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Para estimular o hábito da leitura, turma estrelada vai ler para a criançada. Entenda!

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Wanessa Camargo, Viviane Araújo, Daniel e Pedro Bandeira vão participar do projeto “Lê pra mim?” || Créditos: Bruna Guerra, João Miguel Jr/Tv Globo e divulgação

Wanessa Camargo, Viviane Araújo, Daniel e Pedro Bandeira vão participar do projeto “Lê pra mim?” || Créditos: Bruna Guerra, João Miguel Jr/Tv Globo e divulgação

Publicado no Glamurama

Se conhecer uma história cheia de aventuras encanta muita gente, imagine quando quem conta é um dos seus artistas preferidos? Assim será o “Lê Pra Mim?”, projeto que estimula o hábito da leitura para crianças de 5 a 10 anos, que entre os dias 19 e 21 de setembro ocupa a Biblioteca Parque Villa-Lobos com a presença dos cantores Daniel e Wanessa Camargo, da atriz e modelo Viviane Araújo, dos escritores Pedro Bandeira e Thais Accioli, do atleta Edinho (da seleção brasileira de canoagem), da cantora Luciana Mello, do cantor e apresentador João Gordo e mais personalidades.

Serão quatro sessões diárias gratuitas, de terça a quinta-feira, às 10h, 11h, 13h e 14h, na Oca do Ibirapuera. Por lá, 100 almofadas em formatos de grandes livros vão receber os pequenos. Cada apresentação terá um intérprete de Língua Brasileira de Sinais, que fará a tradução simultânea em libras para crianças com baixa auditiva. Todos os encontros literários terão a participação de crianças de escolas públicas e instituições filantrópicas.

Potencializar a experiência da literatura entre as crianças é o grande diferencial do projeto idealizado pela atriz Sônia de Paula e pelo produtor Marcelo Aouila há sete anos. “Em cada um desses encontros os artistas leem dois livros. Fazemos uma seleção de títulos que mesclam opiniões positivas da crítica especializada e com obras brasileiras que obtiveram sucesso comercial. Procuramos narrativas que divirtam, mas que também despertem as crianças para valores como ética, amizade e respeito. Além disso, escolhemos livros que discutam temas importantes e que provoquem a reflexão, como o bullying”, explica Aouila.

Obras como “Marcelo, Marmelo Martelo”, de Ruth Rocha, “Menina Nina”, de Ziraldo, “João Boboca ou João Sabido”, de Rosane Pamplona, “Até as Princesas Soltam Pum”, de Ilan Brenman, “A História da Menina” e “O Medo da Menina”, de Luciene Regina Paulino Tognetta, entre outras, são alguns dos livros selecionados que serão lidos pelos artistas. Conheça mais sobre o projeto “Lê Pra Mim?” no site http://lepramim2010.blogspot.com

Projeto Lê Pra Mim?
Quando: de 19 a 21 de setembro | terça a quinta-feira: às 10h, 11h, 13h e 14h
Onde: Biblioteca Parque Villa Lobos | Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001
Entregada: Entrada franca | os ingressos poderão ser retirados na bilheteria com uma hora de antecedência

Conheça os benefícios da leitura para crianças e idosos

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Hábito estimula imaginação, aumenta o vocabulário e faz o cérebro trabalhar maisSC - Rio de Janeiro - 01/09/2017 - Bienal do Livro de 2017 no Rio Centro. Foto Gustavo Miranda/ Agencia O Globo Foto: Gustavo Miranda

Hábito estimula imaginação, aumenta o vocabulário e faz o cérebro trabalhar maisSC – Rio de Janeiro – 01/09/2017 – Bienal do Livro de 2017 no Rio Centro. Foto Gustavo Miranda/ Agencia O Globo

Evelin Azevedo, no Extra

A cada dois anos, os corredores do Riocentro, na Barra, recebem centenas de apaixonados pela leitura. Pessoas de todas as idades vão de estande em estande da Bienal do Livro à procura de novas histórias e aventuras. E fazem muito bem para si mesmas: além de ser uma maneira prazerosa de passar o tempo, ler é uma atividade que traz benefícios à saúde, especialmente de idosos e crianças.

Estudos realizados pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e pela Unidade de Neuroimagiologia Cognitiva do Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica comprovam que quem tem o hábito da leitura possui maior capacidade de entender, generalizar e sintetizar conteúdos.

Para os idosos, principalmente, é um excelente “remédio”, pois estimula o cérebro a se manter ativo.

— Na terceira idade, a leitura é utilizada como exercício para a memória. Nessa fase é natural que ocorram perdas neurológicas e, por isso, ler contribui para que os neurônios mantenham-se ativos. Quando o idoso apresenta quadros demenciais, a leitura é utilizada como ferramenta de estímulo aos neurônios remanescentes — explica a psicóloga Tahiana Baptista.

Para as crianças, além de ajudar na concentração e atenção, os livros ainda incentivam a imaginação e o pensamento crítico.

— Por meio dos livros, as crianças têm contato com culturas diferentes. A leitura possibilita uma ampliação na visão de mundo. Quando a criança começa a comparar a realidade dela com o que leu, ela desenvolve sua capacidade crítica — comenta a escritora especializada em literatura infantil Janine Rodrigues.

Os benefícios impactam também no aprendizado. Ler constantemente enriquece o vocabulário e ajuda na escrita.

— Não à toa, quem lê muito, em geral, escreve de maneira mais correta — pontua Janine.

Conheça truques que ajudam bastante a melhorar a sua compreensão de textos

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Publicado no Amo Direito

Durante o ano, não é raro encontrar universitários sobrecarregados com a carga de leitura dos cursos. Por causa do cansaço e do volume de conteúdos, é natural que os estudantes sintam mais dificuldade em compreender os textos e, consequentemente acabem demorando mais para ler. No entanto, existem técnicas eficazes que otimizam a compreensão dos leitores e podem ajudar quem está estudando para as provas e trabalhos finais. Confira abaixo ótimas dicas, e boa sorte!

Leia o prefácio e a introdução
Por mais que se queira ganhar tempo, pular o prefácio e a introdução do texto não é uma boa ideia. O motivo? Lá estão informações importantes sobre o conteúdo do texto, como a opinião do autor sobre o tema e os principais tópicos que serão abordados. Ao ler essas duas partes, o estudante já terá uma visão do assunto e ficará mais atento nos pontos importantes do livro.

Faça anotações
Enquanto lê, é importante guardar suas impressões, fazendo anotações quando encontrar uma frase ou parágrafo relevante. A ideia é que sejam notas breves e concisas, que simplifiquem os conceitos. Depois de finalizar a leitura, faça um resumo com essas notas para reforçar a compreensão do conteúdo.

Não grife mais do que o necessário
Não abuse do marca-textos! Ao sublinhar as páginas, destaque palavras-chave ou frases curtas. Grife apenas o que for extremamente importante, caso contrário, o destaque perderá o efeito de síntese.

Leia antes de ir para a aula
Tente adiantar a leitura para já estar familiarizado com os conceitos antes da aula. Dessa forma, se você tiver dúvidas, não precisa esperar mais tempo para resolvê-las. A técnica também otimiza o aprendizado, pois ler de acordo com o ritmo da turma faz com que o estudante esteja atualizado em relação ao conteúdo, sem contar que a carga de leitura não se acumula.

Fonte: noticias universia

Por que a leitura faz um bem tão grande?

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Reprodução/Global Empregos

Reprodução/Global Empregos

Saiba mais sobre os benefícios que a leitura pode trazer para o seu dia a dia.

Kevin Andrade dos Santos, no 1News

leitura geralmente faz parte do dia a dia de qualquer ser humano. Pode ser de um livro, revista, gibi ou mesmo um simples outdoor; a leitura está presente no cotidiano. E, apesar de passar despercebida algumas vezes, ela pode trazer um bem enorme a sua mente, exercitando-a e prevenindo contra algumas doenças. Confira:

Ajuda a diminuir o estresse: a leitura pode ajudar a evitar o estresse, especialmente se for uma leitura prazerosa, algo que a pessoa goste de ler. Se a leitura for à noite, ela ainda pode ajudar pessoas com insônia. 
Enriquecimento pessoal: seu repertório cultural e conhecimento aumentam. Quanto maior for a quantidade de livros, mais enriquecimento se tem. Além disso, a leitura também ajuda a se ter uma ortografia melhor, visto que, ao ler, várias palavras são aprendidas.

Memorização: pode ajudar a memorizar melhor as informações, já que o leitor precisará estimular a memória e lembrar-se do que leu anteriormente (principalmente se for um livro grande).

Concentração: com a concentração, há a oportunidade de treinar a mente e exercitá-la, principalmente em locais com muito barulho.

É uma ótima terapia: há pessoas que, quando leem, sentem-se mais relaxadas e seguras. Ou seja, é uma ótima forma de “fugir da realidade” e se sentir mais livre.

Previne doenças: ler previne Alzheimer e Demência, pois, assim como citado anteriormente, a leitura exercita o cérebro, mantendo-o ativo.

O Portal 1News Brasil visa trazer conteúdo autêntico e informativo aos seus leitores, mas não é responsável pelos artigos publicados por seus colunistas. Estes são de inteira responsabilidade do colunista que o fez, incluindo opiniões íntegras ou parciais a respeito dos assuntos abordados.

Árvores são plantadas na Noruega para serem transformadas em livros no próximo século

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Grupo plantou as árvores em uma floresta de Oslo, capital do país (Foto: Kristin von Hirsch / Bjorvika Utvikling / AFP )

Grupo plantou as árvores em uma floresta de Oslo, capital do país (Foto: Kristin von Hirsch / Bjorvika Utvikling / AFP )

 

‘Biblioteca do Futuro’ é incentivada por escritores que provavelmente não viverão para ver as obras publicadas apenas no ano de 2114.

Publicado no G1

Ano após ano, escritores de diferentes países enriquecem a chamada “Biblioteca do Futuro”. Os primeiros deles nunca conhecerão a reação de seus leitores, porque esse conjunto de obras inéditas será publicado apenas no próximo século.

Até agora, o único elemento visível dessa empreitada estilística e internacionalmente diversa é o conjunto de cerca de mil pequenas árvores, que, plantadas há três anos, crescem na periferia verde de Oslo.

Em 2114, quando forem centenários, esses abetos serão cortados e transformados no papel onde serão escritas as antologias que reunirão todos os escritores convidados a contribuir até a conclusão do projeto.

São cerca de mil pequenas árvores (Foto: Kristin von Hirsch / Bjorvika Utvikling / AFP)

São cerca de mil pequenas árvores (Foto: Kristin von Hirsch / Bjorvika Utvikling / AFP)

A canadense Margaret Atwood foi a primeira convidada a se juntar à iniciativa, em 2015, seguida do romancista britânico David Mitchell, em 2016. Este ano, foi o poeta islandês Sjon que apresentou seu manuscrito.

“Algo que um escritor sempre enfrentará é a existência de leitores que não conhece. Estão, talvez, em outro continente, ou distante no tempo, mas, é muito especial saber que ninguém lerá seu texto, enquanto você estiver vivo”, admite esse escritor, autor das letras de algumas das canções da cantora islandesa Björk.

Saber que não verá as reações a seu trabalho “aprofunda muito minha relação com o texto”, comenta.

“Eu me dei conta de que muitos dos mecanismos que eu dou como certos quando escrevo meus textos são, na verdade, algo sobre que devo pensar o tempo todo: a precisão das palavras, o uso de termos antigos… Escrever em islandês também foi uma das questões, com as quais tive de me confrontar, porque não sei onde meu idioma estará em 100 anos”, completou.

A árvore se faz livro

Se antes era a folha branca que esperava a inspiração do autor, agora serão, de certo modo, as palavras que terão de esperar o tempo necessário para que a árvore se faça livro.

Essa longa espera pela “Biblioteca do Futuro” é apenas a última de uma série de iniciativas na Noruega em celebração à “slow life” e à posteridade.

Campeão da “Slow TV”, o país nórdico acolhe a Reserva Mundial de Sementes, uma espécie de Arca de Noé vegetal destinada a preservar a diversidade genética de eventuais catástrofes futuras.

A ideia da biblioteca nasceu na imaginação da artista escocesa Katie Paterson e pôde-se materializar graças a um encontro com promotores imobiliários noruegueses em busca de um projeto cultural.

“Espero que os autores de hoje e das próximas décadas digam algo de sua época”, explica Paterson.

“Acho que será interessante para aqueles que puderem ler as obras daqui a 100 anos, porque poderão refletir, remontando no tempo. Porque, daqui a 100 anos, quem sabe como será a civilização?”, acrescenta.

‘Voto de confiança’

Ainda se lerá livros em 2114? Ainda haverá impressoras para colocá-los em papel?

A “biblioteca do futuro” é “um voto de confiança no futuro da cultura”, afirmou David Mitchell no ano passado.

“Umberto Eco dizia que a forma do livro não pode melhorar. É como a roda. Não tem como ser aperfeiçoada”, disse Paterson.

“Mas, claro, a tecnologia avança tão rápido que vamos para o desconhecido. Hoje falamos de livros eletrônicos, mas ignoramos totalmente que forma os livros tomarão depois. Pode ser algo inimaginável. Talvez, então, os livros de papel sejam uma antiguidade, ou talvez sejam a norma. O futuro decidirá”, acrescenta.

Pagando 800 libras esterlinas (cerca de 1.000 dólares), os bibliófilos mais ansiosos já podem comprar um certificado que dá direito a alguns dos mil exemplares da antologia que serão publicados e vendidos em galerias de arte.

Até a publicação, os manuscritos ficarão guardados em uma sala especialmente projetada para eles na nova biblioteca pública de Oslo, que deve ser aberta em 2020.

“Se tivéssemos tido de fazer uma avaliação de riscos dessa obra cultural, ela nunca teria acontecido”, reconhece Anne Beate Hovind, responsável pelo projeto e presidente do comitê de seleção de escritores.

“Mas, hoje, rivalizamos com os Nobel”, comemora Anne.

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