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Brothers se rendem à leitura: saiba quais são os livros preferidos na casa do BBB

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Marcos lê para Emilly no gramado da casa do BBB Foto: Divulgação / TV Globo Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/educacao/vida-de-calouro/brothers-se-rendem-leitura-saiba-quais-sao-os-livros-preferidos-na-casa-do-bbb-20976989.html#ixzz4ZhTbRvdN

Marcos lê para Emilly no gramado da casa do BBB Foto: Divulgação / TV Globo

Juliana Alcantara, no Extra

Entre intrigas, amores, e muita festa, os participantes do Big Brother Brasil 17 ainda arranjam tempo para a leitura. Veja quais são os livros preferidos dos BBBs, apontados por eles para a produção do programa antes de entrarem na casa.

Daniel: “Os elefantes não esquecem”, Agatha Christie

Publicado em 1975, este foi o penúltimo livro escrito pela romancista britânica, mestre do suspense e uma das maiores vendedoras de livros de todos os tempos. Aqui, a personagem principal, Ariadne Oliver, é questionada sobre um caso de assassinato que aconteceu há 15 anos.

Elis: “O Segredo”, Rhonda Byrne

Best-seller do início dos anos 2000, “O Segredo” virou filme, com igual sucesso de bilheteria. A máxima de que o universo conspira a nosso favor ainda hoje inspira a sister Elis.

Ieda: “O pequeno príncipe”, Antoine de Saint-Exupéry

Recheado de mensagens inspiradoras, o livro do francês Antoine de Saint-Exupéry não é apenas o preferido das misses e das sisters. O ‘princepesinho’ é um dos personagens mais queridos por crianças e adultos de todo o mundo!

Ilmar: “Admirável mundo novo”, Aldous Huxley

Mais um escritor inglês entre os preferidos dos brothers. O advogado e cozinheiro Ilmar escolheu o clássico, de 1932, que fala de uma sociedade em que as pessoas são pré-condicionadas

Marcos: “Ponto de Virada”, Malcolm Gladwell

Best-seller nos Estados Unidos, trata das mudanças que, embora pequenas, surtem efeito extraordinário. O livro da editora Sextante já vendeu mais de cinco milhões de exemplares.

Marinalva: “Não se deixe manipular pelos outros”, Wayne Walter Dyer

A auto-ajuda é o gênero do escritor americano Wayne Walter Dyer, morto em 2015. O livro mostra como se prevenir contra as armadilhas do abuso e optar sempre por uma escolha firme.

Pedro: “O dono do morro”, Misha Glenny

A história real de Nem, ex-chefe do tráfico da maior favela da América Latina, a Rocinha, é a atual queridinha do jornalista. O livro foi escrito pelo também jornalista e historiador britânico Misha Glenny a partir de uma série de entrevistas feitas na prisão de segurança máxima onde Nem está preso.

Roberta: “Los Angeles”, Marian Keyes

No auge dos seus 21 anos, Roberta escolheu um título da rainha do chick-lit, a autora irlandesa Marian Keyes. O sucesso entre os jovens é tanto que ela já vendeu mais de 22 milhões de exemplares, traduzidos em 32 idiomas.

Rômulo: “Em alguma parte alguma”, Ferreira Gullar

A seleção de poemas do consagrado escritor brasileiro, que faleceu em dezembro do ano passado, é o livro de cabeceira do diplomata. “Em alguma parte alguma” foi lançado em 2010 pela editora José Olympio e traz 58 poemas de Gullar.

Livros para o Natal

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Raphael Montes, em O Globo

Em outras oportunidades, já escrevi sobre a aparente dificuldade de conjugar, na literatura brasileira contemporânea, entretenimento com alta literatura

Faz parecer que os dois são elementos absolutamente dissociados, de modo que, como em um Fla x Flu, os literatos preferem ignorar os livros que vendem muito ou os livros de gênero (policial, terror, fantasia), enquanto aqueles que escrevem “entretenimento” torcem o nariz para as experimentações textuais e as riquezas estilísticas. Assim, fica cada um no seu quadrado, ninguém atrapalha ninguém, ninguém tampouco ajuda ninguém, e a vida segue. Basta pensar a última vez que um romance de gênero ganhou o prêmio Jabuti… Em outra via, a última vez que um romance que ganhou o Jabuti chegou às listas de mais vendidos… Casos raros (para não dizer impensáveis).

Pessoalmente, me recuso a ficar em cima do muro. Por isso, vai chegando o fim do ano e meus dedos começam a coçar para escrever minhas listas do ano — como bom virginiano, a tentativa inútil de reunir, ainda que de maneira pouco criteriosa e absolutamente parcial, os melhores livros de 2016. Depois de pensar muito, este ano resolvi fazer diferente. Nas linhas seguintes, indicarei não apenas ótimos livros publicados em 2016, como serão apenas ótimos livros de autores brasileiros. Afinal, já falei bastante aqui da importância de valorizar a produção nacional — e me causa certa tristeza ver como certos autores brasileiros contemporâneos de talento ainda não atingiram o grande público. Por isso, a lista de livros abaixo oferece dicas de presente de Natal, mas serve também para mostrar que é, sim, possível fazer boa literatura brasileira unindo diversão e linguagem. Chega do professor universitário de meia idade compartilhando suas angústias e intenções filosóficas. A literatura brasileira é muito mais do que isso.

Começo por “O romance inacabado de Sofia Stern”, de Ronaldo Wrobel, um dos meus autores favoritos na atual ficção brasileira. Após seu genial livro de estreia, “Traduzindo Hannah”, Ronaldo tinha uma missão difícil pela frente, que cumpriu com louvor ao publicar este novo romance no início do ano. Fui convidado para escrever a orelha e acabei lendo o livro em dois dias, imerso na Alemanha nazista enquanto acompanhava uma história de amor e de suspense bem intrincada, repleta de cenas memoráveis, com ironia fina e linguagem inteligente. Faz lembrar “O segredo dos seus olhos”, só que melhor.

Também em ritmo de thriller, numa mistura de aventura de capa e espada e cenas de ação e erotismo, “Homens elegantes”, de Samir Machado de Machado, merece ser conferido. Na história, Érico é um jovem enviado a Londres para investigar a produção de um romance erótico contrabandeado ao Brasil colonial. Lá, infiltrado na alta sociedade londrina do século XVIII, o protagonista aprofunda sua sexualidade, e Samir aproveita para discutir questões de gênero ao apresentar o vilão da trama, o conde Bolsonaro. Além dos diálogos bem humorados e dos personagens complexos, o grande mérito de Samir está na crítica social: conforme as páginas avançam, começamos a perceber que a sociedade do Brasil colonial apresentada no livro infelizmente não é tão diferente da nossa sociedade brasileira contemporânea.

Trazendo ainda esta reflexão sobre os anos que avançam, mas que parecem continuar os mesmos, vale a leitura de “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, romance de estreia de Martha Batalha. Passado na sociedade carioca dos anos 1940, acompanhamos a história de duas irmãs — Eurídice e Guida — que fazem escolhas diferentes na vida para tentar sobreviver na sociedade machista (da época?). Com uma prosa rica e sem ser panfletária, Martha aborda o empoderamento feminino e traz uma gama de personagens que povoam nosso imaginário, como a vizinha fofoqueira e o solteirão apaixonado.

Falando em personagens femininas fortes, há que se conhecer Corina, protagonista de “As águas-vivas não sabem de si”, romance de estreia de Aline Valek. Corina é uma mergulhadora que faz parte de uma equipe que pesquisa os arredores de uma zona hidrotermal. Passado debaixo d’água, o romance se atém ao grupo de pesquisadores e, nas profundezas, trata mesmo é da solidão, das complexidades humanas e da vastidão do oceano. O oceano, inclusive, é personagem do livro, num misto de ficção científica com linguagem poética. Ainda que seja um romance mais lento, vale ser conferido pela proposta inusitada e pelo texto saboroso.

Por fim, indico com veemência “Os invernos da ilha”, o melhor romance brasileiro que li em 2016. É espantoso que este livro não tenha causado burburinho ou caído no gosto dos jornalistas literários. No primeiro romance de Rodrigo Duarte Garcia, Florian Links se isola na ilha de Sant’Anna Afuera, onde passa a viver em um mosteiro, com planos de se tornar monge. Ali, passa a conviver com Rousseau, um antropólogo excêntrico que estuda o diário do holandês Oliver Van Noort, um corsário que teria deixado um grande tesouro na ilha, séculos atrás. Assim, começa a busca por encontrar o tesouro, ao mesmo tempo em que se forma um clássico triângulo amoroso entre Florian, Rousseau e a bela Cecília. Em sua estreia, o autor escreve um clássico romance de aventuras (raro no Brasil), tecendo duas linhas narrativas com a firmeza de um veterano. A linguagem rica em detalhes contribui para o clima de mistério e confirma como ainda temos muitos campos inexplorados em nossa literatura. Um livro que me deu orgulho de ser brasileiro.

9 livros que Emma Watson já leu — e que você deveria ler também

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Foto: Reprodução/Instagram)

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Isabela Moreira, na Galileu

onhecida por interpretar Hermione Granger nos filmes da sérieHarry Potter, Emma Watson é tão inteligente e articulada quanto sua personagem. Formada pela Universidade Brown, nos Estados Unidos, em 2014, ela se tornou porta-voz da campanha He For She da ONU, cujo objetivo é lutar pelo fim da desigualdade de gênero.

Com o objetivo de compartilhar seus conhecimentos, ela criou, no início de 2016, um clube do livro virtual. “A partir do meu trabalho com a ONU, comecei a ler tantos livros e ensaios sobre igualdade quanto pude. Tem tanta coisa incrível por ai!”, escreveu a atriz na época. “Decidi criar um clube do livro feminista e queria compartilhar o que estou aprendendo e ouvir suas opiniões também.”

O clube foi nomeado de “Our Shared Shelf” e tomou forma no Goodreads, rede social voltado para os amantes de livros. Desde então, Watson escolhe leituras relacionadas a mulheres e à discussão sobre gênero para compartilhar e discutir com os participantes do grupo. Ao longo de 2016, o clube ganhou mais de 160 mil participantes nove obras foram abordadas. Saiba quais foram elas:

1 – All About Love: New Visions, bell hooks (2001)
A feminista e ativista bell hooks oferece uma nova perspectiva sobre o amor: ao longo da obra, ela explica como as noções perpetuadas do sentimento são ultrapassadas e oferece uma forma de repensar o amor próprio.

2 – Minha Vida na Estrada, Gloria Steinem (2016)
Em seu livro de memórias, a jornalista conta sua trajetória, das viagens pelos Estados Unidos com os pais ao início de seu envolvimento com o movimento feminista, e revela como se tornou uma das principais vozes do ativismo americano.

Foto: Reprodução/Instagram)

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3 – A Cor Púrpura, Alice Walker (1982)
Ganhador de um Pulitzer de Melhor Ficção, A Cor Púrpura acompanha a vida das irmãs Celie e Nettie que sofrem várias opressões por serem mulheres e negras, mas tomam as rédeas das próprias vidas.

4 – Metade do Céu – Transformando a Opressão em Oportunidades para as Mulheres de Todo Mundo, Nicholas D. Kristof e Sheryl WuDunn
O livro-reportagem acompanha, a partir da perspectiva de diferentes personagens, as diferentes opressões que mulheres sofrem ao redor do mundo, e reflete sobre formas de como mudar essa realidade.

5 – Como Ser Mulher, Caitlin Moran (2012)
No livro, a escritora britânica Caitlin Moran usa o humor para trazer à tona vários acontecimentos de sua infância e adolescência, ressaltando como se envolveu com o feminismo.

6 – Hunger Makes Me a Modern Girl, Carrie Brownstein (2015)
Conhecida por atuar na série Portlandia, Brownstein abre, em sua memória, diferentes aspectos de seu passada e de sua vida atual. Dos dias sendo fã fervorosa de bandas até seu envolvimento com o punk e a comédia.

7 – The Argounauts, Maggie Nelson (2015)
No livro de memórias, Nelson oferece novas visões sobre assuntos como identidade, desejo, amor e linguagem.

Foto: Reprodução/Instagram)

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8 – Mom & Me & Mom, Maya Angelou (2013)
O livro é o sétimo de uma série de autobiografias escritas por Angelou. No último volume, ela disseca a relação que desenvolveu com a mãe ao longo da vida.

9 – Persépolis, Marjane Satrapi (2000)
Satrapi usa o formato de graphic novel para contar sua experiência de crescer no Irã durante a revolução Islâmica.

Bill Gates elege suas leituras favoritas de 2016

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Felipe Gugelmin, no TecMundo

Um dos nomes responsáveis pelo sucesso da Microsoft, Bill Gates continua sendo uma figura pública influente mesmo não exercendo mais o cargo de CEO da empresa. Ciente disso, ele costuma postar em seu blog pessoal opiniões sobre o mundo da tecnologia, política e outros assuntos.

Gates também mantém a tradição de recomendar alguns livros que o inspiraram a ter novas ideias e descobrir novos assuntos. “Ler livros é minha maneira favorita de aprender sobre um novo tópico. Tendo lido uma média de um livro por semana desde que era criança. Mesmo quando meu calendário está fora de controle, eu dedico muito tempo à leitura”, afirmou ele em seu blog oficial.

Em 2016, Gates elegeu como suas melhores leituras livros que tratam de assuntos que vão da tecnologia do genoma até lideranças políticas. Confira a seleção feita pelo “pai” da Microsoft, notando que a maioria dos títulos infelizmente ainda não possui uma tradução oficial para o português.

String Theory – David Foster Wallace

“Esse livro não tem nada a ver com Física, mas seu título vai fazer você parecer muito esperto caso esteja lendo em um trem ou em um avião”, afirma Gates. A obra de Wallace reúne ensaios do romancista sobre tênis, esporte que ele usa como base para falar sobre suas experiências de vida e outros assuntos.

A Marca da Vitória – Phil Knight

A biografia do cofundador da Nike mostra como ele ajudou a estabelecer sua companhia como uma das principais referências esportivas do mundo. “Aqui Knight se abre de uma maneira que poucos CEOs querem fazer. Eu não acredito que Knight quer ensinar algo ao leitor. No lugar disso, ele faz algo melhor. Ele conta sua história da maneira mais honesta possível. É um conto incrível”.

O livro conta como a Nike se transformou em uma das marcas mais fortes do mundo
O Gene – Siddhartha Mukherjee

“Em seu livro mais recente, Mukherjee nos guia pelo passado, presente e futuro da ciência do genoma, com um foco especial nas grandes questões éticas que as mais recentes e maiores tecnologias da área provocam. Mukherjee escreveu esse livro para uma audiência leiga porque ele sabe que as novas tecnologias de genoma estão prestes a nos afetar de maneiras profundas”, explica Gates.
The Myth of the Strong Leader: Political Leadership in the Modern Age – Archie Brown

Os líderes que fazem a maior contribuição para a história e para a humanidade em geral não são aqueles percebidos como ‘fortes’

“Brown mostra que os líderes que fazem a maior contribuição para a história e para a humanidade em geral não são aqueles percebidos como ‘fortes’. Na verdade, eles tendem a ser aqueles que colaboram, delegam e negociam — e reconhecem que nenhuma pessoa tem ou deveria ter todas as respostas”.

Bill Gates cita como “menção honrosa” a obra “The Grid: The Fraying Wires Between Americans and Our Energy Future”, de Gretchen Bakke, que trata sobre o envelhecimento da infraestrutura elétrica dos Estados Unidos. “Mesmo que você nunca tenha pensado um momento sobre como a eletricidade atinge seu destino, acredito que esse livro vai convencê-lo a ver a grade elétrica como uma das maiores maravilhas de engenharia do mundo moderno”, explica.

3 livros para ler no feriado e depois ver o filme

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Nossa editora Isabella D’Ercole faz uma listinha de livros que viraram filmes: escolha uma dupla para curtir no feriado!

Isabella D’Ercole, na revista Claudia

Quem nunca se apaixonou pelos personagens de um livro? E, depois, ficou ainda mais feliz porque os personagens iam ganhar um filme só deles? Acho que todo mundo pode levantar a mão e admitir que já passou por isso. Tem aquela coisa de você ter imaginado o personagem um pouquinho diferente e aí chega aquele gato (tipo o Leonardo DiCaprio) e se prova muito melhor do que sua imaginação. Ou tem vezes que o livro não é tão fiel ao filme e ficamos chateadas, nos sentindo traídas pelo diretor. Com esses três livros que eu escolhi, essa segunda alternativa não acontece. Os filmes são fiéis e levam para a tela três histórias maravilhosas. Nenhum deles é novo, então dá para encontrar com facilidade, assim como os filmes. Eu sugiro ler o livro antes e depois sentar no sofá pra curtir as versões hollywoodianas. A garantia é: os três são tão bons que vai dar pra ler e assistir pelo menos um durante o feriado prolongado que vem aí.

O Grande Gatsby

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O americano F. Scott Fitzgerald é um dos meus autores preferidos, mas a lista de livros recomendados fica para outro post. Agora, sugiro este, que é um de seus títulos mais famosos. A história é de um homem tão obcecado por sua paixão de adolescência, a Daisy. No filme, Gatsby é o Leo DiCaprio e a Daisy é a Carey Mulligan. Gatsby muda sua vida, corre atrás de acumular uma fortuna e se torna popular para impressionar Daisy. Os dois vivem uma paixão louca e arrebatadora, mas Daisy é casada, o que acaba mudando os planos do casal. Não vou dar mais detalhes da história, mas digo que é merecido. Nessa versão do filme, dirigida por Baz Luhrmann, os cenários são deslumbrantes, a música é moderna e tudo brilha. Se você se apaixonar pela história (como eu), sugiro emendar a versão de 1974, com Robert Redford e Mia Farrow. Vale a pena. Ah, como o Leonardo DiCaprio é lindo demais, segue outra foto dele:

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Orgulho e Preconceito

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Elizabeth Bennet é uma das personagens mais marcantes da literatura. Criada pela britânica Jane Austen, ela é forte, feminista, poderosa. E se apaixona pelo charmoso Sr. Darcy. Só que ele não é uma figura fácil. Tímido, demora a responder aos sentimentos da Srta. Bennet. Nesse meio tempo, ela precisa lidar com as loucuras que fazem suas quatro irmãs e a mãe. A família vive no interior da Inglaterra, no final do século 18. No cinema, Elizabeth é interpretada por Keira Knightley e o Sr. Darcy por Matthew MacFadyen. Fora a bela história, o filme tem cenários lindos, planos-sequência de deixar o queixo caído e uma trilha sonora que acalma. Vale ler e depois assistir uma, duas, três, mil vezes…

As Vantagens de Ser Invisível

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Escrito por Stephen Chbosky, esse livro lançado em 1999 causou furor no público juvenil. Mas, na verdade, ele é tão profundo e revelador que pode ser muito bem aproveitado por um adulto. Conta a história de Charlie, um adolescente com personalidade inconstante e dificuldade de se relacionar. Logo após passar pelo trauma do suicídio do melhor amigo, ele entra em uma nova escola e é obrigada a lidar com uma realidade totalmente diferente. Para sorte de Charlie, alguns colegas são tão diferentões quanto ele e o abraçam sem hesitar. O livro é curtinho e pode ser lido em uma sentada. No filme, Charlie é interpretado por Logan Lerman, mas no elenco estão Emma Watson e Ezra Miller. Só um aviso: não é exatamente feliz, tá? Capaz de você terminar mais reflexivo do que relaxado.

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