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Posts tagged livro

Sob o Sol da Toscana: Casarão do filme virou hospedagem

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A casa que serviu de cenário para o filme (Villa Laura/Divulgação)

A casa do filme ‘Sob o Sol da Toscana’ virou hospedagem. Agora é possível se hospedar na Villa Laura, casarão onde boa parte do filme foi gravado.

Publicado no Embarque na Viagem

O desafio de reformar uma casa de campo e se habituar ao modo de vida italiano deu origem ao livro ‘Sob o sol da Toscana’ e, mais tarde, ao filme de mesmo nome com Diane Lane.

Os fãs do filme que visitam o vilarejo de Cortona se divertem reconhecendo os cenários, como a Piazza della Repubbica. É ali que acontece o mercado, que Frances escreve um cartão-postal para outro viajante e também onde o coro de crianças se apresenta no Natal. Mas boa parte das gravações, no entanto, foram feitas na Villa Laura: um casarão real, a seis minutos do centro da cidade, que serviu de locação para as cenas da protagonista em sua nova moradia. A propriedade do século 17 passou por uma bela renovação e agora pode ser alugada pelos viajantes através da Luxury Retreats, empresa que pertence ao grupo Airbnb.

A escadaria do Palazzo Comunale aparece bastante no filme (Sorin Popovich/Flickr)

A estadia mínima é de sete dias, tempo perfeito para explorar as principais atrações da Toscana em passeios de bate-e-volta, e os seus dez quartos acomodam confortavelmente vinte pessoas. Fora as vistas para Cortona e os olivais que a cercam, a casa possui uma cozinha moderna com ilha central, forno de pizza, adega subterrânea e mesa ao ar livre no jardim, tudo pensado para curtir ao máximo a gastronomia local. Isso sem falar da piscina e da sala de jogos.

Com preços que variam entre US$ 2.379 e US$ 4.079 a noite, se você juntar mais 19 amigos para se hospedarem com você, a empreitada fica um pouco mais viável. Para reservar acesse: luxuryretreats.com/vacation-rentals/italy/tuscany/cortona/villa-laura-112033.

Biografia sobre Tim Cook, atual CEO da Apple, será lançada em abril

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Se Hyeon Oh, no Canal Tech

É muito comum que as pessoas que marcaram uma geração ou trouxeram grande impacto ao mundo acabem tendo sua biografia registrada em forma de livro, assim como Albert Einstein e Steve Jobs. Agora, é a vez de Tim Cook, atual CEO da Apple, ter a sua história registrada através do livro Tim Cook: The Genius Who Took Apple to the Next Level (Tim Cook: O gênio que Levou a Apple ao Próximo Nível, em tradução livre), que será redigida pelo autor Leander Kahney.

Pelo visto, o título que será lançado em 16 de abril irá se focar nas polêmicas e nos bastidores do trabalho do CEO, abordando casos como quando o FBI pediu à Apple para criar uma versão especial do iOS, para obter acesso ao iPhone bloqueado de um terrorista de San Bernardino. Na época, a Maçã havia se recusado a fazê-lo, pois temia que a ferramenta pudesse chegar às mãos de pessoas erradas.

Para comentar sobre esse caso, o livro trará personagens como o ex-conselheiro geral da empresa, Bruce Sewell, que se aposentou em 2017, citado como alguém que teve “muita atividade” durante o embate. De acordo com Sewell, o FBI teria pedido à Apple para fornecer uma ferramenta de desbloqueio dos iPhones para investigar crimes, já que não havia outros métodos para burlar o sistema de segurança desses smartphones. Vale lembrar que esse pedido foi negado por Tim Cook, o que forçou o FBI a entrar na justiça para tentar conseguir o desbloqueio.

Livro de biografia do Tim Cook (Imagem: Amazon)

Além disso, a biografia ainda irá descrever como os valores e conhecimentos adquiridos pelo CEO, durante o seu trabalho na IBM, influenciaram no desenvolvimento da sua liderança, que possibilitou transformar a Apple na primeira empresa a atingir a marca de um trilhão de dólares no mercado.

Como o livro será lançado somente em 16 de abril, ele se encontra atualmente na fase de pré-vendas nos EUA, mas ainda não há nenhuma informação sobre o seu lançamento aqui, nas terras tupiniquins.

A sequência do livro “Me Chame Pelo Seu Nome” vai sair em 2019!

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Publicado por Lilian Pacce

Você é fã de “Me Chame Pelo Seu Nome” – ou, em inglês, “Call me by your Name“? Bom, então deve saber que o filme foi inspirado em um livro, escrito por André Aciman e lançado em 2007. A gente chegou a fazer um post pra você escolher um short e se sentir no verão italiano quando o filme foi lançado em 2018, lembra?

Agora a notícia que a gente esperava chegou: vai ter sequência sim. Ao menos em livro! O nome da obra vai ser “Find Me” (me encontre) e traz o pai de Elio, Samuel, divorciado e em uma viagem de Florença pra Roma pra visitar Elio em si, que virou um pianista clássico talentoso. Um encontro durante a viagem de trem vai mudar a vida de Samuel. E Elio em seguida muda pra Paris, enquanto Oliver, que agora é professor em New England com os filhos crescendo, planeja voltar a viajar pela Europa.

Já está empolgado? Pode ficar mesmo, porque o livro deve sair lá fora em 29/10. Quanto à sequência em filme do lançamento, a coisa fica um pouco mais difícil. O ator Armie Hammer, um dos protagonistas, não parece tão empolgado quanto já esteve antes, dizendo que tem medo de desapontar. A ver. Enquanto isso, Luca Guadagnino, o diretor de “Me Chame Pelo Seu Nome”, se dedica ao lançamento de “Suspiria” (que chega nos cinemas daqui do Brasil no dia 28/03) e um documentário sobre o designer de sapatos Salvatore Ferragamo, que deve sair em setembro na Itália. Outro projeto de Luca que já está em pré-produção é um filme baseado no álbum “Blood on the Tracks” de Bob Dylan. Pelo visto, vai demorar pra ter espaço na agenda…

Livro que inspirou Blade Runner terá nova edição no Brasil

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Pela primeira vez com o nome do filme impresso na capa

Victor Aliaga, no IGN

Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?, livro de Philip K. Dick que inspirou um dos maiores clássicos da ficção científica no cinema (Blade Runner, é claro!), vai ganhar uma nova versão no Brasil, pela Editora Aleph, que havia publicado duas edições anteriormente.

A nova capa é ilustrada por Rafael Coutinho com design de Giovanna Cianelli, e a cena estampada homenageia o filme e retoma o ar policial noir do romance, ao mesmo tempo em que explora a atmosfera de dúvida e segredos presente na obra de Dick.

Vale ressaltar que esta é a primeira vez que o título imortalizado nos cinemas chega impresso no livro. “A ideia foi levar esse livro (que é um dos nossos favoritos do autor) para mais perto do público e fazer com que a sua história fique cada vez mais conhecida”, escreveu a Aleph, no Instagram.

A edição, que terá um total de 288 páginas, trará de volta o material presente nas versões anteriores publicadas pela editora, além de extras como: uma carta de Dick aos produtores do filme, a última entrevista concedida pelo autor, publicada na revista The Twilight Zone, e um posfácio escrito pelo jornalista e tradutor desta edição, Ronaldo Bressane, que traçou paralelos entre o filme e o livro.

Publicado originalmente em 1968, Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas? conta a história de Rick Deckard, um caçador de recompensas que vive em uma San Francisco coberta pela poeira radioativa que dizimou inúmeras espécies de animais e plantas. Um novo trabalho pode ser o ponto de virada para melhorar seu padrão de vida e realizar seu sonho de consumo: uma ovelha de verdade, para substituir a réplica elétrica que ele cria em casa. Para isso, Deckard precisa perseguir e aposentar seis androides que estão foragidos, se passando por humanos. No entanto, as convicções do detetive podem mudar quando percebe que a linha que separa o real do fabricado não é mais tão nítida quanto ele acreditava.

O lançamento do livro está marcado para o dia 10 de abril de 2019.

‘100 anos de solidão’, de Gabriel García Márquez, vai virar série da Netflix

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Gabriel García Márquez, autor de ‘Cem Anos de Solidão’ Foto: Tomas Bravo/Reuters

 

Serviço de streaming adquiriu direitos da obra, que ganhará sua primeira adaptação audiovisual

Publicado no Estadão

O livro 100 anos de solidão, clássico do escritor Gabriel García Márquez, ganhará uma adaptação para as telas. A Netflix adquiriu os direitos de exibição e produzirá uma série baseada no romance, a ser gravada na Colômbia e apenas com atores latinos, condições impostas pela família Márquez.

Lançada em 1967, a obra nunca ganhou uma versão audiovisual, apesar de reiteradas ofertas ao longo das últimas décadas. Rodrigo García, filho de Gabriel García Márquez, afirmou ao The New York Times que seu pai, morto em 2014, não acreditava que a história pudesse ser transformada em único filme. Ele também rejeitava qualquer adaptação que não fosse feita em espanhol, o que espantou gigantes de Hollywood.

Em realismo fantástico, 100 anos de solidão narra a história da família Buendía ao longo de gerações. O livro, que já vendeu mais de 50 milhões de cópias e foi traduzido para 46 idiomas, é considerado uma obra-prima da literatura latino-americana, alçando Gabriel García Márquez à condição de grande autor do século XX e ganhador do Nobel de Literatura em 1982.

O anúncio foi feito hoje, 6, dia em que o escritor faria 92 anos.

Já se sabe que Rodrigo e Gonzalo García, filhos do escritor, serão produtores-executivos da série, mas ainda não há informações sobre elenco, número de episódios ou data de estreia.

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