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Pesquisa: 63% dos brasileiros leem livros online

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Foto: Fabio Lima/O POVO

Foto: Fabio Lima/O POVO

Isabel Costa, no Leituras da Bel

O dado é resultado da pesquisa Conecta, que investigou diversos hábitos de consumo dos brasileiros. A maioria prefere ler no computador

Por Camila Holanda

Os hábitos de consumo modificam-se à medida em que as tecnologias vão sendo aprimoradas. Reflexo disto está na forma de ler. Segundo pesquisa realizada pela Conecta, uma plataforma web do instituto Ibope Inteligência, 63% dos internautas brasileiros leem livros online e 38% realizam essa atividade nas telas de computadores (PCs/notebooks).

Outros aparelhos usados para leitura online são smartphone (31%), tablet (17%) e smart TV (1%). Na Região Nordeste, 46% dos entrevistados optam por PCs/notebooks. A pesquisa, contudo, não especifica se os leitores têm o hábito de comprar estes livros ou se baixam os arquivos em PDF de forma gratuita.

Para a escritora e entusiasta das plataformas digitais, Socorro Acioli, a caminhada do livro digital no Brasil tem sido mais lenta se comparada com outros países. “Mas é um caminho natural”, acredita. Ela puxa o exemplo recente de polêmica protagonizada pela editora Cosac Naif, que, após fechar as portas, anunciou que os livros remanescentes em estoque serão destruídos no dia 31 de dezembro deste ano.

“As editoras têm um custo muito alto com o depósito e isto é algo meio escondido, mas começou a ser discutido com o caso da Cosac. O livro digital vem, justamente, para fazer uma espécie de teste, que antecede a publicação física”, acredita a escritora. Para ela, o ponto negativo nessa mudança de hábito é que o livro digital não permite que o escritor autografe a obra. “Mas tenho uma amiga que leva é o Kobo para a Flip e os autores autografam na parte de trás”, brinca.

O professor Leite Jr., do Departamento de Literatura da Universidade Federal do Ceará (UFC), acredita que existe um afunilamento progressivo dos usuários da rede que vão realmente se adaptando aos suportes novos de veiculação da informação. O preço, contudo, continua sendo um entrave.

Por vezes, o valor de um e-book é semelhante ao do mesmo livro sendo de papel, o que não se torna atrativo. “Acredito que a tendência mais inteligente é que se mantenham o suporte de papel, mas já preparando no meio eletrônico, que pede um barateamento”, explica o docente.

Editor das editoras Moinhos e Substânsia, Nathan Matos observa que há ainda um desconhecimento profundo do mercado, em que editoras e profissionais do livro parecem ainda não ver o e-book como um aliado, mas como um rival. “O que é um problema. Deveríamos nos atentar para as inúmeras possibilidades que o e-book, lado do livro impresso, é um aliado importantíssimo para a leitura, para a divulgação de novas obras e, certamente, para as vendas dos livros”, aposta.

Outros dados
A pesquisa Conecta também investigou outros hábitos de consumo dos brasileiros. Um dos resultados mostra que 80% dos internautas fazem downloads de filmes, séries e shows, sendo que a maioria (70%) utilizam PCs/notebooks. O smartphone vem em seguida, com 20% de utilização, acompanhado por tablet (7%) e smart tv (3%).

Além disto, 69% dos internautas brasileiros jogam games eletrônicos. Os de classe A são os que mais jogam (78%). Já as pessoas com 55 anos ou mais são as que menos jogam (53%), enquanto quase metade da população mais velha já aderiu aos jogos eletrônicos.

Gosta de escrever? Confira os sites que permitem criar livros digitais

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Existe sites específicos para criar e publicar livros online; veja quais são eles

Fonte: Shutterstock Atualmente, as novas tendências para a leitura são os e-books

Fonte: Shutterstock
Atualmente, as novas tendências para a leitura são os e-books

Publicado por Universia Brasil

Ao longo do tempo, os livros têm se adaptado cada vez mais às novas tecnologias do mundo moderno. Aos poucos, os meios de leitura foram evoluindo, do papel para os tablets e celulares.

Atualmente, as novas tendências para a leitura são os e-books, livros interativos que podem ser uma ótima alternativa tanto para alunos quanto para professores. Além disso, eles possibilitam a economia de papel e dos custos com a impressão.

Para facilitar essas inovações, existem alguns sites que permitem a criação e publicação de e-books online. Confira abaixo uma lista com as principais plataformas que permitem a criação, edição e publicação de livros digitais:

1-ePub Bud
O site foi desenvolvido para a criação de livros infantis para tablets. Por meio dele, o usuário pode disponibilizar a sua produção gratuitamente ou ainda vender a sua criação. Além disso, ele poderá também acessar as criações de outros autores, e acessar um acervo com diversos livros digitais para crianças.

2-Myebook
A ferramenta está disponível em inglês e permite que o usuário crie e edite livros digitais, além de possibilitar a criação de projetos com vídeos, áudios e imagens. Após a conclusão, o livro pode ser disponibilizado no site.

3-Playfic
O site tem uma programação simples, mas possibilita o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita. O usuário pode criar a sua narrativa e possibilitar que os leitores escolham o fim da história.

4-Livros digitais
O site está disponível em português e pode ser utilizado por alunos e professores. A ferramenta permite que o usuário formate o seu livro, escolha modelos de capas e insira imagens. A obra pode ser convertida em PDF, formato A4 ou ainda ser compartilhada nas redes sociais.

Se você sempre teve vontade de publicar seu próprio livro, e ainda de forma gratuita, não espere mais, a chance é essa!

Site permite ler livros online. Conheça!

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Wellington Ferreira, no O vendedor de Livros

1Na minha incansável e incessante pesquisa na internet em busca de novidades e curiosidades literárias, eis que, me deparo, com um site bem interessante e inovador, é o: Hot Free Books. Nele é possível ler o livro on line, sem precisar baixar. Como é isso?

No Hot Free Books você vai ter a oportunidade de pesquisar uma base de livros com mais de 22 mil obras, entre clássicos e livros mais recentes. O sistema de leitura do site permite também mudar o tamanho da letra, a largura da página e até o contraste da página. Todos os livros estão com seus textos completos e todo processo é 100% gratuito.

Ainda é possível, caso não entenda o significado de uma palavra, acessar a sua definição automaticamente, para isso, basta clicar duas vezes sobre ela que uma nova janela se abrirá com o seu sentido. E agora, na minha opinião, a grande sacada do Hot Free Books, nele é possível também marcar a página onde você parou a leitura, e continuar depois, para isso, basta apenas dar um duplo clique sobre a linha que você parou e ao voltar ao site e selecionar o livro, clicar em “Go to last book mark“, que a leitura recomeça de onde você parou, sensacional, né?

Então, se você tá meio quebrado, sem dinheiro para comprar livros e não gosta de ficar baixando arquivos em “PDF” de fontes duvidosas, o Hot Free Books é uma solução atraente e vantajosa para quem busca comodidade e facilidade nas suas leituras, e o melhor, sem gastar nada.

E você amigo leitor, já conhecia o site? Tem o hábito de ler livros no formato digital no computador?

Dê a sua opinião e compartilhe conosco as suas impressões.

Um abraço e boas leituras!!!

dica do Jarbas Aragão

2.500 livros sobre África e Oriente disponíveis online

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2.500 livros sobre África e Oriente disponíveis onlinePublicado no Boas Notícias

A Universidade de Aveiro disponibilizou recentemente, no site do seu projeto “Memória de África e do Oriente”, mais de 2.500 livros referentes à história dos países de Língua Portuguesa, durante a administração colonial.

De acordo com informação avançada no próprio site, o Portal das Memórias de África e do Oriente, da responsabilidade da Fundação Portugal-África, pretende ser “um instrumento fundamental e pioneiro na tentativa de potenciar a memória histórica dos laços que unem Portugal e a Lusofonia, sendo deste modo uma ponte com o nosso passado comum na construção de um identidade coletiva” destes povos.

O site tem vindo a ser reforçado com a digitalização de livros e revistas que estão agora disponíveis na secção “Biblioteca Digital“. Neste momento estão digitalizadas e com livre acesso mais de 2.500 obras que vão desde livros da escola primária do tempo colonial, a relatórios de antigos governadores das então colónias e outros documentos.

O site Memória de África e do Oriente existe desde Setembro de 1996 e é executado pela Universidade de Aveiro e pelo Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento (CESA) de Lisboa, com o apoio de instituições de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Goa.

Candidata à prefeitura de Nova York quer que escolas aposentem livros

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TabletSegundo Quinn, que pode se tornar a primeira mulher a comandar a prefeitura de Nova York, o projeto se autofinanciaria

Favorita nas eleições, Christine Quinn disse tecnologia traria “possibilidades ilimitadas”

Publicado no R7

Os estudantes de Nova York devem deixar de lado os livros didáticos e adotar os tablets como ferramenta de aprendizado, segundo a proposta de uma das principais candidatas à prefeitura da cidade.

Christine Quinn, que atualmente integra a Câmara de Vereadores e é uma das favoritas para substituir seu aliado, o prefeito Michael Bloomberg, em novembro, disse que a atualização tecnológica abriria “possibilidades ilimitadas”.

— Graças à internet, os professores podem, em qualquer matéria, compartilhar lições e materiais com colegas ao redor do mundo. Podem organizar estas lições em livros texto online, que seus estudantes poderiam ler nos tablets em aula e em casa. Assim, um professor no Bronx poderia reunir toda a informação relevante de sua aula e atualizá-la durante o ano para mantê-la vigente. Poderia incorporar vídeos e tarefas multimídia para motivar mais as crianças que já vivem em um mundo digital.

Segundo Quinn, que pode se tornar a primeira mulher a comandar a prefeitura de Nova York, o projeto se autofinanciaria.

—Atualmente gastamos mais de 100 milhões de dólares em livros texto. Este dinheiro é suficiente para comprar uma tablet para cada estudante das escolas públicas da cidade de Nova York, além de cobrir os gastos de pessoal.

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