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Não, a internet não está matando o livro impresso

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Livro impresso: 65% ainda preferem esse formato, de acordo com a pesquisa.

Livro impresso: 65% ainda preferem esse formato, de acordo com a pesquisa.

 

Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

Diogo Max, de EXAME.com

Sabe aquela quase certeza que o e-book vai acabar com o livro impresso? Uma pesquisa publicada nesta semana pelo Pew Research Center parece abalar essa “máxima”.

Mesmo com todos os recursos digitais do mundo moderno, os livros impressos continuam muito mais populares do que os e-books nos Estados Unidos, um dos maiores mercados consumidores.

Desde 2012 praticamente não há uma variação expressiva no universo de consumidores de livros por lá.

Isto é, se naquele ano 74% dos americanos afirmaram ter lido uma obra nos últimos 12 meses, em 2016 esse número chega a 73%. Praticamente a mesma coisa.

Vale lembrar, contudo, que, em 2011, esse indicador atingia 79%.

E, quando um americano decide comprar um livro, é muito mais provável que ele o faça no formato impresso, ao invés do digital.

Ou seja, 65% ainda preferem o livro impresso, enquanto 28% adquirem o e-book e 14% o áudio-book.

E tem mais: quem decide ler um livro no formato digital o faz muito mais no tablet ou smartphone do que em um dispositivo apenas para ler e-books, como é o caso do Kindle tradicional.

Segundo o Pew Research Center, a parcela de leitores nos tablets praticamente triplicou em relação a 2011 e que a fatia desses consumidores nos smartphones dobrou sobre aquele ano.

A pesquisa foi feita por telefone com 1.520 adultos americanos, entre 7 de março e 4 de abril de 2016.

Ah, e antes que você pergunte: os americanos leem uma média de 12 livros por ano.

De acordo com o centro de pesquisa, esse número também não mudou muito desde 2011.

Já no Brasil, em uma pesquisa de metodologia diferente, o Instituto Pró-Livro constatou que, em 2015, a média de obras lidas pelo brasileiro é de quase 5 por ano. Em 2011, a média era de 4.

Leitores ainda preferem livros físicos a e-books, revela pesquisa

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Publicado no Canal Tech

Um novo estudo conduzido pelo Pew Research Center – que fornece informações sobre atitudes e tendências que moldam os Estados Unidos e, consequentemente, o mundo – revelou que, apesar do crescimento dos e-books graças à popularização de leitores de livros digitais como o Kobo ou o Kindle, a população ainda prefere consumir obras literárias em livros físicos. Quando novas tecnologias surgem, é comum que a primeira reação seja pensar que a tecnologia ou hábito mais antigo seja aposentado. A internet já foi acusada de “matar” jornais e revistas impressas, canais de televisão e rádios musicais, por exemplo, mas a verdade é que essas mídias continuam por aí, firmes e fortes, bastando se ajustar aos tempos modernos para continuar na ativa.

De acordo com o estudo, 65% dos adultos dos EUA disseram ter lido pelo menos um livro físico em 2015, e essa porcentagem é exatamente a mesma obtida em 2012. Ao perguntar o mesmo para quem gosta de e-books ou audiobooks, os entrevistados que alegaram terem lido ao menos um livro físico no ano passado subiu para 73%, apenas 1% a menos do que a mesma pesquisa feita há quatro anos. Isso mostrou não somente que o público norte-americano continua lendo livros impressos, como quem ainda aderiu à tendência dos livros digitais não abandonou a leitura física.

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Lee Rainie, diretor de internet, ciência e tecnologia do instituto, disse que a pesquisa demonstrou que os livros físicos não estão indo a lugar algum – pelo contrário, eles estão aqui para ficar e não perderão terreno com as obras digitais. “Eu acho que se olhar uma década atrás, certamente há cinco ou seis anos quando os e-books estavam deslanchando, havia pessoas que acreditavam que os dias dos livros impressos estavam contados, e isso não está nos nossos dados”, disse Rainie.

O estudo ouviu 1.520 pessoas adultas que vivem nos Estados Unidos em entrevistas feitas entre 07 de março e 04 de abril. Apesar da revelação de que os livros físicos ainda têm um lugar no coração das pessoas, a pesquisa mostrou também que a população está sim aderindo à leitura em smartphones e tablets. 33% dos entrevistados disseram ler em seus smartphones, sendo que a pesquisa de 2011 mostrou que esse índice era de somente 5%. Apenas 6% dos leitores contaram que já trocaram definitivamente os livros impressos pelos digitais, enquanto 38% ainda leem apenas livros físicos, contra 28% que gostam tanto de ler que combinam tanto a leitura tradicional quanto a digital em momentos diferentes do dia a dia.

Fontes: Pew Research Center, NY Times

Exclusivo: A busca da Amazon pelo papel digital

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publicado na Veja

Nosso padrão de excelência é o papel. Queremos imitá-­lo”, diz o inglês Chris Green, vice-presidente de design industrial da Amazon, ao falar de seu trabalho no Lab126, o laboratório da companhia, onde se estuda como os dispositivos eletrônicos estão transformando a forma como lemos e escrevemos na era digital. Ao mesmo tempo em que pronuncia sua máxima, Green exibe um papel em formato A4 na mesa, dobrado como se fosse um envelope. Ao abri-lo, estão lá todos os componentes do mais recente modelo do e-reader da marca Kindle, o Voyage: chips, a bateria, um modem. Explica Green: “A estrutura tem de caber no A4 para nos motivar não só a atingir a finura de um papel, como a simulá-lo. Afinal, é um objeto quase sem peso, durável e adaptável a diferentes tipos de luz e ambiente. Queremos atingir essas mesmas características, adicionando as vantagens proporcionadas pelas novas tecnologias”. Quais seriam os benefícios disso? O principal deles é ter no bolso, em um aparelho de 180 gramas, uma biblioteca digital com capacidade de armazenar milhares de obras. A obsessão da Amazon é que um dia caibam nele todos os 38 milhões de títulos do acervo da Biblioteca do Congresso americano, a maior do planeta, além de revistas, jornais e outros tipos de conteúdo. Ah, claro – e é mais do que um alento poder ler tudo isso deitado na cama, segurando o aparelho com uma só mão, virando páginas com o polegar e tendo uma luz de tela adaptada para o escuro, para não incomodar alguém que possa estar dormindo bem ali ao lado.

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Não se trata de sonho. Parte desse futuro já existe no presente. Noutras palavras, o futuro não dura muito tempo. Para o que ainda lhe escapa, a Amazon corre contra o relógio digital. E investe um valor jamais revelado. Mas dá para estimá-lo: é gigantesco. O Lab126 – o número faz referência à primeira e à última letras do alfabeto – ocupa um prédio de sete andares em Sunnyvale. Está no Vale do Silício, a pouco mais de 1  350 quilômetros da sede da empresa, em Seattle. No laboratório, quase tudo é tratado com sigilo. Lá não podem entrar nem funcionários da companhia que pertençam a outras divisões. Trabalham no Lab126 engenheiros, designers, médicos e pesquisadores de inúmeras áreas, que realizam experiências com voluntários e testam os dispositivos de leitura digital. Para tanto, eles se apoiam no uso de máquinas de alta tecnologia, capazes de radiografar minuciosamente hábitos de leitura – para, depois, adaptar o que descobrem aos modelos de e-reader da Amazon.

“Divido essa parte do laboratório em três campos: o mecânico, o ambiental e o eletrônico”, explica o inglês Patrick Tang, vice-presidente da companhia, responsável pela coordenação dos testes de produtos como o Kindle, a central de entretenimento Echo (um totem que opera como um assistente virtual que responde a comandos de voz) e o tablet Fire (um fracasso, cujas vendas foram abaixo da expectativa). As experiências são realizadas em uma série de salas repletas de inusitados aparelhos, como o que é dotado de um fino bastão que simula a pressão do dedo humano para checar quanto, e até quando, um dos gadgets da marca aguenta ser “clicado”. “Não se trata apenas de comprovar se o que fabricamos é resistente”, garante Tang. “Adaptamos o que criamos às demandas de usuários”, completa.
A essa frente, soma-se o empenho de outro setor do Lab126, onde se realizam as experiências com leitores. “Basicamente reunimos pessoas para ler, muito e de diversas formas, conteúdos variados, em uma sala confortável”, diz o americano Charlie Tritschler, vice-presidente responsável por gerenciar os produtos da Amazon. Os voluntários são monitorados por meio de câmeras e sensores ocultos. Detecta-se desde como os indivíduos fazem para virar as páginas em um livro até a maneira como movimentam seus olhos e suas mãos.

Foi nessa sala de leitura que a Amazon descobriu, por exemplo, que pessoas (destras ou canhotas) trocam de mão um livro, ou um dispositivo de leitura, a cada dois minutos – embora nas pesquisas rotineiras jurassem que só o seguravam com a mão de maior habilidade, ou com ambas. Isso levou a empresa a posicionar botões de troca de páginas em ambas as laterais do Kindle. Contudo, a tecla cuja função é passar páginas para a frente é bem maior que a de voltar. Por quê? Em 80% das vezes, os leitores querem ir adiante com o livro, não retroceder. Baseada nesse tipo de achado, a Amazon desenvolveu recursos para suprir o que querem os usuários. Por exemplo, a ferramenta virtual X-Ray, pela qual, ao pressionar com o dedo o nome do personagem de uma obra que se está lendo, se ativa um guia sobre quem ele é, o que pensa etc. É solução útil durante leituras longas, de sagas épicas, repletas de tramas, como o clássico Odisseia, do grego Homero.

O Lab126 foi criado em 2004 para iniciar o desenvolvimento do e-reader Kindle, lançado três anos depois – estima-se que já tenham sido vendidos 80 milhões de unidades do modelo, gerando um faturamento anual de 5 bilhões de dólares. Conta-se que o CEO Jeff Bezos, fundador da empresa, comandou uma equipe de funcionários encarregados de construir o melhor aparelho de leitura digital antes que a Apple e o Google os ultrapassem na disputa. Ele teria ordenado: “Prossigam como se nossa missão fosse tirar o trabalho de todos os que comercializam livros físicos”.
É curioso como a empresa que procura reinventar a leitura também é tida como inimiga mortal por muitas representantes tradicionais do setor livreiro. O grupo francês Hachette e o americano Simon & Schuster chegaram a protagonizar batalhas contra a Amazon, alegando que ela controlaria os preços e repassaria valores irrisórios às editoras por e-book vendido. No fim, ambos tiveram de ceder, e acabaram por firmar acordos com a rival. Hoje, a Amazon reina no mercado, vendendo, por meio de seu site (em meio a vários itens de outros tipos), 40% dos livros físicos comprados nos EUA e dois em cada três e-books.

“O objetivo é auxiliar escritores, leitores e editores a vender mais”, assegura Tritschler, da Amazon. Para ele, livros físicos não têm concorrido de igual para igual com outros passatempos modernos, “como o Facebook, o Twitter, os games de smartphone”. Segundo Tritschler, “temos de entender que agora a literatura precisa disputar espaço com essas atrações chamativas, e o livro digital é o meio para isso”. De acordo com estudo da Amazon, donos de e-readers acabam por ler três vezes mais do que quem se atém às obras impressas. Mesmo assim, aposta-se em um futuro no qual os livros físicos e os virtuais conviverão pacificamente.

Há, porém, quem não se entusiasme com o advento da leitura digital. Conforme a neurocientista americana Maryanne Wolf, da Universidade Tufts, “estudos indicam que o ambiente digital impulsiona o cérebro a processar quantidades enormes de informação e, assim, a ler rápido e superficialmente”. Uma pesquisa realizada em 2013 analisou a questão ao pôr 72 alunos de ensino médio para ler um texto de 1 500 palavras. Metade deles realizou a tarefa em um computador, enquanto a outra metade fez o mesmo em papel. Depois, todos foram submetidos a uma prova sobre o conteúdo – e os leitores do texto impresso se saíram melhor.

Defensores do hábito digital, entretanto, alegam que o ser humano saberá se adaptar. Vale lembrar que esta não é a primeira vez que a leitura, em si, é posta em dúvida. No século IV a.C., quando a escrita começava a proliferar pela Grécia Antiga, o pensador Platão declarava, reproduzindo o que defendia seu mentor, Sócrates: “Esta invenção vai produzir esquecimento na consciência daqueles que aprenderem a usá-­la”. É extraordinário que só saibamos o que ele pensou porque sua história foi registrada por escrito. Hoje, talvez tenhamos dificuldade de lidar com a literatura digitalizada. Mas há quem não veja nisso um problema. Como o bebê de um vídeo que viralizou no YouTube. A menina, já acostumada a navegar com seus dedinhos pelas telas de tablets, demonstrou dificuldade em folhear páginas impressas. As próximas gerações, portanto, deverão achar uma bobagem essa discussão de como letras digitais podem prejudicar o cérebro – assim como hoje não se negam as vantagens da leitura, tão criticada por Platão, há mais de 2 000 anos.

92% dos universitários preferem livro impresso, diz pesquisa

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Mais papel, por favor: 92% dos universitários onde a pesquisa foi realizada preferem os livros impressos aos digitais para leituras sérias

Mais papel, por favor: 92% dos universitários onde a pesquisa foi realizada preferem os livros impressos aos digitais para leituras sérias

Caio Delcolli, na Exame [via HuffPost Brasil]

São Paulo – Se você é um leitor voraz, com certeza deve conhecer o prazer sem igual que é segurar um livro de papel em suas mãos e se deixar levar pela história impressa nele.

Você não está sozinho nisso. Uma recente pesquisa da American University, em Washington DC, Estados Unidos, mostra que mesmo hoje, com a possibilidade de leitura em várias plataformas digitais, como smartphones e tablets, e a forte presença dessa tecnologia na vida dos jovens, o livro de papel segue firme e forte entre os estudantes universitários, no que se refere a preferência.

Naomi Baron, professora de linguística da universidade, descobriu que 92% dos universitários preferem os livros impressos aos digitais para leituras sérias.

A pesquisa é parte do novo livro de Baron, Words Onscreen: the Fate of Reading in a Digital World (“palavras na tela: o destino da leitura no mundo digital”, em português). Ela e sua equipe entrevistaram 300 estudantes de países como EUA, Japão, Alemanha e Eslováquia.

Segundo a professora, a atividade da leitura no papel tem componentes singulares, como o “físico, tátil e cinestético”. (Cinestesia é o sentido que nos diz quando partes do corpo se movem.)

“Nos dados eslovacos, quando eu perguntei o que ‘você’ mais gosta nas cópias impressas, um em cada dez falaram sobre o cheiro dos livros”, disse Baron, em entrevista à New Republic.

Outra característica apontada pelos estudantes foi a sensação de realização ao concluir um livro e vê-lo na estante.

Mas por que a geração digital ainda prefere o livro de papel?

“Há dois grandes problemas”, disse a professora, na mesma entrevista. “O primeiro é que eles dizem se distrair [facilmente], se afastar para outras coisas. O segundo tem a ver com o cansaço nos olhos, dores de cabeça e desconforto físico.”

“Um argumento que os estudantes deram a favor da mídia eletrônica é a preservação do meio ambiente. Mas essa é uma coisa difícil de se medir bem. Se você lê 400 livros no tempo de vida útil do seu kindle, ele foi eficiente à energia? Provavelmente”, explicou.

“Mas há a questão de energia e reciclagem. Onde esses dispositivos são reciclados? Quem faz a reciclagem? Que tipo de equipamento de proteção eles têm? E sobre toda madeira que usamos para [fazer] o papel – nós sempre tivemos maneiras criativas de usar lascas de madeira ou outras coisas para fazer papel.”

O digital, entretanto, não foram jogados para escanteio. As novas plataformas são as preferidas para leituras de forte aspecto visual ou notícias.

Ubook, aplicativo de audiolivros, faz lançamento de audiolivro durante a Flip

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Em parceria, Ubook estará em uma inovadora Casa Coworking, onde estão previstas inúmeras ações voltadas ao mundo literário

Publicado no Sopa Cultural

O Ubook, aplicativo de audiolivros, não poderia faltar em um dos principais festivais literários do mundo, a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece de 01 a 05 de julho, na cidade de Paraty, no Rio de Janeiro. Para a estreia, o Ubook optou por uma parceria na inédita e inovadora Casa Coworking PublishNews. “Participar desse evento vai além de conquistar novas parcerias, é uma forma de ficar sabendo o que de melhor acontece no segmento e seus possíveis desdobramentos”, afirma Flavio Osso, CEO e sócio do Ubook. “Servirá, também, para promover e evidenciar o audiolivro e mostrar a importância para a literatura desse mercado em franco crescimento aqui no Brasil”, completa.

A casa, aberta ao público, terá diferentes atividades, todas com a cultura em comum. A ideia é que se torne ponto de encontro do mercado editorial, onde as pessoas possam relaxar e interagir. Assim, acontecerão happy hours na quinta (2), sexta (3) e sábado (4).

Entre as ações, na sexta-feira, dia 03/07, o Ubook fará o lançamento da versão em audiolivro de “Partículas Subatômicas – Microcontos Brasileiros”, em parceria com a editora O Fiel Carteiro, que também lançara a versão em ebook. Organizada por Luiz Ruffato e José Santos, a obra conta com textos de cerca de 140 caracteres, de diversos autores como Rodrigo Ciríaco, Ivana Arruda Leite, Fernando Bonassi, Cidinha da Silva, Andrea del Fuego, Rogério Pereira e Sidney Rocha. Na ocasião haverá um bate papo com Ruffato sobre o audiolivro e também abordará o tema “as novas formas de consumir cultura”.

Para os visitantes do espaço, com entrada gratuita, diariamente promotoras do Ubook mostrarão o funcionamento do aplicativo de audiolivros. Com o preenchimento de um minicadastro a pessoa ganhará um voucher de 1 (um) mês para experimentar o Ubook, a ser enviado depois por e-mail. Além disso, automaticamente, o cadastro dará direito a sorteios de brindes como camisas, mochilas e fones de ouvido, na casa.

Localizada em ponto estratégico – na rua do Comércio, 26, no centro histórico de Paraty – a casa funcionará no dia 01, das 18h às 22h e de 02 a 05/07 das 10h às 22h. Será compartilhada entre o PublishNews, o aplicativo de audiolivros Ubook, a plataforma de financiamento coletivo BookStart, a produtora de vídeos Casa de Histórias e as editoras DarkSide, Edições SESC SP e O Fiel Carteiro.

Dia 04/07 – Debate sobre “Produção e Consumo Literário na Era do Mundo Digital” com sócio do Ubook
À convite do Clube de Autores, o Diretor de Relacionamento com Editoras e Autores e sócio do Ubook, Eduardo Albano, irá participar de um debate sobre “Produção e Consumo Literário na Era do Mundo Digital”, juntamente com André Palme, da Editora O Fiel Carteiro. A proposta é discutir como o universo de novas plataformas digitais afetam a formação do mercado literário, a disseminação de conteúdo, bem como a própria produção literária como arte. O encontro, gratuito, será dia 04/07, sábado, às 16h30, na Casa do Clube de Autores, localizada na rua Santa Rita, S/N, em Paraty

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A obra e vida de Mário de Andrade ajudaram a moldar a cultura brasileira – entre os frutos indiretos de sua atuação estão, por exemplo, a preservação da cidade de Paraty e da Flip. Nada mais justo que a 13 edição, a homenagem da Flip seja para o autor paulista, morto prematuramente em 1945, cuja vida e obra ainda iluminam o Brasil do século 21.

Quem ainda não conhece o trabalho do escritor ou quer apreciá-lo de uma forma moderna – por meio do audiolivro –, no Ubook está disponível o grande clássico “Macunaíma – O Herói sem Nenhum Caráter”. Mário de Andrade publicou esta obra em 1938. Por falta de editora, a tiragem do romance foi de apenas 800 exemplares, mas o livro foi festejado pela crítica modernista por sua inovação narrativa e de linguagem. Macunaíma é o herói sem caráter, símbolo de um povo que não descobriu sua identidade. Uma releitura do folclore, das lendas, dos mitos do Brasil, numa linguagem popular e oral.

Sobre o Ubook
Lançado no início de outubro de 2014, o Ubook é o primeiro serviço de assinatura de audiolivros por streaming do Brasil. Ele funciona como o Netflix para vídeos ou o Spotify ou Rdio para música: por um valor mensal, ou semanal, é possível ter acesso ilimitado a todo o catálogo através de um aplicativo. A plataforma está disponível para Web, iOs e Android. (mais…)

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