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Estes são os 5 livros de ‘leitura obrigatória’, segundo Meghan Markle

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Estes são os 5 livros de ‘leitura obrigatória’, segundo Meghan Markle – Reprodução/Instagram
A lista foi feita quando a Duquesa de Sussex tinha um blog de estilo de vidaAntes de Meghan Markle se casar com o príncipe Harry e se tornar a duquesa de Sussex, ela tinha um blog de estilo de vida chamado The Tig (em homenagem a seu vinho favorito, Tignanello).

Infelizmente, o Tig não existe mais, mas graças à Internet, os fãs de Meghan conseguiram recuperar um post antigo sobre seus livros favoritos.

Markle fez uma lista com os cinco livros que ninguém deveria deixar de ler, e que para ela deveria ser ‘leitura obrigatória’:

1. The Motivation Manifesto, um livro de autoajuda de Brendon Burchard, sobre o poder pessoal.

2. Os Quatro Compromissos, de Don Miguel Ruiz, livro que a mãe de Meghan, Doria Ragland, lhe deu aos 13 anos, que ‘revela a fonte das crenças autolimitadas que nos roubam a alegria e criam sofrimento desnecessário’.

3. O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupery.

4. Quem mexeu no meu queijo?, de Spencer Johnson.

5.  O Tao do Pooh, de Benjamin Hoff, ‘sobre aspectos do taoismo contados através dos personagens de Winnie the Pooh.

Ler poesia é mais útil para o cérebro que livros de autoajuda, dizem cientistas

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William Shakespeare

William Shakespeare

 

Você já podia imaginar, mas agora está evidenciado cientificamente: ler poesia pode ser mais eficaz em tratamentos psicológicos do que livros de autoajuda. E mais: textos de escritores clássicos como Shakespeare, Fernando Pessoa, William Wordsworth e T.S. Eliot, mesmo quando de difícil compreensão, estimulam a atividade cerebral de modo muito mais profundo e duradouro do que textos mais simples e coloquiais.

Marcelo Vinicius, no Obvious

Um texto já publicado pela agência EFE, mas que poderia ser revisto, afinal estamos comentando sobre a velha história da análise crítica sobre Literatura tida como de qualidade e a Literatura tida como de entretenimento, e mais, auto-ajuda: a leitura de obras clássicas estimula a atividade cerebral e ainda pode ajudar pessoas com problemas emocionais, diz estudo.

Ler autores clássicos, como Shakespeare, Fernando Pessoa, William Wordsworth e T.S. Eliot, estimula a mente e a poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool.

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Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos e depois essas mesmas passagens traduzidas para a “linguagem coloquial”.

Os resultados da pesquisa, antecipados pelo jornal britânico “Daily Telegraph”, mostram que a atividade do cérebro “dispara” quando o leitor encontra palavras incomuns ou frases com uma estrutura semântica complexa, mas não reage quando esse mesmo conteúdo se expressa com fórmulas de uso cotidiano.

Esses estímulos se mantêm durante um tempo, potencializando a atenção do indivíduo, segundo o estudo, que utilizou textos de autores ingleses como Henry Vaughan, John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin.

Os especialistas descobriram que a poesia “é mais útil que os livros de autoajuda”, já que afeta o lado direito do cérebro, onde são armazenadas as lembranças autobiográficas, e ajuda a refletir sobre eles e entendê-los desde outra perspectiva.

“A poesia não é só uma questão de estilo. A descrição profunda de experiências acrescenta elementos emocionais e biográficos ao conhecimento cognitivo que já possuímos de nossas lembranças”, explica o professor David, encarregado de apresentar o estudo.

Após o descobrimento, os especialistas buscam agora compreender como afetaram a atividade cerebral as contínuas revisões de alguns clássicos da literatura para adaptá-los à linguagem atual, caso das obras de Charles Dickens.

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