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Posts tagged Livros digitais

Confira dez links de bibliotecas virtuais espalhadas que vão te ajudar a estudar

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Biblioteca digital da USP oferece 50 mil teses e dissertações defendidas na universidade

Biblioteca digital da USP oferece 50 mil teses e dissertações defendidas na universidade

 

Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

Você está à procura de algum livro específico? Para te ajudar, a Educação selecionou dez links de bibliotecas virtuais de todo o mundo espalhadas na internet para você, estudante ou professor, que busca maior aprendizado. Confira:

1) Oxford Digital Library:  site traz projetos digitais das bibliotecas da Universidade de Oxford.

2) Biblioteca Digital de Obras Raras: possui inúmeros livros completos digitalizados, como um de Lavoisier, editado no século 19.

3)  Human Rights Library: site tem mais de 14 mil documentos relacionados aos direitos humanos.

4) Perseus Digital Library: biblioteca dedicada ao estudo dos gregos e romanos antigos.

5) The Digital South Asia Library: site contém periódicos, fotos e estatísticas que contam a história do Sul da Ásia.

6) SciELO: biblioteca eletrônica que reúne periódicos científicos brasileiros.

7) Bibliomania: biblioteca com mais de 2.000 textos clássicos e guias de estudo em inglês.

8) Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro: biblioteca especializada em literatura em Língua Portuguesa.

9) Biblioteca Virtual Universal: site possui textos infanto-juvenis, literários e técnicos.

10) The Literature Network: pra quem gosta de poemas, contos e romances, o site possui aproximadamente 90 autores com livros sobre os temas.

Conheça a biblioteca digital da USP

Professores e alunos da rede estadual paulista podem ter acesso a um acervo virtual com mais de 50 mil teses e dissertações defendidas na Universidade de São Paulo (USP). O material está localizado na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações, criada pela universidade estadual em 2001.

via Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Google apresenta nova biblioteca de livros digitais apostando na evolução dos eBooks

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Publicado no Tudo Celular

Os ebooks já estão por aí há algum tempo, e desde o seu surgimento até os dias atuais, os formatos de livros digitais apresentam tão somente o conteúdo de um livro impresso nas telas de computadores, laptops, celulares e dispositivos como o Kindle ou Kobo. Entre as décadas de 90 e 2000, diversos formatos foram criados, diferentes dispositivos tentaram entrar no novo mercado, mas apenas com a Amazon os ebooks se consolidaram de fato como produtos comerciais.

Mesmo assim, desde então, poucos formatos se mostraram firmes entre os leitores de livros digitais. Os principais deles são o ePub, Mobi (ambos em código aberto), Azw (exclusivo do Kindle), Lit (para o Microsoft Reader) e o PDF, que mesmo não sendo considerado pelo mercado como ebook de fato devido a suas limitações editoriais, ainda é muito popular entre os fãs de literatura mais tecnológicos.

Mas o que todos eles tem em comum desde as origens dos livros digitais? O fato de que simplesmente contém o mesmo conteúdo dos livros físicos que encontramos nas livrarias. Eles trazem o texto, capa, ilustrações, e raros são os casos em que há algum conteúdo exclusivo, e ainda assim são apenas novas ilustrações ou capítulos extras. Claro que há vantagens, como índices interativos, a possibilidade de se integrar ao dicionário dos dispositivos, compartilhar trechos e comentários online, entre outros, mas nada novo em termos de conteúdos.

É bem verdade que o ePub3 tentou, em 2012, fornecer novos tipos de conteúdos aproveitando-se das possibilidades digitais, incluindo marcações HTML5 para incluir mais interatividade, vídeos, entre outros recursos, mas nada disso vingou. A Google, no entanto, acredita que será capaz de ultrapassar a barreira dos textos tradicionais e fornecer novos tipos de ebooks através do Editions at Play.

Trata-se de uma pequena biblioteca de livros experimentais que tiram proveito da conectividade com a Internet em dispositivos móveis atuais. O slogan da nova biblioteca digital da Google diz: “Nós vendemos livros que não podem ser impressos”. Veja abaixo como os livros aparecerão nos smartphones.

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Há apenas alguns livros disponíveis e outros serão lançados em um futuro próximo. Um dos livros é “A Verdade Sobre Cães e Gatos”, de Sam Riviere e Joe Dunthorne, que conta com animações e até mesmo instruções para orientar o leitor através da leitura do conteúdo. Os usuários poderão alternar entre poemas e histórias de Riviere e Dunthorne a qualquer momento, por isso cada leitura será diferente.

O outro livro, que usa recursos ainda mais curiosos, é “Entradas e Saídas” de Reif Larsen. Esta história é contada através do Street View da Google e a narrativa combina locações reais e ficcionais.

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Os livros são otimizados para serem lidos em smartphones e eles são compatíveis com aqueles que executam o Android 4.4 ou mais recente, assim como iOS 8 ou posteriores. Ainda assim, nem todos os aparelhos terão suporte para esses livros, então os usuários podem experimentá-los antes de fazer a compra.

Esta parece ser uma boa maneira de como livros digitais poderiam evoluir, e mesmo se isso ainda levar mais algum tempo até que a biblioteca cresça significativamente, a Google está disposta a ouvir todas as sugestões sobre a criação de livros digitais.

Por outro lado, autores de livros à moda atual talvez sejam ainda um tanto resistentes quanto à criação de conteúdos com novos recursos. Afinal, para a maioria desses artistas, o que vale é uma boa história para se contar. Se conteúdos como animações e outros tipos de recursos dentro das histórias são coisas que os próprios autores devem se preocupar, ou se surgirá parcerias com outros profissionais mais especializados nessas tecnologias, só o tempo dirá.

Conheça sites para baixar livros de forma gratuita e legal

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Publicado no GCN

Para os amantes da leitura, existem 6 sites dos quais é possível baixar e-books, que são versões digitais de livros, de forma legal e gratuita.

Com mais de 1 milhão de opções diferentes, o site Open Library traz obras em diversas línguas, além do português. Entre os autores brasileiros encontrados no site estão Monteiro Lobato, José de Alencar e Machado de Assis.

No Portal Domínio Público,, como o próprio nome diz, estão disponíveis livros de domínio público, sendo que mais de 2 mil estão em português. A Divina Comédia, de Dante Alighieri, que conta uma trajetória pelo Inferno, Purgatório e ao Paraíso, é uma das grandes obras prontinhas para download.

Com livros em várias línguas, o site Projeto Gutemberg é composto por mais de 100 mil leituras diferentes.

Books Brasil possui um site com plataforma um pouco antiga, mas traz obras incríveis, além de jornais e revistas.

Em Obras Raras da USP, é possível encontrar publicações históricas e a obra máxima de Miguel de Cervantes: Dom Quixote de La Mancha.

Por fim, o site Wikisource   é o último citado pelo site da revista Galileu, e tem mais de 27 mil opções em língua portuguesa, com mais uma infinidade de textos em outras línguas, todos também de domínio público.

Ler livros físicos em vez dos digitais deixa a pessoa mais bonita, revela estudo

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O livros físicos estavam sob ameaças desde que surgiram os leitores virtuais, como o Kindle. Mas alguns cientistas comprovaram que o reinado do livro tradicional pode durar muito mais tempo!

Amanda Conte, no SOS Solteiros

O site MIC publicou recentemente um artigo, mostrando que livros podem te ajudar a melhorar a memória, concentração e, o melhor de tudo, te deixar fisicamente mais atraente.

Não acredita? Então se liga só.

1. Memória

De acordo com estudo publicado no International Journal of Educational Research, as pessoas que leem o livro físico lembram-se mais do conteúdo que aqueles que usam livros virtuais, em leitores como o Kindle.

Segundo o estudo “A evolução da leitura na era da digitalização“, da pesquisadora Anne Mangen, da Universidade de Stavanger, na Noruega, o Kindle não traz a sensação ao leitor de reconstruir a história mentalmente, como um livro físico faz.

“A sensação de passar as páginas apoia os sentidos tático e visual, trazendo a sensação de progresso na história quando você está lendo”, declara a pesquisadora.

- Leitura no Kindle

– Leitura no Kindle

 

2. Concentração

Já para a concentração, os livros virtuais podem ter reduzido nossa capacidade de compreensão dos textos.

A pesquisa realizada pela Dra. Naomi Baron, diretora executiva do Centro de Ensino da Universidade Americana , com 400 estudantes com idades entre 18 e 26 anos nos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Índia e Eslováquia os resultados foram reveladores.

Entre 92% e 94%, dos entrevistados disseram se concentrar melhor quando leem algum texto em papel e que comprariam mais livros físicos, se a diferença de preço dos ebooks não fossem tão grandes.

Dra. Baron diz ainda em seu estudo que livros digitais podem aumentar a distração durante a leitura e dificultar a absorção das informações.

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3. Beleza

Um estudo, publicado no site Plos One, comprova que aqueles que leem o livro em papel são mais compreensíveis e sensíveis do que aqueles que usam um aparelho digital, e sabemos que compreensão e sensibilidade podem ser mais atraentes que um olhar 43.

O que chama mais atenção: alguém lendo no celular/tablet/Kindle ou um livro? Pois é, uma outra prova é o Instagram Hot Dudes Reading, que posta fotos de homens lendo em lugares públicos, como metrô e pontos de ônibus. Quem nunca ficou curioso pra saber o título do livro daquela paixão-de-ônibus?

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Mesmo que o livro físico ocupe mais espaço e pese um pouco mais do que um gadget, concluímos que ainda não é hora de deixá-los. Além do mais, quem não quer uma memória mais aguçada, um concentração plena e um charme intelectual?

Bom, pelo menos o cheirinho de livro novo é sempre bem vindo!

72% dos universitários preferem livros impressos a ebooks

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Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

Uma pesquisa organizada pela Direct Textbook – ferramenta de comparação de preços de livros – revelou que sete em cada 10 universitários de instituições norte-americanas preferem livros impressos a ebooks.

Percentualmente, 72% dos estudantes disseram preferir livros didáticos impressos, 27% mencionaram preferir ebooks e 2% afirmaram não ter preferência.

Os argumentos mais citados pelos estudantes para defenderem os impressos foram maior facilidade de leitura, predileção por destacar fisicamente passagens importantes, preços mais baixos e falta de necessidade de acessar a internet. Eles ressaltaram que os ebooks têm como pontos negativos a formatação, a navegação e a dificuldade de fazer marcações, além de causarem dores nos olhos e distração durante a leitura. Outros problemas mencionados foram o fato de professores não permitirem tablets ou laptops em sala de aula. Além disso, os universitários têm o hábito de imprimir páginas de ebooks de qualquer maneira.

Já os alunos que disseram preferir ebooks destacaram que os livros eletrônicos são mais baratos e mais leves, não precisam ser devolvidos e não agridem o ambiente. Também têm a vantagem de permitirem ajustar o tamanho das fontes e o brilho da tela. Os estudantes ainda mencionaram a facilidade de encontrar anotações por meio de uma pesquisa e a possibilidade de converter o texto em áudio. É interessante notar que vários entrevistados disseram preferir ebooks para leitura recreativa, mas não para o aprendizado acadêmico.

Os resultados da pesquisa da Direct Textbook estão alinhadas com dados de mercado. De acordo com o Student Monitor, 87% dos livros didáticos adquiridos em 2014 eram edições impressas (36% eram novos, 36% eram usados e 15% eram alugados). Ebooks compuseram apenas 9% do mercado. Os 4% restantes foram resultado do compartilhamento de arquivos.

“Dada a ubiquidade dos dispositivos de leitura de ebook nos campi universitários, é interessante que os alunos prefiram livros impressos a ebooks, e que o comportamento de compra apoia esse sentimento”, disse Morgan MacArthur, chief technology officer da Direct Textbook. “O que é ainda mais interessante são as diferenças de percepção: tanto os alunos que preferiam livros didáticos como aqueles que preferiam ebooks citaram preços mais baixos como uma razão. Às vezes, livros didáticos impressos são mais baratos, outras vezes, os ebooks são. O aluno médio vai gastar 5 mil dólares em livros didáticos para ganhar um diploma num curso de quatro anos, por isso é importante comparar todas as opções”.

Texto de Bruno Moraes | Ebook News

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