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Como cultivar e amar o hábito da leitura

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Crédito: Shutterstock.com

Publicado originalmente no Universia

Muitas pessoas têm dificuldades para ler e manter o hábito da leitura. A internet e a televisão tomam o espaço da leitura como entretenimento tornando essa opção algo cada vez mais ignorado. Porém a leitura é essencial para o desenvolvimento do ser humano. Além de exercitar a imaginação, ela traz conhecimento e alarga os horizontes de quem desenvolve esse hábito. Aproveite todos os benefícios da leitura com as dicas a seguir:

Como amar a leitura: 1. Identifique o que você gosta

Cada pessoa possui interesses e preferências diferentes de leitura. Identificar o que você gosta é o passo inicial para que você consiga manter esse hábito. Leia as sinopses dos livros e experimente quais mais se encaixam com você, podem ser romances, ficção científica, histórias de fantasia, aventura, drama, teóricos, auto-ajuda, religiosos, etc.

Como amar a leitura: 2. Tipos de texto

Além do tipo de assunto, você também deve escolher o tipo de texto que gosta. Existem histórias mais curtas, os contos, que normalmente vêm reunidos em um único livro, poemas, crônicas.

Como amar a leitura: 3. Visite uma biblioteca ou livraria

Antes de comprar um livro e se arrepender, visite uma biblioteca ou livraria para conferir as preferências de leitura que identificou até agora.

Como amar a leitura: 4. Crie um espaço de leitura

Você pode escolher o sofá de sua sala, o quarto ou a escrivaninha. É importante estar atento para alguns detalhes como a iluminação apropriada, e a posição da coluna para não prejudicar suas costas e pescoço ou ficar com sono.

Como amar a leitura: 5. Escute música

Essa opção é muito pessoal, pois muitas pessoas não conseguem se concentrar com a leitura enquanto ouvem música. Para outras, porém, ouvir música é exatamente o que as ajuda a se manterem focadas no livro.

[Night shit]

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britney: anos e anos de ‘night shit’

Publicado originalmente no Manual Prático de Bons Modos em Livrarias

Freguesa: boa noite, tem aquele livro ‘night shit’?

(‘Noite de merda’, é isso mesmo, galera do fundão?)

Livreira: a senhora poderia repetir o título, por favor?

Freguesa: n i g h t – s h i t

(Livreira consulta o título solicitado pela freguesa e fuén fuén fuén)

Livreira: senhora, tem certeza que…

Freguesa: ai, menina, é aquele famoso… ‘quando night shit chorou’, que virou filme até.

(OLHA)

Manual prático de bons modos em livrarias: tudo bem não saber falar inglês, tudo bem mesmo. problema é inventar e ainda querer sambar na cara da sociedade livresca. daí rola uma mágoa, daí rola um rancor.

 

 

Dica do João Marcos

Livraria cria aplicativo que permite fazer check in em lugares que estão nas páginas dos livros

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Publicado por Pequenas e Médias Empresas

Projeto da Livraria da Vila promove a empresa de forma interessante e pode servir de exemplo para pequenas empresas

Você pode compartilhar o check in no Facebook (Reprodução site)

De que maneira é possível estimular a leitura, criar interação com o Facebook e ainda promover um negócio. A Livraria da Vila, rede instalada em São Paulo, parece ter encontrado uma interessante resposta ao criar o Imaginaria. Trata-se de um aplicativo que permite ao usuário fazer – a exemplo do Four Square – check in em seus lugares preferidos. Com uma importante diferença: neste aplicativo o check in é feito em lugares imaginários.

É possível, por exemplo, fazer check in no Lago de Hogwarts, presente apenas no Livro Harry Potter e a Pedra Filosofal. Ou dizer que você está no Rio de Janeiro de 1822, ano em que se passa o livro escrito por Laurentino Gomes 1822 – como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram a criar o Brasil.

O aplicativo criado pela Livraria da Vila, empresa com mais de 25 anos de história, pode ser usado em iPhone, iPod Touch e iPad, mas o usuário precisa ter instalado a versão 5.0 do IOS.

dica do Jarbas Aragão

Livrarias por aí: Shakespeare and Company, Paris

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Aline T.K.M., no Escrevendo Loucamente

UM POUQUINHO DA HISTÓRIA

A primeira Shakespeare and Company foi aberta em 1919 pela norte-americana Sylvia Beach e logo se tornou um ponto de encontro e agitação cultural parisiense. Especializada em literatura de língua inglesa, era frequentada por grandes nomes do século XX – Hemingway, Scott Fitzgerald e James Joyce, só para citar alguns. Inclusive, foi Sylvia Beach quem publicou a obra Ulisses, de James Joyce. A loja fechou suas portas em 1941.

Uma outra livraria foi aberta, em 1951, pelo também americano George Whitman. Esta, situada na rue de la Bûcherie (pertinho da Notre-Dame de Paris), foi nomeada Le Mistral, mas com prévia autorização e em homenagem a Sylvia Beach, f

A livraria continuou o legado da Shakespeare and Company de Sylvia Beach, encorajando novos escritores (que podem ficar hospedados no estabelecimento), mantendo o status de livraria independente e guardando a aura alternativa – e lendária – que sempre envolveu seu nome. Atualmente, quem dirige a loja é a filha de George, Sylvia Whitman, cujo nome lhe foi dado em homenagem a Sylvia Beach. George Whitman faleceu em dezembro de 2011, aos 98 anos.oi renomeada para Shakespeare and Company.

Sacola de lona à venda na loja:
mimo imperdível!

 

AOS MEUS OLHOS

Entrar na Shakespeare and Company é como adentrar outra dimensão, um lugarzinho singular que parece perdido no tempo. Pilhas de livros por todos os lados, passagens estreitas, uma máquina de escrever e uma espécie de mural abarrotado de recadinhos deixados por visitantes do mundo todo. Além, claro, da frase que estampa uma das paredes da loja: “Be not inhospitable to strangers lest they be angels in disguise” (algo como “Seja hospitaleiro com os estranhos, pois podem ser anjos disfarçados”). Ainda, a livraria conta com atividades regulares, como o chá aos domingos, sessões de leitura e encontros com escritores.

Vale a pena visitar o site da Shakespeare and Company para ler sua história de forma mais detalhada e ver fotos de lá. Infelizmente, não é permitido tirar fotos dentro da livraria e eu não quis arriscar; ainda assim, espero que curtam as fotos que fiz da fachada!

Na frente da loja, olhando para a Notre-Dame de Paris,
amo esta foto!

A Shakespeare and Company é considerada por muitos como a livraria mais charmosa do mundo. Olha, não sei se do mundo inteiro, mas sim, definitivamente, é a livraria mais charmosa em que já coloquei meus pés!

 

LITERATURA RELACIONADA

Shakespeare and Company – Uma livraria na Paris do entre-guerras
de Sylvia Beach, editora Casa da Palavra, 280 páginas
Divertida autobiografia de Sylvia Beach, livreira, editora e escritora que, em 1919, abriu a livraria Shakespeare and Company numa ruela da Rive Gauche, em Paris.

Um Livro Por Dia – Minha temporada parisiense na Shakespeare and Company
de Jeremy Mercer, editora Casa da Palavra, 320 páginas
As memórias de um jornalista mochileiro no melhor estilo bibliomania. Com pouco dinheiro no bolso, descobriu que poderia dormir e viver na Shakespeare and Company em troca de trabalho.

Amazon chega a 1 milhão de livros no Kindle em 4 anos

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Publicado originalmente no TechTudo

Durante a coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (28) em Nova York, além de apresentar seus novos produtos, a Amazon anunciou que alcançou a expressiva marca de 1 milhão de livros disponíveis em sua loja de livros virtuais.

Jeff Bezos, CEO da Amazon, com o tablet Kindle FIre (Foto: Engadget/Reprodução)

Jeff Bezos, CEO da Amazon, com o tablet Kindle FIre (Foto: Engadget/Reprodução)

Jeff Bezos, CEO da empresa, informou que “há quatro anos, a Amazon tinha 90 mil livros disponíveis. Hoje, temos mais de 1 milhão de obras, número este que não inclui os textos autorais livres”. Bezos mencionou que a única maneira de o Kindle fazer sucesso no mercado seria com uma grande demanda, não só do dispositivo, mas principalmente de conteúdo, como e-books.

A Amazon sabe que o momento é favorável para apostar cada vez mais nos leitores eletrônicos. Apesar do enorme crescimento de vendas de livros físicos nos últimos 15 anos, as vendas de livros para o Kindle ainda são maiores. As versões em papel estão associadas aos novos fenômenos literários, como Harry Potter, a saga Crepúsculo e O Senhor dos Anéis. No caso do Kindle e dos e-books, o crescimento das vendas está diretamente ligado à tecnologia oferecida pelos produtos.

Outro detalhe a se observar é que a própria Amazon precisa contar com o acervo mais variado possível, uma vez que a empresa lançou ontem duas novas opções de leitores eletrônicos. A tendência é que o número de usuários de seus serviços aumente consideravelmente, e o que essa nova leva de usuários deseja é uma grande variedade de títulos.
O Kindle é considerado um best-seller no mercado de e-readers nos últimos quatro anos, e, com o lançamento dos novos modelos, a tendência é que esse cenário não mude tão cedo.

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