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Posts tagged LeYa

As 20 editoras mais populares no Twitter (24)

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Ontem (4/8) foi aniversário do stalker Barack Obama. A primeira-dama Michelle Obama usou o Twitter para desejar “happy birthday” ao marido. Bill Clinton também usou o microblog para cumprimentar o presidente. Ao que se sabe, nenhuma loira sensual colou na área para cantar “Happy Birthday, Mr. President” como a diva MM.

O Twitter é uma espécie de “autobahn da comunicação”, na qual as informações trafegam sempre em altíssima velocidade. Trafegar em velocidade baixa nesse ambiente geralmente significa alto risco. #cuidado

Vamos conferir como anda a tabela de classificação. A Gutenberg ultrapassou a Saraiva e agora ocupa a nona posição. A Leya também ganhou uma posição e está em 16º lugar. Pra completar as mudanças, a Nemo estreia na lista na vigésima posição.

Pé na tábua e daqui a um mês a gente mostra novamente o desempenho de cada bólido. 🙂

Ranking Julho

#1: 59.300 Intrínseca @intrinseca

#2: 53.900 Companhia das Letras @cialetras

#3: 51.200 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.000 Editora Sextante @sextante

#5: 40.600 Editora Rocco @editorarocco

#6: 37.100 Galera Record @galerarecord

#7: 36.900 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 33.000 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#9: 32.100 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#10: 32.000 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 30.000 Cosac Naify @cosacnaify

#12: 27.300 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#13: 27.100 Editorial Record @editorarecord

#14: 25.400 L&PM Editores @LePM_Editores

#15: 24.000 Editora RT @revtribunais

#16: 22.600 Editora Leya @EditoraLeya

#17: 22.500 Casa Publicadora @casapublicadora

#18: 19.700 Suma de Letras @Suma_BR

#19: 18.900 Ultimato @ultimato

#20: 17.200 Editora Nemo @editoranemo

Ranking atualizado em 5/8

Johnny Cash, entre o céu e o inferno em autobiografia

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Em obra recém-lançada, o lendário cantor de country e gospel lembra amigos, drogas e June Carter Cash

Roberto Nascimento, no Estadão

Popularizada no filme Johnny & June, de 2005, a história de Johnny Cash é a quintessencial trajetória cristã de um grande artista, desde o triunfo inicial à penumbra do pecado e, finalmente, à redenção: um caminho tão humano quanto divino, que o lendário cantor soube traduzir como poucos em letras e interpretações, de gospel ao blues, ao rockabilly. Basta ouvir os discos de sua série American, gravada nos últimos compassos de sua carreira, para compreender o tom transcendental com que Cash imbuiu sua música, assumindo um papel de pecador confesso cuja sinceridade arrebatadora ressoou entre o público.

Divulgação Livro tem a sinceridade da música de Cash

Divulgação
Livro tem a sinceridade da música de Cash

Na época em que os seis Americans foram gravados, Johnny Cash, morto em 2003 por causa de complicações causadas pela diabete, também preparou o seu segundo livro de memórias Cash: A Autobiografia, que chega agora às livrarias brasileiras em tradução da Editora Leya. (O Estado publicou uma matéria sobre o livro em 2010, quando a autobiografia estava em processo de lançamento, mas por alterações na grade, a editora o segurou até agora.)

No início dos anos 2000, Cash vivia uma renascença artística, possibilitada pelo produtor Rick Rubin, que o apresentou a uma nova geração de fãs por intermédio de um repertório equilibrado entre gospel e canções atuais, como Hurt, do Nine Inch Nails.

A sinceridade cortante das gravações ecoa nas palavras escritas por Cash que, pressentindo o fim, narra sua história com sabedoria curtida em anos de sofrimento e redenção. A primeira metade passa pelas origens de sua carreira, nos meados dos anos 50, quando Cash gravou seus primeiros discos pela lendária Sun Records, gravadora de Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, Carl Perkins e Roy Orbison. Há a descrição da mítica jam session entre Cash, Elvis, Lewis e Perkins, lançada no disco Million Dollar Quartet (Cash abriu mão de seu barítono e cantou uma oitava acima para combinar com Elvis).

Há os dramas do pianista, cantor e pastor Jerry Lee Lewis, que tinha certeza de que iria para o inferno quando via jovens se esfregando ao som de sua música (“Estou fazendo o que Deus mandou, mas estou levando todo mundo para o inferno. É para lá que eu vou se continuar cantando”, dizia Jerry). E há uma defesa de Elvis, que, para Cash, no início de sua carreira era tão invejado que foi tachado como um bad boy pelos próprios colegas. Mas um carinho especial é dado pelo cantor em sua abordagem do trágico amigo Roy Orbison, que suportou um sofrimento sobre-humano ao perder dois de seus três filhos em um incêndio em sua casa no Tennessee, enquanto fazia turnê pela Inglaterra. Cash e Orbison eram muito próximos. Cash morava do outro lado da rua da casa que pegou fogo e depois que Orbison conseguiu se reestruturar, comprou o terreno e prometeu ao amigo que jamais o venderia. Além dos colegas, boa parte de Cash: A Autobiografia concentra-se em drogas e problemas familiares.

Viciado em anfetaminas, barbitúricos e tudo o que viria a matar os ídolos do rock nos anos 60, o cantor foi um pioneiro em dramas de fama e dependência química. Chegou a passar dias alucinado no deserto como um pré-Jim Morrison. Botou fogo em uma reserva nacional. Alugou um avião para se transferir de um hospital, com medo que soldados de elite fossem plantar uma bomba em seu dormitório. Quebrou a porta do quarto de seu guitarrista a machadadas – feito que, em suas palavras, o levou a ser o “pioneiro do vandalismo de motel que tanto é glorificado no rock de hoje em dia”.

Cash conta suas melhores histórias ao relembrar o amor que teve por June Carter, sua alma gêmea e santa protetora até o fim da vida, passado entre Nashville e uma casa na Jamaica. Quando se deparava com o “cachorro negro”, nome que dava para o seu lado sombrio e autodestrutivo, era June quem o salvava, deixando claro que sua carreira se desfaria sem a companheira.Na mais singela das provas de amor de June Carter, Cash – sofrendo de síndrome de abstinência ao tentar se livrar das drogas – sente uma brisa que o guia, como a luz na alegoria de Platão, à entrada da caverna. Quando sai, lá está June, que o espera com uma cesta de maçãs.

O cantor morreu em setembro de 2003, quatro meses depois de sua mulher.

As 20 editoras mais populares do Twitter (23)

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Olá, internautas.

As manifestações que têm acontecido em centenas de cidades do país mostram novamente a força (e a vitalidade) das redes sociais. Boa parte dos protestos foram convocados on-line e em poucos minutos milhares de pessoas tomam conhecimento de uma notícia importante.

O ranking abaixo reúne + de 600 mil internautas com algo em comum: a paixão pelos livros. Diariamente eles recebem infos sobre lançamentos, promoções e sobre o que acontece nos bastidores do mundo encantado dos livros. Vamos conferir o que aconteceu no ranking no mês de junho.

A Suma de Letras ultrapassou a Ultimato e agora ocupa a décima oitava posição. A Autêntica deu 1 salto duplo twist carpado, deixou a Record e a L&PM pra trás e ficou em 12º lugar. Pra completar a dança das cadeiras, a Gutenberg ultrapassou a Cosac Naify e agora figura no Top 10 do Twitter.

Abraços e que esta segunda metade do ano seja repleta de êxito para todos. #natorcida

Ranking Junho

#1: 57.500 Intrínseca @intrinseca

#2: 52.000 Companhia das Letras @cialetras

#3: 49.800 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.100 Editora Sextante @sextante

#5: 39.100 Editora Rocco @editorarocco

#6: 36.500 Galera Record @galerarecord

#7: 35.800 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 32.000 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#9: 30.700 Editora Saraiva @editorasaraiva

#10: 29.700 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#11: 29.600 Cosac Naify @cosacnaify

#12: 25.700 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#13: 25.600 Editorial Record @editorarecord

#14: 25.100 L&PM Editores @LePM_Editores

#15: 23.300 Editora RT @revtribunais

#16: 21.800 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 21.600 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 18.700 Suma de Letras @Suma_BR

#19: 18.500 Ultimato @ultimato

#20: 16.300 Editora Agir @agireditora

Ranking atualizado em 1/7

Portugal Telecom anuncia semifinalistas

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Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

Há uma década premiando autores de língua portuguesa com livros editados no Brasil, o Portugal Telecom anunciou hoje os 63 semifinalistas da edição 2013 nas categorias romance, poesia e conto/crônica.

Na lista, nomes como o moçambicano Mia Couto (na foto de Filipe Araujo/Estadão), o mais recente Prêmio Camões; o português de origem angolana Valter Hugo Mãe, vencedor no ano passado da categoria romance; autores da nova geração, como Paloma Vidal, José Luiz Passos, Daniel Galera e Ricardo Lísias, e os veteranos Luis Fernando Verissimo, Zuenir Ventura, Affonso Romano de Sant’Anna, entre outros.

Em setembro, serão conhecidos os 12 finalitas e o resultado final será anunciado em novembro. O vencedor de cada categoria ganha R$ 50 mil e ainda concorre ao grande prêmio do ano, também no valor de R$ 50 mil.

Em 2012, foram premiados, além de Valter Hugo Mãe e seu romance A Máquina de Fazer Espanhóis, Nuno Ramos, com Junco (poesia), e Dalton Trevisan, com O Anão e a Ninfeta (contos).

FINALISTAS

Romance

A Confissão da Leoa (Companhia das Letras), de Mia Couto
A Máquina de Madeira (Companhia das Letras), de Miguel Sanches Neto
A Noite das Mulheres Cantoras (Leya), de Lídia Jorge
A Sul. O Sombreiro (Leya), de Pepetela
As Visitas que Hoje Estamos (Iluminuras), de Antonio Geraldo Figueiredo Ferreira
Barba Ensopada de Sangue (Companhia das Letras), de Daniel Galera
Big Jato (Companhia das Letras), de Xico Sá
Caderno de Ruminações (Alfaguara), de Francisco J. C. Dantas
Desde que o Samba é Samba (Planeta), de Paulo Lins
Deus Foi Almoçar (Planeta), de Ferrez
Era Meu Esse Rosto (Record), de Márcia Tiburi
Estive Lá Fora (Alfaguara), de Ronaldo Correia De Brito
Mar Azul (Rocco), de Paloma Vidal
O Casarão da Rua do Rosário (Bertrand), de Menalton Braff
O Céu dos Suicidas (Alfaguara), de Ricardo Lísias
O Filho de Mil Homens (Cosac Naify), de Valter Hugo Mãe
O Mendigo Que Sabia de Cor os Adágios de Erasmo de Rotterdam (Record), de Evandro Affonso Ferreira
O Que Deu Para Fazer em Matéria de História de Amor (Companhia das Letras), de Elvira Vigna
O Sonâmbulo Amador (Alfaguara), de José Luiz Passos
Pauliceia de Mil Dentes (Prumo), de Maria José Silveira
Sôbolos Rios Que Vão (Alfaguara), de António Lobo Antunes
Solidão Continental (Record), de João Gilberto Noll

Poesia

A Casa Dos Nove Pinheiros (Dobra), de Ruy Espinheira Filho
A Cicatriz de Marilyn Monroe (Iluminuras), de Contador Borges
A Praça Azul e Tempo de Vidro (Paes), de Samarone Lima
A Voz do Ventríloquo (Edith), de Ademir Assunção
As Maçãs de Antes (Biblioteca Do Paraná), de Lila Maia
Caderno Inquieto (Dobra), de Tarso de Melo
Ciclo do Amante Substituível (7 Letras), de Ricardo Domeneck
Deste Lugar (Ateliê), de Paulo Elias Franchetti
Engano Geográfico (7 Letras), de Marília Garcia
Formas do Nada (Companhia das Letras), de Paulo Henriques Britto
Meio Seio (Língua Geral), de Nicolas Behr
Mirantes (7 Letras), de Roberval Pereyr
O Amor e Depois (Iluminuras), de Mariana Ianelli
Ouro Preto (Scriptum), de Mário Alex Rosa
Píer (34), de Sérgio Alcides
Porventura (Record), de Antonio Cicero
Quando Não Estou Por Perto (7 Letras), de Annita Costa Malufe
Sentimental (Companhia das Letras), de Eucanaã Ferraz
Totens (Iluminuras), de Sérgio Medeiros
Trato de Silêncios (7 Letras), de Luci Collin
Um Útero é do Tamanho de um Punho (Cosac Naify), de Angélica Freitas

Conto/Crônica

A Caneta e o Anzol (Geração), de Domingos Pellegrini
A Última Madrugada (Leya), de João Paulo Cuenca
A Verdadeira História do Alfabeto (Companhia das Letras), de Noemi Jaffe
Ai Meu Deus, ai Meu Jesus (Bertrand), de Fabrício Carpinejar
Aquela Água Toda (Cosac Naify), de João Anzanello Carrascoza
As Verdades Que Ela Não Diz (Foz), de Marcelo Rubens Paiva
Cheiro de Chocolate e Outras Histórias (Nova Alexandria), de Ronivalter Jatoba
Como Andar no Labirinto (L&Pm), de Affonso Romano Sant’Anna
Contos Inefáveis (Nova Alexandria), de Carlos Nejar
Copacabana Dreams (Cosac Naify), de Natércia Pontes
Crônicas Para Ler na Escola (Objetiva), de Zuenir Ventura
Diálogos Impossíveis (Objetiva), de Luis Fernando Verissimo
Essa Coisa Brilhante Que é a Chuva (Record), de Cíntia Moscovich
Jogo de Varetas (7 Letras), de Manoel Ricardo de Lima
Livro Das Horas (Record), de Nélida Piñon
Manhãs Adiadas (Dobra Editorial), de Eltania Andre
Mistura Fina (7 Letras), de Vera Casa Nova
O Tempo em Estado Sólido (Grua), de Tércia Montenegro
Páginas Sem Glória (Companhia das Letras), de Sérgio Sant’Anna
Shazam! (7 Letras), de Jorge Viveiros de Castro

As 20 editoras mais populares do Twitter (22)

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twitter-social-icons-300x297Olá, internautas.

Após o feriadão delicioso, hora de aquecer os motores (e a temperatura) e efetivamente começar o sexto mês do ano. Certeza que o relógio não tá girando + rápido que o normal? #tempusfugit

Dentro ou fora da internet, a construção de relacionamentos é tarefa lenta. Escrevi no meu livro que amor se soletra assim: T-E-M-P-O. Esse princípio também vale nas redes sociais.  Celebridades e empresas chegam a comprar fãs de gente inescrupolosa, mas solidificar uma relação exige bem mais que recursos financeiros. Evocando Caetano, a força da grana ergue e destrói coisas belas no Twitter e no Facebook.

No mês de maio não houve nenhuma alteração no ranking de editoras mais populares, mas várias editoras ampliaram a vantagem e se distanciaram de concorrentes. #suorsagrado

Maio foi um mês especial para este blog. Batemos novo recorde de visitas e o perfil @livrosepessoas cruzou a marca de 120 mil seguidores. Muito obrigado pelo Godiva prestígio!

Abraço e que junho seja coroado de êxitos para todos. 🙂

Ranking Maio

#1: 55.700 Intrínseca @intrinseca

#2: 50.400 Companhia das Letras @cialetras

#3: 48.400 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.200 Editora Sextante @sextante

#5: 37.700 Editora Rocco @editorarocco

#6: 36.000 Galera Record @galerarecord

#7: 34.700 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 30.800 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#9: 29.300 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 29.700 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 28.100 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#12: 24.700 L&PM Editores @LePM_Editores

#13: 24.300 Editorial Record @editorarecord

#14: 24.100 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#15: 22.700 Editora RT @revtribunais

#16: 21.200 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 20.700 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 18.100 Ultimato @ultimato

#19: 17.800 Suma de Letras @Suma_BR

#20: 15.400 Editora Agir @agireditora

Ranking atualizado em 3/6

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