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‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’, de Machado de Assis, é um dos 5 livros preferidos de Woody Allen

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Publicado em Todo Dia

“Memórias Póstumas de Brás Cubas”, obra de Machado de Assis, aparece em lista que o cineasta Woody Allen escreveu para o jornal britânico “The Guardian” sobre os seus cinco livros prediletos.

Segundo o cineasta, ele recebeu o livro em sua correspondência. “Algum brasileiro desconhecido me mandou por correio e escreveu ‘você vai gostar disso’. Como é um livro pequeno, eu li. Se tivesse sido um livro grosso, eu teria descartado”, afirmou.

Allen disse que ficou surpreso como o livro é encantador e divertido. “Eu não pude acreditar que ele [Machado de Assis] viveu há tanto tempo. Você pode pensar que ele escreveu o livro ontem. É tão moderno e tão divertido. É uma obra de trabalho muito, muito original. Tocou um sino em mim assim como ‘O Apanhador no Campo de Centeio’. Foi tratado com grande inteligência, originalidade e sem sentimentalismo.”

Machado de Assis

Machado de Assis

 

No livro, é o próprio protagonista, morto, quem conta sua história. Os outros livros que compõem a lista são “O Apanhador no Campo de Centeio” de JD Salinger, “Really the Blues”, de Mezz Mezzrow e Bernard Wolfe, “O Mundo de S. J. Perelman”, de S. J. Perelman, e “Elia Kazan: A Biografia” de Richard Schickel.

| FOLHAPRESS

Partiu! 5 livros que podem inspirar uma viagem

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publicado na Exame

Meus melhores companheiros de viagem são sempre os livros. Tanto faz se eles vão armazenados no e-reader ou se dividem o espaço da mochila com os resto dos meus pertences de viagem.

Um bom livro traz aquela inspiração para as horas intermináveis dentro do ônibus ou esperando conexão no aeroporto, aqueles momentos de pernas pro ar na praia ou para quando você não está a fim de ver um filme dentro do avião.

E o que pode ser melhor do que quando os próprios livros tem como tema viajar? Veja minha seleção de cinco livros preferidos (e inspiradores!).

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A volta ao mundo em 72 dias

Antes que você se confunda com a obra de Julio Verne, já vou adiantando que a autora dessa façanha foi uma mulher. E em 1888, época em que não era muito comum encontrar mulheres fazendo a volta ao mundo por aí.

Nelly Bly era o pseudônimo da jornalista americana que decidiu provar para os editores do New York World, jornal onde trabalhava, que ela era capaz de quebrar o recorde de Julio Verne.

Nelly conta no livro suas impressões sobre inúmeros países e como foi desafiador viajar sem a companhia de um homem, uma aventura tida como impossível na época. Uma verdadeira inspiração para mulheres viajantes como nós, não é mesmo?

Livre

Ainda dentro dessa temática de mulheres que viajam sozinhas, há a obra de Cheryl Strayed, que inspirou um filme produzido em 2014, com a atriz Reese Whiterspoon como protagonista.

No livro, Cheryl conta sobre sua extasiante jornada de autoconhecimento. Ela percorreu uma trilha que cruza a costa oeste dos Estados Unidos totalmente sozinha e sem ter tido qualquer experiência com longas caminhadas antes.

Durante a leitura, temos a sensação de que estamos evoluindo e amadurecendo junto com a autora, que fica mais forte a cada obstáculo. A mescla entre a descrição da viagem em si, com lembranças e percepções de Cheryl a respeito da própria vida, é bem enriquecedora.

O Grande Bazar Ferroviário

Quem já passou pela experiência maravilhosa de viajar de trem precisa incluir essa obra na lista de leitura. Paul Theroux compartilha com a gente o seu amor pelos trilhos e conta como foi fazer uma grande viagem de trem pela Ásia em 1975.

Na obra, ao mesmo tempo em que ele admite o próprio choque que teve ao se deparar com culturas totalmente diferentes da sua, ele também fala em detalhes sobre os próprios passageiros do trem.

E na minha opinião, o mais interessante do livro é justamente isso: mostrar como os encontros com desconhecidos fazem uma viagem ficar ainda mais especial.

Comer, Rezar e Amar

Sempre que gosto muito de um filme, vou atrás do livro. Com essa obra de Elizabeth Gilbert, que inspirou o filme com Julia Roberts, não foi diferente. O livro é aquela inspiração extra que você precisa nas horas em que está meio indecisa.

A experiência da autora de passar um ano em 3 países diferentes mostra como, em algumas situações, a única coisa que a gente precisa na vida é encarar o novo de peito aberto.

Além de ser uma leitura leve, a obra também traz uma boa dose de otimismo, bom humor – e um poquinho de romance, vai – para a nossa vida.

Sidarta

Essa obra mereceria um texto só para ela. O texto do alemão Herman Hesse é bem profundo e ganhou o Nobel de Literatura em 1946. Na verdade, não acredito que seja um livro de viagens, mas sim um livro sobre transformação.

Sidarta é um jovem que nasceu na Índia no século VI a.C e parte em peregrinação pelo país em busca da paz espiritual. Ele passa por experiências extremas e descreve sensações de um jeito tão detalhado que impressiona.

Definitivamente, uma boa dica para quem adora obras que questionam o sentido da vida, mas sem entrar na temática de autoajuda.

Esses 5 livros falam mais do que apenas sobre homens e mulheres que se arriscam a viajar sozinhos: eles falam sobre como uma jornada pode ser transformadora para qualquer pessoa. Faltou alguma obra na lista? Compartilhe com a gente!

Os 3 livros favoritos de Bill Gates

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

 

Conheça as obras de cabeceira de um dos maiores empresários do mundo

Publicado no Universia Brasil

Empreendedor de sucesso, gênio da tecnologia, bilionário, filantropo e dono de uma das mais importantes empresas do mundo: a Microsoft. Bill Gates conseguiu transformar uma ideia em um negócio multibilionário, mostrando sua veia para os negócios e capacidade em analisar boas oportunidades.

Segundo Gates, uma forma de manter-se sempre atualizado e ganhar novas perspectivas sobre os assuntos que já conhece é ler bons livros. Ele próprio mencionou em uma ocasião que chega a ler até 1 livro inteiro por semana.

Para ele, os romances e histórias de ficção são interessantes, mas as obras que contam situações e histórias reais têm maior compatibilidade com seus interesses e necessidades. Grande parte delas fala sobre o desenvolvimento inteligente das nações, como ser um líder de sucesso em uma organização e origens das mudanças sociais.

Para melhorar sua visão de negócios e tecnologia e começar a entender a forma de pensar de Bill Gates, conheça os 3 livros favoritos do empresário:

1 – Tap Dancing to Work: Warren Buffett on Practically Everything (1966), Carol Loomis

A obra reune uma série de artigos escritos pela jornalista Carol Loomis, da Revista norte-americana Fortune, sobre o empresário e filantropo Warren Buffet. Buffet, que atualmente está com 85 anos, é considerado um dos homens mais ricos e poderosos do mundo. No livro, é possível conhecer a visão de negócios do empresário que, segundo Bill Gates, é única e bastante oportuna.

2 – Making the Modern World: Materials and Dematerialization, Vaclav Smil

Em uma entrevista à revista norte-americana Times, Bill Gates disse que Vaclav Smil é, sem dúvida, seu autor favorito. Suas obras tratam sobre questões ciêntíficas ligadas ao meio ambiente, como energia e inovação.

3 – The Sixth Extinction: An Unnatural History, Elizabeth Kolbert

O livro escrito pela jornalista Elizabeth Kolbert, da revista New Yorker, fala sobre como o presente em que vivemos e nossas vidas já fazem parte da história do mundo. A autora também disserta sobre como os seres humanos, com suas ações agressivas ao meio ambiente, estão começando a desenhar seu próprio fim, a sua extinção.

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