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16 livros mais vendidos do mundo

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Livros (Foto: Reprodução da internet)

Livros (Foto: Reprodução da internet)

 

Publicado no Meio Norte

A leitura é um hábito essencial para a formação do raciocínio, do repertório cultural, do vocabulário e da imaginação. Quem lê descobre mundos fantásticos, enredos envolventes e encontra inspirações para a vida.

Se você gosta de ler, confira alguns dos livros mais vendidos no mundo. Nesta seleção, você vai encontrar obras literárias que bateram recordes de vendas em diversos países e que marcaram o mercado de livros com milhões de cópias vendidas. Confira!

1 – Bíblia – Estima-se que já tenham sido comercializados mais de 3.9 bilhões de exemplares da Bíblia Sagrada no mundo. O livro aparece no primeiro lugar absoluto dos livros mais vendidos da história.

2 – Um conto de duas Cidades – Essa obra já vendeu 200 milhões de cópias. O livro de Charles Dickens, romancista inglês do século XIX, é um sucesso. A obra conta os efeitos da Revolução Francesa na Inglaterra.

3 – O Senhor dos Anéis – O livro vendeu mais 150 milhões de exemplares. Trata-se de um best-seller do inglês J. R. R. Tolkien, que já foi traduzido para mais de 40 idiomas. É uma narrativa mitológica.

4 – O pequeno príncipe – Já vendeu mais de 140 milhões de cópias. É uma obra do francês Anoine de Saint-Exupéry e foi publicado em mais de 160 idiomas.

5 – O caso dos dez negrinhos – O livro vendeu mais de 100 milhões de exemplares. É o maior sucesso da escritora Agatha Christie.

6 – O sonho da câmara vermelha – Vendeu mais de 100 milhões de cópias. Considerado como uma obra-prima da literatura chinesa, o livro foi criado pelo escritor e pintor Cao Xueqin.

7 – O Hobbit – Vendeu mais de 100 milhões de livros no mundo. A obra de J. R. R. Tolkien faz parte da saga “Senhor dos Anéis”.

8 – O leão, a feiticeira e o guarda-roupa – A obra já vendeu mais de 85 milhões de livros. Faz parte da série “As Crônicas de Nárnia”, escrito pelo britânico C. S. Lewis. A obra foi traduzida para 41 idiomas.

9 – Ela, a feiticeira – Já vendeu mais de 83 milhões de livros. É o maior sucesso do inglês Henry Haggard.

10 – Código Da Vinci – Vendeu mais de 80 milhões de livros. Trata-se de uma obra do escritor norte-americano Dan Brown.

11 – Think and grow rich – Já vendeu mais de 70 milhões de livros. É considerado um clássico por pessoas que buscam o sucesso. Escrito por Napoleon Hill, em 1937.

12 – O apanhador do campo de centeio – Vendeu mais de 65 milhões de cópias. Foi publicado em 1951. O romance foi escrito pelo norte-americano J. D. Salinger.

13 – O alquimista – Vendeu mais de 65 milhões de cópias. O livro, do brasileiro Paulo Coelho, foi traduzido para mais de 65 idiomas.

14 – Dom Quixote – Obra clássica de Miguel de Cervantes, Dom Quixote foi publicado em 1605. A estimativa é que tenham sido vendidos cerca de 500 milhões de livros.

15 – O Conde de Monte Cristo – O livro de Alexandre Dumas foi publicado em 1844. Já vendeu 200 milhões de cópias.

16 — Harry Potter e a Pedra Filosofal – A primeira obra da saga Harry Potter vendeu cerca de 130 milhões de livros. Escrito por J.K. Rowling e publicado em 1997, o livro conta a história do bruxo Harry Potter em uma famosa escola de magia.

Os 10 livros mais vendidos em 2015 na Amazon Brasil

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O Mundo de Gelo e Fogo: o livro de George R. R. Martin foi o décimo mais vendido no site

O Mundo de Gelo e Fogo: o livro de George R. R. Martin foi o décimo mais vendido no site

Marina Demartini, na Exame

São Paulo – A Amazon divulgou a lista dos dez livros impressos mais vendidos em 2015 no Brasil. O clássico O Pequeno Príncipe, do escritor Antoine de Saint-Exupéry, encabeçou o ranking, que é composto, em sua maioria, por livros de ficção. O único autor brasileiro que faz parte da classificação é Augusto Cury com seu livro Ansiedade.

Além dos impressos, a empresa também divulgou o ranking dos dez livros digitais mais vendidos na loja Kindle no ano passado. Grey, de E. L. James, que também está na lista anterior, conquistou o quinto lugar da classificação.

Segundo a Amazon, as listas foram criadas com base na quantidade de unidades vendidas pelo site da empresa no Brasil (amazon.com.br) nos últimos 12 meses.
Confira abaixo os dez livros impressos mais vendidos em 2015:

1. O Pequeno Príncipe – Edição de Luxo, por Antoine de Saint-Exupéry

2. Jardim Secreto. Livro de Colorir e Caça ao Tesouro Antiestresse, por Johanna Basford

3. Batman – O Cavaleiro das Trevas – Volume 1, por Frank Miller

4. Sherlock Holmes – Caixa, por Arthur Conan Doyle

5. Guerra Civil, por Mark Millar

6. Sapiens. Uma Breve História da Humanidade, por Yuval Noah Harari

7. Ansiedade, por Augusto Cury

8. Grey: Cinquenta Tons de Cinza Pelos Olhos de Christian, por E. L. James

9. O Demonologista, por Andrew Pyper

10. O Mundo de Gelo e Fogo, por George R. R. Martin

Os 10 livros digitais mais vendidos em 2015 na loja Kindle, da Amazon:

1. Scrum – A Arte de Fazer o Dobro de Trabalho na Metade do Tempo, por Jeff Sutherland

2. 23 Hábitos Anti-Procrastinação: Como Deixar de Ser Preguiçoso e Ter Resultados Em Sua Vida, por S.J. Scott

3. 1808: Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil, por Laurentino Gomes

4. Uma breve história do tempo, por Stephen Hawking

5. Grey (Cinquenta tons de cinza), por E. L. James

6. Função CEO – A Descoberta da Verdade: A Descoberta da Verdade, por Tatiana Amaral

7. A Mágica da Arrumação: A arte japonesa de colocar ordem na sua casa e na sua vida, por Marie Kondo

8. O Poder do Hábito: Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios, por Charles Duhigg

9. Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo, por Leandro Narloch

10. As Espiãs do Dia D: Um Suspense Inspirado em História Real, por Ken Follet

Chico Buarque é o único escritor brasileiro na lista dos livros de ficção mais vendidos

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Recentemente ele foi hostilizado por alguns jovens no Rio de Janeiro devido à sua posição política.

Antonio Marques da Silva, no Blasting News

Chico Buarque apresentando seu livro (Assessoria)

Chico Buarque apresentando seu livro (Assessoria)

No ano em que foi hostilizado por um pequeno grupo de jovens no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, devido à sua posição política, Chico Buarque têm motivos de sobra para ostentar o sorriso que deu aos seus críticos na ocasião. Ele é o único escritor brasileiro que conseguiu figurar na seleta lista dos 20 livros de ficção mais vendidos de 2015.

O livro “O Irmão Alemão”, considerada uma obra semi-autobiográfica do músico que também emplacou como escritor, vendeu até o começo de dezembro 17 mil exemplares apenas no Brasil. Esses números colocam Chico Buarque na 18ª posição do ranking organizado pela Publishnews, que reúne as vendas de livros das 12 maiores livrarias brasileiras.

O primeiro livro mais vendido da lista é Grey, de EL James, com uma vendagem de 165 mil unidades. Outros brasileiros também se destacaram na literatura em 2015, mas em gêneros variados, como é o caso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Andressa Urach, Bela Gil, Kéfera e o médico Drauzio Varella.

Posição política

Chico Buarque nunca escondeu sua posição política e por isso acabou sendo levado a se envolver em algumas polêmicas, como o episódio registrado há poucos dias quando foi coagido por alguns jovens durante um passeio pelo Leblon, bairro nobre do Rio de Janeiro. Chico não fez nada de mais, apenas incomodou os jovens devido à sua posição política enquanto exerce sua cidadania não como o músico ou escritor, mas como o cidadão brasileiro Francisco Buarque de Holanda.

A alegação dos jovens que abordaram o músico e escritor é que teriam visto um vídeo em que divulga apoio ao PT (Partido dos Trabalhadores), sendo favorável à presidente Dilma Rousseff. Eles afirmaram durante a discussão que não gostaram dessa posição de Chico Buarque, que também participou das eleições presidenciais de 2014.

Alguns dias após o episódio envolvendo o músico e os jovens, milhares de internautas saíram em sua defesa nas redes sociais convocando um ato a seu favor no Rio de Janeiro, que acabou reunindo várias pessoas em um bar no mesmo local onde foi hostilizado.

Harry Potter e Código da Vinci: veja os livros mais vendidos de todos os tempos

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Saiba quais são as dez obras da literatura que mais fizeram sucesso em vendas em todos os tempos

Publicado no Terra

A literatura encontrou uma forma de prestar tributo a um dos maiores escritores da História: o último Dia Internacional do Livro, celebrado em 17 de abril, homenageou o espanhol Miguel de Cervantes y Saavedra, autor de Dom Quixote, que morreu aos 68 anos em 23 de abril de 1616

Para contribuir com a homenagem, o Terra e a Nuvem de Livros apresentam as 10 obras mais vendidas de todos os tempos (sem contar livros religiosos, como a Bíblia Sagrada e o Corão). A lista é inspirada na publicação do site americano Ranker. Confira!

Um Conto de Duas Cidades (Charles Dickens)

Com personagens profundos e bem descritos, Charles Dickens, mesmo autor de Oliver Twist, narra os impactos da Revolução Francesa em duas cidades: Paris e Londres. Publicado em 1859, é um dos livros de língua inglesa mais admirados da história e leitura obrigatória em muitas escolas nos Estados Unidos. Estima-se que já tenha vendido mais de 200 milhões de cópias.

O Senhor dos Anéis (J.R.R. Tolkien)

A fantasiosa história de J.R.R. Tolkien, apesar de ter feito um sucesso enorme no cinema no início do século 21, foi escrita em 1954. O livro foi desmembrado em três volumes, especialmente por questões logísticas. As vendas já atingiram a casa das 150 milhões de cópias.

O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)

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O livro de Antoine de Saint-Exupéry tem todos os ingredientes de um ótimo livro infantil, mas até hoje é saboreado por públicos de diversas idades. Publicado em 1943, há controvérsias sobre o número de exemplares vendidos: entre 80 e 200 milhões (para este artigos, consideramos a média de 140 milhões). Conteúdo disponível na Nuvem de Livros.

O Hobbit (J.R.R. Tolkien)

Publicado em 1937, O Hobbit é o livro que antecede a saga de O Senhor dos Anéis – muitos dos personagens deste livro voltam a aparecer na trilogia lançada por Tolkien 17 anos depois, como Bilbo Bolseiro, Gandalf e Smeagol, além do próprio Anel de Sauron. Foram mais de 100 milhões de cópias vendidas.

Harry Potter e a Pedra Filosofal (J.K. Rowling)

Primeiro dos sete livros sobre as aventuras bruxo mais famoso da literatura mundial, Harry Potter e a Pedra Filosofal foi escrito em 1997 e vendeu mais de 107 milhões de exemplares no mundo. No geral, a série vende mais de 650 milhões de livros.

(mais…)

Para além dos livros: a literatura infantojuvenil do século XXI

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O adolescente do século XXI é preguiçoso, viciado em smartphones, redes sociais, aplicativos e sem grandes ambições. Será? Novas observações sobre o mercado literário direcionado a tal público mostram uma alta gritante nos números de venda de livros infantojuvenis, desconstruindo a dissociação entre a literatura e os jovens.

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Sofia Alves, no Homo Literatus

A maioria dos livros que fazem parte de listas que selecionam os livros mais vendidos da semana ou do mês são de autores infantojuvenis. John Green e Cassandra Clare são dois nomes muito poderosos entre a garotada, arrastando legiões de fãs pelo mundo que se identificam e criam vínculos afetivos com seus personagens.

Os livros têm se difundido entre essa faixa de idade com tal força graças a um conjunto de fatores interessantes e observáveis no cotidiano. A internet torna-se meio de conhecimento e troca de informações sobre os exemplares por abranger uma grande quantidade de pessoas interessadas em determinados assuntos, o que agiliza a busca por novos títulos e apimenta a discussão sobre os enredos, etc. Com isso, o número de blogs que postam resenhas dos últimos lançamentos literários para o público jovem tem crescido exponencialmente e se difundido com uma velocidade impressionante, caracterizando assim uma geração de leitores extremamente ativos e informados sobre seus livros favoritos.

A grande pergunta é: se essa geração utiliza tanto da tecnologia para se informar sobre novos títulos e buscar mais informações sobre aqueles que já tem simpatia, por que o consumo de e-books ainda não é tão alto quanto se estima? Simples: porque nessa faixa de idade há a necessidade da autopromoção. O processo de leitura vai para além da assimilação das palavras. O leitor infantojuvenil precisa mostrar aos seus colegas o que está lendo e o progresso que está tendo, preferindo então a compra de livros físicos. Essa exibição gera uma identificação e, consequentemente, uma aproximação entre pessoas com gostos afins, formando-se então as famosas “tribos”.

Cada um desses grandes escritores queridos pelos adolescentes assume um papel social de grande importância e que acaba por aproximar sua imagem da personalidade dos fãs. O norte-americano John Green, por exemplo, é uma das personalidades mais influentes nas redes sociais da atualidade. Dono de vlogs no Youtube, contas no Twitter e de grandes doações, o autor ganhou o carinho da molecada por seu perfil simples e deslocado, típico dos adolescentes que leem suas obras.

Alguns estudiosos no ramo gostam de atribuir o começo dessa era de fanatismo literário com a explosão do fenômeno Harry Potter, onde milhões de crianças e adolescentes ao redor do mundo devoravam exemplares de 300 a 500 páginas em dias.

O grande questionamento que fica é sobre a qualidade dos livros. Há alguns anos atrás essa mesma faixa de idade lia títulos recomendados por professores e pais, o que trazia às histórias uma moral educacional. No século XXI a leitura está mais associada à diversão, com personagens leves e histórias com uma proximidade emocional de seu público.

A leitura deve ser um processo de crescimento tal como o desenvolvimento biológico de um ser humano. Primeiro deve-se deleitar de histórias mais simples para depois então partir para enredos mais densos e complexos. A fixação nos dois extremos é prejudicial visto que limita as possibilidades de leitura da vida, um dos grandes objetivos da leitura. O ser humano (quase) perfeito é aquele que encontra equilibro entre o que ama e o que detesta.

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