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73% das crianças de 3 a 5 anos já utilizam algum aplicativo educacional, diz pesquisa

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Os dados apontam que 76% delas sabem desligar e ligar um tablet ou computador

 Facebook aplicativo celular (Reprodução/Flickr/melenita2012)

Facebook aplicativo celular (Reprodução/Flickr/melenita2012)

Publicado no R7

A ideia de que vivemos em uma sociedade conectada, na qual as crianças já nascem sabendo usar celulares, computadores e tablets se torna cada dia mais palatável.

Uma pesquisa realizada pela empresa de tecnologia AVG com 5.423 pais de dez países aponta que 73% das crianças de 3 a 5 anos já utilizam algum aplicativo educacional. Nessa faixa etária, as crianças também estão cada vez mais próximas de dispositivos com acesso à internet.

Os dados apontam que 76% delas sabem desligar e ligar um tablet ou computador, 73% já utilizam algum game virtual, 42% já sabem fazer uma ligação telefônica, apesar de 43% não serem capazes de escrever o próprio nome.

Jogos eletrônicos e a escola

Para Guilherme Camargo, hoje sócio-CEO da desenvolvedora Sioux, o fato de interagir com o conteúdo faz com que a criança absorva mais conteúdo do que apenas lendo, motivo este que estaria desecadeando o desenvolvimento de aplicativos e apltaformas educacionais no mundo todo.

— A interação é a grande onda do mundo corporativo e da educação hoje. Usar conceitos dos games nas escolas ou mesmo fora delas promove o engajamento.      A amostra da AVG também revelou 97% das crianças entre 6 e 9 anos de idade já usaram a web no Brasil, enquanto os países pesquisados chegam a 89%.

Outro especialista que acredita que a sala de aula e o dever de casa podem ser tão divertidos e provocar o mesmo engajamento que os videogames causam em jovens e crianças quando eles estão jogando é de Nolan Bushnell, fundador do Atari.

Em entrevista ao R7, ele explicou que a concentração do jogador faz com que a aprendizagem seja maximizada durante cada segundo da partida.

Alfabetização

No Brasil, o desenvolvimento de jogos que ensinam crianças está crescendo. Em março, a dupla Palavra Cantada lançou um game chamado Brincando com Palavras, que consiste em juntar letras que formam palavras do videoclipe animado.

O jogo tem dois níveis de dificuldade, uma considerada fácil, em que as mesmas letras caem na sequência correta para formar a palavra e a normal, em que a criança terá que formar a palavra escolhendo as letras que caem aleatoriamente e versões para celulares e tablets das plataformas IOS e Android.

— No caso do game da dupla da Palavra Cantada, a associação de um jogo com a música estimula o desenvolvimento das crianças. No Brasil, temos outros aplicativos famosos como o da Galinha Pintadinha que já estão disponíveis para os usuários, conta Camargo.

Outro jogo criado para alfabetizar crianças  chamado Brincando com Arie, que traz um leãozinho que atua como uma espécie de  guia de  brincadeiras como pintura, jogo da memória, e outros jogos que ensinam às crianças a associação de palavras a objetos.

Coldplay espalhará letras do novo disco por bibliotecas

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Para promover o lançamento de ‘Ghost stories’, nove envelopes com manuscritos de Chris Martin estão escondidos em livros sobre fantasmas
Banda dará dicas em seu perfil no Twitter

Crhis Martin, do Coldplay Reuters

Crhis Martin, do Coldplay Reuters

Publicado em O Globo

RIO – Fãs de Coldplay, corram às bibliotecas! Para promover o lançamento do próximo álbum da banda inglesa, a gravadora escondeu nove envelopes com letras de faixas de “Ghost stories” dentro de livros de bibliotecas espalhadas por nove países. Detalhe: as letras foram escritas a mão por Chris Martin, líder do grupo.

O Coldplay usará seu perfil no Twitter para dar pistas de onde os envelopes se encontram. Mas eles não estarão em qualquer livro: a equipe escolheu histórias sobre fantasmas, como no título do álbum. A cada envelope descoberto, a banda publicará uma foto do manuscrito da letra, também em sua conta na rede social. O primeiro, alocado na Cidade do México, já foi encontrado.

Um dos envelopes contém ainda um presentinho especial para os fãs da banda: quem encontrá-lo vai ganhar passagens e ingressos para ver o show do Coldplay no lendário Royal Albert Hall, em Londres, em 1º de julho.

“Ghost stories” é o sexto álbum de estúdio do Coldplay e será lançado no dia 19 de maio. A produção ficou a cargo de Paul Epworth, famoso por ter trabalhado com Paul McCartney, Adele, Bruno Mars e Florence + The Machine.

Em entrevista à “BBC”, Martin contou que sua recente separação da atriz Gwyneth Paltrow inspirou as letras das novas canções. O casal se divorciou no mês passado, após uma década de casamento. “O que ‘Ghost stories’ significa para mim é que você precisa se abrir para o amor, e se você realmente o fizer, claro que isso vai ser doloroso às vezes, mas vai ser ótimo de alguma forma”, explicou o músico.

Biografia da banda The Smiths é publicada agora no Brasil

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Autor do livro diz que o culto sobre o grupo só cresceu nas mais de duas décadas desde sua separação

The Smiths Divulgação/Lawrence Watson

The Smiths Divulgação/Lawrence Watson

Silvio Essinger em O Globo

RIO – Trinta anos depois do lançamento de seu primeiro álbum (e quase 27 desde sua separação), os Smiths continuam a ser um dos assuntos mais discutidos do mundo do rock. No ano passado, a autobiografia do vocalista Morrissey chegou ao primeiro lugar na lista dos livros mais vendidos do Reino Unido. Especulações sobre a volta do grupo são constantes, embora as perspectivas sejam cada vez mais remotas (“Li a autobiografia e fiquei pensando: não tenho certeza se essa é uma situação que pode ser resolvida”, disse recentemente, ao jornal “New Musical Express”, Stephen Street, produtor de álbuns dos Smiths).

E aí chega ao Brasil, pela editora Best Seller, “A light that never goes out”, a mais recente biografia do grupo (originalmente lançada em 2012), escrita pelo jornalista inglês Tony Fletcher. Ela oferece uma visão mais reflexiva e apurada da história e do legado dessa banda, tida como a responsável pela criação do mito do rock independente.

– Quando os Smiths acabaram, ainda me parecia muito cedo para escrever o livro – conta Fletcher, por telefone, de Nova York. – Em 1992, saiu a obra do (escritor inglês) Johnny Rogan (“The severed alliance”), que é boa. Então fui escrever sobre outros assuntos. Só há uns cinco anos é que o editor e eu falamos de um novo livro sobre os Smiths. Eu achava que havia lugar para uma boa biografia, não só sobre Morrissey e (Johnny) Marr (guitarrista dos Smiths, parceiro do vocalista nas canções), mas sobre a banda em si. Um livro que desse outra ideia sobre eles, tanto tempo depois.

Para Fletcher, o culto aos Smiths só cresceu com os anos.

– Houve um tempo, logo após eles se separarem, especialmente na época das raves, em que eles foram vistos como ultrapassados. Só lá pelo meio dos anos 1990, quando o Oasis apareceu, que a coisa mudou. As pessoas se perguntaram: “Caramba, eles não eram uma banda impressionante?” – diz o autor, rebatendo a imagem depressiva que muitos têm do grupo, por causa das letras de Morrissey. – “Heaven knows I’m miserable now” é uma das canções mais engraçadas já escritas. Sempre achei que os Smiths tinham um maravilhoso equilíbrio entre letras muito sinceras e um incrível otimismo na música. Quem quer que tenha visto um show deles sabe que se tratava de uma das bandas mais empolgantes.

Se algo diferenciou os Smiths de outros artistas de sua época, segundo o escritor, foi sua postura frente à indústria.

– Mesmo quando tinham sucessos e vendiam montes de discos, eles faziam questão de não se dar muito ao mainstream. Logo no começo, nos programas de TV, você podia ver como Morrissey estava desconfortável. Eles foram muito cuidadosos em não se misturar, e acho que essa é uma das razões pelas quais ainda falamos deles. Porque eles se mantiveram fiéis aos seus valores.

Tony Fletcher tem lá suas reservas em relação à autobiografia de Morrissey, lançada um ano depois do seu livro.

– A primeira parte, em que ele escreve sobre Manchester, é absolutamente soberba e fala muito sobre tudo o que viemos a amar sobre Morrissey, o letrista – diz. – Infelizmente, logo depois ele fica muito amargo. Morrissey é muito talentoso e adorável quando quer, mas ali é muito descortês com quem provavelmente não merecia tal carga de críticas. Você acaba ficando exausto com aquilo.

Já Johnny Marr (que colaborou com o seu livro, ao contrário do vocalista) ressurge para Fletcher com melhor imagem.

– Nos últimos dez anos, provavelmente houve um melhor entendimento sobre Marr. Ele veio a aceitar os erros dos Smiths e quer seguir com a sua vida. Infelizmente, Morrissey ainda está se consumindo com muita raiva em relação a pessoas como Mike Joyce (baterista do grupo, que processou a dupla de compositores por direitos não pagos). Johnny teve que pagar tanto dinheiro quanto Morrissey, mas isso não é algo que o consuma.

Autor também de livros sobre o R.E.M. e Keith Moon (baterista do The Who), o inglês teme que a era de grandes nomes do rock, como os Smiths, tenha chegado ao fim.

– Há grandes talentos novos, como (o cantor inglês) Jake Bugg… Mas eu me pergunto se essa parte da música popular já não encerrou seu ciclo, com todo esse pop eletrônico, a internet e as pessoas não comprando mais álbuns.

Grande amigo de García Márquez, escritor Álvaro Mutis morre aos 90 anos

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Publicado no Terra

Mutis era um dos melhores amigos de Gabriel García Márquez Foto: AFP

Mutis era um dos melhores amigos de Gabriel García Márquez Foto: AFP

Considerado um dos maiores escritores latino-americanos da atualidade, o colombiano Álvaro Mutis morreu neste sábado na Cidade do México, onde vivia há décadas, segundo informações da agência EFE.

Ele estava hospitalizado desde o último domingo e morreu por conta de uma “longa doença”, não especificada pela família.

Entre as obras poéticas de Mutis, destacam-se Los elementos del desastre (1953), e Memoria de los hospitales de ultramar (1959). Como romancista, escreveu La mansión de Araucaíma (1973).

Em 1997, ganhou o Prêmio Príncipe de Astúrias das Letras e, em 2001, o Cervantes, a distinção máxima dada aos escritores em língua espanhola.

O Nobel de Literatura Gabriel García Márquez, também colombiano e vivendo no México, era um dos melhores amigos de Mutis e lamentou a morte em sua conta no Twitter.

No último ano, quando completou 90 anos, o autor recebeu diversas homenagens na Colômbia e teve uma série de seus romances reproduzidos em pequenos filmes.

As 20 editoras mais populares no Twitter (25)

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Reportagens sobre a Bienal do Livro do RJ foram unânimes ao apontar o crescimento expressivo das vendas de obras dirigidas a jovens e adolescentes.

Emo-cionante andar nos pavilhões do Riocentro e ver a galera em filas gigantes para pegar autógrafo de seus escritores favoritos e, claro, tirar uma fotenha para colocar no Instagram.

Cada vez + antenadas, editoras investem tempo e recursos para se aproximar do público via redes sociais. Hora de conferir o que aconteceu durante o mês de agosto.

Apenas duas trocas de posições no mês. A CPAD ultrapassou a Galera Record e está na sexta posição. A Novo Conceito perdeu uma posição e o oitavo lugar agora é ocupado pela Gutenberg.

Vamos aguardar o que vai rolar no mês de setembro. Sucesso a todos! 🙂

Ranking Agosto

#1: 61.300 Intrínseca @intrinseca

#2: 55.300 Companhia das Letras @cialetras

#3: 52.400 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.090 Editora Sextante @sextante

#5: 42.040 Editora Rocco @editorarocco

#6: 37.650 Editora CPAD @EditoraCPAD

#7: 37.610 Galera Record @galerarecord

#8: 34.500 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#9: 33.500 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#10: 32.800 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 30.300 Cosac Naify @cosacnaify

#12: 28.800 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#13: 28.400 Editorial Record @editorarecord

#14: 25.700 L&PM Editores @LePM_Editores

#15: 24.800 Editora RT @revtribunais

#16: 23.400 Editora Leya @EditoraLeya

#17: 23.000 Casa Publicadora @casapublicadora

#18: 20.300 Suma de Letras @Suma_BR

#19: 19.300 Ultimato @ultimato

#20: 18.200 Editora Nemo @editoranemo

Ranking atualizado em 2/9

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