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A difícil tarefa de profissionalizar a Livraria Cultura

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Duas gerações: Sergio, o filho e atual CEO, e Pedro, o patriarca e primeiro herdeiro da Livraria Cultura (Foto: Arthur Nobre)

Duas gerações: Sergio, o filho e atual CEO, e Pedro, o patriarca e primeiro herdeiro da Livraria Cultura (Foto: Arthur Nobre)

O plano da família Herz está definido: abrir mão da gestão da empresa, fundada há três gerações, que fatura R$ 500 milhões por ano. Seguir o plano é que são elas…

Ariane Abdallah, na Época Negócios

Pedro Herz empenhou-se, por mais de um ano, em fazer o filho mais velho, Sergio, desistir da ideia de estagiar no comércio da família. Tratava-se de uma livraria na avenida Paulista, em São Paulo, fundada por sua mãe, Eva, em 1947. Ele imaginava que o garoto, então com 16 anos, não teria disposição para trabalhar todo fim de semana.

Mas cedeu diante da insistência do primogênito. Em 1987, Sergio foi admitido na Livraria Cultura e, três anos mais tarde, o seu irmão caçula, Fabio, seguiu caminho similar. Ambos, porém, sob a seguinte condição: “Vocês serão a terceira e última geração da família a administrar o negócio”, disse-lhes o pai. “Quando estivermos com a espinha dorsal estruturada, para crescer sem problemas de coluna, a gestão será entregue a uma equipe profissional.”

Vinte e sete anos depois, a Cultura tem 19 livrarias espalhadas por oito estados do Brasil, 2 mil funcionários e meio bilhão de reais de faturamento. A espinha dorsal até que está bem firme. A gestão da companhia também passou por mudanças importantes. Mas, com elas, vieram as dores da profissionalização, cujo processo ainda não tem prazo para ser concluído. “Largar o osso é difícil e dolorido”, afirma Sergio, que assumiu o cargo de CEO, no lugar do pai, em 2009. “Um dos nossos maiores desafios é contratar um profissional e deixá-lo executar o trabalho como ele quiser, e não do jeito que nós, os donos, queremos.” A barreira emocional é um entrave tão intenso para a profissionalização da empresa que a família recorreu até a uma solução pouco ortodoxa para resolver o impasse – a psicoterapia em grupo.

livraria-03A família no divã
Sergio Herz, de 43 anos, não é um executivo de estilo expansivo, afeito a manifestações emotivas. Tem um jeito despachado de sentar (na ponta da cadeira, com as pernas esticadas), de se vestir (está sempre de calça jeans e tênis) e de falar. Responde ao interlocutor com frases curtas e ditas velozmente, em geral, meneando a cabeça em sinal negativo, até quando concorda. Em sua sala, há fotos das três filhas – de 8, 6 e 4 anos –, uma ampulheta de 40 centímetros e quadros com frases como: “Are you productive or just being busy?” (você está sendo produtivo ou só está ocupado?) e “Sales go up and down; service stays forever” (as vendas sobem e descem; o serviço fica para sempre).

Apesar do tom objetivo e modos reservados, ele aceitou uma proposta incomum feita pelo irmão, em 2012. Os dois, junto com o pai, participaram de um método de psicoterapia em grupo, chamado de constelação sistêmica. Ele foi desenvolvido pelo filósofo e ex-padre alemão Bert Hellinger. A proposta do trabalho é identificar a origem de dificuldades em uma família ou uma organização. Os encontros duram duas horas e contam com a participação de voluntários desconhecidos do cliente. A partir de relatos sobre o conflito em questão, os participantes representam os personagens que aparecem na história. Em seguida, dizem como se sentem na posição que assumiram.

Para Sergio, o efeito do trabalho foi positivo. Ajudou-o a entender as próprias expectativas em relação à empresa e também as de seu pai e de seu irmão. Meses depois, repetiu a experiência – desta vez, com o time de diretores. “A constelação não resolveu todas as minhas questões de relacionamento com a família e com os executivos”, diz. “Mas me ajudou a ter empatia pela maneira como os outros se sentem. Com isso, criei uma comunicação mais efetiva.”

Um xodó cultural
A dificuldade dos Herz em abrir mão do controle do negócio é compreensível. A Livraria Cultura é um ícone. Tornou-se, nesse ramo, uma referência arquitetônica, com lojas de mil a 4,3 mil metros quadrados (o equivalente a dez quadras de basquete), decoradas com pufes, poltronas e mesas coloridas. As “experiências” proporcionadas nesse ambiente – como Sergio gosta de dizer – fizeram a livraria se tornar um centro de entretenimento. Durante todo o ano, as filiais recebem concertos, shows, palestras, debates, cafés filosóficos, cursos de gastronomia, bem-estar e filosofia e, claro, noites de autógrafos. Na maior unidade da rede, no Conjunto Nacional, em São Paulo, há ainda o cine Livraria Cultura, o teatro Eva Herz e o V. Café, um braço da rede Viena. “Queremos que o cliente considere a Cultura como um terceiro lugar para frequentar, além de sua casa e de seu trabalho”, afirma o CEO.

Há clientes conhecidos por voltar diariamente ou passar horas por lá. A qualidade do atendimento é um dos pontos que favorecem esse comportamento. Os vendedores são discretos. Geralmente, é preciso até certo esforço para encontrá-los. Quando solicitados, porém, são atenciosos e não demonstram pressa. Debatem sobre diversos assuntos, principalmente relacionados a filmes, livros e músicas. O processo seletivo deles inclui uma prova de conhecimentos gerais, e muitos dos aprovados são universitários da área de humanas.

Apelo à experiência do cliente, na maior livraria do Brasil, de 4,3 mil metros quadrados, em SP (Foto: Arthur Nobre)

Apelo à experiência do cliente, na maior livraria do Brasil, de 4,3 mil metros quadrados, em SP (Foto: Arthur Nobre)

É fácil cruzar com Pedro Herz na loja da Paulista, ao menos nos dias úteis. Embora não atue mais na operação, ele está sempre no escritório, no mesmo prédio comercial. Costuma passear entre as prateleiras com um sorriso de lábios fechados e o andar vagaroso. É reconhecido por frequentadores mais assíduos. Recebe até pedidos para tirar fotos. Ele gosta de conversas filosóficas e introduz os assuntos que mais lhe agradam na entrevista. Por exemplo, sobre o futuro da leitura. “As pessoas discutem se o livro de papel vai continuar a existir”, afirma. “Mas a questão é outra. As pessoas vão ler, seja qual for o dispositivo? Hoje, todos falam muito. Ninguém faz o silêncio necessário para escutar o que o autor diz em um livro.”

Pedro, ao lado dos pais, Eva e Kurt Herz, fundadores da Livraria Cultura, em 1990 (Foto: Divulgação)

Pedro, ao lado dos pais, Eva e Kurt Herz, fundadores da Livraria Cultura, em 1990 (Foto: Divulgação)

O móvel redondo, desenhado por Eva nos anos 60, tornou-se padrão nas lojas da rede (Foto: Divulgação)

O móvel redondo, desenhado por Eva nos anos 60, tornou-se padrão nas lojas da rede (Foto: Divulgação)

Passos da profissionalização
Apesar das dificuldades, a profissionalização avançou. Até cinco anos atrás, Pedro era o CEO, Sergio, o responsável pelo financeiro e operacional, e Fabio, pelo marketing e comercial. Havia uma única executiva de fora da família, na área de TI. As atribuições de cada um não eram definidas à risca, tampouco havia agendas fechadas para as reuniões. A maioria dos processos decisórios acontecia em colegiado – e, não raro, eles levavam a indecisões.

As transformações começaram com a entrada da gestora de investimentos NEO, que comprou 25% da empresa, em 2009. Como primeira medida, Pedro Herz (mais…)

7 livrarias maravilhosas pelo Brasil

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Ana Laux, no Literatura Policial

“Imagino que o paraíso é uma espécie de livraria”, já dizia Jorge Luis Borges.

O mundo pode estar acabando lá fora, congestionamentos rasgando as esquinas da cidade, a bolsa em queda desconcertante, o Brasil tomou de 7 x 1! Mas quando o papo é dentro de uma livraria ao lado daquela xícara fumegante de café, nada parece tão ruim assim…

Por saber a diferença que esses lugares incríveis fazem na nossa vida, selecionamos 7 livrarias sensacionais pelo Brasil, tanto pela beleza do interior quanto pela experiência que elas proporcionam.

Confira a primeira de outras listas temáticas por vir!
1. LIVRARIA DO PALÁCIO (Belo Horizonte, MG)

livraria do palácio

A Livraria do Palácio recebe lançamentos de livros e eventos culturais. (Foto: página oficial Facebook)

Apresentando um belo design, a Livraria do Palácio abriu em 2013 em Belo Horizonte e fica num dos endereços obrigatórios da cultura mineira: o Palácio das Artes. Situada em frente ao Café do Palácio, sua especialidade são as publicações de artes plásticas e visuais, além de edições raras e obras de autores mineiros.

2. LIVRARIA DA VILA (São Paulo, SP)

livraria da vila

As unidades do Pátio Higienópolis, Lorena e Cidade Jardim. (fotos: site oficial/Leonardo Finotti)

Presente em vários shoppings e localidades da Paulicéia, a Livraria da Vila completa 30 anos em abril. Com lojas nos shoppings Jardim, JK Iguatemi, Pátio Higienópolis, entre outros, proporciona ambientes aconchegantes e funcionais para quem procura passar o tempo lendo ou respirando cultura. A Livraria da Vila foi comprada em 2003 pelo ex-jornalista e empresário Samuel Seibel, que administra a empresa desde então. Site.

3. LIVRARIA CULTURA CONJUNTO NACIONAL (São Paulo, SP)

livraria cultura

A unidade da livraria Cultura na Avenida Paulista é uma das mais bonitas do país. (foto: DailyDOOH.com)

Encravada na avenida mais famosa da cidade, a Paulista, a Livraria Cultura ocupa uma vasta área do Conjunto Nacional, ladeada por outras lojas, escritórios e unidades de serviço. Além de um acervo impressionante – de todas as áreas e com muitíssimos títulos estrangeiros -, a livraria conta com um charmoso café, bancos, cadeiras e puffs para “degustar” livros e arquitetura deslumbrante. Até mesmo José Saramago fez elogios rasgados a ela…

4. LIVRARIA DA TRAVESSA (Rio de Janeiro, RJ)

livraria da travessa

Visão geral da Livraria da Travessa Barra. (Foto: Wikipedia/Gabi Giosa)

No Rio, são sete lojas, contando as dos shoppings Leblon e Barra, mas o charme mesmo fica para as unidades do centro, com ares antigos, mesas abarrotadas de volumes e diversas novidades para além dos grandes catálogos. Não há como negar: todo bom lançamento de livros na cidade passa também pela Travessa, já que a “fauna” frequentadora é composta por intelectuais, artistas, jornalistas e formadores de opinião. A rede tem uma loja no interior de São Paulo e atende pela internet, mas nada como dar uma passadinha lá… Site

5. CASA ABERTA (Itajaí, SC)

O prédio da livraria é instalado na Casa Konder, um patrimônio público tombado. (foto: site oficial)

O prédio da livraria é instalado na Casa Konder, um patrimônio público tombado. (foto: site oficial)

Instalada em uma construção do final do século XIX, A Casa Aberta é uma livraria e sebo que fica neste prédio tombado pelo patrimônio histórico de Itajaí, cidade portuária a 90km de Florianópolis. O lugar vende livros novos, edições raras, quadrinhos, CDs e vinis. Recém-restaurado, o prédio conserva as características históricas do local e mantém um ar de aconchego de casa familiar antiga. Site.

6. LIVRARIA DOM QUIXOTE (Brasília, DF)

livraria dom quixote

As cores da Livraria Dom Quixote. (foto: Guia Melhores Destinos/Monique Renne)

É o avesso da Casaberta e sua aposta é nas linhas modernas, funcionais e sofisticadas, próprias da capital imaginada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Tem sete lojas em Brasília, mas um destaque vai para a unidade no Centro Cultural Banco do Brasil, onde se pode desfrutar de um café, exposições de arte, teatro e cinema. Neste sentido, a experiência de ir a uma livraria ganha outros ares, de mergulho cultural mesmo. Site.

7. PALAVRARIA LIVROS & CAFÉS (Porto Alegre, RS)

A Palavraria Livros & Cafés foi inaugurada em 2003, em Porto Alegre. (Foto: Bibliotecas do Brasil)

A Palavraria Livros & Cafés foi inaugurada em 2003, em Porto Alegre. (Foto: Bibliotecas do Brasil)

De ambiente mais caseiro, a Palavraria Livros & Cafés é uma referência quando se fala em cultura porto-alegrense. Inaugurado em 2003, o lugar promove lançamentos de livros independentes, saraus musicais, cursos, oficinas literárias, palestras e debates, além de receber a visita frequente de escritores. É ideal para passar o tempo lendo um livro tranquilamente, tomando uma xícara de café ou uma taça de vinho.

UFRJ abre livraria para universitários em local onde funcionava Bingo

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Livraria Editora UFRJ oferecerá aos leitores cerca de 6 mil títulos (Foto: Divulgação/ UFRJ)

Livraria Editora UFRJ oferecerá aos leitores cerca de 6 mil títulos (Foto: Divulgação/ UFRJ)

Café Universitário abrirá no mesmo local em 2015.
Livraria fica ao lado do Shopping Rio Sul.

Publicado no G1
A Universidade Federal do Rio de Janeiro abriu, nesta terça-feira (16), a Editora UFRJ – Livros Universitários, ao lado Shopping Rio Sul, em Botafogo na Zona Sul do Rio. A livraria, construída no local onde funcionava um bingo, oferecerá aos leitores cerca de 6 mil títulos editados pela própria universidade e por outras editoras universitárias do país.

Segundo o reitor da UFRJ, Carlos Levi, a abertura da livraria é um presente para a universidade. “Ela representa o resgate de uma área que estava degradada, que vinha sendo vilipendiada por usos indevidos e inadequados. Será mais um espaço de cultura e lazer da cidade”, afirmou.

Um Café Universitário também está previsto para ser aberto no local em 2015. Por conta disso, a universidade está preparando um concurso público de arquitetura e urbanismo que, através do Instituto de Arquitetos do Brasil, escolherá um projeto para o lugar.

Presidente do Cruzeiro deixa livros no vestiário para motivar jogadores

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Obra com 14 lições de Oscar Schmidt, usada por Gilvan Pinho Tavares em momento instável, é lida por atletas enquanto eles buscam títulos brasileiro e da Copa do Brasil

Alexandre Alliatti, Lucas Borges e Rodrigo Franco, no Globo Esporte

Em idos de outubro, o Cruzeiro viveu raro momento de questionamento no Campeonato Brasileiro. Em seis rodadas, só venceu um jogo. E o presidente do clube, Gilvan Pinho Tavares, resolveu agir. Mas nada de dar bronca no elenco ou aumentar o prêmio por vitórias – gestos tradicionais de cartolas. Ele foi à livraria…

O mandatário celeste resolveu presentear seu elenco com um livro que acabara de ler: “Oscar Schmidt – 14 motivos para viver, vencer e ser feliz”, com texto de Elias Awad. Para isso, teve que sair à cata de dezenas de exemplares. Não os encontrou na primeira livraria. Mas não desistiu. Depois de comentar com os jogadores sobre a obra com lições do maior ídolo da história do basquete brasileiro, deixou os presentes para eles no vestiário da Toca da Raposa. Oscar soube da história pelo Globo Esporte MG e gravou um depoimento para os cruzeirenses.

Lucas Silva com livro de Oscar Schmidt: presente do presidente do Cruzeiro para o elenco (Foto: Alexandre Alliatti)

Lucas Silva com livro de Oscar Schmidt: presente do presidente do Cruzeiro para o elenco (Foto: Alexandre Alliatti)

Alguns jogadores estão lendo o livro nesta reta final de temporada, enquanto o Cruzeiro se aproxima do bicampeonato nacional e tentam ser campeões também da Copa do Brasil. É o caso do volante Lucas Silva.

Lucas Silva diz que gesto do presidente motiva jogadores do Cruzeiro (Foto: Alexandre Alliatti)

Lucas Silva diz que gesto do presidente motiva jogadores do Cruzeiro (Foto: Alexandre Alliatti)

– Ele teve uma conversa conosco sobre o livro. E aí procurou em duas ou três livrarias, mas não tinha na quantidade que ele queria. Passaram-se uns dois dias, e estava no armário de cada um – conta o jogador.

O gesto de Gilvan pegou os atletas de surpresa. Não é comum um presidente deixar livros em um vestiário. A reação parece ter sido positiva.

– Gostamos bastante. Estou começando a ler ainda. O Oscar foi um cara vitorioso no basquete. Isso mostra a preocupação do presidente com os jogadores. É algo que nos motiva – completa Lucas Silva.

O volante gosta particularmente de uma frase do Mão Santa no livro. Nela, ele brinca com o fato de ter 2,05m e, por isso, não se contentar em ser o maior: querer ser o melhor.

As 14 lições do livro são uma referência à camisa que Oscar vestia quando estava em quadra. Ele foi medalha de ouro no Pan 1987 com a seleção brasileira. Em 2011, teve diagnosticado um câncer no cérebro. Desde então, virou um emblema da luta pela sobrevivência – costuma ser muito requisitado para palestras motivacionais.

Americano pede socorro pelo Twitter após ficar preso em livraria

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Google Americano é esquecido dentro de livraria no centro de Londres e pede ajuda à polícia

Google. Americano é esquecido dentro de livraria no centro de Londres e pede ajuda à polícia

David Willis, do Texas, não se deu conta de que o local estava fechando e ficou dentro da livraria Waterstones por duas horas

Publicado no Último Segundo
Um turista americano acabou ficando preso dentro de uma grande livraria em Londres depois que o estabelecimento fechou.

David Willis, do Texas, não se deu conta de que o local estava fechando e ficou dentro da livraria Waterstones, em Trafalgar Square, por duas horas na quinta-feira (16) à noite. Ele usou o Twitter para divulgar uma mensagem sobre sua situação e esperou pela chegada da ajuda.

Quando foi libertado ele escreveu na rede social que estava livre. O gerente da loja, Matt Atkins disse estar “muito envergonhado”.

“Por favor me deixem sair”

Willis afirmou que subiu ao andar de cima da loja por 15 minutos e, quando desceu, as luzes estavam apagadas e as portas trancadas. Ele publicou uma foto de si mesmo no Instagram atrás das persianas da loja com a mensagem: “Este sou eu dentro da livraria Waterstones em Londres”.

Internautas disseram que gostariam de ter ficado presos dentro de grande livraria londrinaEm outra mensagem, republicada mais de 12 mil vezes no Twitter, ele afirmou: “Olá Waterstones, eu estou trancado dentro de sua livraria em Trafalgar Square por duas até agora. Por favor, deixem-me sair”.

Ele recebeu centenas de respostas. Algumas pessoas perguntavam se ele estava aproveitando a oportunidade para ler alguns livros, outras diziam que adorariam estar no lugar dele. Houve até sugestões para que ele construísse um forte de livros.

A Waterstones publicou em sua própria conta de Tweeter uma mensagem quando o problema foi resolvido. “Estamos satisfeitos em anunciar que o sr. Willis é um homem livre novamente. Obrigado por sua preocupação e tweets”.

Atkins afirmou que a livraria também recebeu mensagens afirmando que aquele nãos eria um lugar ruim para se ficar preso.

“Estamos envergonhados. Esse não é o tipo de coisa que desejamos que aconteça e obviamente vamos investigar e lidar com isso. Mas há definitivamente lugares piores para se ficar preso à noite toda”.

Um porta-voz da polícia metropolitana afirmou que a instituição foi chamada por volta de 21h35 “por um homem que alegava ter ficado preso dentro de uma loja”.

Ele afirmou: “Policiais foram ao local e após a chegada de um funcionário com as chaves o homem saiu do prédio logo depois das 23h”.

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