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Veja 7 excelentes dicas para você aprender com mais segurança um novo idioma

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Novo idioma

Publicado no Amo Direito

Para aprender um novo idioma, é essencial que o estudante pratique bastante e encontre estratégias que simplifiquem o processo de assimilação. No entanto, por falta de tempo ou até mesmo de esforço do aluno, muitos desistem, já que o tempo para começar uma comunicação efetiva é relativamente longo.

Se você está aprendendo uma língua estrangeira e não sabe como tornar o aprendizado mais eficaz, confira dicas a seguir:

1 – Entre em contato com a língua diariamente
Quando se trata de aprender um novo idioma, você precisa entrar em contato com ela o maior número de vezes que conseguir, para aprimorar o conhecimento mais rapidamente. Invista em filmes e músicas da língua que você busca aprender. Comece utilizando o apoio de legendas ou das letras e vá aos poucos criando certa independência, para treinar o ouvido e, consequentemente, falar melhor.

2 – Aprenda sobre a cultura local
Busque fontes que abordem os hábitos culturais dos países, para ter mais repertório quando viajar para ao local e temas para conversar com os moradores. Além disso, você consegue compreender melhor a língua, intrinsecamente conectada à cultura.

3 – Aproveite os benefícios das tecnologias
Existem muitos aplicativos e sites que possibilitam que você treine suas capacidades a respeito de um idioma estrangeiro, dentro do seu nível de conhecimento. Por isso, aproveite as tecnologias para se tornar um comunicador do outro idioma rapidamente e também para tirar suas dúvidas.

4 – Estude gramática
Por mais que muitas pessoas não gostem de estudar a gramática dos idiomas, ela é fundamental para que você consiga aprender corretamente. Para se comunicar bem você precisa entender bem sobre as construções frasais, além de respeitar as normas gramaticais.

5 – Estabeleça metas realistas
Determine rotinas de estudo para aprender mais sobre o novo idioma, mas também entenda suas limitações. Você não pode conseguirá se tornar fluente em apenas um mês, por exemplo, porque o processo é mais complexo que isso. Pense nos progressos que pretende ter ao longo do tempo, mas se respeite. Assim, dificilmente você desistirá do curso e conseguirá atingir todos as metas que planejou.

6 – Explore novos vocabulários
Conhecer novas palavras é a chave para conseguir se comunicar cada vez melhor. Pensando nisso, sempre que você estiver estudando ou entrando em contato com a língua por meio de filmes ou músicas, busque captar a maior quantidade de expressões que conseguir. Com o tempo, você terá uma quantidade muito grande delas e sua habilidade comunicacional será ampliada consideravelmente.

7 – Evite a pressa
Entenda que aprender um novo idioma é um processo complexo. Tenha paciência e não desanime. Você conseguirá a fluência que deseja com o tempo e muita prática.

Fonte: Universia Brasil

Como aprender um idioma 24 horas por dia… sem perceber!

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publicado no Babbel

Da próxima vez que alguém disser isso desconfie um pouco. Na maioria dos casos, isso não condiz com a verdade. Certamente, quase todos temos afazeres e muitas horas de trabalho por dia. Mas apesar disso, a frase não deveria ser: “No fim, eu acabo sempre desperdiçando muito tempo?” Muitas vezes, nós realmente precisamos de organização e um pouco de iniciativa. É necessário se dedicar um pouco e ter perseverança para aprender um idioma novo. Quando trata-se de exercitar uma língua, em muitos casos, basta usar o tempo de maneira útil e aproveitar todas as oportunidades para estudar. Nós reunimos algumas dicas simples para ajudar você a encontrar oportunidades de se aventurar no aprendizado de um idioma durante o seu dia.

1) Leia um jornal na língua estrangeira

Compre um jornal estrangeiro (muitas bancas vendem jornais internacionais. Como alternativa, você pode assinar um jornal semanal ou uma revista, por exemplo, o New Yorker) e aproveite para lê-lo durante o caminho ao trabalho, no metrô ou no ônibus etc. Não desanime se você não entender todos os vocábulos. Tente compreender as palavras através do contexto, ou sublinhe-as, procure seu significado no dicionário e faça uma lista com vocábulos que você aprendeu.

2) Malhação para o corpo e a mente!

Essa dica tem dupla utilidade. Se você malhar regularmente, certamente, você vai se sentir bem disposto. E se você seguir nossos conselhos, você também vai fazer grandes progressos. Como isso funciona? Muito simples: escolha um material de áudio, por exemplo um audiolivro, um cd – tudo no idioma que você quer aprender – ou simplesmente, ouça e repita as palavras que você aprendeu na última aula de inglês. Assim, você faz uma “malhação” dupla e o tempo na academia vai passar voando!3) Coma etnicamente

Essa é mais uma desculpa típica de pessoas que trabalham muito: “Eu não tenho tempo para absolutamente nada, nem mesmo para cozinhar. Imagine você, que toda noite, eu vou comer no quiosque dos italianos!” Ótimo! Assim, você mata dois coelhos com uma cajadada só: da próxima vez, tente fazer o pedido em italiano e enquanto você espera pela comida, você pode trocar umas palavras com o dono do quiosque e com os atendentes. Você não precisa se aprofundar nos assuntos – o importante é superar a timidez, começar a falar e se acostumar com o som da outra língua.

4) Faça amizade com seus colegas de trabalho franceses ou com sua vizinha espanhola

Existe maneira melhor de aperfeiçoar os conhecimentos de um idioma? Faça a pausa do almoço com seu colega estrangeiro, procure um tema específico para conversar e peça a ele que corrija seus erros gramaticais e de pronúncia. Se você tem um vizinho de outro país, faça o mesmo com ele: organize jantares e teste suas habilidades linguísticas. Pode até mesmo ser o início de uma nova amizade!

5) O tão merecido descanso

Não há nada melhor do que relaxar no sofá com o gato no colo e assistir a um bom filme ou ler um bom livro. Por que não unir o útil ao agradável? Assista ao filme em som original com legenda (também sempre no idioma original), de modo que você possa ler e fixar imediatamente as palavras que acabou de ouvir. Preste atenção à maneira de falar e a expressões de linguagem típicas do idioma e ponha-os em prática na primeira oportunidade. Se você preferir tentar a sorte com literatura, evite livros muito profundos e complicados, pelo menos, no início. Supostamente, alguns dos melhores poliglotas começaram a aprender idiomas estrangeiros através desenhos animados e livros infantis. Tentar não custa nada!

Manter contato com o idioma mesmo após a aula é fundamental para manter o aprendizado

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Foto: Unsplash / Divulgação

Foto: Unsplash / Divulgação

 

Dica vale tanto para quem estuda no Brasil quanto para quem viaja para um intercâmbio

Publicado no Zero Hora

Não importa se você quer aprender uma nova língua por meio de cursos ou dedicando-se por conta própria. Para todo idioma que se estude, há uma certeza: se a gramática, a fala e a compreensão não forem praticadas com frequência, a tendência é de que o conhecimento vá se diluindo no turbilhão de outras informações que temos de assimilar diariamente.

Manter contato rotineiro com a língua ajuda a desenvolver e manter as habilidades de comunicação. E isso vale tanto para quem estuda no próprio país quanto para os forasteiros que foram se aventurar fora da “pátria amada, idolatrada” – não são raros os exemplos de pessoas que estão em outras nações, mas não aproveitam a oportunidade para interagir com a cultura e os costumes do local que estão visitando.

– Ao usar a língua frequentemente, consegue-se manter a fluência e ampliá-la. O aluno que faz aulas costuma sair da sala e já falar português, por exemplo. O ideal é trazer o idioma que se está estudando para a vida – sugere a coordenadora do Centro de Idiomas da Feevale, Evanize Veiga Spitzer.

Para inserir um idioma estrangeiro no dia a dia, não há mistério, basta planejamento. Dicas simples como fazer a lista de mercado ou configurar as ações do celular em outra língua funcionam bem. Assistir a filmes ou seriados e dedicar um tempo para a leitura de revistas, livros e sites no idioma que se busca fixar também são boas opções.

Mesmo gente que está fora do Brasil deve se esforçar para não deixar a prática de lado. Não são incomuns casos de viajantes que preferem trocar figurinhas com conterrâneos e evitam o contato com nativos ou mesmo estrangeiros de outras nacionalidades.

– Para quem viaja para fora do Brasil com o objetivo de aprender, é importante imergir. É preciso se impor e tentar se informar sobre o lugar visitado – aconselha Evanize.
A professora universitária e pesquisadora Adriana Amaral, 40 anos, é experiente em vivências longe de casa em razão do trabalho acadêmico que desenvolve sobre cultura pop. Entre 2015 e 2016, ela morou temporariamente em Londres por seis meses. Em 2004 e 2005, também viveu um período em Boston, nos Estados Unidos. Por conta dessas experiências, ela reforça a importância de se explorar possibilidades em território gringo.

– A interação com o local se dá nas pequenas coisas: indo ao supermercado, dando uma volta no quarteirão, conversando com as pessoas, pegando metrô ou ônibus. Enfim, situações corriqueiras, para além de aulas, cursos etc. Quando estou no Brasil, procuro ler, ver programas de TV e, por conta do meu trabalho, também tenho muito contato com outros pesquisadores falando via Skype – exemplifica.

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Apenas 33% dos professores de inglês das escolas públicas têm proficiência

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Com 1350 entrevistas realizadas, estudo relata desafios e oportunidades para a melhoria do ensino da língua inglesa nas escolas públicas brasileiras

Publicado no Administradores

O Instituto Plano CDE, especializado em pesquisa com foco no universo das classes C, D e E, desenvolveu um estudo encomendado pelo British Council para analisar os principais desafios do ensino do inglês na educação básica da rede pública brasileira. Segundo o levantamento, a proporção de professores que não possuem proficiência é expressiva, apenas 33%. Os dados quantitativos e análises qualitativas relacionadas ao dia a dia do professor de inglês no Brasil sinalizam que a exigência sobre o nível de proficiência na língua ainda é muito baixa, pois, no País, os certificados não são necessários para o cotidiano do educador.

Para o estudo, que tem o objetivo de colaborar para a melhoria no ensino de inglês no Brasil, foram entrevistados 1350 professores de inglês de todas as regiões do País. Foi visto também que, apesar da estabilidade, os profissionais são mal remunerados. Neste sentido, a rede privada concorre (e ganha) da rede pública. Aproximadamente 38% dos professores dão mais do que 30 aulas por semana.

“O principal desafio mencionado pelos professores é o acesso escasso a recursos tecnológicos e livros didáticos para o ensino de inglês. O estudo mostrou que a aula de inglês tem alto potencial de ser lúdica, envolvente e tratar de assuntos da atualidade. Porém, para isso os professores precisam de equipamentos audiovisuais, que muitas vezes não estão disponíveis. O objetivo do estudo é contribuir com novos projetos e soluções que aprimorem o processo pedagógico no Brasil”, comenta o sócio-diretor do Plano CDE, Maurício de Almeida Prado.

Segundo Prado, um outro aspecto importante levantado é que este professor sente falta de outros profissionais para discutir o plano de aulas. “Em grande parte das escolas, os coordenadores pedagógicos não dominam o idioma e o professor fica sem ter com quem fazer uma discussão aprofundada de sua matéria”, finaliza.

A receita do fracasso do brasileiro ao falar inglês

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Gestores de empresa: algumas palavras podem desmotivar funcionários, ao invés de ajudá-los

Gestores de empresa: algumas palavras podem desmotivar funcionários, ao invés de ajudá-los

Camila Pati, na Exame

São Paulo – Os brasileiros, de forma geral, não falam bem inglês. Em ranking global de proficiência no idioma realizado pela empresa de educação EF Education First mostra os brasileiros em 38º lugar entre 63 países.

O baixo índice de domínio do inglês por parte da população brasileira é uma realidade construída desde a educação pública básica e dados mostram isto de forma explícita.

Estudo do Instituto Plano CDE, encomendado pelo British Council, mostra que apenas 33% dos professores de escolas públicas têm certificação de proficiência em inglês. Ou seja, se nem os professores têm, o que esperar dos alunos.

“Existe uma falta de padronização, não se exige dos professores exame de proficiência. Os testes de admissão são simples”, diz o sócio-diretor do Plano CDE, Maurício de Almeida Prado.

De acordo com ele, a pesquisa, que contou com respostas de 1.350 professores de inglês de todas as regiões do país, mostra que impera a cultura do “quebra-galho” no ensino de inglês na rede pública do Brasil.

“A maioria dos professores que lecionam inglês dá aulas também de outras matérias. Não são especialistas em inglês e muitos relataram que o ensino da disciplina não é levado a sério pela direção da escola”, diz.

Segundo o levantamento, 38% dos professores dão mais do que 30 aulas por semana. Apesar da estabilidade, os profissionais são mal remunerados. Neste sentido, a rede privada concorre (e ganha) da rede pública em atratividade de profissionais.

“Não vá repetir o aluno por causa do inglês”

Há casos em que professores disseram ter sido desestimulados a reprovar alunos por conta do mau desempenho em inglês.“Muitos relataram que o ensino de inglês nas escolas públicas não tem a importância dada a matemática ou português.

A falta de valorização do aprendizado de inglês está na lei brasileira. “O ensino específico de inglês não é obrigatório, apenas o de uma língua estrangeira e não há definição de grade horária mínima”, diz Prado.

Também está na gestão do ensino, segundo a pesquisa da Plano CDE. “O professor de inglês é o mais solitário, não tem com quem praticar ou discutir o plano de aula, porque muitas vezes nem o coordenador pedagógico da escola fala o idioma. Não há troca, como ocorre entre os professores de outras disciplinas”, diz Prado.

A desvalorização da disciplina de inglês também está nas avaliações oficiais do Ministério da Educação (MEC). “De 180 questões no Enem, apenas 5 são de inglês”, afirma o diretor do Instituto Plano CDE.

Segundo Prado fica clara a má gestão dos recursos empregados para o ensino de inglês na rede pública. “ É um dinheiro que já é gasto com isso, mas é mal gasto”, diz.

Enquanto isso… no mercado de trabalho

Se por um lado, não se dá importância ao aprendizado de inglês na rede pública de ensino, o domínio do idioma é essencial aos olhos do mercado de trabalho. Profissionais em nível de coordenadoria fluentes no idioma conquistam salários até 62% mais altos do que colegas que não falam inglês, segundo pesquisa divulgada pela Catho.

“A questão da importância do inglês no mercado de trabalho é óbvia. Mas há ainda outro fator que é o fato de o falante de inglês tem mais acesso a conteúdos qualificados não traduzidos de cursos e textos na internet, por exemplo”, diz ele, lembrando também que a falta de domínio do inglês por parte dos brasileiros tem sido um entrave para o sucesso do programa Ciência Sem Fronteiras. Houve casos de bolsistas que tiveram de voltar ao Brasil justamente porque foram reprovados em testes de proficiência no idioma.

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