Contando e Cantando (Volume 2)

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John Green, autor de ‘A Culpa É das Estrelas’, defende escrita ‘honesta’

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John Green, autor do livro 'A Culpa é dos Estrelas'

John Green, autor do livro ‘A Culpa é dos Estrelas’

Rodrigo Salem, na Folha de S.Paulo

O norte-americano John Green, 36, pode ser considerado hoje um dos escritores mais poderosos do mundo.

Quatro dos dez livros mais vendidos no Brasil atualmente foram escritos por ele, com destaque para o líder “A Culpa É das Estrelas”, cuja adaptação chega aos cinemas na quinta (5) como uma das estreias mais esperadas do ano.

“Cidades de Papel”, “A Culpa…”, “O Teorema Katherine”, os três da Intrínseca, e “Quem é Você, Alasca?” (WMF Martins Fontes) somam 2 milhões de exemplares vendidos no Brasil, onde a tiragem inicial média de um livro é de 3.000 exemplares.

O frenesi em torno de Green se traduz em contratos milionários, milhões de visualizações de seu programa na internet, além de detratores e fãs apaixonados.

Críticos (leia mais ao lado) consideram que seus livros têm pouca ousadia narrativa; fãs ressaltam o retrato fiel da adolescência. Green assume suas fragilidades, mas defende sua escrita honesta, sem sentimentalismo barato.

“Sou terrível em estrutura. Por isso não escrevo um roteiro. Não tenho o menor conhecimento de trama. Quando escrevo, penso apenas em ter o suficiente para manter o leitor interessado no livro.”

As obras de Green são baseadas em sua juventude em Orlando ou em sua experiência como capelão de um hospital. A protagonista de “A Culpa…”, por exemplo, foi inspirada em uma garota que conheceu em uma convenção de fãs de Harry Potter.

Considerando o tema pesado desse livro, uma história de amor inocente entre dois jovens com câncer, o autor diz se preocupar em ir na contramão do cinismo, da violência e dos temas mais sexuais da literatura comercial e, por que não, do cinema.

“Eu nunca sei qual o limite do que é piegas ou sincero”, confessa. “Para mim, é importante escrever honestamente e sem ironia, porque é algo raro na ficção norte-americana. O risco disso é gerar sentimentalismo barato, e não quero nunca proporcionar essa experiência.”

A adaptação para o cinema protagonizada Shailene Woodley (“Divergente”) deve atingir o mesmo sucesso do livro.

“Os melhores livros do gênero, seja ficção científica ou romance, são aqueles que não subestimam os adolescentes e os respeitam. Acho que ‘A Culpa É das Estrelas’ será um sucesso no cinema por causa disso”, diz o autor.

Lançado no Brasil em julho de 2012, “A Culpa É das Estrelas” já vendeu, segundo a editora Intrínseca, cerca de 1,2 milhão de cópias. Neste ano, a média mensal atinge 50 mil exemplares.

Se mantiver esse ritmo, ultrapassará em um ano “O Código Da Vinci”, de Dan Brown, que tem 1,8 milhão de cópias vendidas em dez anos.

Green diz, sorrindo, que acompanha “os números das vendas” no Brasil e que foi convidado para a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), mas não pôde aceitar por problemas de agenda.

Sobre novos livros, ele revela: “Estou tentando escrever algo novo, mas está difícil no momento. ‘A Culpa É das Estrelas’ está muito fresco em minha mente e não consigo me livrar dele”.

CULTO POP

O estilo de Green ajudou a transformá-lo num fenômeno não só literário, mas também de vídeos na internet.

Em 2007, com dois livros pouco famosos (“Quem É Você, Alasca?”, de 2005, e “O Teorema Katherine”, de 2006), ele e o irmão, Hank, criaram o projeto virtual Vlogbrothers, no qual postam vídeos no YouTube com discursos comportamentais, educacionais ou sobre cultura pop.

O canal tem cerca de 2 milhões de assinantes. Um dos vídeos mais recentes, sobre o conflito na República Centro-Africana, foi visto quase 300 mil vezes. “Por muitos anos, esses vídeos eram meu sustento, e eu escrevia como bico. Agora, a maioria do meu dinheiro vem dos livros.”

Ele usa a fama para tentar convocar os fãs a praticarem boas ações e arrecadarem fundos para entidades sociais e ambientais.

O estilo politicamente correto do autor também atrai detratores. Autores de sites como “Stop John Green” se incomodam com o fato de opiniões virarem mantras para seguidores e pinçam trechos de seus discursos considerados sexistas, por exemplo. “Estou mais cuidadoso com meus comentários, porque eles podem ser tirados de contexto por quem quer gerar raiva contra mim”, diz.

Ao jornal “Los Angeles Times”, Green se defendeu: “Não somos um culto.”

Livro de economista celebridade será lançado no Brasil em novembro

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Livro sobre desigualdade de renda, de Thomas Piketty, ficou semanas como mais vendido na Amazon. (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Livro sobre desigualdade de renda, de Thomas Piketty, ficou semanas como mais vendido na Amazon. (Foto: Charles Platiau/Reuters)

‘Capital no século XXI’ ficou em 1º na lista dos mais vendidos da Amazon.
Veja perguntas e respostas sobre obra de Piketty que aborda desigualdade.

Publicado no G1

“Capital no século XXI”, a polêmica obra do francês Thomas Piketty, que levantou um debate mundial sobre a desigualdade, vai ser lançada em novembro no Brasil, pela editora Intrínseca. Desde que foi traduzido para o inglês, neste ano, o livro ganhou notoriedade e transformou seu autor em um economista celebridade. Na obra, ele concluiu que o capitalismo está aumentando a desigualdade entre ricos e pobres.

A publicação vem sendo considerada até uma atualização do livro de Karl Marx, “O Capital”. Em abril passado, chegou a liderar a lista dos livros mais vendidos durante algumas semanas no site da Amazon, desbancando até as obras de ficção ou auto-ajuda. Mesmo ainda sem tradução para o português, o título era o 43º mais vendido da Amazon no Brasil na última terça (27).

Segundo o economista francês, a desigualdade está aumentando porque o rendimento dos investimentos (alugueis, ações, aplicações) tem sido maior que o da renda obtida com o trabalho. Assim, quem tem dinheiro sobrando para investir vê o montante crescer mais que os que não têm.

Como possível solução, Piketty defende elevar o imposto pago pelos mais ricos.

O livro foi elogiado por renomados economistas e publicações especializadas, mas foi criticado pelo jornal britânico “Financial Times”, que apontou erros nos cálculos.

Veja abaixo perguntas e respostas sobre o livro e Piketty:

– Quem é Thomas Piketty?
Economista francês, ele é autor do livro “Capitalismo no século XXI”, que mostra que o modelo econômico aumentou a desigualdade nos últimos 30 anos com a concentração de renda. Isso acontece porque o retorno financeiro (de aplicações, alugueis e lucros) cresce mais que os salários. Assim, quem tem dinheiro sobrando e investe multiplica sua riqueza de forma mais rápida do que quem produz.

– Por que ele se tornou uma celebridade?
O livro foi publicado primeiro em francês, mas ganhou notoriedade após ser traduzido para o inglês, neste ano. Piketty demonstrou ter encontrado uma contradição central no capitalismo que, em vez de dar oportunidades iguais de crescimento para todos, estaria tornando a desigualdade mais extrema, já que quem tem mais dinheiro consegue a riqueza em escala maior.  Além disso, apesar de usar uma grande base de dados, a obra não está escrita em “economês”, diz a revista “The Economist”.

– Como o economista chegou a essa conclusão sobre o capitalismo?
Ele analisou uma quantidade grande e diversificada de dados econômicos e de renda de 20 países. Para ter uma noção mais real da desigualdade, Piketty usa dados fiscais, de imposto de renda. Segundo ele, as pessoas, principalmente as de maior renda, não informam exatamente o que ganham em pesquisas, o que distorce a realidade.

Capa do livro de Thomas Piketty em inglês (Foto: Reprodução)

Capa do livro de Thomas Piketty em inglês (Foto: Reprodução)

– Há alguma relação com “O Capital”, de Karl Marx?
A obra é considerada informalmente uma atualização do livro de Marx, que apontava o capitalismo como fonte de desigualdade e propunha o socialismo como solução. Piketty aponta que, se por um lado, o caos previsto por Marx não aconteceu, por outro não reduzimos a desigualdade econômica tanto quanto crescemos e que isso prejudica a democracia – por dar oportunidades e espaço diferente às pessoas – e causa descontentamentos.

– Que repercussão o livro teve?
Piketty foi elogiado por ganhadores do prêmio Nobel e chamado para dar  palestra ao governo americano e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Paul Krugman, da Universidade de Princeton, afirmou que o livro “será o mais importante trabalho de economia do ano – talvez da década”, e Joseph Stiglitz, da Universidade Columbia, disse que a “contribuição fundamental” de Piketty havia sido fornecer dados sobre a distribuição de riqueza. A revista “Economist” chamou o autor de “maior que Marx”.

– O que o autor propõe para reduzir a desigualdade?
Piketty defende um imposto global sobre a riqueza, ou seja, que as pessoas mais ricas paguem mais imposto de renda. Nos EUA, ele sugere que quem tem renda anual acima de US$ 1 milhão (cerca de R$ 2,2 milhões) pague taxas acima de 80%, o que iria desestimular o pagamento de salários muito altos. Já as rendas acima de US$ 200 mil (R$ 440 mil) seriam taxadas em 50% ou 60%.

– Há críticas negativas ao livro?
Sim, o jornal britânico “Financial Times” diz ter feito uma investigação sobre os cálculos usados no livro e descoberto que há erros nas fórmulas e dados inseridos sem explicação. A publicação diz que limpou e simplificou os dados e não chegou à conclusão de que está havendo aumento da desigualdade na Europa, por exemplo. Segundo o “FT”, outros especialistas têm preocupações parecidas.

– O que Piketty fala sobre as críticas?
O economista diz que os dados brutos foram ajustados para a análise, já que as informações sobre riqueza não são padronizadas, mas que se espantaria se cálculos mais detalhados modificassem as concussões sobre o aumento da desigualdade. Além disso, ele diz que dados mais recentes e não usados no livro apontam que a concentração de renda nos EUA se exacerbou ainda mais.

– O livro analisa a desigualdade do Brasil?
Não, o argentino Facundo Alvaredo, que integra a equipe de Piketty em Paris, disse que desde 2008 tenta obter – sem sucesso – os dados anônimos de Imposto de Renda do Brasil com a Receita Federal, mas não conseguiu, por isso o país ficou de fora do livro.

– O trabalho dele parou por aí?
Não, Piketty tem um site com os números coletados – The World Top Incomes Database – e está levantando mais números de cerca de 50 países, disse à BBC Brasil o argentino Facundo Alvaredo, que integra a equipe de Piketty em Paris.

Confira a trajetória do economista e da sua principal obra:

Cronologia de Thomas Pikkety (Foto: G1)

Spielberg quer filmar inusitada volta por cima de menina vítima de bullying e que se tornou uma escritora de sucesso

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Maya Van Wagenen seguiu conselhos de um guia dos anos 1950 sobre como se tornar popular BBC

Maya Van Wagenen seguiu conselhos de um guia dos anos 1950 sobre como se tornar popular BBC

Maya Van Wagenen era perseguida no colégio e se transformou em uma escritora de sucesso

Publicado no R7 [via BBC Brasil]

Há dois anos, a americana Maya Van Wagenen estava em crise porque era vítima de bullying na escola.

Agora ela é uma autora de sucesso e pode ver sua história ir parar no cinema pelas mãos de ninguém menos do que Steve Spielberg.

A volta por cima de Maya começou quando sua mãe lembrou de um antigo guia dos anos 1950, que dava dicas sobre como ser uma adolescente popular.

Ao ver a menina triste, ela sugeriu que a filha, que tinha 13 anos na época, seguisse os conselhos e registrasse tudo num diário.

A princípio, ela se recusou veementemente, como faz a maioria adolescente diante de qualquer sugestão que venha de seus pais. Mas depois ela reconsiderou e pôs projeto em prática.

Entre as dicas, estava por exemplo só usar saias e não dispensar um bom colar de pérolas ao ir às compras.

A experiência não apenas deu certo como também virou um dos livros mais vendidos nos Estados Unidos.

O sucesso de Popular: a vintage guide for the modern geek (Popular: um guia vintage para o nerd moderno, numa tradução livre) chamou a atenção de Spielberg.

Por meio de seu estúdio, o Dreamworks, ele acaba de comprar os direitos para transformar o livro em filme.

‘Quase não acreditei. É incrível!’, disse Maya ao programa BBC Newsbeat. ‘Mas será um pouco estranho ver uma pessoa interpretando o meu papel no cinema.’

10 livros que vão te dar vontade de fazer as malas e desbravar o mundo

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Publicado em Nômades Digitais

Os livros são verdadeiros companheiros na hora de viajar, seja pra passar o tempo, como guia ou até mesmo servindo como a própria viagem, feita diretamente da nossa cabeça para o universo da história que estamos lendo. Seja para espantar o tédio, saber mais sobre um determinado assunto ou se guiar por aí, eles são a companhia perfeita para todo o viajante que se preze.

Já mostramos aqui 10 filmes imperdíveis para quem está sempre pensando na próxima viagem; agora é a vez dos 10 livros sobre viagens que você não vai querer perder. Desde clássicos como Cem Anos de Solidão, os que são leitura obrigatória, como os da autora Jan Morris, e até as histórias mais improváveis e malucas, como no livro de Michael Paterniti, você certamente encontrará um enredo para chamar de seu, até que lancem um novo recheado de novas aventuras.

Dá uma olhada:

1. O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry

Precisa explicar? É simplesmente o clássico dos clássicos da literatura infanto-juvenil, um dos principais livros mais vendidos de todos os tempos, traduzido em mais de 190 línguas e já vendeu mais de 80 milhões de cópias no mundo todo. O narrador é um piloto de avião que cai no deserto do Saara. Nisso ele conhece um principezinho, morador de um pequeno planeta, que viaja para seis outros asteroides e para a Terra, onde ele vai conhecendo outras pessoas e trocando experiências e aprendizados que marcaram as nossas vidas. Afinal, quem nunca repetiu a frase “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativas”?

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2. On the Road/Pé na Estrada, de Jack Kerouac

Este livro é uma verdadeira bíblia para aqueles que sonham em botar o pé na estrada e não tirá-lo nunca mais. A obra reúne uma série de viagens feitas por amigos do autor, transportando o leitor de Nova York a Denver, para São Francisco e Los Angeles, com histórias embaladas por jazz, poesia e drogas. Além de ser um dos mais importantes livros do autor, é um dos principais representantes do movimento Beat, dando origem a inúmeros outros movimentos de contracultura dos Estados Unidos. Se você tem espírito nômade, tem-que-ler.

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3. Um ano na Provence, de Peter Mayle

Considerada uma das mais divertidas, adoradas e bem-sucedidas obras do gênero já publicadas, o livro venceu o prêmio Melhor Livro de Viagem do British Book Awards e conta aquela velha história: largar tudo e recomeçar a vida em um lugar distante, mais precisamente, numa casal rural no sul da França. A história real do autor inglês, que é ex-publicitário, revela descobertas e surpresas com riqueza em detalhes e humor refinado. Uma história que revela, com tato, todos os prazeres mais rústicos da vida. 

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4. A Praia, de Alex Garland

O romance, mais famoso ainda em sua adaptação para cinema – recomendada aqui -, conta a busca de um mochileiro britânico pelo paraíso na Terra, o que inspirou toda uma geração de estudantes a cair de cabeça no Extremo Oriente, colaborando para que o destino se consolidasse como um verdadeiro símbolo do escapismo.

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5. Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Marques

Um dos grandes clássicos da literatura, pelo qual o autor recebeu prêmio Nobel da categoria, se passa na pequenina cidade fictícia de Macondo, onde é traçada toda uma história em volta da família Buendía, a estirpe dos solitários para a qual não será dada uma segunda oportunidade sobre a terra. O vilarejo, entretanto, é baseado na cidade de Aracataca, terra natal do escritor.

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6. Viajando com Charley, de John Steinbeck

Em 1960, o autor e seu poodle francês Charley partem de caminhão a uma turnê pelo Estados Unidos. O resultado é o livro que conta todos os detalhes, paisagens e pessoas que ele encontrou ao longo do caminho, revelando acontecimentos sombrios e atitudes que revelam o quanto a América mudou nas últimos cinco décadas.

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7. Cem dias entre céu e mar, de Amyr Klink

Um dos velejadores mais famosos do Brasil, Amyr Klink relata a primeira travessia do Atlântico Sul em barco a remo realizada em 1984, partindo da Namíbia e desembarcando na Bahia. O livro detalha desde as preparações para a viagem até o fim da jornada. O autor já registrou em outros diversos livros suas aventuras pelos mares do mundo. 

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8. Viagem por África, de Paul Theroux

O diário de viagem de 600 páginas do autor viajante é um mix de humor negro, sarcasmo e crítica social em relação aos ex-colonizadores que tentaram passar a (mais…)

Confira cena exclusiva e o novo trailer estendido de “A Culpa é das Estrelas”

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Diego Santos, no Literatortura

Acaba de sair o novo trailer estendido do filme “A Culpa é das Estrelas”.

O vídeo foi publicado pelo próprio John Green, autor do livro que inspirou o filme, em sua página do facebook.

“A Culpa é das Estrelas” foi um dos livros mais vendidos do ano passado e conta a história do romance entre Hazel Grace e Augustus Waters, dois jovens que lutam contra o câncer.

O filme, com Shailene Woodley e Ansel Elgort tem estreia prevista para junho desse não.

Confira o trailer:

Recentemente uma pequena cena do filme foi divulgada no MTV Movie Awards 2014. O vídeo foi intitulado “Metáfora”.

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