Posts tagged livraria

A Livraria, em Portugal, que inspirou J. K. Rowling

0
Fachada da Livraria Lello, em Portugal, que inspirou J. K. Rowling (Foto: Aryane Cararo/Editora Globo)

Fachada da Livraria Lello, em Portugal, que inspirou J. K. Rowling (Foto: Aryane Cararo/Editora Globo)

 

Título original: procurando Harry Potter

Aryane Cararo, no Crescer

Ela já foi considerada a terceira livraria mais bonita do mundo pelo jornal britânico The Guardian, em 2008. Isso já seria motivo suficiente para inclui-la em um passeio para quem vai ao Porto, em Portugal. Mas a Lello & Irmão é muito mais do que bela. Dizem que foi ali que a autora J.K. Rowling se inspirou para criar a livraria da saga do bruxo Harry Potter, a Floreios e Borrões. Basta entrar na Lello para entender isso e mais: eu diria que ali tem muito de Hogwarts.

Não sou necessariamente uma fã do bruxinho, mas gostei de imaginar J.K. Rowling passeando por aqueles corredores apertados, aquela imensidão de livros até o teto, olhando para a madeira escura e sóbria, os vitrais tão coloridos, os baixos-relevos de grandes autores como Eça de Queirós e a escadaria tão bem ornamentada. Quase pude a ver ali, folheando livros, escolhendo obras, como tantas vezes todos nós já fizemos nas livrarias. E não pude deixar de pensar nas coisas que levei de cada uma delas que merecesse fazer parte de um livro. Qual teria capacidade de me influenciar? A Lello certamente teria.

A inspiração vem da vida. Não sei até que ponto a Lello influenciou a criadora de Harry Potter, mas fato é que ela morou no Porto entre 1991 e 1993, quando foi lecionar inglês, e escreveu ali uma parte da obra – ao menos o capítulo O Espelho de Ojesed, de A Pedra Filosofal. E se tem um programa obrigatório na cidade é conhecer a livraria. Para quem gosta de livros, é uma perdição. Há obras raras, expostas nas mais altas prateleiras. Há seções próprias para Camões, Fernando Pessoa, Saramago. E há também uma área para títulos infantis ao fundo, onde o carrinho que deslizava nos trilhos dentro da loja, para facilitar a devolução de cada exemplar a seu devido lugar, hoje está repleto de exemplares de Harry Potter.

Interior da livraria, com seus detalhes rendilhados e a escada carmim (Foto: Aryane Cararo/Editora Globo)

Interior da livraria, com seus detalhes rendilhados e a escada carmim (Foto: Aryane Cararo/Editora Globo)

 

É linda por dentro e por fora. Para onde se olhe no interior do prédio de fachada neogótica, construído em 1906, há madeira rendilhada (em alguns pontos, sua imitação em gesso). Mas você só consegue prestar atenção direito nesses detalhes depois de ter sido abduzido pela beleza da escadaria vermelha em espiral. Não é à toa que a livraria viva tão lotada e tenha até instituído um sistema de cobrança na entrada – 3 euros, que são descontados na compra de um livro.

Li em algum blog que não eram permitidas fotos no local, a não ser pelas manhãs. Não sei se é verdade, mas fui pela manhã e fiz quantas fotos quis. Difícil é só não fotografar inúmeros desconhecidos. Apesar da muvuca, vale a pena respirar desse ar tão mágico e levar as crianças para conhecer, se houver a oportunidade de visitar o Porto. Não só por ter inspirado a autora de Harry Potter, mas para criar nelas o encantamento com as livrarias e os livros, justamente por causa desse clima de fantasia que a Lello tem.

E, uma vez que se está no Porto, por que não brincar de caçar outras referências ao universo do bruxinho? Eu as levaria ainda ao belíssimo Majestic Café, local de artistas e intelectuais nos anos 1920 e onde J. K. Rowling passou bastante tempo às voltas com a história de seu bruxo, e ainda faria um passeio próximo à universidade, para ver os estudantes vestidos como… Harry Potter, claro: de uniforme e capa pretos. Vocês vão ver que um livro nasce de onde menos se espera!

Livros à venda em igrejas e ao lado de frutas? Isso existe!

0
Livraria em Óbidos (Foto: Aryane Cararo)

Livraria em Óbidos (Foto: Aryane Cararo)

Ariane Cararo, no Blog da Crescer

Nunca imaginei que sairia de uma igreja carregando um livro infantil não religioso. Mas foi o que aconteceu na minha última viagem de férias, em Portugal. Acabo de voltar de lá e devo confessar que fiquei maravilhada com a proposta. Não só porque uma livraria funciona dentro de um templo, mas porque toda a cidade de Óbidos resolveu ficar conhecida como vila literária. E, assim, não só a igreja, como o Mercado Biológico, os museus, a antiga cadeia, os correios, a Casa do Pelourinho e outros imóveis foram transformados em livrarias temáticas.

Óbidos fica a 80 quilômetros ao norte de Lisboa e, pela proximidade, muita gente costuma fazer um bate e volta até lá, atrás de sua mercadoria mais famosa: a ginja, um licor feito de uma fruta semelhante à cereja. No entanto, Óbidos só entrou no meu roteiro por causa da vila literária, um projeto lançado em 2013 e que, apesar de incipiente, já encanta. E encantadora é a palavra perfeita para a experiência. A começar porque se trata de uma vila medieval, que conserva todo o clima mágico de reis e rainhas. Só para saber, em 1148, Óbidos foi tomada dos árabes pelo primeiro monarca português, D. Afonso Henriques. Nos anos subsequentes, acabou sendo oferecida a muitas rainhas como presente de casamento, e elas fizeram no lugarejo muitas melhorias.

Livraria dentro de igreja (Foto: Aryane Cararo)

Livraria dentro de igreja (Foto: Aryane Cararo)

É por isso que fica ainda mais especial descobrir entre as casinhas onde se escondem as livrarias. São 11 espaços, sendo o principal a Igreja de São Tiago, que começou a ser construída no século 12 e foi remodelada no século 18, e agora atende pelo nome de a Grande Livraria de Santiago. Como é a maior de todas, oferece um pouco de tudo, de projeção de filmes a livros para crianças – e foi lá que eu comprei O Arenque Fumado, uma obra de formato muito interessante, ilustrada pelo português André da Loba, sobre texto de Charles Cros, de 1872. Mas este não é o local mais recomendado para comprar literatura infantil em Óbidos: os melhores endereços são o Espaço para Promoção da Inovação e Criatividade (Epic), uma espécie de coworking que tem uma área destinada à venda desses livros, ou o casarão batizado Histórias com Bicho, que já foi escola primária.

A igreja, porém, não foi a única a me espantar. Conhecer o Mercado Biológico foi também incrível. Recheado de caixotes de feiras por todas as paredes, vende livros, queijos, verduras, frutas, um ao lado do outro. Ali, o espaço é dos títulos de segunda mão, alguns raros. Há de tudo, até livros de autores brasileiros, a 3, 4, 5 euros. Proposta ousada? Sim! Mas por que não colocar ao lado dos alimentos para o corpo os alimentos da alma? Da mesma forma que pergunto: por que não usar o local, que embora tenha sido construído para um fim sagrado, não funcionava mais como igreja há mais de duas décadas e sim como espaço multiuso – para espalhar conhecimento e instigar sabedoria? Os livros não precisam de lugares específicos para estarem à nossa disposição, eles podem estar integrados como parte de nossas vidas, nos mercados, nos correios, nos museus, nas padarias, nas estações de metrô… Por que não?

Mercado Biológico em Óbidos (Foto: Aryane Cararo)

Mercado Biológico em Óbidos (Foto: Aryane Cararo)

Descubra novas formas criativas de encontrar a sua próxima leitura na livraria

0

capa formas criativas

Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Se você é um leitor voraz, deve conhecer bem a nossa saga fatídica na hora de comprar um novo livro em uma livraria. São necessárias inúmeras voltas por entre as estantes da loja, centenas de capas para analisar e inúmeras parágrafos de primeira página para ler até decidirmos pelo livro que será ‘o escolhido’. Isso sem contar aquele tempo para se ‘sociabilizar’ com os diferentes tipos de pessoas que se encontra nas livrarias. Ou talvez você seja o tipo de leitor que possui uma estratégia pessoal bem definida que começa a ser posta em prática antes mesmo de sair de casa, consultando diversas fontes (inclusive este site!) para fazer uma ‘lista de compras’ com os títulos organizados em ordem alfabética.

De qualquer forma, certamente você deve manter a sua própria rotina ao escolher a sua leitura. E não tem nada de errado com isso. Por mais que seus amigos achem meio esquisito. Mas, assim como as regras, acreditamos que a rotina também foi feita para ser quebrada as vezes. E com isso em mente, te desafiamos a experimentar outras formas criativas de encontrar a sua próxima leitura em uma livraria.

Telefone para um amigo
Quando estiver na livraria, ligue para um amigo e leia para ele os títulos de pelo menos cinco livros selecionados aleatoriamente, e peça para que ele escolha um deles para você.

Role os dados
Que tal rolar os dados para conhecer a sua próxima leitura? Jogue um dado e use o número exibido por ele para contar as prateleiras começando pela de cima. Depois jogue ele novamente duas vezes, some os números e comece a contar os livros avançando a partir do primeiro. Caso caia em algum que você já tenha lido, jogue o dado novamente e conte o resultado para trás.

Pelas cores da sua roupa
Quais as cores que você está vestindo ao entrar na livraria? Pois a sua missão é encontrar um livro cujo a capa combine com as mesmas cores da sua roupa. E essa será a sua leitura da semana.

Por sorteio
Escreva diversos temas, assuntos e substantivos aleatórios em tiras de papel e reúna tudo em algum recipiente ou sacola. Peça alguém da sua família para tirar três papéis a esmo, e então você pode sair em busca de uma leitura que envolva as três palavra. O que poderia ser por exemplo algo com: “Lisboa”, “Traição” e “Jornal”

Use o Instagram
Se você ainda não usa a rede do Instagram para enriquecer a sua leitura, está perdendo uma grande oportunidade de se manter atualizado sobre os últimos lançamentos. Além dos perfis das editoras que são quase que obrigatórios, você também pode conferir as nossas sugestões de perfis literários que você deveria seguir. O truque é acessar o aplicativo assim que entrar na livraria, e tentar encontrar o exemplar que surgir na primeira foto da sua timeline.

Peça ajuda aos funcionários
Pergunte a sugestão de leitura do primeiro vendedor que encontrar na loja, e sem medo compre o exemplar que ele indicar. Este método pode até parecer bem simplório, mas eu sempre escuto histórias de clientes super satisfeitos com suas leituras indicadas por funcionários da livraria.

Faça um BINGO literário
Clicando aqui você encontrará uma cartela do ‘Bingo Literário’. Nele você pode seguir um cronograma com várias formas de selecionar a sua próxima leitura, e como no jogo, é só ir marcando os já lidos e tentar completar a cartela ao longo do ano.

Consulte o DpM!
E, claro, como somos um site especializado em dicas literárias (tanto pra ‘ler’ quanto para ‘escrever’), e já que você está por aqui mesmo, que tal escolher algum livro indicado em nossas últimas postagens como próxima leitura?

Você tem alguma forma própria criativa ou divertida de encontrar as suas leituras? Conte pra gente em nossos comentários.

Mais uma livraria carioca vai fechar as portas: a Saraiva do Village Mall, na Barra

0
fachada-village-mall

Fachada do Village Mall, shopping que vai perder livraria – Guilherme Leporace / Agência O Globo (08/02/2013)

Em nota, empresa diz que seu foco atual é desativar lojas deficitárias. Espaço dará lugar a uma loja da grife Dolce & Gabbana

Simone Candida, no O Globo

RIO — A notícia acrescentou mais uma capítulo à triste saga das livrarias cariocas. Depois da Leonardo Da Vinci — que, após 63 anos no Centro, deve fechar por problemas financeiros —, agora é a vez de uma Saraiva entregar os pontos. Ou melhor, o ponto. E num luxuoso shopping da Barra da Tijuca. A livraria, no Village Mall, endereço voltado para o consumo da classe A, vai encerrar as atividades e dará lugar a uma loja da grife italiana Dolce & Gabbana, como antecipou na terça-feira a coluna Gente Boa, do GLOBO.

A rede, que tem 115 lojas em 17 estados brasileiros e é considerada um modelo de sucesso, não quis dar mais detalhes sobre o fechamento. Informou apenas, por meio de nota, que “o foco da companhia neste momento é a extração de maior valor dos ativos existentes e renegociação ou fechamento de lojas deficitárias em sua rede de varejo”. A data do encerramento das atividades também não foi divulgada. Entre os frequentadores do shopping, comenta-se que a megastore, de cerca de dois mil metros quadrados, costumava ficar bem mais vazia que as vizinhas lojas de grife. A Saraiva é a única livraria do Village Mall e uma das 14 que existem na Barra da Tijuca.

Para especialistas, a filial que será fechada é mais uma vítima da crise. Sergio Herz, Presidente da Livraria Cultura — rede que há três anos transformou o antigo Cine Vitória, no Centro, numa de suas unidades cariocas e virou ponto de encontro na região —, disse que a crise não vem atingindo só o setor, mas o varejo de um modo geral. E o caminho da sobrevivência, para ele, está justamente em adaptar o negócio aos tempos difíceis.

— Esses dois fechamentos são casos pontuais. Hoje as livrarias, assim como outras lojas de varejo, brigam pelo tempo do consumidor, que tem a facilidade de poder comprar tudo pela internet. É preciso encontrar formas de atrair esses leitores — diz ele.

A Livraria Leonardo da Vinci, aberta em 1952 no Edifício Delamare, na Avenida Presidente Vargas, e desde 1956 no subsolo do Edifício Marquês do Herval, na Avenida Rio Branco, lançou no início do mês uma liquidação para pôr fim a seu estoque de cem mil exemplares. Considerado um ícone carioca, o lugar foi frequentado por artistas que vão do modernista Carlos Drummond de Andrade ao punk Rogério Skylab, dois exemplos de poetas que citaram a Da Vinci em suas obras.

Milena Duchiade, herdeira do negócio, afirma que é impossível continuar operando com prejuízo. Numa tentativa de diminuir as perdas, a casa já desocupou duas das quatro salas onde funcionava. Segundo ela, o modelo de negócio se tornou inviável porque a livraria não tem café, nem vende artigos de papelaria e informática.

QUEDA DE ATÉ 10% NAS VENDAS

Segundo a Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro, nos últimos dois anos, 18 estabelecimentos encerraram suas atividades na cidade. E o mercado vem amargando, desde o início do ano, uma retração nas vendas entre 5% e 10%. Na página da associação, os livreiros divulgam as últimas notícias sobre aberturas e fechamentos na cidade (www.facebook.com/pages/Associação-Estadual-de-Livrarias).

— Com o aumento dos aluguéis muito acima da inflação, associado a uma elevação das tarifas públicas, as livrarias, principalmente as que estão localizadas em locais muito nobres, não estão suportando os custos. Tanto que muitas mudaram de endereço para tentar sobreviver — diz Gláucio Cunha Cruz Pereira, diretor da associação.

Ele, no entanto, argumenta que há uma leve reação das livrarias do Rio.

— Nos últimos dois anos, 18 fecharam, mas outras 15 foram abertas, incluindo a Saraiva do Village Mall, que agora vai fechar. A loja Baratos da Ribeiro, por exemplo, que ficava na Rua Barata Ribeiro, em Copacabana, mudou-se para Botafogo, onde os aluguéis são mais baratos — lembra.

CIDADE TEM CEM LIVRARIAS

Nesse mercado de poucas vendas, somente as lojas que oferecem algo mais que livros, como produtos de papelaria e de informática, DVDs e CDs — curiosamente, o perfil da Saraiva do Village Mall —, ou as livrarias mais especializadas estão conseguindo se manter abertas.

De acordo com o último levantamento da associação, que reúne 53 livreiros do estado, o município tem cem livrarias, sendo que 50 ficam concentradas no Centro, no entorno das avenidas Rio Branco e Presidente Vargas. Entre as que resistiram, uma das mais antigas é a Livraria da Federação Espírita Brasileira, na Avenida Passos, no Centro. Ela é especializada em livros da doutrina espírita e foi fundada em 31 de março de 1897.

 

22 lugares em São Paulo que todo amante de livros precisa conhecer

0

De livrarias a cemitério. Inspirado no livro Rotas literárias de São Paulo.

Iran Giusti, no BuzzFeed

1. Faculdade de Direito Largo São Francisco – Universidade de São Paulo

1

Fundada em 1827 a Faculdade de Direito Largo São Francisco foi por décadas a única instituição de ensino da área de humanas ficando conhecida por seus ilustres pensadores. Lá se formaram nomes como Castro Alves, José de Alencar, Monteiro Lobato, Hilda Hilst e Décio Pignatari.

A visita ao pátio e às arcadas são abertas ao público porém quem se interessar por desbravar espaços fechados como a biblioteca, o salão nobre, a sala São Leopoldo e o célebre tumulo de Júlio Frank pode participar de uma visita monitorada na última sexta-feira de cada mês. Para se inscrever basta ligar no (11) 3111-4053. A visita tem cerca de uma hora e meia de duração.

A Faculdade fica localizada no centro da cidade e você pode saber mais sobre ela aqui.

2. Casa Guilherme de Almeida

2

Localizada no bairro do Pacaembu, a casa do poeta, tradutor, dramaturgo e jornalista Guilherme de Almeida preserva a história do célebre ex-morador e da cidade de São Paulo como poucos poucos lugares. Desconhecido do grande público, Guilherme foi nome importante na Revolução de 32 que marcou a cidade. Para saber mais clique aqui.

3. Instituto Goethe

3

O Goethe-Institut São Paulo é responsável por diversos eventos culturais que apresentam o intercâmbio entre a cultura do país com a alemã. Além dos eventos ligados ao ensino, música, literatura, esporte, teatro, culinária, arquitetura, ao cinema e ao meio ambiente, conta com aulas e certificados. Saiba mais aqui.

4. Museu da Língua Portuguesa

4

Referência internacional, o Museu da Língua Portuguesa, como o nome já indica, aborda a linguagem oral e escrita no país. Além do acervo, exposições temporárias de alto nível animam qualquer um. Não foi o suficiente para te convencer? Saiba então que ele fica no majestoso prédio da Estação da Luz, no centro de São Paulo. Mais informações aqui.

5. SESC Pompéia

5

Projetada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi a partir de uma antiga fábrica de tambores na Pompéia, a unidade do SESC é uma referência na rede e conta com uma programação intensa de shows, peças de teatro, exposições, atividades esportivas além de uma revistaria aberta ao público e uma grande biblioteca. Veja mais aqui.

6. Biblioteca de São Paulo

6

A biblioteca de São Paulo tem 4.257 m², cerca de 30 mil itens e é um prato cheio para os leitores paulistanos. Localizada no Parque da Juventude, antigo Carandiru, conta ainda com (mais…)

Go to Top