Posts tagged livraria

E bom senso, tem?

0

1

Hillé Puonto, no Manual Prático de Bons Modos em Livrarias

porque eles querem tudo, menos livros.

das coisas absurdas [criada com a ajuda da comunidade hippie] que já pediram para nós, livreiros:

– aparelho nasal;
– crédito para celular;
– telesena;
– remédio para dor de cabeça;
– preservativos;
– sabonetes;
– cadeado;
– ficha de orelhão (2008);
– espada;
– telescópio;
– palitinhos de sorvete;
– aparelho celular;
– forma de bolo;
– cinta do dr.ray (HAHAHA);
– pilha;
– tesoura;
– guardanapo para bordar;
– camiseta de time de futebol, feminina, tamanho m;
– aspirador de pó;
– capa para proteger computador da poeira;
– aparelho de som para carro;
– gelo seco;
– álcool em gel;
– pipoca de microondas;
– tomada;
– pincel e creme de barbear;
– escova e pasta de dente;
– caixa de ferramentas;
– pen drive com músicas baixadas;
– amor

“já me perguntaram se vendia ferramentas. sério, dessas que papai usa para consertar encanamento em casa, na base da marginalidade e falta de conhecimento mesmo. e daí que o cidadão perguntou: ‘aqui não é o lojão vende tudo?’, e eu, pasma: ‘não, moço, aqui é uma livraria…” – nina vieira

“também já me pediram papel de parede para computador. isso mesmo, aquele que fica na tela do computador” – rafael guedes de lima

Iniciativa incluirá livros em cestas básicas

0

Leo Burnett cria campanha para projeto de incentivo à leitura da Livraria da Vila e da Cesta Nobre

Eduardo Duarte Zanelato no Meio & Mensagem
Um dos anúncios pede, em tom bem humorado, doação de livros que você pegou emprestado de amigos

Um dos anúncios pede, em tom bem humorado, doação de livros que você pegou emprestado de amigos Crédito: Divulgação

A união da rede de livrarias Livraria da Vila e da distribuidora de cestas básicas Cesta Nobre permitirá que livros sejam incluídos em cestas e entregues junto dos alimentos como forma de incentivar a leitura, hábito pouco difundido entre brasileiros.

Intitulado “Leitura alimenta”, o projeto aceitará doações de livros usados, que serão recebidos em lojas da Livraria da Vila. Outra forma de contribuição será pela compra de um e-book (a ser disponibilizado em diferentes plataformas) sobre o projeto. A renda será revertida para a compra de livros novos para as cestas básicas, cuja distribuição atinge todo o País.

A Leo Burnett é responsável pela campanha do projeto, que ainda não tem data de início confirmada. Mais informações no site do Leitura Alimenta.

Caminho para a educação das crianças passa pelos livros

0

Magaléa Mazziotti no Paraná Online

Os filhos não vêm com manual de instrução, mas é cada vez mais comum os pais recorrerem às livrarias para encontrar nos livros a orientação que os auxilie na missão de formar um ser humano. No fim do ano, o livreiro e editor Aramis Chain reparou no número expressivo das vendas de títulos relacionados ao tema. “Depois dos 50 tons, foram os livros de orientação dos pais que mais venderam no Natal”, compara. Embora ele e os especialistas em comportamento humano aprovem essa busca, a efetividade do que é apresentado nos livros depende da disposição em realizar mudanças em toda a dinâmica entre pais e filhos. Há de se ter em mente que se dá um passo de cada vez nessa empreitada e que pensar apenas no resultado torna tudo mais difícil.

Para a psicóloga e mestra em Psicologia da Infância e da Adolescência da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Patrícia Guillon, esse movimento dos pais às estantes de bibliotecas e livrarias é o desdobramento do que as transformações sociais, principalmente a chamada tripla jornada feminina (mãe, esposa e profissional), causaram.

Reformulaçã da família

Em contato direto com os compradores desse tipo de literatura, Aramis Chain também acredita que o caminho passa pelos autores e atitude dos pais de repensarem a educação dos filhos. “Hoje é muito comum as escolas recomendarem tratamentos psiquiátricos por causa da hiperatividade e a falta de limites de crianças e jovens. Para os frequentadores da livraria que estão nesse dilema sempre digo que um bom livro sobre o tema é muito mais em conta do que medicamento como ritalina e seus efeitos se perpetuam”, defende.

Patrícia Guillon diz que é comum o livro servir de pontapé inicial para a família se reformular. “Muitos chegam ao consultório depois de lerem algo que os tocaram. O profissional de Psicologia sabe que quando inicia a terapia com criança ou adolescente começa o tratamento com toda a família, porque só haverá mudança no comportamento da criança se o ambiente familiar modificar”.

Proprietários do ‘Keep Calm’ brigam na justiça por registro da marca

0

1
A frase foi feita pelo governo inglês durante a Segundo Guerra Mundial
Foto: Reprodução

Publicado por Terra

Os proprietários de uma livraria ao norte da Inglaterra, que criaram variações do slogan “Keep Calm” (Mantenha a Calma) inventado pelo governo durante a Segunda Guerra Mundial e comercializaram cerca de 100 mil cartazes, cartões postais, camisetas, entre outros produtos enfrentam problemas com um concorrente, pois não registraram a marca, informou o The Guardian. A livraria, que começou a investir no negócio após descobrir alguns produtos perdidos na loja em 2001 com referência ao login do governo, não registrou o negócio, ao contrário de um empresário rival, que reinvidicou a marca em abril na União Europeia (UE).

Por isso, os advogados da livraria estão envolvidos em uma tentativa de anular o registro e tornar a frase de domínio público. De acordo com o jornal, o problema poderá ser resolvido simplesmente com provas de que o empresário não foi o primeiro a conseguir uma cópia do material da livraria, mesmo sendo o primeiro a registrar a marca.

‘Trabalhar demais’ é um dos principais lamentos de pacientes terminais

0

Publicado na Livraria da Folha

Autora apresenta lições de vida em relatos de pacientes terminais

“Antes de Partir” reúne relatos de 17 pacientes terminais em suas últimas semanas de vida. Entre os arrependimentos mais comuns, “desejaria não ter trabalhado tanto” só fica atrás de “ter vivido a vida que eu desejava”.

O livro nasceu de um artigo escrito pela enfermeira australiana Bronnie Ware, “Os Cinco Principais Lamentos dos que Vão Morrer”, texto que em poucos meses ultrapassou 1 milhão de acessos. O número triplicou em um ano.

Ware alterou quase todos os nomes presentes no livro para preservar a privacidade de amigos e parentes. A escritora e compositora australiana trabalhou prestando cuidados paliativos a pacientes terminais, a maioria deles com câncer.

Ao falar da morte, a autora mostra que, no fim da vida, não há números –saldos bancários ou preço do carro novo–, mas emoções. “Um perdão não pedido, de um ‘eu te amo’ não dito”, como escreve o jornalista Jaime Pereira da Silva na edição brasileira.

Na introdução, a autora agradece as lições de vida que aprendeu nesse trabalho. “A todas as pessoas maravilhosas agora falecidas, cujas histórias não apenas construíram o livro, mas também influíram em minha vida significativamente”, escreve.

O volume é dividido em cinco lamentos: “Desejaria Ter Tido Coragem de Viver uma Vida Verdadeira para Mim Mesma, Não a que os Outros Esperavam de Mim”; “Desejaria Não Ter Trabalhado Tanto”; “Desejaria Ter Tido Coragem de Expressar Meus Sentimentos”; “Desejaria Ter Ficado Mais em Contato com Meus Amigos”; “Desejaria Ter-me Permitido Ser Mais Feliz”.

Go to Top