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Posts tagged livros antigos

Bibliotecário encontra cabelo de George Washington dentro de um livro

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A descoberta deu-se nos arquivos da Universidade de New York Union.

Sara Gouveia, no Notícias ao Minuto

Dentro das páginas de um almanaque de couro sujo foi encontrado um pequeno envelope onde se lia “Cabelo do Washington”, escrito com letra manuscrita.

Um bibliotecário que andava a catalogar livros antigos abriu com cautela o envelope amarelado e acabou por encontrar uma mecha de cabelo prateado envolto com um fio.

“Foi daqueles momentos que acontecem muito de vez em quando na vida de um bibliotecário”, disse John Myers à Associated Press.

O homem referiu ainda não acreditar à primeira vista que “Washington” se referisse a George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos. Mas apesar de não conseguirem provar com certeza de que se trata de uma descoberta verdadeira, as provas históricas estão lá.

O cabelo foi descoberto num almanaque de bolso para o ano 1973, que pertencia a Philip J. Schuyler, filho do General Philip Schuyler, que serviu sob o comando de George Washington durante a Guerra da Independência e que fundou aquela universidade em 1975.

A Universidade de New York Union não tem pretensão, no entanto, de fazer testes de ADN ao cabelo porque poderia destruir parte da mecha.

George R.R. Martin completa 69 anos: cinco fatos sobre o autor de Game of Thrones

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Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

Nesta quarta-feira (20), George R.R. Martin completou 69 anos. Ele nasceu em Bayonne, no estado de Nova Jersey, cidade portuária que inspirou sua criatividade quando criança. Formado em jornalismo pela Universidade Northwestern, Martin começou a publicar contos de terror e ficção científica nos anos 70, publicando seu primeiro romance, Dying of the Light, em 1977. O livro mostra a história de um planeta que se afasta da estrela mais próxima e entra numa zona de frio e escuridão que impossibilita a vida.

Em 1985, ele conseguiu seu primeiro emprego como roteirista, no reboot de Além da Imaginação. Nos anos seguintes, Martin trabalhou exclusivamente com televisão, até que em 1991 ele começou a escrever A Game of Thrones, primeiro volume d’As Crônicas de Gelo e Fogo. O livro foi publicado em 1996 e transformou Martin em um sucesso de público e crítica.

Para celebrar a data, listamos cinco fatos sobre o autor:

Ele recusou várias propostas de uma adaptação cinematográfica de GoT

No rastro do sucesso das adaptações de O Senhor dos Anéis, Martin recebeu várias propostas de estúdios interessados em fazer um filme de Game of Thrones. Contudo, o autor não quis vender os direitos de suas obras porque todos os produtores que conversaram com ele queriam fazer um longa focado em Jon Snow ou Daenerys, deixando de lado as dezenas de personagens e subtramas presentes nos livros e tornando a narrativa mais simples.

Ele só autorizou a produção de uma adaptação em 2007, quando a David Benioff e D.B. Weiss entraram em contato e apresentaram a visão que tinham para uma série baseada nos livros. A HBO passou os anos seguintes trabalhando no projeto, que estreou em 2011 e agora se dirige para sua oitava (e última) temporada.

Apesar de ser conhecido por matar seus personagens, Martin é pacifista

Apesar de matar seus personagens de forma bastante cruel, Martin é um pacifista. No começo dos anos 70, ele foi convocado pelo Exército Americano para servir na Guerra do Vietnã, mas recusou o posto* e teve de trabalhar na Fundação de Amparo Legal do Condado de Cook entre 1973 e 1976.

Em diversas entrevistas ao longo de sua carreira, Martin criticou obras que glorificam a guerra e explicou que escreve as batalhas de seus livros de maneira crua para mostrar os horrores desse tipo de confronto.

A guerra revela o melhor e o pior das pessoas. Livros antigos falam sobre a glória da guerra. Os hippies dos anos 70 falavam sobre a feiura da guerra. Eu acho que existe verdade nos dois casos.

(* a Constituição dos EUA permite que civis que se alinham com certas doutrinas religiosas, ideológicas e filosóficas se recusem a servir as Forças Armadas mesmo em situações de guerra. Essas pessoas ganham o título de conscientious objectors e são direcionadas a serviços públicos no país)

Daenerys quase ficou sem seus dragões

Originalmente, Martin não queria que os dragões aparecessem em As Crônicas de Gelo e Fogo. A ideia que ele tinha em mente era de escrever a série usando o mínimo possível de elementos fantásticos. Contudo, a autora Phyllis Eisenstein (que é mencionada na dedicatória do terceiro livro) o convenceu a inserir um pouco de magia nos romances.

Apesar de serem parte da saga, Martin tenta controlar os elementos fantásticos da narrativa o máximo que pode. Segundo ele, se a magia deixa de ser misteriosa, perigosa e pouco entendida, o senso de realismo da trama se perde.

Ele é um mega nerd

Martin tem duas casas na mesma rua. Uma onde ele de fato mora com sua esposa e outra que serve apenas como escritório e depósito de nerdices. Lá ele guarda milhares de quadrinhos e livros, centenas de jogos de tabuleiro, sistemas de RPG, action figures e miniaturas.

George é tão nerd que escreveu uma carta para a Marvel nos anos 60 apontando um furo de roteiro em uma HQ do Quarteto Fantástico.

Martin quase desistiu da carreira de escritor após o fracasso de seu quarto livro

Em 1983, Martin publicou seu quarto livro, o thriller fantástico The Armageddon Rag. Contudo, o romance foi um fracasso comercial, fazendo com que o autor quase desistisse de sua carreira. Nos anos seguintes, ele dedicou todos os seus esforços trabalhando como roteirista de televisão e só voltou para os livros na década de 90 com A Game of Thrones.

Por enquanto, Martin continua trabalhando em Os Ventos do Inverno, sexto livro de As Crônicas de Gelo e Fogo, que continua sem data de publicação.

Fã de livros antigos? Descubra os 4 melhores sebos de São Paulo

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Livro, cama e café: tem combinação melhor? (Foto: Thinkstock)

Livro, cama e café: tem combinação melhor? (Foto: Thinkstock)

 

Esses lugares são, praticamente, uma biblioteca de obras raras! Vale super a visita

Flávia Bezerra, na Glamour

Cheiro de livro antigo; folhas amareladas e cheias de história; dedicatórias datadas na primeira página. Vai dizer que você não ama experimentar todas essas sensações em um livro antigo? E não existe lugar melhor para encontrá-los que… Sebos!

Em sintonia com o nosso projeto #MulherBacanaLê, selecionamos os top 4 melhores sebos de São Paulo. Vem ver!

Sebo Avalovara
Aberto desde 2005, o sebo tem mais de 15 mil livros! O acervo (que incluem obras raríssimas, como as primeiras edições de Machado de Assis e José de Alencar; folhetins modernistas da década de 20 e edições de luxo da confraria dos bibliófilos do Brasil) pode ser consultado pela internet neste link.

Além da venda, o sebo está à procura de livros para comprar! Segundo o proprietário Sandro Giuliano, o sebo compra obras regularmente. “É muito importante para nós estarmos sempre comprando livros. A ideia, é oferecer um acervo cada vez mais amplo aos nossos clientes”, diz. “Compramos desde pequenas quantidades, 10, 20 ou 50 livros, até grandes lotes de 500, 1000 ou 2000 exemplares”, complementa. O preço é avaliado pela qualidade dos títulos e edições, além do estado de conservação. A especialidade do acervo são as obras voltadas às áreas humanas, como artes, filosofia, psicologia, sociologia e história, além de literatura, poesia, teatro e até arquitetura. “Não trabalhamos com livros jurídicos, nem técnicos de medicina e engenharia”, diz Sandro. (Av. Pedroso de Morais, 809, Pinheiros)

Desculpe a Poeira
Famosos no Instagram (o sebo tem quase 40 mil seguidores, acredita?!), o Desculpe a Poeira, criado pelo jornalista Ricardo Lombardi, funciona na garagem de prédio, no bairro de Pinheiros, e tem um acervo com mais de 5 mil livros. Vale a visita! 😉 (R. Sebastião Velho, 28, Pinheiros.)

Sebo do Messias
Um dos mais tradicionais de São Paulo, o Sebo do Messias está em funcionamento desde a década de 70. (Praça Doutor João Mendes, 140, Centro)

Sebo Central
Precisando de um livro jurídico? O sebo Central é o lugar. Localizado bem no coração de São Paulo, o local é praticamente uma biblioteca: são mais de 200 mil obras! (Rua Riachuelo, 62, Sé)

Artista cria lindos cenários para seus contos de fadas usando livros antigos

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Publicado no Conexão Penedo

Su Blackwell adora criar esculturas usando livros antigos. Com muita técnica e um capricho incrível, ela transforma as páginas em objetos tridimensionais para ilustrar seus “contos de fadas”.

A artista compra livros de segunda mão, lê, e depois começa a montar suas esculturas. Seu último conto, por exemplo, envolve habitações como casas na árvore, faróis e outras estruturas que acendem quando estão habitadas.

“Como estou no processo de vender minha casa, decidi criar essas habitações diferentes. Eu estou indo embora de Londres, quero viver em uma cidade tranquila, à beira mar. O processo de comprar uma nova casa é um tanto assustador”, explicou Su.

Veja mais trabalhos da artista em seu site oficial.

Dá uma olhada:

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(mais…)

Porque é que o cheiro dos livros velhos é tão agradável?

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Livros

Não há nada como o cheiro de um livro acabado de comprar, mas a verdade é que são os livros mais antigos que mais agradam as pessoas. E a ciência sabe agora porquê.

Publicado no Noticia ao Minuto

O início do ano letivo é sempre um momento excitante. Seja pelo regresso à rotina e ao tempo passado com os amigos, seja pelo marcante momento em que se compravam os livros e se sentia aquele cheiro tão caraterístico a ‘novo’.

Mas não é apenas o cheiro dos livros novos que agrada as pessoas. Também os livros mais antigos têm um odor muito particular e que é apreciado por uma grande parte das pessoas. E a ciência sabe agora porque tal acontece.

Segundo o vídeo do canal do YouTube SciSchow, o papel dos livros é feito com polpa de madeira, possuindo uma grande quantidade de substâncias orgânicas, que reagem à luz, ao calor e à umidade, decompondo-se e libertando compostos orgânicos voláteis, que se espalham através do odor.

O cheiro das páginas depende do tipo de compostos orgânicos voláteis presentes, podendo ocorrer um aroma a baunilha, amêndoa ou flores. A presença de etilbenzeno, por exemplo, oferece um odor adocicado às páginas.

Mas, porque é que tal agrada as pessoas? Porque o cheiro dos livros mais velhos (mesmo que se assemelhe a mofo) traz a sensação de pertença e de conforto, causando uma positiva sensação de bem-estar nas pessoas.

O odor das páginas mais antigas traz ainda memórias positivas e recordações agradáveis.

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