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15 livros recomendados por visionários da tecnologia

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Tissiani Vicentin, no TecMundo

Livros podem conter um conteúdo tão rico que são usados como uma espécie de manual para a vida. E, especialmente no mundo do empreendedorismo, esse artefato é ainda mais utilizado para guiar caminhos e mudar suas visões de mundo. Bilionários da tecnologia como Jeff Bezos, Elon Musk e Bill Gates, por exemplo, não são apenas empresários de sucesso, mas também grandes entusiastas da literatura.

Ao longo dos anos, essas três personalidades chegaram a divulgar uma lista com as leituras que mais os influenciaram no quesito gerenciamento de negócios e até mesmo os ajudaram a mudar algumas abordagens quando o assunto era inovação.

Quer saber os livros que mais chamaram a atenção desses três visionários? O site Business Insider separou uma lista com os mais interessantes. A seleção inclui uma porção de títulos de empreendedorismo, mas também há outros itens que podem ser lidos por qualquer um. A lista, você confere a seguir (spoiler: fãs de Douglas Adams, “O Guia do Mochileiro das Galáxias” está aí no meio!).

Os queridinhos de Jeff Bezos

1. “Os Vestígios do Dia”, de Kazuo Ishiguro (Companhia das Letras)

O nipo-britânico e prêmio Nobel de Literatura de 2017, Kazuo Ishiguro, entrou para a lista dos livros recomendados por Bezos. O romance de 1989 narra a história do mordomo Steven, que serviu por três décadas à mansão Darlington Hall na época da guerra e no pós-guerra. O livro não apenas conta a viagem que Steven faz pela Inglaterra em busca da ex-governanta da casa, a quem ele quer devolver o emprego, mas também mostra uma reflexão do personagem sobre o papel dos mordomos na história britânica. O livro foi adaptado para um filme estrelado por Anthony Hopkins e Emma Thompson e nomeado para oito Oscares na época.

2. “Sam Walton, Made in America”, de Sam Walton (Bantam Books)

Sam Walton pertence a uma das famílias mais ricas do mundo. O executivo foi fundador do Walmart e construiu um patrimônio familiar que, hoje, chega aos US$ 100 bilhões — se somados os valores de seus herdeiros. Ironicamente (ou não), o livro está na lista de Bezos e conta a trajetória do bilionário no comando da gigante do varejo — hoje uma das principais concorrentes da Amazon. Nas palavras de Walton, o livro é sobre “o risco e o trabalho árduo, sobre a certeza de onde se quer chegar e sobre a disposição de fazer o que é necessário para chegar lá. É uma história que fala sobre acreditar em uma ideia mesmo quando outras pessoas não acreditam (…)”, descreve. Em seus capítulos, o livro engloba itens essenciais para um bom empreendedor, como “Recrutando uma equipe”, “Construindo parcerias”, “Criando uma cultura”, “Fazendo o primeiro cliente”, “Conhecendo a concorrência”, entre outros.

3. “Memos From The Chairman”, de Alan Greenberg (Sybex)

Alan Greenberg chegou ao topo da carreira quando foi chairman do Comitê Executivo da The Bear Stearns Companies. Foi nessa mesma empresa que ele começou sua carreira como técnico e foi crescendo pouco a pouco. Logo se tornou CEO do banco de investimentos, que foi vendido posteriormente à JP Morgan. O executivo, também conhecido filantropista, ficou conhecido por seus memorandos peculiares e sábios. O livro aborda exatamente essa sua filosofia única e simples de gestão, um manual para os empreendedores que querem ser bem-sucedidos. Algumas das valiosas dicas englobam: tomar decisões com base no senso comum, evitar a mentalidade de rebanho, controlar despesas de forma implacável, ser humilde e nunca acreditar que o seu odor corporal é perfume (sério, mesmo!).

4. “Built to Last”, de Jim Collins (HarperCollins)

Jim Collins é o autor por trás desse livro. O executivo é conhecido no mundo dos negócios por suas lições de empreendedorismo. No “Built to Last”, Collins aponta 18 empresas verdadeiramente de sucesso (com base em um estudo realizado durante seis anos na Faculdade de Negócios de Stanford). As companhias escolhidas têm, em média, 100 anos de idade — o que mostra que elas conseguiram vencer nas adversidades e, especialmente, no mercado de ações. O livro, no geral, aponta o que torna essas empresas tão diferentes das outras.

5. “A lógica do Cisne Negro”, de Nassim Taleb (Best Seller)

Nassim Taleb, autor deste best-seller, aponta coincidências (ou não) da aleatoriedade. Por exemplo: o que o sucesso do Google e o 11 de setembro têm em comum? Como a sorte, a incerteza e a probabilidade podem influenciar nos grandes acontecimentos pelos quais podemos passar ao longo da vida? E, o mais importante, Taleb ensina os leitores a tirar proveito das adversidades.

Os queridinhos de Bill Gates

6. “Os Anjos Bons da Nossa Natureza”, de Steven Pinker (Companhia das Letras)

De acordo com o The New York Times, esse é um livro “essencial para todos aqueles que se interessam pela natureza humana”. Escrito por Steven Pinker, o livro aponta como a violência diminuiu ao longo dos anos, apesar de o noticiário não indicar que o cenário mudou muito ao longo dos anos (cheio de ataques terroristas, crimes e guerra). Ao longo do texto, ele tenta esclarecer por que podemos estar no momento mais pacífico da existência humana.

7. “The Man Who Fed the World”, de Leon Hesser (Lightning Source)

Leon Hesser narra a trajetória do biólogo Norman Borlaug, também conhecido como o homem que alimentou o mundo (e que acabou ganhando o Nobel da Paz). Borlaug dedicou sua vida ao que ele achava ser um dos maiores problemas da humanidade: a fome. Se ela fosse tratada, ele acreditava que a paz no mundo poderia ser alcançada — a erradicação da fome não era a solução, mas sim fator essencial. Assim, Borlaug criou a chamada Revolução Verde, o que deu a ele o status de “pai da agricultura moderna”.

“Ele fez provavelmente mais do que muitos, mas é conhecido por menos gente do que qualquer outra pessoa que tenha feito tanto quanto ele (…). Tornou o mundo melhor”, disse o amigo Ed Runge, que trabalhou ao lado de Borlaug durante sua passagem pela Universidade do Texas.

8. “A Questão Vital – Por que a vida é como é?”, de Nick Lane (Rocco)

O premiado bioquímico Nick Lane aborda o surgimento e evolução da vida na Terra em nível celular. O livro começa há 4 bilhões de anos, quando uma pequena célula surge e se torna responsável pelo aparecimento de bactérias — basicamente a origem da vida complexa na Terra, de árvores a abelhas e humanos.

9. “How Asia Works: Success and Failure in the World’s Most Dynamic Region”, de Joe Studwell (Grove Press)

Você já deve ter ouvido falar do “milagre econômico” do Leste asiático nos anos 80 e 90. Países da região eram vistos como prodígios, um bloco em ascensão. No livro, Joe Studwell mostra a economia de nove países pertencentes a esse seleto grupo: Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Indonésia, Malásia, Tailândia, Filipinas, Vietnã e China. Uma leitura para qualquer um que queira entender (incluindo leigos) o que realmente aconteceu na Ásia e por que alguns países estiveram em rápido crescimento.

10. “The Myth of the Strong Leader – Political Leadership in the Modern Age”, de Archie Brown (Random House)

O mito do líder forte, em tradução, desmistifica exatamente esse conceito: o de que os chamados “líderes fortes” dominam. De que eles são os mais bem-sucedidos e os mais admiráveis. De Mikhail Gorbachev a Nelson Mandela e Margaret Thatcher, o livro aponta diferentes tipos de qualidades e lideranças. A ideia de Archie Brown é desconstruir essa noção do “líder forte”, muito popular, e repensar o verdadeiro significado da palavra liderar.

Os queridinhos de Elon Musk

11. “Benjamin Franklin – Uma Vida Americana”, de Walter Isaacson (Companhia das Letras)

Benjamin Franklin é considerado um dos “Pais Fundadores dos Estados Unidos” e não à toa: suas descobertas e pesquisas ajudaram no desenvolvimento de uma das nações mais poderosas do mundo. No livro, Walter Isaacson aponta as proezas que o inventor fez durante sua existência e como ele colaborou em documentos importantes como a Declaração da Independência Americana, que moldaram a modernidade no país.

12. “De Zero A Um – O Que Aprender Sobre Empreendedorismo com o Vale do Silício”, de Peter Thiel (Objetiva)

Esse livro foi escrito pelo cofundador do PayPal, uma das maiores empresas de tecnologia da atualidade. O investidor aponta uma questão que pode ser intrigante em um mundo onde cada vez mais os novos empreendedores querem ser “o próximo Bill Gates”, ou o “próximo Mark Zuckerberg”: acontece que eles certamente não serão os próximos grandes inventores de um sistema operacional e de uma rede social. Esses papéis já foram preenchidos e, se você está pensando em fazer o mesmo, é bom achar outra coisa para si. A ideia do livro não é oferecer uma receita de bolo, vale ressaltar, mas sim mostrar que cada inovação é única.

13. “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams (Objetiva)

O que falar sobre Arthur Dent e seu companheiro Ford Prefect — que mal conheço e já curto pacas? Um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, o livro conta a história das aventuras do terráqueo Dent e seu amigo extraterreste pela galáxia um pouco depois de eles saírem da Terra (por força maior). Recheado de humor satírico, o ponto central da história de Adams são as situações que debocham das burocracias e politicagens do mundo real.

14. “Our Final Invention”, de James Barrat (Thomas Dunne Books)

“Nossa Invenção Final”, em tradução, faz uma alusão à frase do matemático Jack Good, que diz que “a primeira máquina ultrainteligente será a última invenção que o homem precisará fazer”. O livro traz uma visão apocalíptica do fim dos tempos depois que a inteligência artificial ganhar força. Faz sentido Musk ter esse livro na sua lista de best-sellers, afinal ele defende ferozmente que a IA é uma arma com que não deveríamos estar mexendo.

15. “Fundação”, de Isaac Asimov (ALEPH)

A série Fundação foi eleita, em 1966, a melhor série de ficção científica de fantasia de todos os tempos. Os livros abordam, basicamente, a saga do Império Galáctico que perdeu seu poderio após 12 mil anos de atuação. Nesse cenário, surge Hari Seldon, o único homem que consegue visualizar o futuro obscuro, feito de ignorância e barbárie, que está por vir (e que vai durar 30 mil anos).

Leitor assíduo, Obama diz que livros o ajudaram durante a Presidência

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Barack Obama e sua mulher, Michelle, fazem leitura do livro "Onde Vivem os Monstros" para crianças

Barack Obama e sua mulher, Michelle, fazem leitura do livro “Onde Vivem os Monstros” para crianças

 

Michiko Kakutani, na Folha de S.Paulo via New York Times

Nenhum presidente americano desde Abraham Lincoln moldou sua vida, convicções e visão de mundo tão fundamentalmente na leitura e escritura de livros quanto Barack Obama.

Na sexta-feira (13), sete dias antes de deixar a Casa Branca, Obama sentou-se no Salão Oval para falar do papel indispensável desempenhado pelos livros em sua Presidência e sua vida –desde sua infância solitária e marcada por frequentes deslocamentos, quando “esses mundos portáteis” lhe serviam de companheiros, até sua juventude, quando os livros o ajudaram a entender quem ele era, o que pensava e o que era importante.

Durante seus oito anos na Casa Branca –uma era marcada pela sobrecarga de informações, o partidarismo extremo e as reações instantâneas–, os livros foram uma fonte de ideias e inspiração para o presidente, ajudando a apreciar as complexidades e ambiguidades da condição humana.

“Numa época em que os acontecimentos são tão velozes e tanta informação é transmitida”, ele disse, a leitura oferece a possibilidade de “desacelerar de vez em quando e ganhar uma perspectiva mais ampla”, além da “possibilidade de colocar-se na pele de outra pessoa”. Essas duas coisas, disse Obama, tiveram valor enorme para ele. “Se me fizeram um presidente melhor, não sei dizer. Mas o que posso dizer é que me ajudaram a conservar o equilíbrio ao longo de oito anos, porque este é um lugar que as coisas se sucedem rapidamente, sem parar e sem descanso.”

Os escritos de Lincoln, de Martin Luther King Jr., Gandhi e Nelson Mandela foram especialmente úteis, Obama disse, “quando você busca um senso de solidariedade”, acrescentando: “Nos momentos muito difíceis, a Presidência pode nos isolar muito”. Há uma cópia manuscrita do Discurso de Gettysburg, escrito por Abraham Lincoln em 1863, no dormitório que leva o nome do ex-presidente, e Obama disse que às vezes, à noite, ele saía de sua sala de trabalho para ler o texto.

Como Abraham Lincoln, Obama se ensinou a ler, e também para ele as palavras se tornaram uma maneira de se definir e de comunicar seus ideais e ideias ao mundo. Na verdade, há uma luz forte que liga Lincoln, King e Obama. Em discursos como os proferidos nas cidades de Charleston e Selma, Obama seguiu o caminho desses predecessores, colocando seu domínio da linguagem a serviço de uma visão histórica abrangente que, como a deles, situa nossas lutas atuais contra o racismo e a injustiça em um contínuo histórico que revela o quanto já andamos e o caminho que ainda nos falta percorrer.

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CONTEXTO EM BIOGRAFIAS PRESIDENCIAIS

As biografias de presidentes passados forneceram contexto, ajudando Obama a superar a tendência a pensar que “o que está acontecendo agora é singularmente desastroso, espantoso ou difícil”, ele disse. “É útil pensar em Roosevelt tentando conduzir o país durante a Segunda Guerra Mundial.”

A leitura continua a formar uma parte essencial do cotidiano de Obama. Ele recentemente deu à sua filha Malia um Kindle carregado de livros que quer compartilhar com ela –incluindo “Cem anos de solidão”, “O Caderno Dourado”, de Doris Lessing, e “The Woman Warrior” (“A Guerreira”, em tradução livre), de Maxine Hong Kingston. E, quase todas as noites na Casa Branca, ele passava uma hora lendo tarde da noite –uma leitura profunda e ecumênica, abrangendo desde ficção literária contemporânea –o romance mais recente que ele leu foi “The Underground Railway” (“A Ferrovia Subterrânea”, em tradução livre), de Colson Whitehead)– até romances clássicos e obras inovadoras de não ficção, como “Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar”, de Daniel Kahneman, e “A Sexta Extinção”, de Elizabeth Kolbert.

Para o presidente, esses livros eram uma maneira de ele trocar de marcha mental, para escapar da bolha da Casa Branca. Alguns romances o ajudavam a “imaginar o que se passa na vida das pessoas” em todo o país –por exemplo, Obama achou que os romances de Marilynne Robinson o colocaram em contato emocional com as pessoas que encontrou no Iowa durante a campanha de 2008 e também com seus próprios avós, naturais do meio-oeste americano, e os valores de trabalho árduo, honestidade e humildade, próprios das pequenas cidades do interior.

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AUTOR DE CONTOS

Obama se ensinou a escrever quando jovem, escrevendo um diário e redigindo contos quando era organizador comunitário em Chicago; ele escrevia quando voltava para casa, depois do trabalho, inspirando-se nas histórias das pessoas que encontrava no trabalho. Muitas das histórias eram sobre pessoas mais velhas, sendo inspiradas por sentimentos de decepção e perda. “Nos meus textos não há muita coisa tipo Jack Kerouac, de jovem na estrada, fazendo descobertas”, ele comentou. “São textos mais melancólicos e reflexivos.”

Essa experiência reforçou o poder da empatia. Sendo ele mesmo um “outsider” (com pai queniano, que deixou a família quando Obama tinha 2 anos, e mãe do Kansas, que o levou para morar na Indonésia por algum tempo), Obama sentia empatia com muitas pessoas que conheceu nas igrejas e ruas de Chicago, que se sentiam deslocadas pelo isolamento e as mudanças, e levou a sério a observação de seu chefe de que “o que une as pessoas para compartilharem a coragem de entrar em ação para mudar suas vidas não é apenas o fato de se importarem com os mesmos problemas, mas de terem histórias compartilhadas”.

Essa lição se tornaria uma das bases da visão do presidente de uma América em que as preocupações compartilhadas –sonhos simples de um emprego decente, um futuro decente para os filhos das pessoas– pudessem lançar uma ponte sobre divergências e divisões. Afinal, muitas pessoas enxergavam-se na história de Obama –uma história americana, como ele disse em seu discurso na Convenção Nacional Democrata de 2004, que não seria possível “em nenhum outro país do mundo”.

Obama chegou à Presidência como escritor e em breve voltará à vida de cidadão comum como escritor, com o plano de redigir suas memórias, que serão baseadas no diário que escreveu na Casa Branca (“mas não com a disciplina que eu teria desejado”). Ele possui uma sensibilidade de escritor –a capacidade de estar no momento e ao mesmo tempo colocar-se como observador, o olhar e o ouvido de um romancista, uma voz precisa, mas elástica, capaz de deslocar-se com facilidade entre o lirismo, o vernáculo e o profundo.

Na semana passada, Obama almoçou com cinco romancistas que admira –Dave Eggers, Colson Whitehead, Zadie Smith, Junot Diaz e Barbara Kingsolver–, e não apenas conversou com eles sobre a paisagem política e midiática como também de questões profissionais deles, perguntando como estavam suas turnês de promoção de livros e dizendo que gosta de escrever o primeiro rascunho de seus textos à mão, em blocos amarelos.

Obama diz que espera no futuro utilizar o site de seu centro presidencial “para ampliar o público dos bons livros”, coisa que ele já tem feito com listas regulares de livros recomendados, e incentivar a discussão pública sobre livros.

Ele disse: “Em um momento em que uma parte grande de nossa política consiste em tentar controlar o choque de culturas gerado pela globalização, a tecnologia e a migração, é mais importante que nunca o papel dos livros em unificar em oposição a dividir, engajar em lugar de marginalizar”.

Tradução de CLARA ALLAIN

5 leituras recomendadas por Bill Gates para alcançar o sucesso

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 Fonte: Shutterstock     Bill Gates: "meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros"

Fonte: Shutterstock
Bill Gates: “meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros”

Saiba quais são os livros recomendados pelo famoso fundador da Microsoft

Publicado no Universia Brasil

O empresário norte-americano Bill Gates se tornou uma das personalidades mais citadas mundialmente ao fundar, ao lado de Paul Allen, a Microsoft, conhecida como a maior empresa de software já criada.

No ano de 2013, a fortuna acumulada de Gates foi estimada em cerca de 77 bilhões de dólares, concedendo a ele o primeiro lugar na lista de pessoas mais ricas do mundo. Graças ao seu pensamento persistente e inovador, o empreendedor conseguiu alcançar o sucesso, tornando-se um dos pioneiros na revolução da computação.

Um dos hábitos bastante praticados por Bill Gates é, certamente, a leitura. Através de seu blog pessoal, ele escreve sobre os livros que lê expondo o seu ponto de vista a todos que o acompanham e buscam seguir o seu estilo de vida.

Confira a seguir a top lista de leituras recomendadas pelo empresário e inspire-se nelas:

1 – “Aventuras dos Negócios”, por John Brooks
O livro busca fazer com que o leitor tenha um entendimento profundo sobre o funcionamento das empresas, analisando por que alguns negócios falham e outros atingem o sucesso.

2 – “Tap Dancing to Work”, por Carol Loomis
O livro fornece ao leitor um desdobramento sobre o sucesso, compilando os artigos escritos por um dos melhores amigos de Bill Gates, o famoso investidor Warren Buffett. Os textos são entrelaçados pelo próprio autor Carol Loomis.

3 – “A vida é o que você faz dela”, por Peter Buffett
Escrito pelo músico e filantropo Peter Buffet, filho mais novo de Warren Buffett, o livro conta a história de uma criança rica e trabalhadora, cujos incentivos do pai contribuíram para torná-lo um músico de sucesso.

4 – “Awakening Joy”, por James Baraz
O livro mostra ao profissional como ele pode manter a sua alegria ao mesmo tempo em que se torna bem-sucedido. O livro oferece estratégias para mudar o comportamento, além de treinar a mente para aprender novas maneiras de pensar.

5 – “De onde vêm as boas ideias”, por Steven Johnson
O livro define o que torna uma empresa “fértil” para o sucesso para a inovação. O autor identifica sete padrões-chave por trás da inovação genuína, traçando-os através do tempo e das disciplinas.

Se você deseja seguir o mesmo caminho de Bill Gates para o sucesso, a leitura é fundamental. Como afirmou uma vez o empresário “meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros”.

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