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Posts tagged livros de fantasia

‘The Dresden Files’: Saga de livros vai virar série de fantasia na Fox

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Thiago Muniz, no CinePop

De acordo com o Deadline, a Fox comprou os direitos de adaptação de ‘The Dresden Files’, saga de livros de fantasia que seguem o investigador particular e mago Harry Dresden, abordando investigações em casos sobrenaturais em Chicado.

A produtora Ileen Maisel (‘O Incrível Livro de Hipnotismo de Molly Moon’) vai produzir a adaptação da obra de Jim Butcher pela Temple Hill Entertainment. John Fischer também será um dos produtores para o projeto.

O primeiro livro da saga, ‘Storm Front’, foi lançado em 2000 e a franquia rendeu 14 outros livros. O mais recente, ‘Skin Game’, foi lançado em 2014.

Em 2007, os livros foram adaptados para a TV com a série ‘Arquivos Sobrenaturais’, pelo Sci-Fi Channel.

Ainda não há data de estreia para ‘The Dresden Files’ na Fox.

‘Game of Thrones’: Jornalista diz que ler os livros é ‘perda de tempo’

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Em coluna, jornalista dá três razões para não ler a obra e apenas uma para lê-la, e revolta fãs.

Edmarcio Augusto Monteiro, no Blasting News

A jornalista Ana Carolina Leonardi publicou um texto que gerou certa polêmica entre os fãs da obra de George R. R. Martin esta semana. Seu artigo, que saiu na revista Superinteressante, em tom pessoal, explicita porque não é uma boa ideia ler os #Livros da saga, segundo sua visão.

O primeiro motivo, segundo Ana Carolina , é que As Crônicas de Gelo e Fogo são livros de fantasia “tradicionalzona”. “É uma #Literatura que, às vezes, fica popular, mas em geral é de nicho, assim como a ficção científica. E não é feita para ser fácil”, explica ela.

A jornalista cita os termos arcaicos (palavras e expressões que já caíram em desuso) e chama os livros de “difíceis”.

Ainda assim, segundo ela, Martin é mais acessível do que Tolkien (de O Senhor dos Anéis). Ela também lembra que são mais de 4 mil páginas já publicadas, e que muita gente para no meio.

O segundo motivo citado por ela é o fato de que não houve uma boa tradução para os primeiros livros da saga, que foram adaptados do português de Portugal, o que compromete a imersão do leitor no mundo mágico que a obra cria. Esses erros e adaptações acabam por “engasgar” a leitura.

Já o terceiro motivo é a demora do autor em terminar sua saga. Martin anunciou o primeiro livro em 1993. A ideia é que fosse uma trilogia, mas a coisa se estendeu muito mais, como se pode notar. O primeiro livro, A Guerra dos Tronos, saiu em 1996. Depois disso vieram mais dois, com intervalo de dois anos: Fúria de Reis, em 1998, e Tormenta de Espadas, em 2000.

A partir daí, Ana Carolina Leonardi lembra como a obra começa a se arrastar: Festim dos Corvos só saiu em 2005 e Dança dos Dragões, em 2011. Apesar de afirmar que já possui boa parte do sexto livro, a obra começa a ser postergada pela editora e por Martin.

A série de TV, segundo Ana Carolina, é uma boa maneira de acompanhar as histórias principais sem passar pela longa espera entre um livro e outro. Martin chegou a anunciar que o sexto livro sairia em 2017, mas em julho voltou atrás e decretou que ainda faltam muitos meses. Isso, segundo ela, é falta de respeito com o leitor.

Repercussão

Na página oficial do Facebook da revista Superinteressante, muitos leitores consideraram um “desserviço” o texto da jornalista, alegando que em um país em que poucas pessoas leem, dizer que livros são “perda de tempo” é algo irresponsável: “Nunca li algo tão sem sentido na vida”, comentou uma seguidora da página.

Muitos defenderam a obra, dizendo que ela não é necessariamente difícil e que, pelo contrário, é muito envolvente e interessante.

E que a autora do texto é que parece “não gostar de ler”. Houve também quem considerasse a questão mesquinha e “preguiçosa”.

O bom motivo

A jornalista, no entanto, comenta que há sim um bom motivo para ler a obra: a série [VIDEO] da HBO decaiu em qualidade e há algumas histórias e personagens [VIDEO] nos livros que não aparecem na TV. Para quem quiser conhecer essas boas histórias que foram excluídas, vale a pena ler os livros.

No entanto, o leitor já deve ter ciência de que a obra não foi terminada ainda. E que a série de TV dará o final da história antes que os leitores que começaram a acompanhar o enredo ainda nos anos 1990 consigam ter lido a página final.

“The Raven Cycle”: saga de livros de fantasia será adaptada para TV pelo canal Syfy

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Arthur Brendher, no Series em Cena

Os fãs de sagas e livros de fantasias podem se animar! Entre os novos projetos do canal norte-americano Syfy, destacam-se as adaptações da saga “The Raven Cycle” da autora Maggie Stiefvater, e o drama pós-apocalíptico intitulado “Sand” do autor Hugh Howey.

The Raven Cycle conta a história de Blue Sargent, um garota de 17 anos que se envolve com um grupo de quatro garotos, de uma escola privada e privilegiada, em busca de uma fonte de poder mítico e misterioso escondido em Virgínia. Quanto mais eles se aproximam do controle de seu destino, mais ameaçadoras serão suas jornadas físicas e emocionais, pois Blue descobre que está destinada a matar um dos garotos.

Andrew Miller (The Secret Circle) assumiu o cargo de showrunner da adaptação. Ele vai produzir juntamente com Michael London (The Magicians) da Groundswell Productions e Catherine Hardwicke (Twilight), que também está escalada para dirigir o piloto. A autora da saga, Maggie Stiefvater, irá ser co-produtora e executora da série.

Ler faz bem e é meio caminho para o sucesso. Que o digam estes milionários

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© Neil Hall / Reuters

© Neil Hall / Reuters

Luisa Oliveira, no Visão

Ninguém pode atestar que exista uma relação causa-efeito entre a leitura compulsiva e uma carreira de sucesso. Mas não faltam exemplos de peso, e até um estudo, que apontam para que essa relação seja, no mínimo, forte

Ler. Ler muito. Ler muitos livros. São os três conselhos que algumas das pessoas mais bem sucedidas do mundo dão para se traçar um caminho glorioso, independentemente da idade. Não acredita? Ora leia, pelo menos o que se segue.

Bill Gates, o magnata da Microsoft e o homem mais rico do mundo, por exemplo, dedica-se a um livro por semana. A maioria não é de ficção e essa escolha ajuda-no a perceber melhor o mundo e a forma como as pessoas pensam e agem. Ele assume que, apesar de ter outras fontes de conhecimento, ler “continua a ser o meio principal em que consigo aprender e testar a minha compreensão ao mesmo tempo”.

Há dois anos, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, decidiu ler um livro a cada duas semanas e desafiou o resto do mundo a fazer o mesmo. Nessa sequência, entusiasmou-se e criou um clube de leitura na sua rede social para poder discutir o que acabava de ler com quem estivesse interessado – e foram muitos. Entretanto, a apresentadora de televisão mais influente da América, Oprah Winfrey, teve uma ideia parecida: todos os meses debate uma obra por ela escolhida no Oprah’s Book Club 2.0.

Warren Buffett, investidor e filantropo americano (presidente da Berkshire Hathaway), de 87 anos, não se cansa de repetir que, apesar da idade avançada, ainda passa cerca de 80% do dia a ler, não só livros, mas também jornais. Nos tempos áureos despachava 600 a mil páginas diariamente. E nas cartas anuais que manda aos seus acionistas nunca se esquece de lhes fazer uma recomendação de leitura.

E quando um dia perguntaram a Elon Musk, patrão da Tesla Motors, como tinha aprendido a construir foguetões, ele respondeu com uma frase lacônica: “A ler livros.” Isto depois de explicar que sofreu de bullying na África do Sul, de onde é natural, e que nessas alturas se refugiava nos livros de fantasia e ficção científica.

Frases simples, como esta, ditas por pessoas inspiradoras, fazem mais pelos hábitos de leitura do que muitas políticas nacionais.

Nada disto parece ser um acaso. Pelo menos foi essa a conclusão de Steve Siebold, um estudante americano falido que há 30 anos empreendeu num caminho para se tornar rico – e conseguiu. Tudo começou com uma entrevista a um milionário, depois seguiram-se outras 1200 aos mais ricos do mundo. Nesta sua longa investigação, chegou a um ponto que todos tinham em comum: educavam-se a si mesmos, através da leitura. “Entra-se na casa de uma destas pessoas e a primeira coisa que se vê é uma biblioteca extensa que utilizam para aprenderem” nota Siebold. Na dúvida, comece-se a ler, de imediato.

Homem obcecado por livros de fantasia gasta fortuna em cirurgias para se tornar elfo

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Luis Padron já gastou quase R$ 100 mil em cirurgias (Imagens: Caters News)

Luis Padron já gastou quase R$ 100 mil em cirurgias (Imagens: Caters News)

 

Publicado no Yahoo Notícias

Um homem obcecado por livros e filmes de fantasia já gastou cerca de R$ 100 mil em cirurgias plásticas, numa tentativa de se tornar um elfo da vida real.

Luis Padron, de 25 anos, é de Buenos Aires, Argentina, e desenvolveu esta obsessão por mundos de fantasia como o visto na trilogia ‘Senhor dos Anéis’, desde que era criança.

Agora, ele está numa jornada para imitar a vida de seus personagens preferidos dos livros de fantasia, após gastar mais de R$ 16 mil em tratamentos especializados que incluem o clareamento de seu cabelo e pele.

Ele também gastou quase R$ 100 mil em diversos procedimentos cirúrgicos, incluindo lipoaspiração na região abaixo do queixo, remoção total dos pelos corporais, uma rinoplastia, e operações para alterar a cor dos olhos.

Apesar de receber olhares curiosos de desconhecidos espantados, todo dia, Luis jurou que não irá parar até estar completamente transformado – e está inclusive planejando uma cirurgia complexa, para ficar com 1,95 metro de altura.

Ele é obcecado por livros de fantasia desde pequeno (Imagem: Caters News)

Ele é obcecado por livros de fantasia desde pequeno (Imagem: Caters News)

 

Luis, que vende fantasias e acessórios para cosplay, disse: “Eu quero ser um elfo, um anjo e um ser fantástico, meu objetivo é ter uma aparência não humana, etérea, elegante e delicada”.

“Eu tenho meu próprio ideal de beleza, e quero alcançá-lo, independentemente de qualquer coisa. Quero cortar minhas orelhas para que elas fiquem pontudas como as dos elfos, quero que meu queixo fique mais afiado como um diamante, além de fazer um lifting facial e uma plástica nos olhos para que eles fiquem parecidos com os olhos dos gatos”.

“Eu também estou cogitando colocar implantes de músculos. Também há uma cirurgia para ficar mais alto, e eu irei remover quatro das minhas costelas, para que possa modelar minha cintura e torná-la mais fina”.

Luis sofreu bullying na infância após decidir tingir o cabelo, mas conta que no final acabou sendo admirado por sua individualidade – o que motivou o seu desejo de se tornar um elfo.

Ele sofreu bullying quando criança por seu amor pela fantasia (Imagem: Caters News)

Ele sofreu bullying quando criança por seu amor pela fantasia (Imagem: Caters News)

Ele disse: “Eu sofri bullying quando era criança, e como uma válvula de escape eu mergulhava em filmes de fantasia como ‘Labirinto – A Magia do Tempo’ e ‘A História Sem Fim’, e outros contos”.

“Com o passar do tempo, as coisas mudaram. Os adolescentes mais velhos gostavam de mim porque eu era único, e isso me encorajou a começar a transformar o que eu sentia dentro de mim, em realidade”.

“Eu comecei com o cosplay, mas não foi suficiente. Eu queria mudar para me transformar na minha própria percepção da beleza”.

Ele acrescentou: “Não considero isso uma obsessão, mas na fantasia você tem toda a esperança, o amor, a amizade e os bons sentimentos”.

“Isso me ajuda a me sentir uma boa pessoa, mas no mundo da fantasia você precisa ser bonito não apenas por dentro, mas também por fora”.

“Isso mudou a minha vida para a melhor, de muitas maneiras. Eu não consigo nem começar a descrever”.

Nick Reilly

Yahoo News UK

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