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Posts tagged livros impressos

Amazon.com.br oferece descontos de até 70% em livros geek em maio

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Promoção da loja on-line acontece entre hoje, 1/5, e 31/5 por conta do Dia da Toalha, comemorado no próximo dia 25.

Publicado no IDGNow

A Amazon.com.br realiza uma promoção especial durante o mês de maio com descontos de até 70% para livros impressos do universo geek.

A iniciativa acontece por conta do chamado Dia da Toalha, comemorado em 25 de maio em homenagem ao autor da série de livros “O Guia do Mochileiro das Galáxias”.

A partir de hoje, 1º de maio, diferentes seleções livros do universo geek terão descontos de até 70%. As categorias com os cortes de preços serão renovadas periodicamente até o fim de maio, segundo a Amazon.
Para conferir todas as promoções do Dia da Toalha da Amazon.com.br acesse esse link: www.amazon.com.br/geek

72% dos universitários preferem livros impressos a ebooks

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Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

Uma pesquisa organizada pela Direct Textbook – ferramenta de comparação de preços de livros – revelou que sete em cada 10 universitários de instituições norte-americanas preferem livros impressos a ebooks.

Percentualmente, 72% dos estudantes disseram preferir livros didáticos impressos, 27% mencionaram preferir ebooks e 2% afirmaram não ter preferência.

Os argumentos mais citados pelos estudantes para defenderem os impressos foram maior facilidade de leitura, predileção por destacar fisicamente passagens importantes, preços mais baixos e falta de necessidade de acessar a internet. Eles ressaltaram que os ebooks têm como pontos negativos a formatação, a navegação e a dificuldade de fazer marcações, além de causarem dores nos olhos e distração durante a leitura. Outros problemas mencionados foram o fato de professores não permitirem tablets ou laptops em sala de aula. Além disso, os universitários têm o hábito de imprimir páginas de ebooks de qualquer maneira.

Já os alunos que disseram preferir ebooks destacaram que os livros eletrônicos são mais baratos e mais leves, não precisam ser devolvidos e não agridem o ambiente. Também têm a vantagem de permitirem ajustar o tamanho das fontes e o brilho da tela. Os estudantes ainda mencionaram a facilidade de encontrar anotações por meio de uma pesquisa e a possibilidade de converter o texto em áudio. É interessante notar que vários entrevistados disseram preferir ebooks para leitura recreativa, mas não para o aprendizado acadêmico.

Os resultados da pesquisa da Direct Textbook estão alinhadas com dados de mercado. De acordo com o Student Monitor, 87% dos livros didáticos adquiridos em 2014 eram edições impressas (36% eram novos, 36% eram usados e 15% eram alugados). Ebooks compuseram apenas 9% do mercado. Os 4% restantes foram resultado do compartilhamento de arquivos.

“Dada a ubiquidade dos dispositivos de leitura de ebook nos campi universitários, é interessante que os alunos prefiram livros impressos a ebooks, e que o comportamento de compra apoia esse sentimento”, disse Morgan MacArthur, chief technology officer da Direct Textbook. “O que é ainda mais interessante são as diferenças de percepção: tanto os alunos que preferiam livros didáticos como aqueles que preferiam ebooks citaram preços mais baixos como uma razão. Às vezes, livros didáticos impressos são mais baratos, outras vezes, os ebooks são. O aluno médio vai gastar 5 mil dólares em livros didáticos para ganhar um diploma num curso de quatro anos, por isso é importante comparar todas as opções”.

Texto de Bruno Moraes | Ebook News

Vendas de livros impressos sobem, enquanto digitais perdem popularidade, diz ‘FT’

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Preferência de jovens por títulos convencionais mostra tendência que contraria previsão de especialistas, diz jornal britânico

Jovens preferem livros impressos, diz pesquisa (Foto: Freeimages)

Jovens preferem livros impressos, diz pesquisa (Foto: Freeimages)

Publicado em O Globo

Os livros de papel estão virando o jogo na guerra contra os e-books. Contrariando expectativas do mercado, as vendas de títulos impressos vendidas nas principais livrarias dos EUA, Reino Unido e Austrália subiram em 2014, segundo reportagem publicada neste sábado pelo “Financial Times”. Enquanto isso, o desempenho de publicações eletrônicas tem desapontado quem apostou que dispositivos como o Kindle substituiriam a mídia tradicional.

De acordo com o levantamento Nielsen BookScan, citado pelo jornal britânico, o número de livros físicos vendidos nos EUA subiu 2,4% no ano passado, alcançando 635 milhões. No Reino Unido, o setor encolheu 1,3%, mas a queda representa uma melhor ante 2013, quando as vendas recuaram 6,5%.

A rede de livrarias britânica Waterstones foi uma das companhias que se beneficiou com a retomada do setor no país. As vendas da empresa subiram 5% em dezembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Não graças aos livros para Kindle, diz o diretor-executivo James Daunt, acrescentando que as vendas de títulos digitais “desapareceram”.

“As coisas andam mal, mas já alcançamos o fundo do poço do mercado”, disse Sam Husain, diretor-executivo da rede de livrarias Foyles, que viu as vendas da empresa crescerem 8%, também puxadas pelos livros impressos.

PREFERÊNCIA ENTRE JOVENS

De acordo com especialistas ouvidos pelo “FT”, a tendência deve se manter nos próximos anos, já que a melhora no mercado de livros físicos tem sido influenciada fortemente pelo público mais jovem. As vendas de títulos de ficção para jovens adultos cresceram 12% em 2014, mais que os títulos voltados para adultos. Os destaques do segmento são títulos como a série “Crepúsculo” e o best-seller “A Culpa é das Estrelas”.

“Jornais impressos são resistentes entre aqueles que cresceram com jornais impressos. Livros impressos são resistentes entre todos as idades”, disse Paul Lee, analista da Deloitte, que projeta que 80% das vendas de livros em 2015 serão de cópias físicas.

Pesquisa recente da Nielsen indica que a maioria dos adolescentes entre 13 e 17 anos preferem os livros de papel. O jornal não cita os percentuais do levantamento, mas a consultoria destaca que o resultado do estudo pode estar relacionado à falta de cartões de crédito entre os mais jovens. Mas também diz que a possibilidade de compartilhar os títulos preferidos conta pontos: é mais fácil compartilhar e emprestar livros impressos.

Apesar dos números melhores que o esperado frente ao mercado de ebooks, o “FT”, controlado pela editora Pearson, destaca que o setor ainda enfrenta desafios. Principalmente em relação à concorrência com a Amazon, que domina o mercado de livros digitais.

No ano passado, a empresa de Jeff Bezos e a editora francesa Hachette travaram uma longa batalha sobre o patamar dos preços dos livros. Enquanto a Amazon queria manter preços baixos, a editora queria elevar o valor dos títulos. Em novembro, as duas partes anunciaram que entraram em um acordo, para que a editora determine os preços dos livros.

“O setor enfrenta várias ameaças estruturais. O domínio da Amazon significa que as negociações de preços continuarão a ser fontes de tensão. A publicação independente continua a crescer, e as editoras ainda estão esperando para ver se os modelos de assinatura — que transformaram a indústria de música — vão funcionar entre leitores”, avalia a reportagem do “FT”.

Vendas de ebooks deve ultrapassar a de livros impressos em três anos

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Vendas de ebooks deve ultrapassar a de livros impressos em três anos

Foto: divulgacao

Popularidade dos livros digitais continua em alta

Publicado no Paraíba Total

Pessoas que acreditam que livro impresso é melhor, e elas tem um tanto de razão, ao menos no Brasil: em determinados lugares, ainda existe o medo de que alguém vá querer lhe roubar ao confundir um simples leitor de ebooks com um tablet, e coisas do tipo. Mas ainda assim, é cada vez maior o número de pessoas a terem um Kindle.

O fato é que dentro de poucos anos, até as editoras tenham que apostar com muito mais força nos ebooks. Uma projeção da PricewaterhouseCoopers estima que em 2018, o lucro das editoras com livros digitais já chegará a ser maior do que o valor arrecadado com a venda de livros impressos.

A revolução que a música já sofreu, e que os filmes estão precisando lidar com, chegará em breve à literatura.

Livro físico vai se tornar item de colecionador, mas a literatura, o que é realmente importante dentro de um livro, vai se tornando cada vez mais acessível.

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