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Posts tagged letras

Concurso Cultural Literário (102)

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Promoção Guga

Em um relato absolutamente sincero, empolgante e emocionante, Guga revela através de seus sentimentos as passagens mais marcantes de sua vida. Ele descreve as memórias de sua infância e adolescência com o mesmo estilo modesto e divertido que o caracteriza como jogador.

A forte base familiar, a inspiração no pai, a admiração pelo irmão tenista, o apoio irrestrito da mãe, a paixão pelo irmão caçula e a confiança inabalável do treinador são peças fundamentais em sua história, a base que o levou a superar a falta de incentivo, a descrença em si mesmo e os adversários mais temidos de sua época.

Essa jornada sem igual, passando pelos torneios juvenis e profissionais, o tricampeonato de Roland Garros, a chegada ao topo do ranking mundial, entre outras conquistas, é contada a partir da visão única do menino que nasceu para ser campeão e cativou o coração de todos os brasileiros.

Em parceria com o blog Memories of the Angel, vamos sortear 1 exemplar autografado de “Guga – Um brasileiro“, lançamento da Sextante.

Para participar, basta responder quantas vezes e em quais anos Guga foi eleito o melhor jogador da América do Sul?

Envie a resposta para o e-mail [email protected] Respostas na área de comentários serão desconsideradas e apagadas.

Aproveitamos para sugerir que curtam as páginas dos promotores deste concurso:

O resultado será divulgado dia 4/11 neste post.

Participe! 🙂

***

E quem leva o livro “Guga – Um brasileiro” autografado é………. Cláudia Rosane Monteiro! \o/

Parabéns! Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Cientistas fazem aposta para ver quem consegue inserir mais citações de Bob Dylan em artigos

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Disputa foi revelada pelos acadêmicos após 17 anos de pesquisas com letras do bardo americano

Álbum de Bob Dylan serviu de inspiração para nome de um dos artigos científicos publicados  (Foto: Agência O Globo)

Álbum de Bob Dylan serviu de inspiração para nome de um dos artigos científicos publicados (Foto: Agência O Globo)

Publicado em O Globo

Não há limites para o que um fã pode fazer para homenagear seu ídolo. Nem os muros das universidades são capazes de conter tal euforia. Cinco cientistas suecos relevaram, após 17 anos, terem incluído citações de letras do cantor Bob Dylan em seus artigos de pesquisa como parte de uma aposta. Se a competição era um tanto inusitada, o prêmio não seria ambicioso: quem conseguisse inserir mais mensagens subliminares até a data da aposentadoria ganhava um almoço grátis.

De acordo com os participantes, tudo teria começado em 1997, após uma publicação na revista Nature intitulada “Óxido nítrico e Inflamação: a resposta está soprando no vento” (em referência à música Blowing in The Wind). Os autores do estudo, Jon Lundberg e Eddie Weitzberg, confessaram ser fãs de Bod Dylan, mas até então a escolha para o título se devia mais à oportunidade do momento:

– Nós gostávamos muito do Dylan, e quando começamos a escrever um artigo sobre a medição do gás óxido nítrico nas vias respiratórias e no intestino, o título surgiu como um encaixe perfeito – disse Weitzberg recentemente.

Anos mais tarde, um bibliotecário percebeu que dois colegas da dupla fã de Dylan, Jonas Frisén e Konstantinos Meletis, também tinham citado letras do cantor em um artigo sobre a capacidade das células não-neuronais de gerar neurônios em 2003: “Blood on the tracks: a Simple Twist of Fate?”. Foi uma façanha e tanto, já que em apenas um título, Frisén e Meletis haviam conseguido reproduzir o nome de um álbum de Dylan e de outra famosa canção.

O que era apenas uma simples brincadeira então ganhou ares de competição. Lundberg, um dos primeiros a fazer citações, propôs que quem fizesse mais inserções nos artigos científicos ganhava um almoço grátis em um restaurante local.

A notícia se espalhou rapidamente através do Instituto Karolinska de Estocolmo, onde todos os quatro homens trabalham, e em pouco tempo havia um quinto concorrente: Kenneth Chien, professor de pesquisa cardiovascular, que também estava de olho na refeição gratuita. No momento em que ele conheceu os outros, ele já tinha um trabalho em homenagem a Dylan: “Tangled Up in Blue: cardiologia molecular na era pós-molecular”, publicado em 1998.

E com cinco competidores, as citações foram se acelerando. Mas os grandes vencedores até o momento são a dupla Lundberg e Weitzberg, que publicaram os artigos “O Papel Biológico do Nitrato e do Nitrito: The Times They Are A-Changin”, em 2009; Ef Receptores Tangled Up in Two, em 2010; Nitrato dietética – A Slow Train Coming, em 2011.

Colômbia e Brasil empatam quando a tabela é entre futebol e letras

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Gabriel García Marquez, ícone da literatura colombiana, morto no último mês de abril

Gabriel García Marquez, ícone da literatura colombiana, morto no último mês de abril

Mauricio Stycer, no UOL

O duelo entre Brasil e Colômbia, nesta sexta-feira, no Castelão, vai opor seleções com números e conquistas muito diferentes ao longo da história do futebol. A paixão pelo esporte, porém, é praticamente a mesma entre brasileiros e colombianos. E, curiosamente, os dois países também empatam em outro quesito: a pouca tradição de boa literatura sobre o mundo da bola.

É verdade que tanto a Colômbia quanto o Brasil tem troféus a exibir nesta área. O prêmio Nobel Gabriel García Márquez (1927-2014), no início de sua carreira como jornalista, escreveu vários textos sobre o assunto. Em 1950, descreveu as façanhas do brasileiro Heleno de Freitas, então atuando pelo Junior Barranquilla.

“O esporte mais popular do país, que desperta tantas paixões, ainda não produziu um grande romance”, diz ao UOL Esporte o escritor Rafael Gutierrez, autor do romance “Como se tornar um escritor cult de forma rápida e simples”. “Há várias tentativas, mas poucos alcançaram um grande nível”.

No Brasil, grandes escritores, como Graciliano Ramos e Lima Barreto, desprezaram o futebol, mas outros até se aventuraram, como Jose Lins do Rego, por exemplo. O gênero que mais rendeu bons textos sempre foi a crônica. E foi neste terreno que dois irmãos se destacaram – Mário Filho e Nelson Rodrigues.

“Acho que uma coisa que sempre intimidou os escritores foi o fato de nossa crônica esportiva ser tão boa”, diz o jornalista e escritor Sergio Rodrigues, autor de “O Drible”, elogiado romance, recém-publicado também na Espanha e, em breve, na França.

Gutierrez cita alguns autores colombianos mais recentes que se aventuram pelo tema. Caso de Ricardo Silva Romero, autor de “Autogol” (gol contra), um romance que recria a história de Andrés Escobar, zagueiro da seleção colombiana, autor do gol contra que eliminou sua equipe na Copa de 94, assassinado pouco depois em Medellín.

Além de García Márquez, o craque Heleno de Freitas inspirou outro escritor colombiano, Andrés Salcedo, a escrever o romance “El día en que el fútbol murió”. Outro jovem autor, Juan Esteban Costain, se aventurou pelo romance histórico com “Calcio”.

São alguns poucos exemplos apenas, diz Gutierrez, reconhecendo que por ser “algo tão presente e tão importante na vida da Colômbia”, o futebol deveria estar mais bem representado pela literatura.

Sergio Rodrigues tem outra explicação para a produção relativamente modesta de livros sobre o assunto. “Qualquer esporte é difícil de ser tratado pela literatura. O esporte é uma narrativa pronta, com vitórias, derrotas e dramas. Os personagens reais já tem estatura de mito. Isso torna difícil o trabalho do escritor”, diz.

Ainda assim, a pedido do UOL Esporte, Rodrigues elaborou uma lista de cinco livros essenciais sobre futebol. Anote:

1.”O negro no futebol brasileiro”, de Mário Filho.

2.”Anatomia de uma derrota”, de Paulo Perdigão, sobre a final da Copa de 1950.

3.À sombra das chuteiras imortais”, uma reunião de crônicas de Nelson Rodrigues selecionadas por Ruy Castro.

4.”Febre de Bola”, de Nick Hornby.

5.”Futebol ao sol e à sombra”, de Eduardo Galeano.

E boa leitura.

Assista neste vídeo do The Telegraph como funciona o processo de impressão de uma obra literária.

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Julia Tezza, no Homo Literatus

O processo de criação de um livro vai desde a inspiração do autor, desenvolvendo sua história, trabalhando as personagens, o enredo, revisões da obra, cortes que devem ser feito para as editoras, até chegar a parte de impressão e acabamento. São etapas que muitas vezes, nós leitores, não percebemos. Neste vídeo é possível ver exatamente como é feito o processo de impressão.

O autor precisa ter sua obra em mãos para dar início ao próximo passo, torná-lo acessível através de uma tiragem (quantidade de impressões). É necessário que haja um “esqueleto” de tudo o que será impresso, de modo que na gráfica onde será feito este processo é separada página por página do livro. Para cada página, devem-se organizar todas as letras, agrupando-as para formar todo o texto daquela página, utilizando chapas para que todas as letras fiquem unidas na hora da impressão. Da máquina de impressão são obtidas sequências de páginas por vez, que são impressas na mesma folha, cujo tamanho é de uma cartolina, devendo ser cortadas e agrupadas em ordem numérica, da mesma maneira como irão ser dispostas no livro.

Tanto esse processo de corte das páginas como o de separação das páginas são feitos manualmente. No caso do corte, é necessário o auxílio de uma guilhotina para a maior precisão do trabalho. Depois dessa etapa, o livro se encontra quase pronto, faltando apenas à confecção da capa, que será colada ao livro. Novamente entra o processo manual, o qual é feito com a ajuda de alguns utensílios para marcar precisamente as dobras da capa e para que a colagem seja perfeita. Pronto! Um novo livro nasceu! Desta forma, outros tantos também são feitos para nos proporcionar o prazer da leitura.

Neymar fenômeno das letras? Aos 22 anos, atacante é estrela de seis livros

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Gustavo Franceschini, no UOL

Neymar tem só 22 anos, mas se você quiser saber mais sobre o jovem jogador, não lhe faltarão opções na livraria mais próxima da sua casa. Com uma carreira longa pela frente, o prodígio já inspirou ao menos seis livros sobre a sua história ainda incompleta. O motivo? Autores e editores se dividem entre a proximidade da Copa do Mundo e o crescimento do mercado editorial.

A lista de publicações impressiona (veja todas no quadro abaixo). Neymar já foi descrito em forma de alfabeto, teve sua história relatada em contos e até a relação do jogador com seu pai virou tema de um livro. É normal tudo isso?

“Diante da trajetória dele, acreditamos que seja normal sim. É um jogador fora de série, extremamente midiático, ídolo dentro e fora do Brasil. Acho normal que se queira entender o fenômeno que o Neymar se tornou, assim como contar sua história singular”, disse a Editora Paralela, que acaba de lançar “O Planeta Neymar – Um Perfil”, feito pelo jornalista Paulo Vinícius Coelho, da ESPN Brasil.

O processo é novo no Brasil. Nunca foram tão produzidos tantos livros sobre futebol quanto em 2014, enquanto em países da Europa como a Inglaterra a oferta dentro do tema é muito maior.

“As pessoas querem receber informações sobre o Neymar. O consumidor é que vai saber definir o que é bom e o que é ruim, até porque livro é um produto relativamente caro”, explica Marcelo Duarte, dono da Panda Books, que editou o livro “Neymar Jr. de A a Z”.

A coleção de curiosidades foi o primeiro livro oficial do jogador, aproveitando uma série que já existia na editora com grandes estrelas adolescentes, como Justin Bieber e Jonas Brothers. Neymar ainda chancelaria um livro sobre a relação com seu pai, escrito pelos jornalistas Mauro Beting e Ivan Moré e publicado pela Universo dos Livros. O livro escrito por Paulo Vinícius Coelho não tem relação comercial com o atleta e seu estafe, mas igualmente não se pretende uma biografia.

“É um perfil do Neymar. São vários textos do tamanho de uma coluna de jornal que contam aspectos diferentes da vida dele. É o livro que eu sou capaz de escrever, com o tempo que eu tenho. Não daria para mergulhar na vida do pai dele, ir até Mogi das Cruzes conhecer as pessoas da infância dele. Mas eu descobri coisas novas fazendo o livro dele, coisas que eu acho que outras pessoas não conheciam”, disse Paulo Vinícius Coelho.

Em geral, a maior parte das publicações encontram um recorte da vida e da carreira do jogador para fugirem do status de biografias. Editores e autores ouvidos pela reportagem concordam que nenhum livro sobre Neymar pode ser definitivo.

Nada que se compare a um “Anjo Pornográfico”, de Ruy Castro, referência em termos de biografia no país que conta a história de Nelson Rodrigues. O mesmo autor, que é colunista da Folha de S. Paulo, escreveu “A Estrela Solitária”, sobre a vida de Mané Garrincha.

“É um cara que tem 22 anos, não dá para comparar. Nas biografias do Ruy Castro ambos já estavam mortos, tinham história para contar. Quem, com 22 anos, rende um grande livro? Estão aproveitando a fama dele para ganhar dinheiro. Não tem história suficiente do Neymar para render um bom livro”, disse Mauricio Stycer, crítico do UOL.

“Eu tenho um respeito reverencial ao livro. O próprio Ruy Castro diz que não se pode biografar gente viva. E mais ainda. Diz que só se deve biografar depois de cinco anos da morte da pessoa”, diz Juca Kfouri, jornalista do UOL Esporte e da Folha de S. Paulo.

Alguns, porém, se propõem a contar tudo da curta vida do jogador. Joaquim Piera é catalão, trabalha há dez anos no Brasil como correspondente do diário Sport, em Barcelona, e publicou “Neymar, la joya prodigiosa”, editado pelo próprio jornal.

“Desde os anos 1990, todo ano o Sport publica a biografia de um jogador em 23 de abril, que é dia do livro. Meu jornal achou que era interessante contar a história do Neymar. É uma biografia do que ele fez até agora. Tentei fazer uma apresentação dele para o Barcelona de um ponto de vista pedagógico, explicando com calma, por exemplo, o que é um campeonato estadual”, disse Piera, que está cobrindo a seleção em Teresópolis, onde o time se prepara para a Copa do Mundo.

O livro tomou como base uma série de reportagens do próprio Piera em 2012. Boa parte do material, portanto, não era inédito. O Sport, segundo o jornalista, já retratou em formatos semelhantes jogadores como Romário e Ronaldinho Gaúcho.

O meia, hoje no Alético-MG, também foi biografado por um autor que tem predileção por obras do tipo. Luca Caioli é um jornalista italiano que vive em Madri desde o começo do século. Especializado em “livros de ocasião”, ele já falou da vida de Ronaldinho, Zidane, Messi, Lance Armstrong, Karin Benzema e… Neymar (Neymar – O último poeta do futebol, da L&M Pocket).

“Isso acontece muito lá fora. Tem de ver como vai ficar depois da Copa do Mundo por aqui. O número de livros vai cair, mas pode ser diferente se o futebol crescer. Há 20 anos, por exemplo, você não tinha tantos livros sobre futebol na Inglaterra”, disse Paulo Vinícius Coelho.

Os livros sobre Neymar

– Neymar, la joya prodigiosa
Joaquim Piera / Diário Sport

– Neymar – o Sonho Brasileiro
Peter Banke / Planeta do Brasil

– Neymar – Conversa Entre Pai e Filho
Ivan Moré e Mauro Beting / Universo dos Livros

– Neymar Jr. de A a Z
Ed. Panda Books

– Neymar – o Ultimo Poeta do Futebol
Luca Caioli / Ed. L&PM

– O Planeta Neymar – Um Perfil
Paulo Vinicius Coelho / Ed. Paralela

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