte mais fácil para ser levada às escolas.

Fonte: Exame

J.K. Rowling anuncia série de filmes ambientados no mundo de Harry Potter

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Publicado no O Povo Online

J.K. Rowling ficou famosa com a série de livros da saga Harry Potter

A autora de Harry Potter, J.K. Rowling, está escrevendo uma série de filmes ambientada no mundo mágico do menino bruxo britânico, anunciou nesta quinta-feira.

O primeiro filme se chamará “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e será baseado em um livro de mesmo nome utilizado por Harry e por seus amigos na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, informou Rowling em sua página do Facebook.

Ambientado em Nova York e tendo como protagonista Newt Scamander – o autor do livro -, este filme da Warner Bros. marca a estreia de Rowling como roteirista, dois anos após o último filme da série de oito partes criada a partir de seus sete livros sobre Harry Potter.

“Eu sempre disse que só iria revisitar o mundo dos bruxos se eu tivesse uma ideia que realmente me animasse, e é essa”, afirmou a escritora de 48 anos.
Ela apresentou a proposta para a Warner Bros depois que o estúdio americano sugeriu transformar “Animais Fantásticos” em um filme.

“Eu achei que era uma ideia divertida, mas a ideia de ver Newt Scamander, o suposto autor de ‘Animais fantásticos’, sendo criado por outro escritor era difícil”, escreveu ela.

“Depois de viver por tanto tempo no meu próprio universo ficcional, me sinto muito protetora em relação a ele e já sabia muito sobre Newt”, explicou.
“Como os fãs ‘hardcore’ de Harry Potter sabem, eu gostava tanto dele que casei seu neto, Rolf, com uma das minhas personagens favoritas da série ‘Harry Potter’, Luna Lovegood”, disse.

E acrescentou: “Apesar de ser ambientado na comunidade mundial de bruxas e bruxos, onde eu fui feliz por 17 anos, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ não é um prólogo ou uma sequência da série Harry Potter, mas uma extensão do mundo de magia”.

“As leis e os costumes da sociedade mágica secreta serão familiares para qualquer um que tenha lido os livros de Harry Potter ou que tenha assistido aos filmes, mas a história de Newt começará em Nova York, 70 anos antes da história de Harry nascer”.

Rowling, que já vendeu mais de 450 milhões de cópias dos livros de Harry Potter, tem se mantido ocupada desde a publicação do último livro da série, em 2007.
Ela publicou seu primeiro romance para adultos, “Morte Súbita”, no ano passado – e em julho foi desmascarada como a verdadeira autora do aclamado romance policial “The Cuckoo’s Calling”, publicado sob o pseudônimo de Robert Galbraith.
Com uma fortuna estimada em 560 milhões de libras (885 milhões de dólares, 666 milhões de euros), Rowling é a 156ª pessoa mais rica da Grã-Bretanha, segundo a Sunday Times Rich List.

Nos EUA, ‘aluna-modelo’ cria bomba em aula de ciências e pode ser presa

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Aos 16 anos e sem suspensões na escola, Kiera Wilmot acabou expulsa.
Ela diz que misturou produtos em uma garrafa em um experimento.

Publicado por G1

A jovem Kiera Wilmot foi expulsa da escola (Foto: Reprodução/Change.org)

A jovem Kiera Wilmot foi expulsa da escola
(Foto: Reprodução/Change.org)

Por causa de um experimento científico, uma estudante de 16 anos considerada modelo de bom exemplo e sem nenhum registro negativo em seu histórico escolar acabou expulsa do colégio em que estudava, no estado americano da Flórida. Segundo o jornal britânico “The Guardian”, a estudante pode responder na Justiça por crimes federais com penas de até 20 anos de prisão. O episódio levantou um debate no país sobre o rigor da aplicação de leis contra violência dentro de escolas dos Estados Unidos.

De acordo com informações do canal de televisão WTSP 10 News, na manhã de segunda-feira (29), Kiera Wilmot usou uma pequena garrafa d’água para misturar materiais de limpeza caseiros dentro da Bartow High School. A combinação provocou uma pequena explosão que fez com que a tampa da garrafa pulasse e criou fumaça.

Testemunhas contaram que ninguém se feriu. O “The Guardian” afirmou que, segundo as informações do boletim de ocorrência, o diretor do colégio, Dan Durham, estava andando pelo gramado quando ouviu a explosão. Ao abordar a estudante, ela teria dito que realizava um experimento para uma feira de ciências. Mas, depois que o professor de ciências da garota afirmou que o experimento não fazia parte de nenhuma tarefa da aula, Durham decidiu chamar a polícia.

Ainda de acordo com o jornal, os produtos usados pela estudante são papel alumínio e líquidos químicos usados para limpar sanitários.

Expulsão e ficha corrida

Mesmo sem feridos ou manchas em seu currículo escolar, a aluna foi expulsa e acusada de posse de armas e de disparar um instrumento destrutivo. Apesar de ter 16 anos, Kiera vai responder às acusações como se fosse adulta.

A família não deu declarações à imprensa. Mas, segundo reportagem da quarta-feira (1º) do WTSP 10 News, repórteres que se aproximaram à casa de Kiera ouviram gritos de uma garota reclamando que a reação ao episódio foi desproporcional.

Por causa do ocorrido na segunda-feira, Kiera não poderá se matricular em outra escola e seguir uma vida normal de estudante do ensino médio. Ela deverá concluir o ciclo básico de ensino em um “programa para alunos expulsos”, diz a imprensa norte-americana.

Na quarta-feira, o Departamento de Educação do Condado de Polk, ao qual a escola faz parte, divulgou um comunicado afirmando que o episódio foi uma “quebra de conduta séria” por parte da estudante. “Para garantir um ambiente de aprendizado seguro e ordenado, simplesmente precisamos seguir as regras do nosso código de conduta”, diz a nota.

O órgão pediu que os pais participassem da tarefa de “passar a mensagem de que há consequências para as ações”.

Petição

Mesmo assim, o debate sobre a intolerância com que Kiera foi tratada se espalhou pela internet, e há até uma petição para que as acusações sejam retiradas, com mais de 4.600 assinaturas.

O próprio diretor da escola afirmou ao WTSP 10 News que, além de ter um histórico imaculado na Bartow High School, Kiera ainda colaborou para explicar o ocorrido. “Ela nos contou tudo e foi muito honesta. Ela não fugiu ou tentou esconder a verdade. Tivemos uma longa conversa com ela”, disse Durham.

Colegas da estudante e internautas afirmam que o bom comportamento da jovem deve ser levado em conta na hora de decidir se o que ela fez foi apenas por curiosidade científica ou se ela realmente tramava um ataque contra a escola. Ativistas ainda reclamam da desigualdade entre as punições a estudantes negros em relação aos brancos.

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