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10 dicas infalíveis para se dar bem no TOEFL

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Fonte: Shutterstock

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Reunimos 10 dicas que o podem ajudar a conquistar a tão exigida proficiência na língua inglesa

Publicado no Universia Portugal

Criado pela ETS (Educational Testing Service), o TOEFL (Test of English as a Foreign Language) é um dos requisitos para a admissão em cursos de licenciatura e de pós-graduação no estrangeiro. Este exame avalia a proficiência dos candidatos na língua inglesa. Quem quer concorrer, por exemplo, a uma bolsa de estudos fora do País não necessita apenas de ter um inglês fluente. Precisa também de ter esta certificação. Pensando nisto, reunimos 10 dicas que podem ajudá-lo a sair-se bem no exame. A saber:

1 – Pesquise, pesquise, pesquise…

Avalie se os seus objetivos profissionais e pessoais incluem a certificação. Pesquise e identifique se a universidade estrangeira na qual pretende entrar ou se o programa de bolsas ao qual se pretende candidatar exigem realmente o TOEFL.

2 – Programe com antecedência
As inscrições para o TOEFL podem ser realizadas até uma semana antes do início da prova. No entanto, o recomendável é que se inscreva com dois meses de antecedência. Cada instituição que aplica o teste recebe um número limite de inscrições. A prova online é aplicada durante todo ano nos centros credenciados.

3 – Esqueça a sorte
Não conte com a sorte. Para conseguir uma boa pontuação é necessário ter no mínimo o nível intermédio-avançado do inglês. Verifique qual é a pontuação mínima exigida pela universidade do seu interesse e identifique se os seus conhecimentos no idioma são suficientes para conseguir. Não há receita secreta: estude!

4 – A fluência não é suficiente
Mais do que ter fluência no idioma é preciso conhecer a estrutura da prova. Por outras palavras: saber quais são as exigências dos avaliadores. É simples: faça simulações com um cronómetro a seu lado. Programe o tempo que demora a fazer o exame completo. As provas do TOEFL estão disponíveis no site oficial do ETS. Também pode consultar livros especializados no exame ou até mesmo matricular-se em cursos de preparação para o exame.

5 – Focar a área de maior dificuldade
A avaliação do TOEFL está dividida em quatro áreas: Listening (compreensão oral), Structure (gramática), Reading Comprehension (compreensão de texto) e Writing (redação). A nota final é a combinação entre o desempenho médio em cada etapa. Ou seja: para ter uma boa média precisa que o exame corra (muito) bem em todas as áreas. Portanto, estude as áreas em que sente maior dificuldade.

6 – Atenção ao que acontece no mundo
No TOEFL a gramática é testada através dos textos de compreensão e de leitura. Para que lhe corra bem está parte do exame, é necessário saber escrever. Simples, não? Terá que saber estruturar bem um texto, ser criativo nas ideias e mostrar que tem um bom vocabulário. Ler jornais, ouvir programas de rádio e assistir a documentários e telejornais em inglês poderá ajudá-lo a desenvolver estas competências. Cultive o seu vocabulário nas mais diversas áreas. Será avaliado por isso no exame.

7 – Administre o tempo
O tempo é a oportunidade. É necessário organização e treino para conseguir responder a todas as questões propostas no prazo de até quatro horas e trinta minutos. A dica é ler as perguntas exigidas na prova de interpretação antes mesmo de ler o texto. Assim, vai poupar alguns (valiosos) minutos que poderão fazer toda a diferença durante a realização da prova. Não se preocupe com o tempo. Ele é o seu maior aliado. Administre-o bem.

8 – Reponha as energias
Leve snacks e água para o exame. A concentração tende a cair ao longo das horas. Uma pequena pausa para um lanchinho vai repor as suas energias e garantir uma maior concentração.

9 – Validade de dois anos
Ainda que não exista uma validade pré-determinada, geralmente o TOEFL é reconhecido pelas universidades durante dois anos. A explicação é a seguinte: durante este período os seus conhecimentos podem melhorar ou enferrujar. Não há mesmo volta a dar. É preciso estar sempre a praticar.

10 – Permita-se tentar novamente
Considere imprevistos. Considere até mesmo a necessidade de refazer o teste caso não alcance a pontuação exigida pela instituição de ensino. Nada se perde. Aprenda com as experiências e melhore as suas deficiências para um novo teste. O que importa é tentar. Boa sorte!

Fluência do brasileiro no inglês só piora; veja ranking

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Valéria Bretas, na Exame

São Paulo – O nível de inglês do brasileiro não é o dos melhores. Em uma pesquisa que avalia a proficiência global da língua inglesa, o Brasil aparece na 41º posição entre 70 países.

O quadro deste ano aponta regresso em relação aos dois últimos, quando o Brasil aparecia em 38ª no ranking.

Para chegar no resultado, a empresa de educação internacional Education First (EF), mediu a compreensão gramatical, o vocabulário e o domínio de leitura de adultos e classificou os países nas classes “muito alta”, “alta”, “moderada”, “baixa” e “muito baixa”.

Com uma pontuação de 51,05 (1,09 a menos do que no ano passado), o Brasil aparece na categoria de proficiência baixa e deixa de fazer parte dos 40 primeiros, mas ainda fica à frente de países como a China, Colômbia e Emirados Árabes Unidos

Este ano, o primeiro lugar do ranking ficou a Suécia (70,94 pontos) que, desde 2013, não aparecia na liderança. Atrás, ficam Holanda e Dinamarca com 70,58 e 70,05 pontos, respectivamente.

De acordo com o relatório, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 serviram de incentivo para que os brasileiros aprendessem inglês, mas, ainda assim, o quadro só piora.

“A proficiência em inglês continua fraca no Brasil, apesar das reformas educacionais importantes e programas de capacitação de professores de inglês nos últimos anos”, diz o texto.

Veja uma parte do ranking:

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Brasileira lidera entrada do app de educação Duolingo em escolas latinas

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Nas aulas de Guatemala e Costa Rica, app chegará a Colômbia e México.
Gina Gotthilf trouxe o Tumblr ao Brasil e ajudou Instagram e Yelp no país.

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Helton Simões, no G1

O melhor aplicativo de educação do mundo começa a ser usado por professores dentro da sala de aula, e a responsável por isso é uma brasileira. Antes de liderar a comunicação e expansão internacional do Duolingo, plataforma de ensino de idiomas que aposta na transformação das aulas em jogos, Gina Gotthilf, de 28 anos, trouxe o Tumblr para o Brasil. Ajudou ainda expoentes da tecnologia como Instagram e Yelp a entender o funcionamento do país e da América Latina. De passagem pelo Brasil, para participar da Campus Party, que ocorre entre os dias 3 e 8 de fevereiro, ela conversou com o G1 sobre os planos da empresa. No horizonte, está o lançamento de um teste para avaliar o domínio do inglês que fornecerá certificados aceitos por algumas das maiores universidades dos Estados Unidos como Harvard e Massachusetts Instituto of Technology (MIT).

Ao longo de quatro anos, o Duolingo atraiu em todo o mundo 70 milhões de usuários, que aprendem idiomas como se estivessem jogando. “Acho que as pessoas subestimam a função da diversão na educação hoje em dia”, afirma. Apple e Google não subestimaram e o apontaram como um dos melhores do mundo, entre 2013 e 2014. A mistura entre games e ensino agradou o brasileiro, que compõe a terceira maior população no app, com 3 milhões de usuários, atrás somente dos norte-americanos (Disponível aqui para Android e aqui para iOS)

Gina conta que falar a língua de um dos países mais entusiasmados com o app atraiu o olhar do Duolingo. Ela dava consultoria à empresa até ser convidada a assumir o posto. Ajudava a entender as peculiaridades do ambiente de negócio do Brasil e dos países latinos. O trabalho foi o mesmo realizado para Instagram e Yelp, em 2013, logo depois que deixou o Tumblr, empresa trazida ao país por ela em 2012.

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Duolingo x sala de aula
É pela América Latina, especialidade da executiva, que o aplicativo começa a entrar no dia a dia das escolas. No fim do ano passado, escolas da Cidade da Guatemala, capital da Guatemala, e de San José, capital da Costa Rica, adotaram a plataforma em um projeto piloto.

A convite dos governos dos dois países, o Duolingo realiza assim os frequentes pedidos de professores. “Tinha um que instalava o Duolingo em iPads, dava aos alunos, passava uma lição e anotava depois o nível de cada um.” Outro abandonou seu plano de aula para adotar o do aplicativo – um estudo da Universidade de Nova York atestou que 34 horas de aulas no sistema equivalem a um semestre estudando em uma escola top dos EUA.

Como foi criado para funcionar em contato direto com os estudantes, o Duolingo não previa o monitoramento por um docente até virar política pública nacional. A partir daí, a empresa criou uma plataforma especial voltada a escolas, lançada no começo de janeiro (Veja aqui). Mesmo quando utilizado em classe, o sistema permanece gratuito e sem propagandas.

Aula particular
Com ela, os mestres têm nas mãos a capacidade de analisar o andamento de todos os estudantes. A partir da análise do desempenho individual, o sistema do Duolingo oferece as próximas lições que os alunos devem fazer. “É muito difícil ensinar para todo mundo de uma forma que cada pessoa possa aprender do mesmo jeito”, explica Gina.

Entender necessidades a partir de tarefas e elaborar o próximo passo para cada aluno só é possível porque a companhia vem apostando na criação de tecnologia de inteligência artificial, processo reforçado há seis meses. “A gente consegue ver se um usuário acertou uma pergunta, mas demorou para responder, o que quer dizer que ele não tinha certeza.” O objetivo é que no futuro o app possa dar uma experiência diferente e única a cada usuário. “A gente vai ter dados muito específicos sobre como cada pessoa aprende.”

Não quero ser ONG
A mescla de educação e games fez investidores como o ator Ashton Kutcher apostarem dinheiro no app, que já recebeu US$ 38 milhões. Sem cobrar dos usuários ou veicular anúncios, o Duolingo possui fontes de receita criativas. “A gente não tem intenção de ter ONG”, brinca Gina.

Uma delas é uma rede de tradutores formada por alunos do app. Colocando em prática o que aprenderam de graça, eles traduzem expressões que compõem textos a serem entregues a clientes. Retribuem assim o serviço prestado pelo Duolingo. Apesar de rentável, essa fonte de receita, diz Gina, faria a tradução dividir espaço com o foco na educação. Por isso, funciona em “stand by”.

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Para melhorar de vida
O Duolingo aposta mesmo é no lançamento de certificados para atestar a proficiência de inglês, à exemplo de Toefl e Ielts. Doze universidades dos EUA já toparam aceitar a prova do app na seleção de seus alunos. Em fase de teste e por enquanto gratuito, o teste será lançado oficialmente até o fim do primeiro trimestre de 2014. Custará US$ 20 e poderá ser feito a cada 48 horas. A título de comparação, cada prova do Toefl custa até US$ 250.

Para evitar fraudes, o app usará câmera, microfone e tela do celular para monitorar as ações do aluno. “Dá para ver se está procurando resposta no Google, se está recebendo resposta por um fone de ouvido, se tem um amigo falando com você, se você não é quem você diz que você é. Dá para ver se as pessoas estão trapaceando”, explica a executiva.

“Tem tudo a ver com a nossa missão, de tirar as barreiras da frente das pessoas que estão tentando melhorar a vida através do aprendizado de idiomas”, diz Gina. A nova empreitada do Duolingo ecoa as dificuldades vividas por um de seus fundadores. Hoje professor da Universidade Carnegie Mellon, o guatemalteco Luís von Ahn teve de viajar a outro país para realizar o Toefl. Ele é o inventor do Captcha e do ReCaptcha, aquelas caixas de texto em que se tem de escrever letras ou números para acessar alguns sites.

“A razão para criar o Duolingo é porque educação é vista como algo que faz as pessoas melhorarem suas vidas”, diz Gina. “Ironicamente, as pessoas que mais precisam de uma segunda língua para melhorar suas vidas são justamente as que não têm acesso a esse tipo de educação.”

Amazon remove livro por ter muitos hífens

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Amazon remove livro por ter muitos hífens

Um livro do autor britânico Graeme Reynolds, editado por profissionais, foi removido da Kindle Store da Amazon devido ao excesso de pontuação, concretamente, pelo uso de demasiados hífens.

Publicado no Diário Digital

Reynolds gastou cerca de 1000 libras (cerca de 1.260 euros) para ter a sua obra editada por uma equipa de profissionais, mas acabou por ter a Amazon a avisá-lo que o livro ia ser retirado da loja.

A obra em causa, «High Moor 2: Moonstruck», estava à venda na plataforma desde Março de 2013, e recebeu mais de uma centena de críticas positivas.

Por isso o autor estranhou quando recebeu um e-mail a 14 de Dezembro a dizer que a obra ia ser removida por causa da «pontuação pobre».

Num comentário num blogue, Reynolds contou que a Amazon contactou-o a queixar-se do número de hífens no seu livro de 90.000 palavras.

No e-mail era explicado como o uso destes hífens excessivos «tinha um impacto significativo na legibilidade do livro» e que por causa disso a Amazon tinha «suprimido o livro por causa do impacto combinado junto dos clientes».

Em resposta à Amazon, Reynolds lembrou que as palavras hifenizadas são uma parte aceite da Língua Inglesa, e até incluiu um link para uma definição do seu uso, mas a gigante online não apreciou o seu sentido de humor.

«Seria cómico, na verdade, se isto não me estivesse a custar dinheiro e se não resultasse em um dos meus livros mais vendidos não estar disponível para nas vésperas de uma das alturas mais concorridas do ano», apontou o autor no seu blogue.

«O que virá a seguir? Vamos começar a ser penalizados por usar palavras com mais de duas sílabas? O semi-colon também está a caminho da extinção? A JK Rowling também vai ter de retirar o Harry Potter and the Half-Blood Prince até resolver a questão do título com hífen? (…)».

O seu post no blogue fez um sucesso tremendo e o livro tornou ontem a ficar disponível na Amazon.

Brasil fica em 38º em ranking mundial de ensino de inglês

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Levantamento foi feito com 750.000 pessoas em 63 nações que não têm o inglês como idioma nativo. No ranking nacional, São Paulo ficou em 1º lugar

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Publicado na Veja

O Brasil ficou na 38º posição no ranking de proficiência em inglês divulgado nesta quarta-feira pela rede de escolas de idiomas EF Education First. O levantamento foi feito em 63 países e territórios que não têm o inglês como língua nativa e considera as habilidades de 750.000 pessoas com o idioma. O ranking é realizado anualmente desde 2011. No ano passado, o Brasil obteve a mesma pontuação deste ano. Já em 2012, ficou na 46ª colocação entre 54 países.

Os níveis de domínio da língua foram definidos por testes de gramática, vocabulário, leitura e compreensão, com pontuação que varia de 0 a 100 pontos. A partir do resultado médio dos participantes, os países foram divididos em cinco grupos: proficiência muito baixa; baixa; moderada; alta e muito alta. O Brasil obteve 49,96 pontos e ficou no grupo de países com baixa proficiência, que tem ainda outras doze nações, entre elas Peru, Equador, Rússia, China, México e Uruguai.

Os dez países com melhor pontuação são europeus, sendo que os países nórdicos se destacam na lista (confira a lista ao lado). A Dinamarca ficou em primeiro lugar no ranking com 69.30 pontos, seguida da Holanda (68,99) e Suécia (67,89). Na última posição, está o Iraque, com 38,02 pontos.

Ainda segundo o levantamento, as mulheres falam inglês melhor do que os homens em quase todos os países pesquisados. De acordo com os organizadores do estudo, a proficiência em inglês é um indicador-chave de competitividade econômica de uma nação. “O inglês é uma plataforma poderosa para o intercâmbio profissional, cultural e econômico”, afirmou em nota Beata Schmid, porta-voz EF Education First.

No âmbito nacional, o sudeste foi a região que teve melhor proficiência na língua. São Paulo, que teve pontuação média de 52,89 pontos, ficou no nível de proficiência moderada, seguido pelo Rio de Janeiro (52.65) e Paraná (52.35). O Mato Grosso teve a menor pontuação: 45,68 pontos.

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