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Livraria de Nova York troca livros por cerveja

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Editora Globo

Créditos: Molasses Books – Facebook

Publicado originalmente na Revista Galileu

A economia de troca está crescendo mundialmente. Eu te dou o liquidificador que está parado lá em casa e você me dá sua furadeira, que usou uma vez na vida. Mas essas atitudes ainda pequenas e restritas estão ganhando novos adeptos. Agora, empresas estão começando a perceber que este também pode ser um bom negócio.

Como exemplo disso a Molasses Books, livraria do Brooklyn, Nova York, permite que seus clientes troquem livros por livros ou, por cafés. A ideia é que, eventualmente, os clientes possam trocar livros também por cerveja ou vinho.

Mas a economia criativa por lá tem algumas regras. A loja busca tipos específicos como livros de bolso vintage, livros de arte, poesia e clássicos (principalmente edições raras). O valor da negociação de alguns exemplares depende, mas é, geralmente, o mesmo valor de uma xícara de café que vale US$ 2,00 ou US$ 2,50, dependendo do tamanho. Chocolate quente, chá gelado e bananas, também estão disponíveis.

Todos contra a Amazon

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Renata Agostini, na Revista Exame

Após três anos de tentativas, a Amazon, varejista online mais poderosa e temida do mundo, prepara sua entrada no país. Mas as editoras não estão ajudando

Jeff Bezos, da Amazon: plano de ter loja completa no Brasil até junho de 2013 (Robyn Twomey/Corbis Outline/Latinstock)

O americano Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, comanda um império. A companhia, criada em 1994 na cidade de Seattle para vender livros pela internet, transformou-se na varejista online mais poderosa do mundo. Com mais de 56 000 funcionários e 170 milhões de clientes cadastrados, a empresa vende praticamente tudo — de computadores a lagostas vivas.

Em 2011, faturou 48 bilhões de dólares. Mas todo esse poder de fogo não vem ajudando a entrar em um mercado considerado chave: o Brasil. Pelo contrário, vem atrapalhando. Desde 2009, a Amazon negocia sua entrada em conversas com editoras e transportadoras. Em janeiro, contratou Mauro Widman, ex-executivo da Livraria Cultura, como seu primeiro funcionário de varejo online.

Foi no início de agosto que Bezos aumentou os esforços para lançar sua livraria digital no Brasil ainda neste ano. Ele despachou para o país uma comitiva de quatro executivos, entre eles um de seus vice-presidentes, Russ Grandinetti. Talvez nem eles tenham certeza da data de estreia da Amazon, mas seu interesse crescente faz com que varejistas e editoras se armem para enfrentar a avalanche.

O plano da Amazon é estrear com a livraria digital e, consequentemente, com o leitor Kindle. Por isso, os executivos começaram sua viagem por Brasília. Lá, visitaram os ministérios do Desenvolvimento, da Educação, da Fazenda e da Cultura, sob a orientação da consultoria BarralMJorge, que tem como sócio o ex-ministro Miguel Jorge. (mais…)

Lançamento de livro do ex-goleiro Marcos é marcado por briga e porta de vidro quebrada

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Lançamento do livro

Lançamento do livro “Nunca Fui Santo”, do goleiro Marcos

Publicado originalmente no Tribuna Hoje

Entre um empurrão e outro, os organizadores do evento decidiram fechar a porta da loja, o que irritou parte dos torcedores fora da livraria. Em determinado momento, um empurrão com pouco mais de força virou uma briga generalizada que causou a quebra da porta de vidro da entrada da Saraiva.Com mais de seis mil pessoas presente fazendo fila pelo shopping inteiro, a entrada na livraria já mostrava uma grande confusão. Entrar nela era praticamente impossível tanto para jornalistas como para funcionários da loja. O torcedor que conseguia adentrar o estabelecimento tinha muito a comemorar, pois se aproximava do ex-goleiro.

Neste momento, Mauro Beting, autor do livro, e Marcos, principal estrela da festa, interromperam os autógrafos e tentaram acalmar os torcedores. O jornalista foi até o microfone da loja pedindo calma, o que pouco adiantou.

Com os espertinhos furando fila para conseguir um autógrafo do livro, uma nova confusão começou. Dessa vez, um torcedor foi arrastado pelos seguranças para fora da loja.

A parte superior da livraria virou praticamente um ambulatório. Com muita confusão e calor, alguns chegaram a desmaiar no local e foram levados para o piso.

Em determinado momento, os veículos de imprensa passaram a ser vítimas de xingamento, especialmente a Globo. O presidente Tirone também foi “homenageado”.

Apesar de toda confusão, o local recebeu convidados ilustres como o ex-goleiro Sergio, o presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, e o candidato à prefeitura de São Paulo José Serra.

“Se você não tem dinheiro para comprar livros e precisa ou quer ler, sirva-se a vontade”

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Vi no Facebook

Tradução:

‘Durante o horário comercial, os livros na fachada são 50 centavos cada, ou 5 por 2 dólares.
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Quando o estabelecimento estiver fechado, sintam-se livres para pegá-los emprestado ou comprá-los e me pagar depois.
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A qualquer hora: Se você não tem dinheiro para comprar livros e precisa ou quer ler, sirva-se a vontade.
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Aceitamos doações’

O que vale mais, o escritor ou o livro?

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José Roberto Torero no Correio do Brasil

Escritorxlivro

Nos últimos anos, a figura do escritor tem ganhado mais importância que sua obra.

O que é mais importante, o criador ou a criatura?
Eu prefiro a criatura. Não me importa muito se um autor tem 18, 68 ou 118 anos, se é um office-boy, um acadêmico ou uma striper, se nasceu na Mooca, em Londres ou em Pokhara, a cidade-lago do Nepal.

O que me importa é o livro. Mas muitos preferem o escritor.

É claro que tem o seu sabor saber quem escreve uma obra. Eu mesmo, quando pego um livro na livraria, dou aquela olhada na orelha para ver a foto do autor e ler sua biografia. Mas isso deve ser apenas a cereja do bolo, não seu recheio; deve ser apenas uma nota de rodapé, não a cabeça da reportagem.

O culto à personalidade tem crescido tanto que em várias resenhas você fica sabendo onde nasceu o escritor, com quem ele é casado e o escândalo que deu em sua adolescência, mas quase nada sobre a obra.

A orelha está sendo mais valorizada do que as páginas do livro.

O cartunista Laerte, por exemplo, é brilhante desde os tempos da editora Oboré, quando fazia ilustrações para sindicatos, mas nunca ganhou tanto destaque quanto depois de praticar o crossdressing.

(mais…)

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