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Uma livraria na China inspirada nas florestas de bambu

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Com uma arquitetura surpreendente, o lugar tem espaço para adultos e crianças
Nadia Simonelli, na Casa Vogue

Criado pelo estúdio X-Living, de Xangai, o projeto dessa suntuosa livraria foi pensado para refletir a atmosfera cultural de Chengdu, uma cidade no sudoeste da China, onde está localizada.

Quando os visitantes chegam ao quarto andar do edifício Yintai Center se deparam com um espaço vibrante, repleto de estantes de livros e pequenas mesas, inspiradas nas formas do bambu. Tudo para relembrar a cultura da região.

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Ao atravessar essa verdadeira floresta de livros de diversos temas está um espaço dedicado à diversão das crianças, também inspirado em uma espécie de selva de cogumelos coloridos. As paredes são totalmente cobertas por prateleiras com livros e através das cores formam desenhos, como casas, moinhos de vento e pandas. As crianças podem ler debaixo dos cogumelos, que estão espalhados por toda a parte. O teto espelhado reflete todos esses elementos e cria uma sensação de amplitude.

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Em outra área da livraria, as paredes são revestidas de tijolos vermelhos, com prateleiras pretas embutidas em nichos. O que impressiona é a altura do pé-direito, que possui cinco metros.

Assim, uma estrutura metálica forma uma escada que conduz a um mezanino, aproveitando todo o espaço e criando pequenos ambientes aconchegantes. Desse modo, os leitores podem circular pelas áreas mais altas e encontrar seu livro favorito onde quer que ele esteja.

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Há também um incrível espaço para aulas, onde degraus com diferentes alturas e formatos servem como bancos para os alunos. No teto, um espelho reflete o relevo do piso, como se fosse a paisagem dos campos da região. Com uma vista incrível, que pode ser apreciada através da fachada de vidro, esse lugar é perfeito para os visitantes relaxarem durante uma das palestras que a livraria oferece.

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FOTOS SHAO FENG

Já ouviu falar da livraria portuguesa que inspirou J. K. Rowling em Harry Potter?

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Publicado no Nômades Digitais

O mundo de Harry Potter não foi retirado totalmente da imaginação da escritora inglesa J. K. Rowling. A maravilhosa arquitetura da Lello, livraria de mais de 100 anos de idade localizada no centro da cidade de Porto, em Portugal, serviu como fonte de inspiração para vários cenários da saga do bruxinho que conquistou fãs em todo o mundo.

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Quando viveu na cidade no início dos anos 1990, Rowling encontrou nas imensas paredes forradas de livros, na escadaria, nos clássicos vitrais e na linda decoração do lugar, inaugurado em 1906, muita inspiração para seus livros.

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Entre 1991 e 1993, quando morava na cidade e era professora de inglês, Rowling foi frequentadora fiel da livraria. Na época ela era uma mera desconhecida, mas a partir de 1997, quando seus livros se tornaram sucessos de venda, os vendedores da Lello perceberam que o local estava relacionado aos livros.

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Claro, a livraria é tão bonita que por si só mereceria receber a visita de milhares de turistas diariamente, mas foi mesmo Harry Potter que alçou o lugar à fama. Hoje, a livraria vive lotada de fãs da saga que adoram se surpreender comparando cada cantinho do local com o cenários de Harry Potter, principalmente com a loja ‘Floreios e Borrões’, lugar onde os pequenos magos compravam os livros escolares para Hogwarts.

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Imagens: Reprodução.

dica do Marcos Vichi

Amazon rebate João Doria e disponibiliza livros de graça. Até os rivais entraram na “briga”

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Nilton Kleina, no TecMundo

Título original: Briga entre João Doria e Amazon rende eBook grátis e doações de rivais

Ainda está longe de terminar a polêmica entre o prefeito de São Paulo, Joao Doria, e a filial brasileira da Amazon. Depois do polêmico comercial em que a empresa critica a limpeza de grafites e pichações na capital paulista (e da resposta do próprio político), a própria loja e até a concorrência está repercutindo o fato.

A Amazon.com.br topou o “desafio” lançado pelo prefeito de mostrar que está mesmo preocupada com São Paulo. Em um novo vídeo, a companhia anuncia o download de um livro digital gratuito em uma seleção bem variada com mais de 30 títulos. Para acessá-la, é só clicar aqui e fazer o login para confirmar o download sem custos.

Além disso, ela prometeu doar “centenas de dispositivos Kindle para instituições que promovem cultura e educação”, pedindo para os fãs “ficarem ligados” em novidades, possivelmente com a divulgação dos locais agraciados com os eReaders.

Rivais aproveitam para ajudar a cidade

Sofrendo muitas críticas, a Amazon foi rápida em responder à polêmica e ao desafio de Doria. Porém, mais velozes ainda foram as concorrentes: alguns e-commerces brasileiros largaram antes, entraram na briga e anunciaram ações sociais similares para mostrar serviço.

A KaBuM!, por exemplo, foi a primeira do varejo a anunciar que vai doar computadores e tablets para uso em escolas e instituições do município.

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Já a Saraiva também demonstrou interesse em “ajudar a incentivar a leitura” e realizar ações sociais que complementem as que já existem sob os cuidados da empresa, como o Instituto Jorge Saraiva.

Fotos “facebook” de livraria francesa tornam-se virais

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Publicado no CRI Online

A livraria Librairie Mollat em França está redefinindo o termo “facebook”. Uma série de fotos criativas postadas na sua conta do Instagram combinam capas de livros com o rosto de leitores ou funcionários da livraria. As fotos criam ilusões divertidas, se tornando populares nos meios sociais.

A conta no Instagram da livraria tem já 21 mil seguidores.

A Librairie Mollat, em Bordeaux, a primeira livraria independente na França, já se tornou uma atração turística e muitos visitantes têm passado pela livraria para encontrar um livro com o qual o seu rosto combine perfeitamente.

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Fonte: portuguese.people.com.cn

Depois de anunciar saída do país, Fnac agora diz que procura parceiros

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Presidente da Fnac Alexandre Bompard - Eric Piermont / AFP

Presidente da Fnac Alexandre Bompard – Eric Piermont / AFP

 

Filial brasileira da varejista mudou versão da matriz francesa

João Sorima Neto e Roberta Scrivano, em O Globo

SÃO PAULO – Diferentemente do comunicado feito ontem pela matriz francesa, a filial brasileira da Fnac informou nesta quarta-feira, em comunicado, que não está saindo do Brasil. No texto, a varejista diz que iniciou um processo de busca por eventuais parceiros locais para reforçar sua operação no país. Desde o fim do ano passado, a Fnac passou a abrir lojas através da formação de joint ventures com parceiros locais para se expandir. Isso já aconteceu em países como Qatar e Marrocos.

“A operação brasileira precisa ter um tamanho crítico no sentido de ser relevante e reforçar sua posição de mercado. Devido a isso, a Fnac iniciou um processo ativo de busca de parceiro local para continuar e reforçar sua operação no país”, diz o comunicado da filial brasileira.

Atualmente, a operação brasileira da Fnac conta com 12 lojas, além das vendas online, e representa cerca de 2% da operação mundial da varejista. Há anos, a operação brasileira é deficitária e a busca por parceiros visa restaurar a rentabilidade da rede. A recessão que atingiu o país e fez encolher a renda dos brasileiros derrubou as vendas da varejista, que comercializa produtos culturais, como livros, DVDs, CDs além eletroeletrônicos.

Claudio Felisoni, presidente do Instituto Brasileiro do Varejo (Ibevar), explica que a crise econômica nacional tem derrubado sistematicamente as vendas no varejo geral desde o último trimestre de 2014. Como o negócio da Fnac é a venda de bens duráveis (eletrônicos) e itens ligados à cultura, a rede sofreu ainda mais com a crise, avalia.

— Para comprar bens duráveis é preciso que haja emprego ou confiança na manutenção do emprego, além de juro baixo e crédito. Não temos esse cenário no Brasil há alguns anos. Já os itens ligados à cultura são os primeiros cortados do orçamento quando a renda está menor. Essa situação levou a Fnac ao reposicionamento estratégico que será uma eventual saída do mercado brasileiro ou dividir o risco com um parceiro local — analisou Felisoni.

Para Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), embora o anúncio de reposicionamento no Brasil não fosse esperado, a manobra da matriz, de querer fechar uma operação que contribui pouco para o resultado total, é uma estratégia comum às multinacionais.

— Parece ser uma decisão corporativa. Como o mercado brasileiro é pouco representativo para a operação global da Fnac e acaba dando muito trabalho, assumem a postura de multinacional de encerrar a operação ou buscar um parceiro para concentrar forças onde está a principal parte do negócio — disse Terra.

De acordo com um porta-voz da empresa, por enquanto, não existe nenhuma conversa em andamento no Brasil. Se nos próximos dois ou três anos não for possível formar estas parcerias, aí sim a varejista poderá encerrar suas operações no país.

Um das possibilidades de parceria seria fechar acordos com shoppings centers que desejam ter uma unidade da Fnac em suas dependências. A Fnac já recebeu este tipo de proposta, mas antes não havia interesse. Agora, a rede vai passar a olhar com mais atenção esse tipo de associação, em que o próprio shopping banca a instalação da loja.

Desde o ano passado, a Fnac já vinha mudando no Brasil. Para tocar a operação no país, a empresa indicou Cláudia Elisa Soares, que trabalhou na AmBev, por 17 anos, Grupo Pão de Açúcar e Votorantim Cimentos. Ela foi contratada para reestruturar a operação, incluindo o varejo e as vendas online.

Sem conseguir reverter uma queda de 7,5% nas vendas no ano passado – praticamente o dobro de 2015 – a matriz contratou Arthur Negri, ex-presidente da Blockbuster, para substituir Cláudia.

A Fnac está no Brasil desde 1998, quando comprou o Ática Shopping Cultural, em Pinheiros, São Paulo, e no ano seguinte abriu sua primeira loja no mesmo endereço.

Numa conferência de imprensa realizada para apresentação dos resultados anuais do grupo, na terça-feira, a empresa relatou um resultado equilibrado (zero) em 2016, impactado pela aquisição da Darty, em julho passado, rede de lojas de eletrodomésticos, computadores, tevês e equipamentos de áudio. As vendas conjuntas aumentaram 1,9% para 7,41 bilhões.

A aquisição da Darty deve resultar em sinergias de € 130 milhões por ano, ao final de 2018. Mas existe preocupação por parte dos sindicatos franceses de que centenas de vagas sejam fechadas, já que a Fnac tem 8.816 funcionários na França e a Darty possui 10.337 empregados.

“Os resultados de 2016 da Darty Fnac são muito fortes e em crescimento. Todos os indicadores estão verdes”, escreveu o CEO da Fnac Alexandre, Bompard Darty, em comunicado.

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