Contando e Cantando (Volume 2)

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Canal no YouTube faz resumos de livros clássicos em 1 minuto

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Cena do filme Dom Casmurro

Cena do filme Dom Casmurro

Publicado no Catraca Livre

O canal Temos Histórias, comandado por Rafael Bicalho, de Brasília, tem como objetivo estimular a literatura entre jovens. Por isso, de forma divertida e didática, ele faz resumos de livros clássicos em vídeos de até 1 minuto.

A ideia é muito simples. Todos os vídeos são gravados no celular, na frente de uma parede branca e têm 60 minutos de duração. Para aproximar as pessoas, animações ajudam a contar as histórias com mais descontração.

Obras clássicas, que ocupam as listas de leitura obrigatória das maiores universidades do país, estão disponíveis em vídeos no canal. “Dom Casmurro”, “Triste Fim de Policarpo Quaresmo” e “A Hora da Estrela” são alguns exemplos.

Lembrando que a assistir aos resumos não substitui a leitura dos livros indicados. A ferramenta serve para fixar melhor a história em sua totalidade.

“O maior medo era que nossos vídeos recebessem muitos comentários negativos, já que o spoiler quase nunca é recebido com bons olhos”, contou Rafael. O que é acontece é o contrário, as pessoas não ficam incomodadas.

Além de dar uma mãozinha para vestibulando desesperados, o canal é incentiva a leitura. “Saber que estamos estimulando as pessoas que não sabiam como ler era legal a encherem suas estantes com livros clássicos nos deixa muito felizes”, disse o youtuber.

Além de livros para exames, Rafael Bicalho também já fez vídeos de fenômenos entre os jovens e de obras internacionais renomadas, como “Dom Quixote”, “Jogos Vorazes”, “Romeu e Julieta”, “Crepúsculo” e mais.

O projeto começou a partir do site do Temos Histórias, uma iniciativa de economia colaborativa em que novos escritores têm a chance de publicar seus livros digitalmente e começar a lucrar com a literatura. Conheça mais clicando aqui.

25 livros indispensáveis para qualquer estudante

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Fonte: Shutterstock      Existem grandes obras da literatura que são indispensáveis para qualquer estudante

Fonte: Shutterstock
Existem grandes obras da literatura que são indispensáveis para qualquer estudante

Conheça a lista e entenda a importância de ler tais livros para a sua vida

Publicado no Universia Brasil

Durante o período de férias, os estudantes tendem a se distanciar um pouco das leituras, até mesmo para relaxar por algumas semanas antes de voltar para a rotina de estudos. No entanto, existem grandes obras da literatura que são indispensáveis para qualquer estudante pois, além de ampliarem os conhecimentos, são também grandes fontes de entretenimento.

Pensando nisso, a Universia Brasil preparou uma lista com 25 obras que não podem faltar na sua estante nessas férias. Aproveite seus momentos de descanso e leia!

1. Freedom – Jonathan Franzen

Este livro narra a história de uma família norte-americana e suas desventuras durante o século 20. É interessante observar as diversas mudanças de pontos de vista e da sociedade com o passar dos anos.

2. Este Lado do Paraíso – F. Scott Fitzgerald

Trata-se do primeiro romance do escritor de O Grande Gatsby. Assim como ele, é uma grande crítica a sociedade (especialmente aos jovens) dos Estados Unidos do período da Primeira Guerra Mundial. Um dos pontos interessantes do livro é o forte cunho autobiográfico, especialmente no que diz respeito ao protagonista, Amory Blaine, um aspirante a escritor.

3. Norwegian Wood – Haruki Murakami

Batizado em homenagem a uma canção dos Beatles, o livro se passa no Japão, na década de 60. O personagem principal, Toru Watanabe vive um dilema ao se dividir entre dois amores e enfrentar as descobertas da faculdade em uma época conturbada.

4 . 1984 – George Orwell

Uma das obras mais famosas do gênero da distopia, 1984 é um livro de forte cunho político, que debate questões éticas sobre a individualidade das pessoas e até que ponto o controle do Estado é válido. É fundamental para a formação do senso crítico de qualquer estudante.

5. Crime e Castigo – Fiódor Dostoievski

Uma das obras primas da literatura russa, Crime e Castigo foi publicado no século XIX, mas sua discussão sobre os valores morais permanece atual. Permeado por influências filosóficas, o livro narra a história de um estudante, Rodion Rasólnikov, que não consegue lidar com sua própria consciência após cometer um assassinato.

6. Admirável Mundo Novo – Audous Huxley

Outro clássico das distopias, Admirável Mundo Novo, lida com questões muito pertinentes, como a chamada “ditadura da felicidade” – na qual todos teriam que estar sempre felizes, não importam os meios necessários para atingir esse estado – e a alienação. Embora se passe em um mundo imaginário, a história tem muitos elementos que fazem repensar as atitudes e pensamentos das pessoas na atualidade.

7. Cem Anos de Solidão – Gabriel García Marquez
Escrita pelo vencedor do Prêmio Nobel, Cem Anos de Solidão é uma obra essencial para compreender o realismo mágico da literatura latino-americana. Ao narrar todas as desventuras de gerações da família Buendía, o escritor expande os limites da linguagem e discorre, também, sobre aspectos da história da América do Sul. Tudo isso com o grande mote da solidão humana como plano de fundo na trama.

8. Lolita – Vladimir Nabokov

Mais um tesouro da literatura russa, Lolita é um clássico que lida com sentimentos profundos e controversos como a paixão, além de polêmicas éticas e morais. Trata-se da história de Humbert, um homem casado que se apaixona pela enteada, Dolores (Lolita), de maneira obsessiva.

9. O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald

Ambientado na década de 1920, O Grande Gatsby é uma crítica ácida ao consumismo e a frivolidade da classe alta americana da época. Além de tratar sobre temas como o egoísmo e a ambição, é um livro indispensável para aqueles que buscam compreender o “American Way of Life”.

10. Adeus às Armas – Ernest Hemingway

Outra narrativa com cunho autobiográfico, o livro foi baseado nas experiências do escritor e jornalista como motorista de ambulâncias na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial, o que garante a veracidade da ambientação. Além das mazelas da guerra, o leitor também se envolve com a profundidade do trágico amor de Frederic e Catherine.

11. As Vinhas da Ira – John Steinbeck

Também escrita por um vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, esta narrativa é ótima para quem deseja entender um pouco mais do contexto da Grande Depressão nos EUA durante os anos 30. Trata-se da trajetória da família Joad que, após se endividar e perder tudo, enfrentar uma dura jornada em busca de oportunidades na Caifórnia.

12. O Mestre a Margarida – Mikhail Bulgakov

Esse é um caso em que o processo de elaboração da obra é tão interessante quanto sua narrativa em si. Para escrever a história de uma visita do diabo à Moscou dos anos 20, o escritor elaborou 4 manuscritos, ao longo de 12 anos, sendo que a versão final foi concluída por sua esposa, após a morte de Bulgakov. Por seu forte conteúdo crítico sobre a política de a sociedade, O Mestre e a Margarida chegou a ser censurado pelo governo soviético e sua primeira versão integral foi publicada somente em 1973, na Alemanha.

13. A Cabana do Pai Tomás – Harriet Beecher Stowe

Esse livro também tem uma grande importância histórica, pois é considerado por muitos um dos fatores que levou à Guerra de Secessão dos EUA(1861 – 1865). Trata-se de um grande manifesto contra a escravidão, afinal, Tomás, o personagem principal, é um escravo pacifista que acaba sofrendo duramente as condições da escravidão. A história revela o horror dessa prática e deve ser lida por estudantes para que erros como esse não se repitam.

14. O Estrangeiro – Albert Camus

O filósofo argelino Albert Camus mostra em O Estrangeiro, uma de suas obras mais conhecidas, as bases de sua filosofia do absurdo. Ao discorrer sobre a história de Mersault, um homem frio e aparentemente sem sentimentos, o autor buscar entender a relação do homem com o universo e como esse mistério pode apenas não fazer sentido.

15. A Arte da Felicidade – Um Manual para a Vida – Dalai Lama e Howard C. Cutler

Esse livro se baseia em uma série de entrevistas concedidas pelo Dalai Lama ao dr. Howard Cutler. Como o próprio título diz, ele ensina como driblar problemas típicos da vida dos estudantes, como ansiedade, estresse, medo e, ao mesmo tempo, a cultivar sentimentos como a bondade.

16. Fausto – Johann von Goethe

Baseada em uma lenda alemã, a obra prima de Goethe conta a história do médico Fausto, que fez um pacto com o diabo Mefistófeles para obter conhecimento e acaba perdendo a alma, mesmo após apaixonar-se pela doce e pura Margarida. Além de ser um dos clássicos da literatura mundial, Fausto oferece um grande conteúdo histórico para os estudantes.

17. Paraíso Perdido – John Milton

Os versos do poeta britânico fazem referência às obras bíblicas, como o Gênesis. Trata-se de uma releitura da história sobre a perdição de Adão e Eva no Jardim do Éden, que recria o debate sobre os princípios éticos e morais, os conceitos éticos e morais.

18. O Senhor das Moscas – William Golding

A narrativa se passa em uma ilha deserta, após um acidente de avião em que crianças e adolescentes sobrevivem sem a supervisão de nenhum adulto. Para sobreviver, os jovens formam uma comunidade, que acaba tendo um final trágico. O livro representa uma grande crítica ao ideal do “bom selvagem” e também ao comportamento das pessoas na sociedade.

19. O sol é para todos – Harper Lee

Mais uma história que debate um dos maiores problemas da sociedade, o preconceito, O Sol É Para Todos conta a trágica história de um jovem negro que foi acusado injustamente de ter estuprado uma jovem branca. Além de tocar no polêmico tema da violência sexual, O Sol É Para Todos aborda a injustiça racial e se tornou uma das obras que embasaram o movimento pelos Direitos Civis nos EUA nos anos 60.

20. O Concorrente – Stephen King

Mais um clássico de ficção científica, O Concorrente se passa no ano de 2025, em um cenário nem um pouco animador. É em um mundo dominado pela pobreza e a alienação que Ben Richards, o protagonista, vive. Para conseguir pagar o tratamento de saúde da filha, ele acaba sendo voluntário para participar do programa de TV O Foragido, no qual pessoas perdem a vida na tentativa de ganhar o prêmio, em uma espécie de luta de gladiadores. A história discute os valores morais e sentimentos como a determinação e o respeito pela vida.

21. Laranja Mecânica – Anthony Burgess

Outro clássico das distopias, a Laranja Mecânica é indispensável para entender as raízes da violência. Em uma sociedade do futuro, o jovem Alex é líder de um grupo de adolescentes que cultuam a violência, porém, para interromper seus atos brutais, o governo inglês acaba transformando Alex em uma vítima do próprio conceito que pregava. A história reflete sobre a banalização da violência e suas consequências para a mente humana.

22 – Civilização e seus descontentamentos – Sigmund Freud

O pai da psicanálise aborda nesta obra um tema clássico da psicologia: o dilema entre a vontade individual do ser humano frente ao bem comum. Partindo desse embate, Freud analisa como as pessoas conseguem lidar com a culpa gerada por seus desejos reprimidos pela sociedade, criando novas formas de expressão. Uma boa dica para quem deseja entender o pensamento de Freud, tema de aulas em diversas áreas.

23. Hamlet – William Shakespeare

Considerada uma das melhores tragédias já escritas, a peça de Shakespeare é aclamada por sua trama recheada dos maiores dilemas existenciais da humanidade, que trata de sentimentos universais como a ira e a ambição.

24. A Divina Comédia – Dante

Obra prima do Renascentismo na literatura, A Divina Comédia é uma trilogia de poemas -Inferno, Purgatório e Paraíso – utilizada até hoje para compreender os valores do mundo medieval. Além da beleza poética, seu valor histórico também é imenso, afinal, o livro é considerado o primeiro texto escrito em italiano (o Latim era o idioma utilizado em obras literárias até então).

25. O Rio Que Saía do Éden – Richard Dawkings

Com base na teoria de Charles Darwin, Richard Dawkings explica o surgimento das milhares de espécies de seres vivos do planeta a partir da genética, estabelecendo relações entre eles. Com uma linguagem leve, repleta de metáforas, o cientista consegue desenvolver suas ideias e torna-las compreensíveis para os estudantes, fazendo com que O Rio Que Saía do Éden se torne uma leitura recomendada não apenas para estudiosos da biologia.

6 livros dos irmãos Grimm para download grátis

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Algumas das obras mais famosas dos irmãos Grimm são Branca de Neve, Rapunzel, Cinderela, A Bela Adormecida, Hansel e Gretel, entre outras

Publicado originalmente no Universia

Jacob e Wilhelm Grimm, também conhecidos simplesmente por irmãos Grimm, foram dois escritores alemães que se dedicaram ao registro de diversas fábulas infantis, com as quais conseguiram grande notoriedade. Além disso, os dois contribuíram de maneira significativa para a língua alemã, com um dicionário – O grande Dicionário Alemão, ou Deutsches Wörtebuch – e alguns estudos de linguística e folclore.

Os irmãos decidiram se dedicar aos estudos de história e linguística por meio de diversas narrativas, lendas ou sagas germânicas conservadas pela tradição oral, que foram recolhidas diretamente da memória popular. Esses contos foram recolhidos ao longo de diversos anos, começando em 1806.

A primeira obra conjunta, “Hildebrandslied e o Wessobruner Gebet” foi lançada no ano de 1810, embora, desde 1807, diversos artigos sobre mestres trocadores tenham sido publicados em algumas revistas.

Algumas das obras mais famosas dos irmãos Grimm são Branca de Neve, Rapunzel, Cinderela, A Bela Adormecida, Hansel e Gretel (traduzidos para João e Maria), entre outras.

Faça o download grátis de 6 livros dos irmãos Grimm

1. » Grimm’s Fairy Stories
2. » Grimm’s Fairy Tales
3. » Household Stories – Parte I
4. » Household Stories – Parte II
5. » Household Stories – Parte III
6. » Household Tales

Mergulhe nos clássicos

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Martha Mendonça, na revista Época

Por que ler os clássicos? A pergunta é tão importante que se transformou num… clássico. Batizada dessa forma, a obra de Ítalo Calvino, um dos maiores escritores italianos dos tempos recentes, responde à questão de forma implacável. “Clássicos são equivalentes ao Universo”, afirma. O que ele quer dizer com isso? Que são livros tão impressionantes – em forma e conteúdo – que, mesmo falando sobre um microcosmo, revelam sentido para a existência humana, de forma universal, não importam o tempo, o idioma ou o período em que foram escritos. Não à toa são tão adaptados para cinema, teatro e televisão. E inspiram outros escritores. “Os clássicos sintetizam, de tempos em tempos, o que a humanidade acumulou de saber. O bom clássico sempre se desdobra”, diz o historiador e professor de literatura Joel Rufino dos Santos.

“Ler os clássicos não é um dever, é um direito”, diz a presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), Ana Maria Machado. “É uma parcela do Patrimônio da Humanidade.” Autora premiada, foi nos clássicos que ela conheceu a leitura.

Aos 5 anos, ainda sem saber ler, foi apresentada a Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, pelo pai. Nunca mais parou. Um de seus livros mais recentes é Como e por que ler os clássicos universais desde cedo, em que ela aponta um caminho para os jovens se aventurarem pelo mundo dos bons livros. A presidente da ABL lamenta que hoje as escolas peçam a leitura de poucos clássicos aos alunos. “Boa parte disso é resultado da má-formação do professor”, afirma.

Mas nunca é tarde para começar. Como? ÉPOCA pediu a cinco estudiosos de literatura uma lista capaz de acender a luz do prazer da leitura para adultos que gostariam de melhorar sua formação. É dividida em três partes. Uma básica, com obras que podem inserir o leitor num tipo de texto clássico, mas bastante acessível. Outra, um pouco mais complexa. E, a última, de livros considerados desafiadores.

Não se trata de uma lista dos melhores livros de todos os tempos, de acordo com os críticos, como as que são feitas de tempos em tempos – embora algumas dessas preciosidades estejam incluídas. Os 30 livros desta reportagem, apesar de não fazer parte da leitura descartável em geral mais popular, podem fisgar aqueles que têm vontade e potencial para conhecer o que de melhor o homem já fez com as palavras.

Diante da multiplicidade de bons títulos, escolher era um fardo necessário. Alguns critérios fatalmente acarretam injustiças. Estão nas listas apenas romances. De cara, isso elimina obras irretocáveis como a do poeta português Fernando Pessoa, do contista argentino Jorge Luís Borges ou do dramaturgo brasileiro Nélson Rodrigues, três gênios incomparáveis que o leitor também deve perseguir. Há a preocupação de dar diversidade à lista: de estilos, nacionalidades, enredos, períodos. Também ficou estabelecido que nenhum autor teria mais de uma obra nas listas. Diante disso, Machado de Assis, tido como o maior escritor brasileiro, entrou com seu Dom Casmurro, mas ficaram de fora obras igualmente importantes. Seus Contos, textos cheios de humor e personagens interessantes, são certamente um ponto de partida extraordinário para os primeiros passos na literatura. O mesmo ocorre com outros como o colombiano Gabriel García Márquez, autor de vários livros irresistíveis.

Último critério: obras a partir de 1970 não entraram na lista, por estar, talvez, ainda maturando no caminho de se tornar clássicos da humanidade. O filósofo alemão Arthur Schopenhauer costumava ser ainda mais radical: dizia que não se devia ler nada com menos de 50 anos. Provoca um frio na espinha, porém, deixar na fronteira da dúvida obras reconhecidas como as do inglês Ian McEwan, do americano Philip Roth, do cubano Pedro Juan Gutierrez ou do tcheco Milan Kundera. Mas, se o leitor quiser começar por eles, ninguém há de negar que será o início de uma bela amizade. O importante é começar. “Clássicos transcendem o tempo em que foram escritos e ampliam nossa visão do mundo”, diz Júlio França, professor de teoria da literatura da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Ler bons livros melhora o vocabulário, dá referências de qualidade, traz novas ideias para o trabalho e para a vida. E – como se tudo isso não bastasse – ainda diverte.

 


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